Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.


CARLOS OLIVEIRA

Janela Única Logística | O futuro está a chegar a Portugal

O projecto da JUL é mais um passo no sentido da criação de algo que virá a contribuir decisivamente para que os portos portugueses (e, de uma maneira geral, o sistema logístico nacional), deem mais um passo tendo em vista uma posição de vanguarda no contexto europeu.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Porto de Setúbal: Capacidade disponível para contentores na região de Lisboa

Setúbal é já hoje uma alternativa construída com capacidade disponível para as próximos décadas na região de Lisboa, que o Governo não tem esquecido de mencionar como alternativa e incluiu no PETI para investimento nos acessos. Uma alternativa real e com crescente utilização, com cada vez mais contentores e linhas de navegação.

OPINIÃO

Plataforma Continental portuguesa, Espanha e Marrocos

O projecto português em curso, para a extensão da sua Plataforma Continental para além das 200 Milhas Maritimas, deverá ser encarado por todos como "O Projecto Nacional do Séc. XXI".

 

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Efeito do congestionamento e capacidade rodoviária nos portos

No seu novo artigo publicado no volume 40 da edição de Setembro de 2013 da revista Maritime Policy & Management, Yulai Wan , Anming Zhang e Andrew Yuen analisam detalhadamente o tema do efeito do congestionamento e da capacidade rodoviária no movimento de contentores e na concorrência inter-portuária. Consideram que os carregadores e os armadores procedem a um processo de seleção dos portos também com base nos atributos deste relativamente à componente terrestre, em especial o transporte terrestre, a proximidade ao hinterland, o congestionamento rodoviário e a capacidade das estradas de acesso.

POR LUÍS SOUSA

Selvagens, ma non troppo

Num curto intervalo de tempo a Espanha voltou a agitar as “águas” de dois locais onde considera que os seus direitos relativos a áreas marinhas, ainda não se encontram devidamente observados.

POR LUÍS SOUSA

Economia Marítima – Mito ou realidade?

No caso do sistema portuário nacional verifica-se que é produzido um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de cerca de 20€ por tonelada de mercadoria movimentada. Este indicador pode apontar para a existência de uma garantida vida própria para a “Economia Portuária” ou ajudar demonstrar que esta só faz sentido enquanto parte do sistema económico alargado ao domínio nacional, europeu ou global.

POR SANDRA PEREIRA

A nova agenda marítima comunitária para o crescimento e o emprego

A nova Agenda Marítima comunitária para o Crescimento e o Emprego, apresentada pela Declaração de Limassol, é o objeto de estudo deste artigo que começa por abordar os seus pressupostos. Seguidamente, destaca as potencialidades da «Economia Azul», os progressos realizados no domínio da Política Marítima Integrada da União Europeia (UE) e o «Crescimento Azul» enquanto estratégia de longo prazo que orientará uma segunda fase dessa política.

POR BERNARDO PIRES DE LIMA

Mare Liberum

Está ao rubro a competição pelos mares na Ásia/Pacífico. Quando entramos na fase de reorientação económica em muitos países da região, depois de décadas de revolução dos seus modelos e sociedades, vale a pena acompanhar a forma como a exposição marítima dos colossos asiáticos vai sendo digerida pelos decisores políticos e militares.

A REDE TEM HOJE O SEU DIA MUNDIAL

A Internet | Criámos «O Monstro»

Na data em que se comemora o dia mundial da Internet é inevitável confrontarmo-nos com a linha de tempo relativamente curta, que culminou no seu atual estádio de desenvolvimento.

JOSÉ MANUEL DOS SANTOS

O mar, de novo

No Inverno, o mar corre para nós e o seu tumulto, mesmo longínquo, alcança-nos os sentidos. No Verão, somos nós que caminhamos para o mar e para a sua claridade agitada e horizontal.

POR LUÍS SOUSA

Sistemas de Informação… Sim, mas são as pessoas que fazem a diferença

É normal que as notícias que envolvem tecnologias de informação e comunicação raramente não se refiram essencialmente a aspetos intrínsecos aos mesmos. Compreensivelmente, na medida em que normalmente constituem o resultado de investigação e investimento de elevada monta e apresentam a atratividade da evolução tecnológica.

POR JORGE SILVA PAULO

Segurança no mar

A Marinha precisa de fragatas e submarinos para impedir outros de se apropriarem ilicitamente dos recursos dos nossos espaços marítimos? Há quem diga que sim e argumente com a grande dimensão desses espaços, incluindo o provável aumento da plataforma continental.

POR LUÍS SOUSA

Um «oceano» de preocupações ou as óbvias preocupações com o Oceano?

Num período em que um foco de espiritualidade confrontou o Mundo com a possibilidade do seu términus, uma “vaga” de iniciativas marcadamente racionais, coagiram materialmente a proteção daquela que é a sua maior área, mais valiosas e por esse motivo mais explorada e disputada – O Oceano.

NICOLAU SANTOS:

Sines cumpre o sonho dos fundadores

Quarenta anos depois de ter nascido, o porto de Sines está a caminho de vir a cumprir o sonho dos seus fundadores. Nicolau Santos explica porquê.

POR LUÍS SOUSA

Portugal e a inevitável aposta no Setor Quinário do Mar

A estratificação das atividades económicas em três setores, do primário ao terciário, estabelecida pelo economista australiano Colin Cark na longínqua década de 1940, tem vindo a integrar recorrentemente as discussões sobre a convulsão financeira e económica que assola Portugal e grande parte do globo, ameaçando não deixar incólume as regiões ainda não afetadas de forma significativa.
 

CONDICIONANDO AS EXPORTAÇÕES

Produção cai em todas as fábricas nacionais de automóveis em Janeiro

No mês de Janeiro de 2013, foram produzidos 12.588 veículos automóveis, ou seja, um decréscimo de 20% face ao mês homólogo do ano anterior. Este valor da produção situa-se 7% abaixo da produção média em Janeiro dos últimos cinco anos (13.534).

CARLOS GOUVEIA LOPES | «CLUSTER DO MAR»

Porto de Setúbal – Exemplo de boa performance financeira e ambiental

A estratégia de desenvolvimento da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) assenta na gestão equilibrada dos recursos numa perspetiva de longo prazo, orientada por modelos que integram as dimensões económica, ambiental e social.

VIRIATO SOROMENHO MARQUES

As rotas do mar

Pode parecer paradoxal, mas a verdade é que nesta altura de fraqueza estratégica, Portugal dispõe em torno do mar de condições subjetivas, de recursos científicos e "capital humano", como desde há muito não se encontravam reunidos. O mar é não só uma oportunidade, que a nossa ZEE torna quase incomparável na UE, como também um fator de risco intensificado pelas alterações climáticas.

POR JOSÉ NEVES

Mapa das ligações portuárias

Quando o governo português refreia a sua intenção de avançar para um processo de requisição civil dos estivadores de Portugal porque os estivadores de outros países avisam que em retaliação boicotariam a descarga das embarcações vindas dos portos portugueses, é já um tal mapa que a luta dos estivadores delineia.

MANUEL JARMELA PALOS | «CLUSTER DO MAR»

Fronteiras marítimas - celeridade na vanguarda da segurança

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), ao assumir em pleno o controlo de todos os postos de fronteira marítima, iniciou um novo ciclo no âmbito do controlo da fronteira marítima portuguesa. Este facto permitiu fechar o círculo do controlo integrado da fronteira externa do Espaço Schengen, possibilitando ao SEF aplicar em pleno os princípios da Gestão Integrada de Fronteiras a que os Estados Schengen estão obrigados.