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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Na ilha de Moçambique pode estar naufragado um navio em que morreram 300 escravos

Na ilha de Moçambique pode estar naufragado um navio em que morreram 300 escravos
Um centro de investigação moçambicano monitoriza desde 2014 os mais de 30 navios naufragados na baía de Mossuril. O francês L’Aurore pode ser um deles. Entre os outros, há muitos portugueses.

Partiu de Saint-Malo, na Bretanha, com destino à ilha de França (actual República das Ilhas Maurícias) a 3 de Março de 1789. Daí rumou à ilha de Moçambique, importante entreposto no Índico, onde chegou no final de Novembro, com o objectivo de ali proceder a reparações e fazer embarcar centenas de escravizados que seriam vendidos em São Domingos.
 

COM VÍDEO

José de Almada Negreiros: artista multimédia morreu a 15 de Junho de 1970

José de Almada Negreiros nasceu em São Tomé e Príncipe em 1893, morrendo em Lisboa em 1970. Dele saíram quase todas as formas por que se pode expressar a arte, ou terá sido, como já lhe chamaram, artista multimédia antes do seu tempo.

Ao lado de nomes como o de Mário de Sá-Carneiro e de Fernando Pessoa, Almada marca indelevelmente a evolução da cultura contemporânea portuguesa ao nível plástico e literário. Centremo-nos apenas na produção literária, assumindo que para Almada tudo o que redunde em espectáculo, interessa.

Arqueólogo de Moçambique quer parceria com Portugal para proteger passado naufragado

O arqueólogo Ricardo Teixeira Duarte defende uma parceria oficializada com Portugal para o património subaquático na ilha de Moçambique, que conta a história dos dois países e está ameaçado pela acção do homem e até pelas alterações climáticas.

Este especialista da UNESCO para o património subaquático falou à agência Lusa em Lisboa, onde participou na conferência A Arqueologia Subaquática em Moçambique, organizada pelo Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática (CNANS).

“É um património que está em grande risco, ligado a actividades ilegais, de pessoas que mergulham e tiram coisas, e ao próprio desenvolvimento industrial e da exploração de recursos marítimos. E é um património muito importante da humanidade”, disse.

«Santo Graal dos naufrágios» vale 17 mil milhões de dólares e pode ser recuperado em breve

Nas profundezas do Mar das Caraíbas encontra-se um tesouro que tem cativado historiadores, governos e caçadores de tesouros: o galeão espanhol San José. Apelidado de “Santo Graal dos naufrágios”, a história do San José é uma narrativa da guerra marítima do século XVIII, das disputas legais internacionais e da busca pela preservação histórica.

Descoberto pela marinha colombiana em 2015, a localização exata do naufrágio continua a ser um segredo de Estado bem guardado para proteger a sua inestimável carga, cujo valor é estimado em 17 mil milhões de dólares.

Sines, a expansão da cidade depois do porto (conclusão)

O artigo aborda as mudanças no território de Sines devido à implementação do complexo industrial e do porto de águas profundas. As características naturais da Costa de Sines, aliadas à sua posição estratégica, proporcionaram as condições ideais para o desenvolvimento de um porto de águas profundas. Este porto trouxe à cidade de Sines um maior conforto económico.

Sines, a expansão da cidade depois do porto (6)

O artigo aborda as mudanças no território de Sines devido à implementação do complexo industrial e do porto de águas profundas. As características naturais da Costa de Sines, aliadas à sua posição estratégica, proporcionaram as condições ideais para o desenvolvimento de um porto de águas profundas. Este porto trouxe à cidade de Sines um maior conforto económico.

POR SILVANO SILVA

Sines, a expansão da cidade depois do porto (5)

Em 1972, foi criado o Complexo de Sines, gerido pelo GAS, dando origem ao grande desenvolvimento da região. Com o início das obras portuárias, Sines sofreu um aumento demográfico significativo. Estima-se que apenas 9% das construções em Sines tenham sido feitas antes de 1919. De acordo com Alcídio Carvalho, "uma parte significativa das edificações terá sido construída entre 1971 e 1980, abrangendo a implantação do empreendimento de Sines e a constituição do GAS" (Carvalho, 2005. P.55).

Na década de 1970, o GAS procedeu à expropriação de quase 60% do território, numa iniciativa em grande escala com vários projetos para a implantação de indústrias. Na época, não houve uma grande preocupação com a infraestrutura construída. Os projetos de execução do empreendimento de Sines visavam transformar a cidade num aglomerado de apoio ao complexo portuário.

Navio «único» desenterrado em Lisboa está preso num armazém à espera de destino

Arqueólogos propuseram que navio Boa Vista 5, do século XVII, o “mais bem preservado em Portugal”, fique no Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática para ser conservado. Decisão tarda.

VILA DO CONDE

Que riscar um barco continue a fazer parte do nosso ADN

Em Vila do Conde, o Centro de Artes Náuticas (CdAN) é a materialização da partilha de conhecimento sobre a arte da construção naval em madeira.

Por aqui, sabe-se que “a madeira tem segredos” e que um barco de madeira não nasce de uma penada, que cresce das cavernas e da sala do risco. Sabe-se que há lavassas e que há um ou outro couce e um fio de calafeto que ajudam a manter o barco à tona. Por aqui, com alguma tristeza, até se admite que o trabalho está “empachado”, que a arte de moldar e de torcer a madeira — e, já se sabe, “a madeira tem mais arte” — na construção naval tem os dias contados e que é preciso contrariar essa lapalissada.

POR SILVANO SILVA

Sines, a expansão da cidade depois do porto (3)

A implantação do Porto de Águas Profundas e dos complexos industriais na região de Sines levou o GAS a realizar um estudo sobre reforço habitacional, que poderia envolver a criação de um novo núcleo urbano ou a expansão de dois locais selecionados: Sines e Santiago de Cacém.

O GAS expôs os problemas que poderiam surgir dessa necessidade, incluindo a escolha do local de implantação, a definição dos fatores que caracterizam uma cidade e a sua articulação regional e nacional, além de questões de natureza sociológica.

POR SILVANO SILVA

Sines, a expansão da cidade depois do porto (2)

O artigo aborda as mudanças no território de Sines devido à implementação do complexo industrial e do porto de águas profundas. As características naturais da Costa de Sines, aliadas à sua posição estratégica, proporcionaram as condições ideais para o desenvolvimento de um porto de águas profundas. Este porto trouxe à cidade de Sines um maior conforto económico.

Câmara de Aveiro oferece viagem a 20 cidadãos na Caravela Vera Cruz

A embarcação típica da era dos Descobrimentos vai estar em Aveiro, de 8 a 16 de junho, com um programa de visitas e actividades criado no âmbito da Capital Portuguesa da Cultura. A Câmara Municipal de Aveiro vai proporcionar a experiência única a 20 cidadãos de poderem navegar, entre Aveiro e Lisboa, na Caravela Vera Cruz, uma embarcação típica da era dos Descobrimentos.

A selecção dos participantes é feita através de um sorteio, que será lançado hoje na página de Instagram do Município de Aveiro. Para a viagem Lisboa – Aveiro, estão disponíveis dez vagas, com embarque no Porto de Lisboa (Alcântara), no dia 07 de junho às 12h00, e com chegada a Aveiro (Cais do Sal), prevista para as 17h00 do dia seguinte, 8 de junho.

POR SILVANO SILVA

Sines, a expansão da cidade depois do porto (1)

Com o objetivo de selecionar o local para a implantação de um novo porto em Portugal, entre os finais de 1960 e inícios de 1970, foi desenvolvido um estudo que considerou as opções de Alcochete, Setúbal e Sines. O estudo foi orientado por dois pontos cruciais: a necessidade de criar núcleos habitacionais para sustentar os recursos humanos e a importância de um porto de águas profundas capaz de receber navios de grande porte.

Devido às suas condições naturais como profundidade das águas e características territoriais, a região de Sines foi escolhida para sediar o complexo industrial em detrimento das outras opções, Alcochete e Setúbal. Após a seleção do local de implantação, foi criado o Gabinete da Área de Sines, que recebeu personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira.

Viviam em Portugal há 11 milhões de anos. São um género diferente de baleia

Uma equipa científica liderada pelo paleontólogo Rui Castanhinha descreve, num estudo publicado, um novo género de baleias que viviam na costa portuguesa há 11 milhões de anos, a partir de dois crânios.

Uma equipa europeia liderada por palentólogos portugueses, que analisou três fósseis de baleia encontrados na região da Costa da Caparica há cerca de 200 anos, redescreveu e reclassificou dois dos espécimenes analisados em duas espécies de um novo género taxonómico.

Mais de 2.200 peças recolhidas dos depósitos dragados do rio Arade e ria de Alvor

Mais de 2.200 peças do período pré-histórico até à atualidade foram recolhidas dos depósitos dragados do rio Arade e da ria de Alvor, em Portimão, no âmbito de um projeto de prospeção com detetores de metais.

“São objetos metálicos que abarcam todas as tipologias, desde os de uso diário, rituais, a instrumentos relacionados com profissões”, disse à Lusa a arqueóloga Vera Freitas, uma das responsáveis pelo projeto DETDA.

Navios da época moderna descobertos em Lisboa:

«Há ainda muita investigação por fazer»

Obras de requalificação urbana têm permitido revelar restos de navios da época moderna na zona ribeirinha de Lisboa. Tem sido assim desde sobretudo a década de 1990 em zonas como o Cais do Sodré e a Avenida D. Carlos I. O arqueólogo José Bettencourt assinala: “Há ainda muita investigação por fazer” destes achados arqueológicos de navios com grande valor patrimonial e científico.

NRP Sagres despediu-se de Aveiro

O Navio-Escola Sagres recebeu cerca de 30 mil visitantes durante a sua permanência no Cais do Sal, em Aveiro, durante os 15 dias em que esteve atracado naquela zona da cidade no âmbito das comemorações do Dia da Marinha.

No dia da despedida, uma comitiva de convidados, entre eles vários estudantes premiados num concurso escolar, fizeram a curta viagem entre o Cais do Sal e o Porto de Aveiro na Gafanha da Nazaré, antes da navegação final até Lisboa.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA - POR LUÍS DE MENEZES

Fábrica Júdice Fialho de Peniche

A fábrica de conservas de sardinha, farinha e óleo de peixe de Peniche, situa-se no sítio de Peniche de Cima, freguesia de N. S.ra da Ajuda, Peniche, distrito de Leiria, tendo concessão de alvará n.º 1.074 de 30-5-1923.

Construída num terreno com 30.000 m², foi inaugurada em 1915, mas apenas começou a laborar em 1916, conforme referido numa memória descritiva e justificativa da Direcção-Geral dos Serviços Industriais – 1ª Repartição – 3ª Secção em 25-2-1959, dizendo que «a laboração desta instituição data de 1916, ano em que se iniciou a exploração da indústria de conservas de peixe, e tal como está, tem sido exercida sem interrupções, até à presente data (…)».

INAUGURADO A 20 DE MAIO DE 1898

Aquário Vasco da Gama custou 60 contos de réis

O Aquário Vasco da Gama foi inaugurado em 1898, numa cerimónia integrada nas Comemorações do IV Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia. A Comissão Executiva destas celebrações, desejando perpetuar a memória de tão importante acontecimento, decidiu mandar construir um Aquário com objectivos de recreio e instrução popular. A construção do edifício, da responsabilidade da Comissão Executiva do IV Centenário, teve a orientação do Engenheiro Albert Girard , um naturalista notável e o principal colaborador científico do Rei D. Carlos I.

Porto de Lisboa acolhe exposição «O MFA e o 25 de Abril»

O Porto de Lisboa acolhe na Gare Marítima de Alcântara a exposição «O MFA e o 25 de Abril». Esta é uma iniciativa da Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de abril e curadoria partilhada com a Associação 25 de abril.

A exposição pretende ilustrar o papel fundamental do Movimento das Forças Armadas (MFA) no derrube da ditadura e na construção da Democracia, através do recurso a materiais iconográficos, audiovisuais e sonoros. O acesso a esta exposição é livre e gratuito.

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