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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Ir à praia: como tudo começou

Banho frio de mar era bom para a saúde. Os primeiros registos sobre os banhos referiam as suas funções terapêuticas e a receita terá chegado a Portugal em 1753. Há mesmo descrições de que o rei D. João VI, que cruzou o Atlântico em 1808 com a corte, usou-os depois no Brasil e, escrevem os historiadores, estes são os únicos registos de banho que existem dos 13 anos que viveu naquele país.

30 DE JULHO DE 1922

O comboio chega a Lagos

A inauguração do caminho de ferro de Portimão a Lagos aconteceu a 30 de Julho de 1922. Foi um verdadeiro momento de júbilo para as populações servidas pela nova linha.
O dia amanheceu em Lagos com uma arruada da banda de música e com salvas de morteiros. Para o jornal “O Século”, a população vivia “horas d’um entusiasmo delirante, chegando a todo o momento forasteiros”.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Os primeiros dias dos portugueses na praia

As primeiras aventuras balneares em Portugal incluíram dramas, medo, recomendações médicas, fatos-de-banho pÚdicos e flirts com espanholas.

A praia começou por ser um drama. O escritor Gervásio Lobato não conseguiu esquecer os dias negros que viveu aos 5 anos, em Setembro de 1855, quando a família o arrastava para o areal que então existia em frente à Torre de Belém, em Lisboa. "Eu tremia como varas verdes, chorava, gritava, rebolava-me pela areia, fingia doenças, mas era tudo em vão. Vinha o Roque, um banheiro muito alto, muito forte, muito vermelho de cabelos ruivos, pegava em mim e zás! Água te valha. Lembro-me ainda desse tempo com terror. O mês de Setembro era para mim um mês de suplício. Não tinha um minuto de felicidade nos 43.200 minutos desse negregado mês", escreveu na Ilustração Portuguesa em 1885.

O turismo no litoral alentejano - do início aos anos 60 do século XX

O Exemplo de Milfontes

Desde há muito, a população camponesa descia até ao mar nos dias 24 de Junho (nascimento de S. João) e 29 de Agosto (martírio de S. João) para banhos, em que incluíam os gados, cumprindo a velha tradição dos banhos santos. A presença dos animais acabaria por ser proibida por motivos higiénicos, já entrada a segunda metade do século XX.
Em Milfontes, Almograve e Zambujeira, e em toda costa entre Porto Covo e Aljezur, estes banhos têm antiga lembrança. Especialmente o “banho do 29” (que valia por nove) constituía uma prática e um ritual anualmente repetidos. Ao banho na manhã de S. João acorria, por exemplo, à Zambujeira gente de várias freguesias do concelho; e o “do 29” acabaria por dar origem a uma feira, que contribuiu para a formação desta povoação.

Algarve: a história de um sucesso anunciado

Um presidente da República confundido com o homem dos gelados, os ingleses aos magotes a hastearem a bandeira britânica na Praia da Luz, os pescadores que, no verão, encostavam os barcos e viravam banheiros, um “brasileiro maluco” que - imagine-se - se lembrou de construir um campo de golfe com 27 buracos, um aeroporto que mudou para sempre o destino de uma região. Como o Algarve se tornou... o Algarve.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Barca das Armações

A barca da armação, provida de vela latina, foi aperfeiçoada ao longo de anos e, embora preparada para recurso aos remos, era capaz de navegar à bolina cerrada. O formato do casco, quase chato, resultava da necessidade de vará-la nas praias, onde se situavam os arraiais das armações, ou para a proteger dos vendavais que assolavam a costa, ou ainda para demandar a lota de Lagos, de acesso difícil a embarcações com quilha muito pronunciada, na baixa-mar.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Apontamentos sobre a Indústria Conserveira em Lagos

Na segunda metade do século XIX o progresso tecnológico da nova vaga de industrialização traduz-se no aparecimento de um novo conceito, a fábrica. A instalação de centros industriais no Algarve, iniciada na década de oitenta desse século, veio operar uma enorme transformação social e económica, e a indústria conserveira foi um dos sectores que contribuiu para essa transformação. A primeira fábrica de conservas de atum em azeite, implantada em Portugal, surgiu em 1879, em Vila Real de Santo António.

FAROL DE MONTEDOR ENTROU EM FUNCIONAMENTO A 20 DE MARÇO DE 1910

Alvará assinado pelo Marquês de Pombal cumprido 152 anos depois

Apesar do Marquês de Pombal ter assinado o alvará para a construção de vários faróis a 1 de Fevereiro de 1758, o Farol de Montedor só foi construído 152 anos depois pelos seus seguidores .
O Farol de Montedor localiza-se num promontório no lugar de Montedor, a cerca de 4 milhas náuticas a Norte da foz do rio Lima e a 7 milhas a Sul da foz do rio Minho, na freguesia de Carreço, cidade e distrito de Viana do Castelo, em Portugal. É o farol mais setentrional do país e entrou em funcionamento a 20 de Março de 1910, ainda com um candeeiro a petróleo, dando lugar à electricidade 37 anos mais tarde, garantindo assim um alcance luminoso de 40 milhas.

Os 40 pescadores que mais ensinam sobre a história de Lagos

Na Avenida dos Descobrimentos, a sabedoria do mar e da história de Lagos está patente em fontes vivas – na imensidão de vivências de 40 pescadores lacobrigenses. Lagos, terra de descobrimentos, de homens do mar, de enseadas douradas e águas cristalinas, conta com estes pescadores para partilhar as histórias de autenticidade vividas a bordo dos seus pequenos barcos tradicionais.

Na década de 60, para complementar a vida difícil da faina, alguns destes homens do mar limpavam cuidadosamente os seus barcos de madeira e começaram a dar a conhecer a costa d’oiro de Lagos, através de passeios às grutas.

Aconteceu em 1962

O Verão chegou e a temperatura arrasou

"Lisboa ficou deserta e as praias quase à cunha... " Noticiava o DN sobre aquele que foi o primeiro fim de semana do Verão de 1962. E, ao contrário do outros anos - o que prova que a sua indefinição não é de agora - veio para arrasar.

"Surgiu assim, no seu dia próprio, marcando de forma déspota o início do seu reinado que vai durar três meses. O lisboeta esperava-o, sabia que no dia 21 de junho, como invariavelmente sucede em todos os dias 21 de todos os meses de junho, o calendário lhe imporia o verão. O que não sabia é que este apareceria tão cioso das suas prerrogativas e tão poderoso para as fazer valer. É que, em outras vezes, o verão, nos primeiros dias do seu mando, nem parece verão. Sem personalidade própria, já tem mesmo começado a reinar pelas mãos do inverno."

A chegada à Madeira de Raul Brandão

“Fundeamos e a Madeira abre-nos os braços, com a Ponta do Garajau num extremo, e a Ponta da Cruz no outro extremo. Adivinho as casas, que por ora são fantasmas e descem lá do alto até à praia. Agora o tom cinzento desapareceu, domina o azul e o oiro, e na minha frente o grande anfiteatro verde dos montes ergue-se como um altar até ao céu. É uma serra a pique, é uma serra voluptuosa e verde que se oferece lânguida e verde" (...)

Raul Brandão, escritor nascido em 1867, no Porto, escreveu “As Ilhas Desconhecidas”, um livro publicado pela primeira vez, em 1926, que reúne notas e reflexões da sua viagem à Madeira e aos Açores.

28 DE OUTUBRO DE 1892

Naufrágio do Roumania na Foz do Arelho

O certo é que a noite estava escura, havia borrasca e naquele tempo não havia radar nem sistemas de navegação por satélite. Quando o Roumania arrochou, não tardou a ser desfeito pelas ondas, que varreram o convés, arrastaram passageiros para o mar e esmagaram os que ficaram nos camarotes. Só dois oficiais britânicos e seis tripulantes indianos se salvaram.

CONHEÇA A RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS

Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário da Circum-Navegação

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 24/2017 criou uma estrutura temporária de projecto designada por Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário da Circum-Navegação comandada pelo navegador português Fernão de Magalhães (2019-2022). O objectivo consiste em organizar as comemorações dos 500 anos da primeira volta ao mundo, em articulação com as instituições de ensino superior e instituições científicas, autarquias locais e demais entidades públicas e privadas.

Rota de Magalhães candidata a Património Cultural da Humanidade

A candidatura à UNESCO da Rota de Magalhães é uma das iniciativas do programa de comemorações dos 500 anos da viagem de circum-navegação do navegador português Fernão de Magalhães.

Fernão de Magalhães numa cratera marciana desde 1976

Os EUA referem que quatro crateras e três vales de Marte têm nomes portugueses, sendo que Fernão de Magalhães foi o primeiro português a «navegar» até ao planeta vermelho. A USGS catalogou 25 categorias de acidentes na superfície de Marte.

Desejava Fernão Magalhães circum-navegar o Globo?

Desejava Fernão Magalhães circum-navegar o Globo? Ou pretendia simplesmente tocar as ilhas Molucas e regressar? Ao certo não sabemos. O que interessa realmente aqui sublinhar é que um tal projecto continha inúmeros riscos e suscitava desconfianças e incertezas. Com efeito, o que Fernão de Magalhães se propunha efectuar – mostrar que as ilhas Molucas se encontravam fora do hemisfério português – era um enorme desafio técnico e humano. Para mais quando até ao momento fora impossível delimitar de forma rigorosa as zonas de influência, espanhola e portuguesa, definidas em Tordesilhas.

Celebrações dos 500 anos da circum-navegação de Fernão de Magalhães

Portugal apresenta um plano de iniciativas que visa celebrar o V Centenário da Circum-Navegação do navegador português Fernão de Magalhães, precisamente no dia em que se celebram 499 anos da partida dessa expedição.

A tarefa de conduzir as celebrações durante os próximos quatro anos cabe à Estrutura de Missão, na dependência da área do Mar, criada com esse objetivo.

TOMAR

Laboratório de Arqueologia e Conservação do Património Subaquático

O Instituto Politécnico de Tomar é uma instituição de ensino superior que versa, entre outras áreas, as Ciências do Património, incluindo o Património Cultural Subaquático. Integra um Laboratório de Arqueologia e Conservação, onde recebe estagiários em formação nesta área.

Também desenvolve diversos projetos de investigação, prestação de serviços e eventos, bem como atividades de educação patrimonial. O património cultural subaquático é um património invisível e ainda muito desconhecido da população em geral. Assim, nos seus objetivos o LABACPS-IPT pretende contribuir para um melhor reconhecimento e valorização dos vestígios arqueológicos, garantindo uma maior salvaguarda e preservação do nosso passado.

PORTO DE SETÚBAL - NAVEGANDO PELA HISTÓRIA | 09.06.1945

Memória descritiva do Ante-Projecto do abrigo junto do embarcadoiro das carreiras fluviais

"A parte central do porto foi alvo de vários estudos de melhoramento, nomeadamente para a instalação de um mastro de sinais, para a montagem da instalação eléctrica no jardim e ainda submetido a apreciação superior o projecto de um abrigo para passageiros que recebeu aprovação por despacho ministerial de 27 de Novembro deste mesmo ano.(...)".

PORTO DE SETÚBAL - NAVEGANDO PELA HISTÓRIA | 09.04.1948

Auto de entrega da obra de construção do abrigo para passageiros

"Ainda neste ano foi calcetada a placa do Abrigo para passageiros, melhorada a rede de águas com a ligação das malhas de Nascente e de Poente da mesma rede, foi colocado um marco fontanário no jardim da parte central do porto e realizados outros melhoramentos nas instalações eléctricas e na rede de esgotos.(...)"
 

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