Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística




Forte da Barra de Aveiro | Resenha histórica

Uma vista ingénua de 1764, de um desenhador amador, Jacob Henrique Severim, cônsul da Holanda em Aveiro, mostra a Ria e os dois fortes, aí identificados já com a designação tradicional: Forte Novo (Mó do Meio) e Forte Velho (Vagueira). Segundo o desenho, ambas as estruturas respeitavam os princípios da arquitectura militar abaluartada.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A Rota do Cabo: A proeza marítima. (séculos XV-XVII)

A ideia de formar a ligação marítima com a Índia já existia nas mentes da coroa portuguesa há muito. O comércio das especiarias era muito cobiçado porque apenas os italianos possuíam o controlo da entrada das especiarias pelo Mediterrâneo, com o uso de viagens por terra. A viagem de Vasco da Gama deu origem à ligação anual entreLisboa e os portos da Índia, o que veio a revolucionar todo o comércio mundial.

GAFANHA DA NAZARÉ

Concurso Público para a «Concessão da exploração do Forte da Barra»

Divulgamos o Concurso Público para a Concessão da Exploração do Forte da Barra, integrado no programa Revive.
O Processo de Concurso encontra-se disponível, na plataforma eletrónica, através do endereço http://www.anogov.com/op-portoaveiro/faces/app/dashboard.jsp, onde pode ser acedido, mediante registo prévio e respetiva password de acesso, bem como na sede da APA - Administração do Porto de Aveiro, S.A., onde pode ser consultado, durante os dias úteis das 09h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30 até ao termo do prazo fixado para a apresentação das propostas.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

A visita dos navios ingleses

FORAM QUATRO os cruzadores ingleses que no dia 19 de Janeiro de 1928 lançaram âncora no Porto de Lisboa. Compunham a Esquadra Inglesa do Atlântico, comandada pelo almirante sir Frank Larken, e vieram a Portugal numa visita de cortesia, que a imprensa de então sublinhou em tons enfáticos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

O caso singular da escuna Porto Formozo e a construção naval açoriana

Ponta Delgada – Registam-se 438 entradas de navios; 216 de portugueses, 214 de ingleses, 4 de americanos, 2 de Sardos, 1 de brasileiro. Explica-se a afluência inglesa pelo comércio da laranja que vive agora o seu período áureo. São na maioria escunas que vêm de Inglaterra sem carga para carregarem caixas de laranja na Ilha de S. Miguel.

NA SEDE DO PORTO DE AVEIRO

Lançado o concurso para a concessão do Forte da Barra de Aveiro

O Governo lançou quinta-feira, dia 30, no edifício-sede do Porto de Aveiro, o concurso público para concessão do Forte da Barra de Aveiro, em Ílhavo.

A cerimónia foi presidida pela Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, tendo contado ainda com intervenções da Presidente do Porto de Aveiro (Fátima Lopes Alves), Vice- Presidente do Turismo de Portugal (Teresa Monteiro), Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo (Fernando Caçoilo), e de Carlos Caetano, autor da monografia histórica artistíca alusiva ao Forte da Barra de Aveiro.
O concurso, lançado ao abrigo do Programa REVIVE, tem um prazo para apresentação de propostas de 90 dias.

ESTAÇÃO DGPS INAUGURADA EM DEZEMBRO DE 2002

FAROL DO CABO CARVOEIRO - Um dos mais antigos de Portugal | Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758

O Farol do Cabo Carvoeiro faz parte do grupo de seis faróis mandados edificar pelo Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758 que criou o Serviço de Faróis em Portugal. Localiza-se no Cabo de mesmo nome, península de Peniche, distrito de Leiria.
Torre quadrangular de alvenaria, branca, com edifícios anexos. Lanterna e varandim de serviço, vermelhos. Entrou em funcionamento em 1790, sendo um dos mais antigos da costa portuguesa.

1 DE FEVEREIRO DE 1758

Que logo se levantem seis competentes faróis!

Dada a necessidade de assinalar o relevo da costa e os seus perigos para a navegação marítima, desde o século XVI que há registos da construção de faróis na faixa costeira de Portugal continental.
Durante algum tempo, o serviço dos faróis esteve a cargo de corporações marítimas locais, transferindo-se depois, finalmente de forma estruturada, para a Junta do Comércio em 1 de Fevereiro de 1758, data em que Marquês Pombal lança um alvará com força de lei no qual ordena: que logo se levantem seis competentes faróis para guia da navegação das referidas costas e barras .

MADEIRA

Farol de Câmara de Lobos recuperado pela APRAM

A Administração dos Portos da Madeira procedeu à reabilitação do farol de Câmara de Lobos que em 2017 se encontrava bastante degradado. O investimento orçou os 23 500 euros e abrangeu a recuperação das escadas e paredes, bem como a pintura e a recuperação da rede elétrica.

Trata-se de um farolim que começou a funcionar a 21 de janeiro de 1930 e que passou por várias fases de evolução tanto no equipamento como na estrutura.

O que já se sabe sobre o Bacalhau Story Centre

O Bacalhau Story Centre será um espaço de homenagem ao bacalhau, enquanto símbolo cultural, histórico e de gastronomia em Portugal. Um centro dedicado à história deste produto tão tradicional português está integrado num Plano de Requalificação Ribeirinha de Lisboa.

TRÊS CIDADES FILIPINAS COM O NOME DE MAGALHÃES

Portugal produziu o homem que colocou grande parte do mundo no mapa

"Magalhães, Magallanes, Magellan é um título enganosamente inocente para o seminário de Lisboa organizado pela Embaixada das Filipinas. O simples ato de posicionar a forma em português, espanhol e inglês do sobrenome de um explorador do século XVI ressalta não apenas questões de idioma e tradução, mas a um nível mais profundo, a questão do ponto de vista da história.

Nas Filipinas não faltam referências históricas: há três cidades com o nome de Magalhães nas províncias de Sorsogon Cavite e Agusan del Norte; um condomínio fechado de luxo, uma estação ferroviária e um intercâmbio rodoviário em Makati, na Grande Manila. Existem numerosos nomes de ruas, monumentos, memoriais e referências históricas em todas as Filipinas que os filipinos veem diariamente, mas não prestam atenção.

Navio-escola Sagres parte a 5 de Janeiro para aventura ao estilo do século XVI

O navio-escola “Sagres” vai partir em janeiro para uma viagem de mais de um ano, integrada nas comemorações do V Centenário da Circum-Navegação de Fernão Magalhães, com o ministro da Defesa a afirmar que é uma das iniciativas “mais importantes”.

O bacalhau e os portugueses: uma relação com séculos

Se em Espanha a imagética de um povo está associada ao placard de um touro negro nas lezírias, em Portugal ela traduz-se em muito no ideário construído pelo Estado Novo à volta bacalhau, em que se quis tornar a arte dura de pescar nos mares do Norte herdeira das viagens de 1500.

ÁLVARO GARRIDO:

«Centralidade do bacalhau na identidade portuguesa é um belo mistério»

Professor na Faculdade de Economia de Coimbra, Álvaro Garrido tem vários livros sobre a história do bacalhau. Diz que desde a Idade Média consumimos o fiel amigo, importado, mas que logo no início do século XVI andávamos na Terra Nova a pescá-lo, tradição que renasceu no século XIX e que o Estado Novo reforçou com a campanha do bacalhau.

Arqueologia Subaquática em Cascais faz história

Protocolo assinado em Cascais é inédito na investigação e valorização do património cultural subaquático. “Trata-se de juntar a Academia do Saber com a Academia do Fazer”, disse Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, na cerimónia de assinatura do Protocolo de Cooperação no âmbito da Investigação histórica e valorização do património cultural subaquático.

ESTA SEXTA-FEIRA, DIA 22, no Terminal de Cruzeiros de Leixões

Inauguração da exposição fotográfica «Um mar que nos une»

Esta sexta-feira, dia 22 de novembro, pelas 18 horas, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), a GALP e a revista Visão inauguraram a exposição fotográfica a propósito dos 50 anos de atividade do Terminal Petroleiro de Leixões. A mostra estará patente no Terminal de Cruzeiros (Av. General Norton de Matos, via Rua do Godinho, 4450-208, Matosinhos) até 31 de Dezembro.

ESTA SEXTA-FEIRA, DIA 22

«Aveiro, um território de Ria» é o mote das Jornadas de História Local

As Jornadas de História Local e Património Documental, este ano na sua 13ª edição, decorrem esta sexta-feira, dia 22 de novembro, no edifício da antiga capitania do Porto de Aveiro.

“Aveiro, um território de Ria” foi o tema escolhido para este ano, onde serão abordados diversos temas sobre o aspecto natural, construído e antrópico da laguna e área envolvente.

A ver navios no Canal de Suez

Há 150 anos, no dia 17 de Novembro de 1869, era inaugurado com internacional pompa e circunstância o Canal de Suez, uma passagem entre o Mediterrâneo e o mar Vermelho que viria a tornar-se um elemento crucial para o vaivém do comércio mundial.

Canal do Suez foi inaugurado há 150 anos. Eça de Queiroz foi um dos convidados

O canal do Suez, que liga o Mediterrâneo ao mar Vermelho, foi inaugurado faz domingo 150 anos com pompa testemunhada pelo escritor português Eça de Queiroz.

7 DE NOVEMBRO DE 1961

ESTREIA NOS AÇORES DO PAQUETE FUNCHAL

Em 1961, o jornal Correio dos Açores descrevia a chegada do icónico navio ao Porto de Ponta Delgada:

“Nas primeiras horas da manhã o Molhe Salazar e todas as embarcações surtas no porto e a torre semafórico, tudo indicava festa, pela afluência extraordinária de público e pelo embandeiramento de todos os mastros de terra e mar. O piloto mór Sr. Carlos Algarvio Serpa, entrava a bordo do Funchal às 8 horas precisas e fazia as manobras pelas quais o barco pelos seus próprios meios encostava à muralha 20 minutos depois com a proa voltada para este. Foram içadas duas escadas da Junta Autónoma dos Portos, e lançada uma terceira de bordo.

Total: 818