Portos de Portugal
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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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LONGA-METRAGEM

Esférica

Retrato da façanha da Primeira Volta ao Mundo realizada por Fernão Magalhães e Juan Sebastián de Elcano, através de uma longa-metragem documental que reflete, através da jornada dos seus protagonistas, não apenas a história de um dos marcos importantes do ser humano, como esta primeira circunavegação ao globo terrestre, mas também como contexto ideal a partir do qual idealizar uma fábula que interliga história, atualidade e natureza.
A rocambolesca aventura da frota espanhola, que completou 500 anos, converte-se no leme de uma inusitada viagem audiovisual, que a bordo do Barco-Escola Juan Sebastián de Elcano, como cenário e protagonista, nos levará ao redor do mundo para ver os principais locais desta heroica viagem.

CANAL DO SUEZ

Eça de Queiroz foi um dos convidados para a inauguração

O canal do Suez, que liga o Mediterrâneo ao mar Vermelho, foi inaugurado a 17 de Novembro de 1869, cerimónia testemunhada pelo escritor português Eça de Queiroz.
A imperatriz Eugénia de França esteve presente e houve festas sumptuosas, banquetes e paradas equestres para entreter as muitas centenas de convidados do vice-rei do Egito Ismail Paxá. Eça de Queiroz estava entre eles e percorre o canal no navio "Fayoum", de Porto Said, no Mediterrâneo, ao Suez, no mar Vermelho, com pernoita na cidade de Ismailia, a meio do caminho.
 

Investimento de 1,52 milhões de euros nos antigos Armazéns da Ribeira

Construção do Observatório do Mar arranca em Sines

A empreitada de arquitectura, primeira fase da operação Observatório do Mar, a instalar nos antigos Armazéns da Ribeira, foi consignada no dia 8 de Março, nos Paços do Concelho de Sines. A assinatura do auto de consignação marca o início formal dos trabalhos da empreitada, um investimento de 1,52 milhões de euros.

Esta operação tem por base a recuperação dos Armazéns da Ribeira, um dos conjuntos edificados mais marcantes da paisagem urbana da cidade.

Júlio Dinis e a chegada ao Funchal em março de 1869

Joaquim Guilherme Gomes (1839-1871), conhecido com o pseudónimo literário de Júlio Dinis, viveu na Madeira de março a maio de 1869, procurando melhoras para a tuberculose. Regressou em outubro desse mesmo ano e aqui ficou até maio do ano seguinte e voltou a visitar a ilha em outubro de 1870, ficando até maio de1871.
Uma das casas onde viveu situa-se na Rua da Carreira, n.º 90, onde desde 1995 está colocada uma placa a assinalar a passagem do escritor, bem como uma estátua, da autoria do escultor madeirense Ricardo Velosa.

COM VÍDEO

Pavlopetri é uma impressionante cidade subaquática na Grécia

Na Baía de Vatika, no sudeste do Peloponeso, na Grécia, está Pavlopetri, uma das cidades submersas mais antigas do mundo. Com cerca de 5.000 anos, os seus restos arqueológicos foram observados pela primeira vez em 1967 pelo investigador Nicholas Flemming. O sítio arqueológico encontra-se a 4 metros de profundidade e agora é considerado uma das cidades subaquáticas mais antigas do mundo.

Antigo Edifício e Oficinas da JARBA já têm Projecto para reconhecimento de Interesse Municipal

A Câmara Municipal de Ílhavo aprovou o Projecto de Classificação do Edifício e Oficinas da antiga Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro (JARBA) como Conjunto de Interesse Municipal.

Este conjunto edificado, situado na Ilha da Mó-do-Meio, no Forte da Barra, Freguesia da Gafanha da Nazaré, "comporta uma reconhecida importância municipal por revelar valores, designadamente culturais, históricos, sociais, arquitetónicos e urbanos que valorizam o peculiar lugar do Forte da Barra e que, por isso, importa salvaguardar".

NAUFRÁGIO EM 1802

Navio que levava esculturas do Partenon está a revelar os seus segredos

A última expedição de mergulhadores ao navio grego Mentor, que naufragou perto da ilha Citera em 1802, recuperou várias peças do cordame, moedas, a sola de couro de um sapato, uma fivela de metal, uma ficha para jogar cartas, duas peças de xadrez, fragmentos de utensílios de cozinha e outros objetos aparentemente mundanos.

Quando afundou, o navio levava esculturas de mármore lascadas do Partenon, em Atenas, mais tarde danificado, conhecido como “Mármores de Elgin” ou “Mármores do Partenon”. Estas esculturas – que retratam deuses, heróis e animais gregos – estão agora em exibição no Museu Britânico, em Londres.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Nau Esmeralda

Muito provavelmente construído em Lisboa - no arsenal da Ribeira das Naus - no ano de 1498, presume-se que o navio «Esmeralda» tenha sido idêntico a tantos outros ali concebidos e fabricados para a famosa Carreira da Índia. Sabe-se que esta nau pertenceu à segunda armada (de 20 velas) que Vasco da Gama levou ao Oriente e que zarpou da capital do Reino a 10 de Fevereiro de 1502.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

H. Parry & Son, estaleiro no Ginjal

Ha no destricto desta Freguesia dous pórtos de mar, hum he о da Fonte da Pipa, com seu Forte para a banda do Poente, com huma praya como a deu a natureza sem artificio algum, frequentado de muitas embarcações, especialmente lanchas, que a ella vem fazer aguadas, e pode admittir até dezoito désta casta de embarcações.

Locomotivas do Porto de Leixões vão ser recuperadas

As antigas locomotivas do Porto de Leixões, em Matosinhos, foram recolhidas para serem recuperadas nas oficinas da CP, em Contumil, no Porto.

Estas peças da arqueologia industrial estavam armazenadas na infraestrutura portuária de Leixões, serão avaliadas e, posteriormente, recuperadas de acordo com as recomendações técnicas da CP, indica a Administração dos Porto do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

22 DE MARÇO DE 1921

Ligação Aérea Lisboa-Funchal em hidroavião

Foi a 22 de Março de 1921 que o hidroavião "Felixtowe F3" da Aviação Naval Portuguesa, saindo da doca do Bom Sucesso, em Lisboa pelas 10h e 25 m, amarou no Funchal pelas 17h e 15m. A tripulação era composta pelo capitão de mar e guerra Gago Coutinho, capitão-tenente Sacadura Cabral capitão tenente Ortins Bettencourt e o mecânico francês Roger Suberand. Nesta viagem viria a ser utilizado pela primeira vez o sextante.

Destroços de possível navio holandês do século XVII encontrados na lagoa de Melides

Destroços arqueológicos de uma embarcação, possivelmente um navio holandês do século XVII, foram encontrados sexta-feira na lagoa de Melides (Grândola) e recolhidos para análise e identificação, revelou a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

De acordo com a DGPC, as fortes chuvadas ocorridas no início deste mês deixaram expostos, "durante um breve período", os destroços de uma embarcação que se suspeita ser o Schoonhoven, um navio holandês que, "segundo registos históricos, naufragou ao largo de Melides a 23 de janeiro de 1626".

«Marselhesa», a última andaina algarvia que morreu duas vezes

O que resta do casco de uma embarcação em madeira atrai a curiosidade dos turistas que se aventuram nos trilhos pedestres do Centro de Educação Ambiental de Marim (CEAM). Poucos saberão que a «Marselhesa» é um tesouro do património marítimo algarvio.

A «Marselhesa» foi registada a 5 de maio de 1914. Depois de uma longa vida de trabalho, foi abandonada nas Quatro Águas, em Tavira, até que o Parque Natural da Ria Formosa (PNRF) a adquiriu em 1987 por 25 mil escudos (cerca de 125 euros).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS

Os nossos navios no fundo do oceano

Perdeu-se. Em 1539, de sinco naos, perdeo-se huma de Diogo Lopes de Souza; no ano de 1544, Simão de Mendonça perdeo-se, Jacome Tristam perdeo-se, e por aí fora, de perdição em perdição até ao ocaso do Império Marítimo português. Bem longe ficava a frol do mar, o povo português descrito por João de Barros aquando da partida da frota de Pedro Alvares de Cabral, povo que cobria aquelas praias e campos de Belém, e muitos em bateis, que rodeavam as naus, levando uns, trazendo outros, assim serviam todos com suas librés e bandeiras de cores diversas, que não parecia mar, mas um campo de flores, com a frol daquela mancebia juvenil que embarcava.

REVISTA DE TURISMO, N.º 1, 5 DE JULHO DE 1916

O Porto de Lisboa depois da guerra

Não é preciso ser um grande propheta para avaliar o que será o nosso admiravel porto de mar, depois da terrivel contenda, que ha perto de dois anos se vem desenrolando na Europa.

A paz hade vir um dia, e uma onda de progresso acentuar-se-ha rapidamente, porque todos os paizes livres da Paz armada, tratarão com mais afinco da sua industria e do seu fomento. Cada um procurará aproveitar o mais possivel as suas riquezas naturaes e tratará de desenvolver a sua industria e a sua agricultura, procurando para elas novos mercados e novos elementos de vida.
A guerra manufactureira e agricola terá um enorme desenvolvimento e triunfará certamente quem melhores elementos de vida tiver.
Não temos nós industrias para procurarmos mercados, e a nossa agricultura, triste é dizê-lo, mal chega para o consumo do paiz.

Grande navio do final do século XVII encontrado durante obras na Av. 24 de julho, em Lisboa

Vestígios de um grande navio do final do século XVII, “muito bem preservados”, foram descobertos na zona ribeirinha de Lisboa, por uma equipa de arqueólogos, em contexto de obras, confirmou à Lusa a Direção-Geral do Património Cultural.

De acordo com este organismo, “os vestígios arqueológicos, identificados numa obra na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, correspondem a uma embarcação com cerca de 27 metros de comprimento, datada dos finais do século XVII/inícios do XVIII, preparada para a navegação atlântica, e que se encontra muito bem preservada”.

VÍDEO | 1970

Doca do Peixe, Portimão | 1970

Movimento no porto de pesca de Portimão em 1970.
Portimão possui uma longa tradição piscatória que se desenvolveu especialmente entre os séculos XIX e XX, com o advento da indústria conserveira e do turismo. São desta época grande parte dos edifícios que podemos ver percorrendo ruas e praças do seu centro histórico, bem como a estrutura que alberga o Museu de Portimão.

Bugio

O Bugio nasceu como forte, num tempo em que a protecção do reino era assunto de primeira demanda, embora nem sempre sendo um tema estanque: "Em Maio de 1580, com planta delineada por Filipe Tercio ergue-se na ponta do areal virada a nascente um forte de madeira que teve por função defender o canal da Trafaria". No entanto, este projecto embrionário do Bugio não chegou a ser cumprido. Dez anos mais tarde uma nova experiência tem a luz do dia " A segunda experiência é lançada dez anos depois. O objetivo, bem definido, era o de construir no extremo poente do areal, em posição fronteira a S. Julião, uma fortificação que permitisse fechar a barra do Tejo com fogo cruzado".

A extraordinária aventura do «Conde de Palmella»

Era demasiado grande para se aproximar da capital do gótico e demasiado pequeno para navegar no Atlântico. Esta é a história do primeiro navio a vapor português.
"Na manhã do dia 27 do corrente mez ha de seguir viagem para Santarém, com escala por Villa Franca, a embarcação movida por vapor, a primeira que ha pouco chegou a este porto, e no dia seguinte ha de regressar para Lisboa, com a mesma escala: as pessoas que quizerem transportar-se para estes pontos, ou que tenhão de enviar algumas encommendas, poderão dirigir-se no dia antecedente á Praça do Cáes do Sodré, loja Nº 18, aonde encontrarão com quem tratar sobre este objecto, e nessa occasião se lhes indicará a hora preciza da partida; advertindo que a mencionada embarcação se achará fundeada; próxima ao Cáes das Columnas, para receber os passageiros, os quaes, se subentende, irão munidos dos seus passaportes”, referia um anúncio no “Diário do Governo” de 21 de janeiro de 1821." (...)

ESTA QUINTA-FEIRA, 21 DE JANEIRO

WEBINAR COMM- MARINHA MERCANTE 200 ANOS DE HISTÓRIA

O Clube de Oficiais da Marinha Mercante inicia o ano de 2021 recordando a história da Marinha Mercante em Portugal.

Para o efeito, o COMM convidou o historiador Luís Miguel Correia que ao longo da sua vida vem editando e escrevendo livros, fazendo palestras, colaborando regularmente em revistas e nas redes sociais sobre essencialmente a Marinha Mercante Portuguesa, os navios, os armadores mas, também o mundo marítimo a nível mundial.

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