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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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DOCAPESCA

CCL Social - Resumo do Ano

 Em 2025, a Docapesca reforçou o seu compromisso com a responsabilidade social através do projeto CCL Social, com a entrega de 9,1 toneladas de pescado a instituições de apoio social, em articulação com as autarquias locais, em várias regiões do país.
Desde o lançamento desta iniciativa, em 2020, já foram entregues 82 toneladas de pescado, proveniente das lotas nacionais, contribuindo para o apoio a famílias em situação de maior vulnerabilidade alimentar.

Este balanço reflete o papel ativo da Docapesca na valorização do pescado nacional, na coesão territorial e no apoio às comunidades, promovendo uma resposta solidária e sustentável ao longo de todo o ano.

A Pesca por um Mar Sem Lixo - Resumo do Ano

  Em 2025, o projecto “A Pesca por um Mar Sem Lixo” voltou a demonstrar o compromisso dos pescadores na proteção dos oceanos.

Alcançámos 31 portos de pesca, com a adesão de Angeiras, Torreira e Alvor, e ultrapassámos a marca das 1.000 embarcações aderentes em todo o país.

Conselho para a Exploração do Mar recomenda «captura zero« da enguia europeia em 2026

  O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES, na sigla em inglês) emitiu um parecer científico urgente recomendando que, para o ano de 2026, as capturas da enguia europeia (Anguilla anguilla) em todos os habitats sejam reduzidas a zero.

Esta recomendação, fundamentada no princípio da precaução, aplica-se tanto a capturas comerciais como recreativas em todas as fases da vida da espécie, incluindo a apanha de enguias-de-vidro (conhecidas em Portugal como meixão) para fins de aquacultura e repovoamento. Desde 2021, aliás, a recomendação científica tem sido de "zero capturas".

PESCAS

Mais bacalhau e atum, menos peixe-espada e tamboril em 2026

  O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, anunciou um acordo, em Bruxelas, para as quotas de pesca de 2026 que permitirá a Portugal capturar "mais 800 toneladas de bacalhau", assim como um aumento de "747 toneladas na quota de atum-rabilho". No entanto, para espécies como o lagostim, a pescada, o tamboril e o peixe-espada-preto haverá cortes na quota de 2026.

Governo sobe para 758.000 euros subsídio no combustível para a pesca e aquicultura

  O Governo aumentou para 758.000 euros o valor máximo do subsídio à pequena pesca, aquicultura e salicultura, que corresponde a uma redução no preço final da gasolina e do gás de petróleo liquefeito (GPL).
“Os encargos com o pagamento dos subsídios […] são suportados pelo orçamento da DGRM [Direção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos], até ao montante máximo de 758 mil euros”, lê-se numa portaria assinada pelo ministro das Finanças, Miranda Sarmento, e pelo secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro.

Antes desta alteração, o valor máximo a cargo da DGRM era 650.000 euros.

7 razões pelas quais as sardinhas portuguesas em conserva são a melhor escolha

 Na gastronomia, as sardinhas em conserva tornaram-se uma iguaria muito apreciada e um ingrediente em diversos pratos. Entre os produtores europeus, as sardinhas portuguesas em conserva ganharam reconhecimento entre chefs, críticos gastronómicos e consumidores.

Mas o que torna as sardinhas portuguesas melhores do que as produzidas em Itália ou Espanha? Vejamos as razões pelas quais Portugal lidera o mundo na produção de sardinhas em conserva.

Conservas com record de exportações à vista

Em 1853, o andaluz Sebastian Ramirez fundava em Vila Real de Santo António a primeira fábrica de conservas em Portugal. Cinco gerações depois, concentrada em Matosinhos, a Ramirez permanece como uma das marcas mais antigas do mundo a operar no mercado.
O auge da produção do setor aconteceu durante a I e II Guerras Mundiais, quando a indústria portuguesa de conservas foi uma das principais responsáveis pela alimentação dos soldados de ambos os lados.
Das 400 fábricas de conservas que Portugal chegou a ter, hoje o setor é formado apenas por 20, que asseguram aproximadamente quatro mil postos de trabalho diretos, dos quais 80% são ocupados por mulheres, e mais de sete mil indiretos..

A indústria conserveira nacional "vive uma fase de crescimento sustentado", tendo fechado o ano de 2024 com uma faturação de 390 milhões de euros, cifra que constituiu "o melhor resultado da década, impulsionado pela recuperação da sardinha e pela valorização do atum".

 

SÁBADO, DIA 15, EM MATOSINHOS

4.º Congresso da Pequena Pesca

  Com o apoio do Ministério da Agricultura e Mar e da Câmara Municipal de Matosinhos e em parceria com a WWF Portugal, a Docapesca promove o 4.º Congresso da Pequena Pesca.

No âmbito da Semana do Mar, este encontro será um ponto de convergência para todos os agentes do setor, reunindo pescadores, associações de armadores, ONGs, universidades e centros de investigação. Juntos, vão debater os desafios e oportunidades da pequena pesca em Portugal, reforçando o compromisso com a sustentabilidade, a inovação e o futuro das comunidades costeiras.

Sardinha: limites diários de descargas reduzidos para prolongar a pescaria

  A partir desta segunda-feira, dia 13 de outubro, haverá uma redução dos limites diários das descargas de sardinha. A medida consta de um despacho da Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

Esta entidade refere que o ajustamento efectuado por um anterior despacho “não assegurou uma redução significativa no ritmo das descargas de sardinha”, pelo que “urge ajustar o nível autorizado de capturas diárias, visando prolongar no tempo a possibilidade de manter a pescaria”.

PODCAST TODO O PEIXE É NOBRE

De produto barato a presente para estrangeiros: as conservas estão a mudar

 Na fábrica de conservas da Portugal Norte, no centro de Matosinhos, ouve-se no chão de fábrica: “Já me puseram a fechar chocolate.” É dia de produzir sardinhas em molho teriyaki, um molho asiático castanho-escuro e adocicado, um dos sabores mais recentes da marca Porthos. Estas latas que parecem de chocolate nas mãos de operárias experientes são uma imagem do que está a acontecer na indústria conserveira, a Norte e um pouco por todo o país.

Novas receitas, design aprimorado e melhores ingredientes querem tirar as conservas do século XIX e da ideia de comida pobre. Para isso, aposta-se em equipas de inovação e conta-se com as mulheres que escolhem peixe e fecham latas há décadas.

PODCAST TODO O PEIXE É NOBRE

Como será o futuro da sardinha? Sustentável e de aquicultura

 Com orgulho e algum saudosismo, Agostinho Sá Pereira conta que Matosinhos foi o maior porto sardinheiro do mundo. É o presidente do Núcleo de Amigos dos Pescadores de Matosinhos (Napesmate), onde as fotografias dos anos de 1940 e 1960 expostas mostram uma mistura de abundância de sardinha e pobreza.

Esta pesca moldou a vida destes pescadores e desta cidade e Delfim Caetano Nora, que na mesma associação se dedica a escrever a história das famílias de pescadores, explica: “É preciso separar bem o que era o defeso e o que era a safra. A safra é uma sardinha em cada um de nós, as pessoas andam de cabeça no ar, uma alegria. No defeso andava tudo calado, com fome.”

PODCAST TODO O PEIXE É NOBRE

Tanto peixe dá o mar, mas continuamos fiéis às mesmas espécies

 É um eterno enigma da gastronomia portuguesa relacionado com o peixe. Temos mais de 200 espécies capturadas e descarregadas nas nossas lotas, mas, em média, a procura anual dos consumidores continua pelas sete/oito espécies. Tanta variedade dá o mar e nós vamos pela vida fora a consumir os mesmos peixes.

Os conceitos de sustentabilidade e sazonalidade vivem e dormem connosco todos os dias, as questões ambientais mudam os nossos comportamentos a um ritmo vertiginoso, quase temos de vergonha de andar na rua com uma garrafa de água de plástico, a oferta e procura por carros eléctricos cresce a olhos vistos, mas, diante de uma bancada de peixe, não nos interessa muito saber em que estado estão os stocks das espécies. Temos as nossas ideias feitas (gosto pelo sabor, menor número de espinhas, facilidade de confecção, relação qualidade/preço), pelo que não nos ocorre arriscar em espécies desconhecidas, mesmo que mais em conta e abundantes, e mesmo que as peixeiras experientes saibam explicar como preparar tais espécies esquisitas.

Direcção-Geral de Recursos Naturais emitiu 192.320 licenças de pesca lúdica em 2024

  A Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) emitiu 192.320 licenças de pescas lúdica, no continente, em 2024, sobretudo para a modalidade de pesca apeada.
“No total, foram emitidas 192.320 licenças, abrangendo diferentes modalidades e prazos de validade”, lê-se numa nota partilhada pela DGRM.

Destacam-se as modalidades de pesca apeada e de embarcação com, respetivamente, 107.771 e 71.859 licenças.

PODCAST TODO O PEIXE É NOBRE

Castelo do Neiva: o milagre da multiplicação da esperança

 A sul da foz do rio Lima, no Norte de Portugal, Castelo do Neiva é uma daquelas praias à moda antiga, onde os pescadores ainda reclamam um canal para o mar, entre os guarda-sóis dos turistas. Regressei a este lugar, no Caminho de Santiago pela costa, atrás de uma espécie de milagre da multiplicação da esperança. Palavra que por aqui, descobri há uns anos, tem a forma de um barco e de algo ainda mais inesperado.

Num país em que tantos fogem do mar, enche-me a alma ver que há quem insista em levar a vida pescando; que há quem se inspire no mergulho das aves marinhas para procurar uma maré benfazeja, quebrando vagas e tradições. Mais ainda em comunidades como esta, desprovidas de um porto, onde o Atlântico, muitas vezes tocado pelo vento, nem sempre se mostra disposto a deixar sair a vintena de pequenas embarcações que aqui repousam.

Governo aprova compensação à despesa em combustível para a retirada das artes de pesca

  Esta compensação visa apoiar pescadores e armadores pelo esforço adicional devido ao aumento dos custos de combustível causado pela retirada obrigatória das artes de pesca.

O apoio financeiro será atribuído por embarcação e classe de potência, mediante candidatura no Balcão Eletrónico do Mar até 30 de setembro de 2025.

Governo apoia com até 600 euros aumento dos custos devido ao defeso do polvo

  O Governo vai compensar com até 600 euros os pescadores e armadores pelo aumento dos custos com o combustível durante o período de defeso do polvo.
«O Governo vai conceder uma compensação financeiro pelo aumento dos custos com combustível causado pela obrigação de retirar as artes de pesca do mar durante o período de defeso do polvo», lê-se numa nota conjunta dos ministérios da Agricultura e Mar e do Ambiente e Energia.

O apoio vai ser atribuído por embarcação e classes de potência, mediante uma candidatura, até 30 de Setembro, através do Balcão Eletrónico do Mar.

PODCAST TODO O PEIXE É NOBRE

Estas máquinas nadam com tubarões para conhecer melhor o oceano

 Os veículos da portuguesa Blue Insight permitem recolher dados inéditos e resolver mistérios sobre o que se passa debaixo de água. E querem ajudar a diminuir impacto das empresas que exploram os mares

Tão próximo, mas tão vasto e desconhecido — mais do que o espaço, dizem alguns cientistas. Os robôs ou veículos autónomos são a aposta para a recolha de dados de forma segura em zonas inacessíveis ou para acompanhar a vida dos que vivem no mar. A portuguesa Blue Insight, sediada em Matosinhos, desenvolveu um aparelho que permite nadar com os peixes sem os cravar com etiquetas perfurantes e invadindo o mínimo possível o seu espaço. Em investigações científicas ou documentários televisivos sobre a vida selvagem, os tags Maanta já estão a levar o homem a viver como um tubarão-baleia ou uma manta.

PODCAST TODO O PEIXE É NOBRE

Todos os que gostam de peixe deveriam ir ao mar para ver o que custa a vida

 A saída para o mar estava combinada para as 19 horas, com regresso no dia seguinte às 16, caso o mar e as fanecas colaborassem. Como cheguei mais cedo ao Porto de Matosinhos, fui ao molhe esticar o pescoço em direcção ao horizonte. Chão, chão não estava o mar, mas não seriam ondas de um metro e qualquer coisa que iriam estragar a festa.

Nas imediações do café no interior do porto onde costumam parar os pescadores, quase todos indonésios, não se vê ninguém. Entro e a clientela resume-se a um pescador que há muito não vai ao mar e que rapidamente lê o marinheiro de trazer por casa à sua frente.

DGRM

Acesso a portos da União Europeia a navios de pesca de países terceiros

  O Regulamento (CE) n.º 1005/2008 do Conselho, de 29 de setembro de 2008, estabelece a proibição de acesso a portos da União Europeia sem autorização prévia da autoridade competente do Estado-Membro e o Decreto-Lei n.º 35/2019, de 11 de março, define a autoridade nacional competente - DGRM - e o quadro sancionatório aplicável.

22 A 24 DE AGOSTO

Festa do Mar regressa a Setúbal

 A Festa do Mar – Especial Ostras, decorre a 22, 23 e 24 de agosto, com inúmeras propostas centradas no marisco, dando protagonismo absoluto à ostra.

Diariamente, a partir das 17 horas, o público poderá provar ostras frescas ao natural, cozinhadas ou reinterpretadas com toppings criativos, acompanhadas por outras especialidades do mar. Mais do que um encontro gastronómico, esta é “uma celebração da identidade do estuário do Sado, onde a ostra é símbolo de tradição, saber-fazer local e ligação profunda ao mar”, sublinha o município. Durante três dias, será possível experimentar versões clássicas e inovadoras deste bivalve, conhecer produtores, ouvir música ao vivo e aproveitar a atmosfera descontraída do recinto.

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