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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




Corpower instala âncora para a sua primeira unidade de energia das ondas em Portugal

A sueca Corpower, juntamente com a Maersk e a Dieseko, instalaram em águas portuguesas a primeira âncora que fará parte do projeto de demonstração de energia das ondas HiWave 5.

A âncora foi submersa a 4 quilómetros da Aguçadora, na região Norte de Portugal, sendo um dos componentes do projeto HiWave 5, e servindo para fixar os conversores de energia das ondas que a Corpower irá testar.

Produção de hidrogénio e amónia verdes em Sines avança com contratação da NextChem

O MadoquaPower2X, consórcio liderado pela empresa portuguesa Madoqua Renewables para desenvolver e operar uma unidade de produção integrada de hidrogénio renovável e amónia verde em Sines, assinou, em Milão, um contrato de serviços de engenharia com a empresa NextChem que faz parte do grupo italiano Maire Tecnimont S.p.A.

O objetivo dos serviços de engenharia inclui estudos iniciais, revisão tecnológica e de processos, análise de modularidade e logística, bem como “front end loading” da engenharia necessária para as autorizações e licenciamento do projeto. O acordo foi assinado durante a feira GasTech, na presença do Secretário de Estado do Ambiente e Energia, João Galamba.

Sines avança com a criação de uma Comunidade de Energia Renovável

O município de Sines vai criar, em conjunto com a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) e a aicep Global Parques, uma Comunidade de Energia Renovável com vista à sustentabilidade energética deste território.

O projecto, que surge no âmbito da Transição Energética, permite a partilha de energia produzida no seio da comunidade entre os seus membros, com uma significativa redução de custos de energia, podendo agregar entidades públicas e privadas no seu seio.

Conferência «O potencial transformador das energias renováveis: O caso das energias marinhas»

Decorre esta segunda-feira, 19 de setembro, entre as 14 e as 17h, a Conferência Final do Projeto OceanTrans, intitulada “O potencial transformador das energias renováveis: O caso das energias marinhas”.

Esta conferência visa compreender como o desenvolvimento das novas tecnologias renováveis pode contribuir para a transformação industrial e perceber as oportunidades e desafios que daí decorrem para os países e regiões. Para tal, iremos debater com um painel de reconhecidos especialistas e representantes de instâncias governamentais nacionais e europeias, os principais resultados do projeto OceanTrans e suas implicações tanto em termos teóricos, como de estratégia empresarial e política industrial.

ANÁLISE NOVO BANCO

Porto de Sines tem «posicionamento geoestratégico» no gás natural

O departamento de Estratégia e Research Económico do Novo Banco considera que o Porto de Sines tem um “posicionamento estratégico” no transporte e distribuição de gás natural.

“O terminal de Sines desempenha importantes funções, permitindo a recepção e descarga de navios metaneiros de qualquer origem; a posterior armazenagem do GNL [gás natural liquefeito]; e a emissão para a Rede Nacional de Transporte de Gás Natural (RNTGN)”.

ADRAL promove Complexo Portuário, Logístico e Industrial de Sines em Milão

A apresentação da ZILS - Zona Industrial e Logística de Sines, que corporiza a prioridade portuguesa de transição energética, é mote da presença da aicep Global Parques e da ADRAL - Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, através da iniciativa Invest in Alentejo, na Gastech 2022, até esta quinta-feira, 8 de Setembro, em Milão.

Esta é a maior reunião global da indústria de gás natural, GNL, hidrogénio e soluções de baixo carbono, que conta com a presença do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, e do CEO da aicep Global Parques, Filipe Costa, como orador no painel "Transição Energética: apresentação de projetos regionais".

Portugal poderá reexportar gás natural a partir de Sines em poucos meses

O Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Tiago Antunes, explicou que esta poderá ser uma alternativa a mais breve trecho, uma vez que o gasoduto que ligará a Península Ibérica à Europa Central "levará alguns anos a concretizar".

O Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Tiago Antunes, disse ao jornal Público que a operação é passível de ser posta em andamento dentro de alguns meses. O gasoduto que ligará a Península Ibérica à Europa Central "levará alguns anos a concretizar, mas temos uma solução mais de curto prazo que passa pela utilização do Porto de Sines e através deste, via transshipment, fornecer [gás natural] ao resto da Europa, através de navios mais pequenos", disse o governante, explicando que "o Porto de Sines, pela sua localização geográfica estratégica, pode ter um papel muito importante na diversificação das fontes de abastecimento de gás para o centro da Europa".
 

Governo insiste em Portugal como «porta de entrada» da energia na Europa

O Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Tiago Antunes, reiterou esta terça-feira que "este é o momento" de Portugal e o Porto de Sines serem a "porta de entrada de energia" na Europa, para reduzir a dependência da Rússia.

Em declarações à agência Lusa e à SIC na Ribeira Grande, durante o Summer Cemp da Comissão Europeia que está a decorrer na ilha açoriana de São Miguel, Tiago Antunes defendeu que a "concretização das interligações energéticas entre Portugal, Espanha e o resto da Europa" é "uma coisa quase óbvia no contexto geopolítico" atual.

Portugal é um dos países emergentes nas energias do mar

Os anos de 2020 e 2021 foram os melhores de sempre ao nível das energias do mar (ou energias offshore), sobretudo por causa da produção através do vento. Portugal é um dos países europeus emergentes neste domínio e a Europa é o continente com maior número de instalações, mas a China está a ganhar terreno e é a nação que está a registar o maior avanço há quatro anos consecutivos, como mostra o relatório anual do Conselho Global de Energia Eólica.

LNEG integra consórcio europeu HyFuelUp

O LNEG integra o consórcio europeu “HyFuelUp”, liderado pelo Laboratório Colaborativo para as Biorrefinarias, financiado pelo Programa Horizonte Europa em 10,2 Milhões que irá demonstrar uma tecnologia inovadora para a produção de gás natural renovável (biometano) a partir de resíduos.

Além do LNEG, o consórcio liderado pelo CoLAB BIOREF inclui mais três entidades nacionais (Instituto Politécnico de Portalegre, e as empresas Circle Molecule e Dourogás Renovável) e seis entidades públicas e privadas da Alemanha, Espanha, Grécia, Reino Unido e Suíça. A instalação desta tecnologia inovadora vai ocorrer em Tondela, distrito de Viseu.

ANTÓNIO COSTA:

Gasoduto em Portugal já tem percurso definido e trabalhos estão «muito avançados»

O Primeiro-Ministro garantiu esta sexta-feira que o percurso português do gasoduto para o centro da Europa já está definido, estando os “trabalhos muito avançados”, e assegurou que a Península Ibérica pode substituir "grande parte" do gás importado da Rússia.

“Nós temos os trabalhos muito avançados: são cerca de, creio, 160 quilómetros entre Celorico da Beira e o ponto da fronteira onde amarramos com a rede espanhola”, sublinhou António Costa aos jornalistas sobre as declarações feitas na quinta-feira pelo chanceler alemão, Olaf Scholz, que apelou à construção de um gasoduto entre Portugal e o centro da Europa.

De Sines para o resto da Europa. Olaf Scholz defende gasoduto em Portugal

António Costa responde: Alemanha pode contar a 100% com o empenho de Portugal

O chanceler da Alemanha defende a construção de um gasoduto em Portugal, que servirá para garantir o abastecimento dos países europeus mais dependentes da Rússia em termos energéticos.
Olaf Scholz considera que esta infraestrutura seria capaz de ajudar a atenuar a dependência energética em relação à Rússia.

António Costa já respondeu, garantindo que "a Alemanha pode contar a 100% com o empenho de Portugal para a construção do gasoduto".
Segundo o chefe do executivo, até à concretização desse gasoduto, “o Porto de Sines poderá ser utilizado como plataforma logística para acelerar a distribuição de Gás Natural Liquefeito (GNL) para a Europa”.
 

Porto de Sines estuda terminal para movimentação de gases renováveis

O Porto de Sines está a estudar a possibilidade de transformar uma "ponte-cais" multiusos num terminal para movimentação de gases renováveis, prevendo um investimento de cerca de 20 milhões de euros.

"Vamos fazer alguns investimentos para melhorar as condições de um pequeno cais e prepará-lo para, no futuro, fazer a movimentação de gases renováveis e, eventualmente, bancas para abastecimento a navios", avançou esta terça-feira à agência Lusa, o Presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), José Luís Cacho.

Japoneses admitem investimento em Sines para gás natural e hidrogénio liquefeito

O know-how nipónico em terminais de gás natural e de hidrogénio liquefeito pode ajudar Portugal a desenvolver um hub pioneiro no trânsito de gases renováveis na Europa. A Kawasaki Heavy Industries está de olho no projeto

O Japão está atento ao complexo de Sines, e a Kawasaki Heavy Industries admite a possibilidade de desenvolver um terminal portuário para hidrogénio liquefeito (LH2) ), que comporte também gás natural liquefeito(LNG). A informação foi dada à CNN Portugal por Filipe Costa, Presidente executivo do Conselho de Administração da AICEP Global Parques. Durante a semana passada, o CEO da empresa esteve no Japão, em contactos para estreitar a colaboração entre os dois países e procurar investimento em Portugal nas áreas da transição energética e digital.

Porto de Sines participa na «Japan Energy Summit 2022», em Tóquio

O Porto de Sines participa na Japan Energy Summit 2022, que decorre em Tóquio até 4 de Agosto. Esta missão é enquadrada pela iniciativa Invest in Alentejo, coordenada pela ADRAL, e conta também com a participação da aicep Global Parques, entidade gestora da Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS).

Von der Leyen conta com Sines para fornecer gás natural à Europa

A Presidente da Comissão Europeia defende que Sines pode ser a porta de entrada para o gás natural na União Europeia. Ursula Von der Leyen admite que o carvão pode ser usado temporariamente para produzir energia e proteger a região dos cortes da Rússia.

“Sabemos que Portugal está a trabalhar no aumento da sua capacidade de transbordo de remessas de GNL [gás natural liquefeito], através do porto de águas profundas de Sines, para outros Estados-membros, a fim de os ajudar a garantir um aprovisionamento suficiente de gás e, ao mesmo tempo, contribuir para os esforços de poupança de eletricidade e gás à escala da UE. Isto seria verdadeiramente a solidariedade europeia em ação”, referiu Von der Leyen em entrevista publicada este sábado no Diário de Notícias.

ANTÓNIO COSTA NA INAUGURAÇÃO DA GIGABATERIA DA IBERDROLA

Solidariedade de Portugal com a Europa passa pelo Porto de Sines

António Costa realçou que Portugal é “solidário” no apoio ao bloco europeu através do reforço da capacidade de transbordo, no Porto de Sines, de navios que transportem gás natural liquefeito (GNL) para os países mais dependentes.

“Quando nos pedem solidariedade, somos solidários. Estamos a montar a partir do Porto de Sines uma operação de logística que aumenta a capacidade de de transshipment [transbordo] para acelerar o fornecimento de gás natural aos países que dependem dos portos altamente congestionados no norte da Europa ou nos Países Bálticos”, disse o primeiro-ministro.

“Somos solidários quando disponibilizamos no Porto de Sines a capacidade de um grande [navio] metaneiro poupar quatro dias numa viagem [de ida e volta] até Roterdão, aumentando a capacidade dos grandes metaneiros de fornecer gás natural aos países que se estão a tentar libertar da dependência Rússia”, acrescentou, frisando no entanto que esta ajuda não se traduz em “custos suplementares para compensar o atraso em que outros se colocam quando podia e deviam ter feito o investimento em renováveis”.

Futuro da transição energética joga-se no mar

Os oceanos podem ter a resposta para ajudar a resolver a atual crise energética e o sector privado terá um papel importante nesse objetivo, segundo especialistas.

A economia azul tem sido apontada como uma bóia de salvação para a preservação e desenvolvimento dos oceanos. E ao mesmo tempo como estratégica para a transição energética, nomeadamente através da produção de energia eólica e solar offshore. Estes investimentos têm sido feitos maioritariamente por privados, e nos próximos anos vão ter de acelerar para se conseguir cumprir as metas de neutralidade zero estipuladas pela Europa, e não só. Uma aposta que não pode, contudo, ser feita a qualquer preço. E é preciso ter cuidado com o greenwashing. Os alertas foram feitos por um conjunto de especialistas numa conferência promovida pela EDP e pelo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal), no Convento do Beato, em Lisboa, com o objetivo de debater a abordagem do setor privado ao oceano.

Governo diz ser momento certo para libertar UE da dependência de energia russa

É altura de passar das palavras aos actos!

Tiago Antunes diz que está na altura de reduzir a dependência energética da Rússia e destaca o Porto de Sines como uma fonte alternativa de entrada alternativa de gás e fornecimento à Europa.

EDP quer investir 1,5 mil milhões de euros em projetos renováveis no oceano até 2025

A EDP planeia investir 1,5 mil milhões de euros em projectos renováveis no oceano até 2025. Num comunicado divulgado no seu site, a empresa fala na intenção de fortalecer o caminho de transição energética através da “aposta na energia eólica offshore.”

A empresa chama a atenção para o Plano Estratégico apresentado em 2021, em que refere o objectivo de adicionar capacidade eólica à Ocean Winds (OW) – na qual a EDP tem uma participação de 50% -, nomeadamente no sector eólico offshore.

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