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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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AEROPORTO MARÍTIMO, JÁ OUVIU FALAR?

É verdade, Lisboa teve um...

Aos trabalhos de construção do Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo presidiu o bom gosto, a singeleza e a segurança . Tudo quanto de mais moderno existia em aparelhagem de protecção à navegação aérea e em material para a amarração e reabastecimento estava reunido naquela base . E, pormenor curioso: as instalações de terra foram desenhadas segundo o velho estilo português, o que era deveras interessante para o passageiro que, vindo da América do Norte, desembarcava em Lisboa .

UM DELES DEU ORIGEM, ANOS MAIS TARDE, AO MAIS PEQUENO «PAÍS» DO MUNDO

Os fantasmagóricos fortes de Guy Maunsell no Tamisa

Com a eclosão da II Guerra Mundial, o Porto de Londres passou a ser o mais movimentado do mundo. Grande parte dos suprimentos para o Reino Unido entrava por barcos que navegavam no rio Tamisa. Em consequência, a Marinha alemã tentou estrangular este itinerário, tendo, para este fim, utilizado uma nova arma secreta - a mina de influência magnética. Embora houvesse diversas variantes desta mina, em termos simplistas, podemos dizer que a mina era detonada pela presença de um objecto de grande carga magnética - como um casco de aço do navio - que passasse nas proximidades, sem ter que haver contacto físico.
 

1957

Isabel II, Rainha de Inglaterra, entrou em Lisboa pelo Tejo

Por ocasião da visita oficial do Príncipe Carlos a Portugal, visita que se iniciou segunda-feira, 28 de Março, recordamos, em vídeo, alguns momentos da primeira deslocação da Rainha Isabel II a Portugal, em Fevereiro de 1957. O “principezinho” Carlos acompanhava a mãe, há 54 anos.
"O espectáculo maior, que enchia e encantava os olhos, era o próprio cenário oferecido pela cidade. Começava na teoria de mastros, nas correntezas e correntezas de bandeiras e pavilhões, os da Grã-Bretanha alternando com os de Portugal, e as esferas armilares em troca sucessiva com as armas reais britânicas; alongava-se, depois, na série infindável de panejamentoss coloridos e de colgaduras, verdadeiros quadros de cinemascópio".
 

1957

As montras exibiam cromos soberbos da rainha

Por ocasião da visita oficial do Príncipe Carlos a Portugal, visita que se iniciou segunda-feira, 28 de Março, recordamos, em vídeo, alguns momentos da primeira deslocação da Rainha Isabel II a Portugal, em Fevereiro de 1957. O “principezinho” Carlos acompanhava a mãe, há 54 anos.
"Pode-se dizer que Isabel II conquistou o coração de Lisboa, mesmo antes de desembarcar. As montras — na Baixa, sem uma excepção — exibiam cromos soberbos da rainha, ou fosse vestida com trajo de passeio, ou de cerimónia com a faixa azul da Jarreteira, ou com a coroa real. A fotografia, de qualquer maneira, tinha sempre uma característica comum - a de retratar uma senhora de grande formosura."

1957

Lisboa recebe Isabel II, Rainha de Inglaterra

Por ocasião da visita oficial do Príncipe Carlos a Portugal, visita que se iniciou segunda-feira, 28 de Março, recordamos, em vídeo, alguns momentos da primeira deslocação da Rainha Isabel II a Portugal, em Fevereiro de 1957. O “principezinho” Carlos acompanhava a mãe, há 54 anos.
"Lisboa também sentiu a atracção do Tejo. Desde Belém, torre à vista, até à Ribeira das Naus, os cais, os pontos altos, as praias, os recantos donde se abrangesse o rio, não importava de que maneira, ficaram negros de gente e pejados de automóveis. Estar à beira-rio representava uma oportunidade de espreitar a rainha."

1 A 3 DE AGOSTO DE 1798

Batalha do Nilo

A Batalha do Nilo teve lugar entre 1 e 3 de Agosto de 1798, na baía de Abukir, perto da foz do rio Nilo, no mar Mediterrâneo, costa do Egipto. A batalha colocou frente-a-frente uma frota da Marinha Real Britânica e uma da Marinha Francesa. Este combate naval foi o ponto alto da campanha de três meses no Mediterrâneo, durante a qual uma expedição francesa, de grandes dimensões, comandada pelo general Napoleão Bonaparte, partiu de Toulon para Alexandria via Malta.

4 DE AGOSTO DE 1526

Morre Juan Sebastián Elcano

Juan Sebastián Elcano (Getaria, Guipúscoa, 1476 — Oceano Pacífico, 4 de agosto de 1526) foi um navegador e explorador Espanhol. Completou a primeira circum-navegação do mundo organizada por Fernão de Magalhães. Elcano assumiu o comando após a morte de Magalhães em 1521 nas Filipinas e comandou a nau Victoria, o único navio a regressar a Espanha após dar a volta ao mundo. Em 1525 partiu para a segunda volta ao mundo liderada por Loaísa, enviado para reclamar as Molucas para o rei Carlos I da Espanha, vindo a morrer de escorbuto no Oceano Pacífico.

5 DE AGOSTO DE 1779

Fundada a Academia Real da Marinha

A Academia Real da Marinha foi fundada em Lisboa por decreto de 5 de agosto de 1779, por sugestão do Conde de São Vicente, que foi o seu presidente.
Tinha como funções dar aos oficiais da marinha de guerra e da marinha mercante os conhecimentos julgados de interesse na ciência náutica e fortificação para a sua formação. Para isto, era ministrado um curso de Matemática com a duração de três anos, dado por três professores. Ao primeiro professor estava incumbida a Aritmética, Geometria e Trigonometria Plana; ao segundo a Álgebra aplicada à Geometria, os Cálculos Diferencial e Integral e os princípios da Física (Estática, Dinâmica, Hidrostática, Hidráulica e Ótica) e ao terceiro estava confiada a Trigonometria Esférica e a Navegação Teorética e Prática.

9 DE AGOSTO DE 1960

Inaugurado o Padrão dos Descobrimentos

O espaço fronteiro ao Mosteiro dos Jerónimos foi outrora praia onde arribavam as naus para fazer aguada. Em 1938, este local foi escolhido para a realização da Exposição do Mundo Português pois a sua proximidade do Mosteiro e da Torre de Belém, bem como do Palácio de Belém, marcava a ideia do império ultramarino. Iniciam-se então as demolições no bairro de Belém e cria-se um espaço ajardinado fronteiro ao Mosteiro dos Jerónimos que permitisse valorizar aquele monumento. A praça ajardinada foi inaugurada em 1940 com planos da autoria de Cottinelli Telmo e Vasco Lacerda Marques sendo a concepção da fonte de António Lino.
Reergueu-se também o Padrão dos Descobrimentos, agora em betão revestido de pedra rosal de Leiria. O monumento foi inaugurado a 9 de Agosto de 1960.
 

29 DE JULHO DE 1871

Naufrágio da escuna inglesa «Eleanor Francis», ao largo de Cascais

Chegaram a bordo do brigue inglês “Nautilus”, à baía de Cascais, no dia 29 às 12.22 horas, 8 elementos da equipagem da escuna inglesa “Eleonor Francis”, a qual foi abandonada pela tripulação, por estar desarvorada e a fazer água. A escuna que se viria a afundar a oeste da baía de Cascais, encontrava-se sob o comando do capitão John Francis, procedia de Huelva e transportava um carregamento de minério.
(In jornal “Comércio do Porto”, de 1 de Agosto de 1871)

Navios em cartões-postais

Kenneth Denton Shoesmith era o pintor oficial da Royal Mail Line (Mala Real Inglesa), uma das maiores e mais conceituadas armadoras britânicas, e viajou por todos os mares nos navios da companhia, contratado para fazer os cartões-postais que a armadora distribuía aos passageiros.

Bandeiras Navais Portuguesas

O uso de bandeiras como forma de distinguir nacionalidades é relativamente moderno. No início do séc. XV os navios portugueses distinguiam-se pelas formas do casco, tipo de aparelho e pela cruz vermelha da Ordem de Cristo que traziam pintada nas velas. Os navios de combate arvoravam os estandartes reais, e mais frequentemente os guiões e as bandeiras dos seus capitães. A partir do reinado de D.João II, que fixou definitivamente a forma do escudo de armas, e com o desenvolvimento da navegação, tornou-se necessário o uso de bandeiras distintivas da nacionalidade portuguesa.

O Cronómetro Marítimo

Foi John Harrison que em 1735 viria a conceber o primeiro cronómetro marítimo, o célebre nr.1 que pesava 35 kg! Foi ensaiado pela Marinha inglesa a bordo do Centurion numa viagem a Lisboa. Por morte do comandante desse navio, John Harrison foi mandado embarcar de volta a Inglaterra no Oxford. Apesar de ter demonstrado poder conservar o tempo de uma forma até então nunca alcançada por qualquer instrumento, os poucos segundos de diferença fizeram com que John Harrison quisesse aperfeiçoar o cronómetro tanto em precisão como em tamanho.

O Nome do Barco

Antigamente, e numa altura em que navegar era mais do que uma simples aventura, os nomes estavam de alguma forma ligados a santos, invocando deste modo a sua protecção. Por exemplo a frota de Vasco da Gama era composta entre outros pelas naus S.GABRIEL e S.RAFAEL. As naus e galeões da carreira da Índia, durante os séc.XVI e XVII tinham na sua esmagadora maioria nomes de santos.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Ribeira(s) das Naus

Ribeira das Naus, ou simplesmente Ribeira, é a designação que, em finais do século XV, os portugueses passam a utilizar para se referirem aos estaleiros de construção naval, substituindo o termo medieval “Tercenas”. A expressão deriva, naturalmente, das zonas marginais, ribeirinhas, onde os estaleiros estavam implantados.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

As navegações e o Humanismo

Uma nova mentalidade irrompia com base na explosão informativa que as navegações ofereciam. A "experiência" dos navegadores, abalando o prestígio dos autores clássicos (Macróbio, Estrabão, Plínio, Ptolomeu, Pompónio Mela, e de muitos outros), mostrava que a existência de uma zona tórrida no Equador era uma falsa ideia; que afinal existiam antípodas e imensas variedades de estrelas e de povos desconhecidos; e que a terra formava um único globo com os oceanos. A observação directa (da realidade), por seu turno, adquiriu importância crescente numa época (séculos XV e XVI) em que o conhecimento herdado da Antiguidade Clássica e da Idade Média começa a ser rejeitado ou aceitado em função de um critério de "experiência", contrário à tradicional forma de "autoridade" implícita em antigos textos.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Cosmógrafo-mor

De acordo com o estipulado pelo Regimento de 1592, competia ao cosmógrafo-mor examinar todos os que pretendessem vir a fazer cartas de marear e instrumentos náuticos, para o que só ficavam habilitados depois de passada a respectiva certidão; verificar e assinar a correcção das cartas, globos e outros instrumentos náuticos, que os fabricantes lhe deviam apresentar no prazo de dez dias, uma vez terminados; servir de perito nas contendas sobre demarcações de terras e mares, descobertos e a descobrir; leccionar uma aula de matemática para pilotos, sotapilotos, mestres, contramestres e guardiães, e ainda gente nobre que quisesse assistir (para o que o regimento estipula as matérias a ensinar); certificar a capacidade profissional dos mesmos oficiais através de um exame obrigatório; e, além de outras obrigações de menor importância, devia ainda fazer a matrícula dos referidos oficiais num livro que se guardaria no Armazém da Índia, distribuindo-os depois pelas armadas, de acordo com a respectiva antiguidade, de modo a que servissem equitativamente nas viagens a organizar.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Escola de Sagres

A existência ou não da Escola de Sagres já foi amplamente debatida no panorama historiográfico português. Porém, desde o princípio do século XX que a ideia de uma escola náutica fundada pelo Infante D. Henrique, onde se agrupariam os mais variados sábios, de várias partes da Europa, com objectivo de obter uma vasta informação sobre determinadas áreas científicas como a geografia, a astronomia ou a cartografia, se encontra ultrapassada. Esta ideia é sobretudo uma lenda que carece de provas evidentes, devida principalmente a escritores e historiadores ingleses que procuraram promover a figura e a acção do Infante de Sagres.

VÍDEO RTP

Navegação no Minho | 1997

Neste programa sobre o Rio Minho, o professor José Hermano Saraiva faz o percurso fluvial entre Caminha e Valença, destacando a beleza natural da paisagem e o património existente nas povoações ribeirinhas, ao mesmo tempo que valoriza o exemplo que é o regime de pesca que se verifica nas águas deste rio.

VÍDEO RTP

A Armaria Portuguesa | 1980

Documentário sobre o Museu da Marinha, localizado na zona de Belém em Lisboa, ocupando a ala oeste do Mosteiro dos Jerónimos. A sua criação remonta a 1863, por iniciativa do rei D. Luís I, e é um dos mais visitados de Portugal.

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