Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




Estratégias ecológicas da UE essenciais para descarbonização e recuperação da economia

A União Europeia apresentou recentemente duas estratégias-chave do Pacto Ecológico Europeu: a Estratégia Europeia para a Integração de Sistemas Energéticos e a Estratégia Europeia para o Hidrogénio, que vêm definir um futuro mais “verde” através da promoção da eletrificação direta e indireta de toda a economia, pela utilização de gases renováveis nos setores de difícil eletrificação renovável.

Ocean Winds, a marca cujo nome foi criado a partir do vento

Chama-se Ocean Winds (OW) e é o nome da marca criada pela EDP Renováveis e pela empresa de energia francesa ENGIE para gerir e desenvolver projectos no mercado eólico offshore. E o seu nome deriva do som do próprio vento.

Para criar este nome, foi captado o som do vento, tendo sido desenvolvida uma nova tecnologia (por engenheiros de som e cientistas) que traduzia estes sons e enviava-os para um espectrograma. Estes dados foram então convertidos numa rede de aprendizagem para criar um conjunto de caracteres com as 26 letras do alfabeto. Todos os dados foram analisados por uma rede neural para identificar pequenas sequências de caracteres. Esta tecnologia viria a viajar para o meio do oceano, para o local de construção de uma nova plataforma eólica offshore e, durante 24 horas, ouviu o som do vento registando, todas as “palavras” que sussurrou. A sequência de letras “OW” foi aquela registada com maior frequência, dando origem ao nome “Ocean Winds”.

PARA TECNOLOGIA REVOLUCIONÁRIA DE ENERGIA DAS ONDAS EM PORTUGAL

CorPower Ocean assegura 9 milhões de euros em financiamento de capital

A ronda de financiamento foi liderada pela Midroc New Technology, com investimento adicional por parte da ALMI Invest Greentech, EIT InnoEnergy e um grupo de investidores privados.

O capital angariado será utilizado para produzir os primeiros Conversores de Energia das Ondas (WEC - Wave Energy Converters) à escala comercial em Portugal, no âmbito do projeto da CorPower, HiWave-5, bem como para o desenvolvimento, a longo prazo, da capacidade de fornecimento, operação e manutenção dos parques de energia das ondas futuramente comercializados.

VIANA DO CASTELO

Criação de centro de energia das ondas em consulta pública

A Administração do Porto de Viana do Castelo iniciou a discussão pública da utilização privativa da infraestrutura para a instalação de um centro de produção de energia das ondas, de acordo com edital publicado em Diário da República.

Em causa está um investimento de 16 milhões de euros da tecnológica CorPower Ocean na criação de um centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) naquele porto de mar, para desenvolver conversores de energia das ondas.

Galp, EDP, Martifer, REN e Vestas avaliam criação de cluster industrial de hidrogénio verde em Sines

A EDP, a Galp, a Martifer, a REN, a Vestas e diversos parceiros Europeus propõem-se avaliar a viabilidade do projecto H2 Sines, que visa implementar um cluster industrial de produção de hidrogénio verde com base em Sines. O projecto compreende «uma importante dimensão internacional, tanto pela sua vocação exportadora, como pela mobilização de parceiros com vasta experiência na cadeia de valor do hidrogénio».

O projecto pretende alavancar as vantagens competitivas dos recursos naturais endógenos renováveis, contribuindo para a reindustrialização das economias portuguesa e europeia numa base mais sustentável, bem como para o equilíbrio da balança comercial.

NOVA DATA, NOVO FORMATO

Seminário WavEC 2020, a 9 e 10 de Dezembro

O WavEC Offshore Renewables está a organizar o seu Seminário Anual de 2020 em colaboração com a Embaixada Canadiana em Portugal, parceira oficial do evento.

Face à situação atual que vivemos, fruto da pandemia da COVID-19, o WavEC, tomou a decisão de alterar o Seminário Anual de 2020 para um formato online. Foi também necessário alterar a data do evento para os dias 09 e 10 de dezembro. O seminário terá lugar durante no dia 09 de dezembro e os encontros B2B no dia 10 de dezembro.

EDP

Windfloat Atlantic já está plenamente operacional

O Windfloat Atlantic, o parque eólico flutuante desenvolvido pela EDP Renováveis ao largo de Viana do Castelo, “já está plenamente operacional e a fornecer energia limpa à rede elétrica de Portugal”, anuncia a empresa. Com uma capacidade total instalada de 25 MW, é o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo e irá gerar energia suficiente para abastecer o equivalente a 60.000 utilizadores por ano, e permitindo uma poupança de quase 1,1 milhões de toneladas de CO2.

Porto de Viana acolhe fábrica de produção de conversores de energia de ondas

O Porto de Viana do Castelo vai albergar uma fábrica de produção, montagem, manutenção e reparação de conversores de energia das ondas. Com um investimento na ordem dos 16 milhões de euros, da responsabilidade da empresa CorPower Ocean, a infraestrutura vai ficar no porto minhoto, pelo menos, até 2024, estando a expansão para instalações definitivas, em Viana do Castelo, planeada para o final do projeto de demonstração a instalar ao largo da praia da Aguçadoura.

ENTREVISTA A PAULO SILVA, EX-DIRECTOR DA RIABLADES

Acho que durante 11 anos e meio contribuí para um mundo melhor

Foi pelas suas mãos que a RiaBlades nasceu, num local onde só havia vinhas e eucaliptais, e foi pela sua orientação que a fábrica acabou por se tornar numa referência internacional. Depois de 11 anos e meio no cargo de Diretor, Paulo Silva deixou a RiaBlades e contou a’O Ponto toda a história de uma das fábricas de maior referência no tecido industrial vaguense.

ENTREVISTA A PAULO LEAL

PRIO com novo projecto para estender a sua área de influência

"A PRIO praticamente nasceu no Porto deAveiro. Somos uma empresa do distrito de Aveiro, pelo que participar no desenvolvimento de uma infra-estrutura tão importante para o distrito como é o Porto de Aveiro é muito importante para a PRIO. Por outro lado, a área geográfica que o Porto de Aveiro serve tem sido muito interessante para o crescimento e solidificação da posição da PRIO no mercado nacional de energia para a mobilidade"

Galp não quer descontos no acesso aos terminais de gás em Espanha

Neste momento, o terminal de gás natural do Porto de Sines tem custos 44% mais baixos do que os portos espanhóis. Madrid pode reduzir essa vantagem para apenas 16% com novas tarifas de acesso.

Não é só a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que está contra a possibilidade de Espanha avançar com a proposta de um desconto máximo de 13,9% nas tarifas de acesso aos terminais de gás natural localizados em território espanhol. Também a Galp foi ouvida na consulta pública levada a cabo pelo regulador espanhol sobre este tema que divide os dois países e colocou-se ao lado da ERSE, contra a ideia de existirem diferentes tarifas dentro do mesmo espaço ibérico, o que pode pôr em causa a concorrência e o funcionamento do mercado ibérico do gás (Mibgas).
 

Veículos movidos a algas marinhas?

Investigadores optimistas com resultados

Embora haja um grande investimento na produção de veículos elétricos, essa não é a solução para todos os meios de transporte. Assim, em alternativa aos combustíveis fósseis, o desenvolvimento de biocombustíveis tem se tornado cada vez mais comum.

Um grupo de investigadores na Dinamarca decidiu usar algas marinhas e macro-algas para produzir biocombustível. As algas são uma opção mais sustentável porque são cultivadas no mar (que ocupa 70% do planeta), não precisando de usar terrenos, água doce, fertilizantes e pesticidas. Além da planta extrair dióxido de carbono da atmosfera (CO2) no seu crescimento, permite um aumento dos benefícios ambientais.

Projecto de hidrogénio verde vai criar mais de mil empregos em Sines

O Secretário de Estado da Energia, João Galamba, revelou que o projeto de instalação de uma fábrica de hidrogénio verde em Sines, no distrito de Setúbal, vai permitir criar mais de mil postos de trabalho até 2030. “A transição energética no Complexo de Sines não implicará uma redução líquida do número de postos de trabalho, mas um aumento do número líquido de postos de trabalho. O projeto do hidrogénio é uma grande oportunidade industrial e de emprego para o país e o saldo é claramente positivo que implicará a criação de mais de mil postos de trabalho”, afirmou.

Porto de Sines estreia-se em operações de bancas com gás natural

O Porto de Sines junta mais uma estreia às suas conquistas. No porto alentejano realizou-se, dia 29 de fevereiro, o primeiro abastecimento de combustível de bancas a navios, utilizando Gás Natural Liquefeito (GNL), efetuado em Portugal Continental. A draga "SCHELDT RIVER" inaugurou este tipo de operações, demonstrando a capacidade desta infraestrutura portuária em se adaptar às necessidades dos seus clientes.

ASM desenvolve tecnologias de flutuabilidade inovadoras

A A. Silva Matos (ASM), empresa do ramo da metalomecânica, alcançou avanços importantes no desenvolvimento de tecnologias de flutuabilidade para 4000 metros de profundidade, suportando uma pressão de sensivelmente 400bar.

O projeto Deepfloat, que juntou entidades do sistema científico e da Marinha, procurou criar soluções para a execução de trabalhos marítimos que não se encontram facilmente disponíveis.

MATOS FERNANDES:

Hidrogénio verde arranca em 2021

Já foi assumido como uma das prioridades do Governo em matéria de energia para os próximos anos, e na quarta-feira o Ministro do Ambiente voltou a reforçar a ideia no Parlamento. Segundo Matos Fernandes, o Executivo quer arrancar “no início do próximo ano com o projeto de produção de hidrogénio verde à escala industrial”.

Siemens constrói maior «tomada eléctrica» para navios da Alemanha

O porto de Kiel, na Alemanha, adjudicou à Siemens a construção de um sistema de fornecimento de energia em terra para navios, o maior projeto da Alemanha nesta área até hoje. Com uma potência de 16 MVA, a solução Siharbor permite, pela primeira vez, o fornecimento de energia “verde” certificada a dois navios, em simultâneo, o que reduzirá as emissões anuais de CO2 em mais de 8 mil toneladas.

APSS investe na eficiência energética

A APSS está a renovar a iluminação pública através da substituição de 79 luminárias por tecnologia LED, mais eficiente energeticamente e mais amiga do ambiente, em Setúbal (nas zonas do Cais 3 e Jardim Eng.º Luis da Fonseca) e Sesimbra (nas pontes cais nº 1, 2 e 3), um investimento de cerca de 68 mil euros.

RODRIGO COSTA:

Terminal de GNL de Sines: um dos «mais eficientes de toda a Europa»

«Faz parte da nossa missão mostrar aquilo que fazemos e aquilo que de bom Portugal tem. Considerado um dos terminais de gás natural mais eficientes de toda a Europa, é para mim e para os meus colegas, um orgulho representar este terminal. O ano passado tivemos um ano recorde em termos de actividade: realizámos 64 desembarque de barcos, praticamente 1,1 barcos por semana, o que é um número extraordinário para nós. Abastecemos o país de 90% do seu consumo de gás natural. Foi, portanto, um ano em que tudo correu bem», comentou, fazendo o balanço de 2019.

MARC RECHTER:

Hidrogénio em Sines «vai ter um impacto maior na economia portuguesa do que a Autoeuropa»

No futuro, Sines vai poder exportar energia, como se fosse petróleo, mas limpo. Para Portugal é uma oportunidade maior do que a Autoeuropa. Se for bem implementado vai ter maior impacto na economia portuguesa do que a Autoeuropa. E não só em termos de exportações, porque também vai permitir reduzir em 20% a importação de gás natural. Faz sentido, mas não é simples de executar. Tem de ser um esforço colaborativo entre muitos atores de países diferentes, governos e empresas, e temos e manter velocidade.

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