Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
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Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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MARE CLAUSUM

A quem pertence o mar?

A quem pertence o mar? Será que se pode falar em soberania sobre as águas, do mesmo modo que se usa este conceito para os espaços terrestres? Os primeiros estudos e pareceres favoráveis a um exercício de soberania sobre espaços marítimos, similar à praticada nos espaços terrestres, surgem nos tempos do Império Romano. Naquela época, diversos jurisconsultos apresentam argumentação justificativa do domínio de Roma sobre os mares frequentados pelos seus navios.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Festa da Senhora dos Navegantes, na Gafanha da Nazaré

Tanto quanto nos diz a memória, a Festa da Senhora dos Navegantes, da nossa meninice, tinha a marcá-la, como pormenor mais típico, a procissão até ao mar, para além do que era habitual em festas com um misto de religioso e profano. Acontecia na última segunda-feira de Setembro, pois no domingo anterior havia a festa da Senhora da Saúde, na Costa Nova.
A festa do Forte atraía mais os povos de Aveiro e Gafanha da Nazaré e a da Senhora da Saúde era mais ao gosto das pessoas de Ílhavo e Gafanha da Encarnação.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

S. Martinho do Porto - Sonhos por concretizar

Em S. Martinho do Porto houve várias acções na tentativa do desenvolvimento balnear e termal. Entre 1898 e 1921 encontram-se registos, pedidos de licenciamento e um plano “Plano Geral do desenvolvimento Industrial e de Turismo”, datado de 1920, publicado na revista “Arquitectura”, em 1927, da responsabilidade de Fernando P. de Magalhães. Esta iniciativa parte de um conjunto de capitalistas de onde de destacam José de Azevedo Castelo Branco e John George, com a finalidade de explorar as Águas de Salir. Propunha-se a construção de um estabelecimento balnear com 2 pisos, dois hotéis, casino, parque, bairro de moradias, praça de touros, clube desportivo com campos de ténis e um grande campo de jogos, assim como uma pista de aviação e hangar para hidroaviões.

A MODA DE IR À PRAIA

Os sineenses estavam 9 meses à espera de 3

"Sines vivia da pesca, mas também do turismo. Os alentejanos vinham praticamente passar todos passar férias a Sines. Junho era o mês dos espanhóis. Vinham muitos espanhóis passar férias para Sines nesse mês. Os sineenses estavam 9 meses à espera de 3 (os meses de Verão)".

DÉCADA DE 20 DO SÉCULO PASSADO

«Buckau», antecessor do E-Ship 1

O E-Ship 1 não foi o primeiro navio a utilizar o Efeito Magnus para propulsão. Na década de 1920, o engenheiro alemão Anton Flettner concebeu um navio com duas grandes torres cilíndricas para ser movido por esse método. O “Buckau”, assim se chamava, terá sido o primeiro navio de rotor e, daí também, a designação de navio de Flettner agora atribuída ao E-Ship 1.

HERÓIS DO MAR

Revolucionário ao sabor das ondas

António Domingues Gabriel fez-se menino e depois homem por entre as redes de pesca da Praia de Mira. Descendente de “lobos-do-mar”, desde o dia 8 de Dezembro de 1949, quando pela primeira vez abriu os olhos para o mundo, que a sua vida e a do mar jamais se desenvencilharam. No imenso azul buscou sustento, encontrou motivação, colheu ensinamentos e fez a sua própria revolução.
 

HERÓIS DO MAR

Bravura no mar, poesia em terra

Foi por entre as dunas da Praia de Mira que Mário Cardoso Reigota foi descobrindo os segredos do mar e da vida de pescador.
Começou na sardinha já lá vão 50 anos, passou belo bacalhau nos mares do Norte e pela pescada, nos do Sul. Hoje já não deixa terra mas é ao seu companheiro de décadas que vai dedicando a poesia que escreve.
 

Estaleiros Navais de Viana do Castelo - Filme de 1952

Documento histórico em filme de autor desconhecido, reportando o dia a dia dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, há 59 anos atrás. A empresa tinha sido constituída em 1944, laborando há oito anos.

O que é um «moliceiro»?

Variam as suas dimensões conforme as zonas de navegação. Um moliceiro mede em média, 15 metros de comprimento, com 7,50 metros entre as cavernas de água. Para facilitar a apanha e o carregamento do moliço, apresenta costados muito baixos medindo de boca 2,50 metros e de pontal cerca de 1 metro. O fundo é plano e de pequeno calado adaptável à pouca profundidade existente em alguns pontos da Ria, este facto permite-lhe navegar por onde os barcos de quilha não passariam. Além disso, facilita a arrumação do moliço e os trabalhos de descarga.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A Doca Delpeut, em Setúbal

A maior parte da população setubalense actual não chegou a conhecer esta doca, desaparecida com as obras do Porto de Setúbal, nos anos trinta do século passado. Localizava-se nas traseiras do antigo teatro “Grande Salão Recreio do Povo”, paredes meias com a Rua 1.º de Maio, banhando as proximidades de várias fábricas de conservas em direcção ao rio.
 

BAÍA DE GUANABARA, RIO DE JANEIRO, 17 DE JUNHO 1922, 17:32

Concluída a 1.ª Travessia Aérea do Atlântico Sul

Partindo de Lisboa no hidroavião Lusitânia - um monomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem, equipado com motor Rolls-Royce - o piloto Sacadura Cabral (1881-1924) e o navegador Gago Coutinho (1869-1959) percorreram 8.383 km em 62h 26m de voo, fazendo escala em Las Palmas, S.Vicente no arquipélago de Cabo Verde, Cidade da Praia na ilha de S.Tiago também em Cabo Verde, em Penedos no arquipélago de S.Pedro e S.Paulo já no Brasil , Fernando de Noronha, Recife, Baía, Porto Seguro, Vitória e Rio de Janeiro.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | 03.01.1833

O Reino Unido reivindica a soberania sobre as Ilhas Malvinas

A 2 de Janeiro de 1833, dois navios de guerra britânicos chegam às ilhas Malvinas, sob o comando do capitão James Onslow. Este anuncia que chegou para conquistar as ilhas e dá ao capitão argentino José Maria Pinedo um prazo de 24 horas para a rendição.
Sem fortes ou munição, Pinedo rende-se no dia seguinte, sob protestos.

NAVIOS-MOINHO

O «Bois Rosé»

Em 1923, os engenheiros franceses Constantin e Joessel construíram um barco que navegou no rio Sena movido por uma hélice accionada por um “moinho de vento”, instalado no topo de um mastro. O barco navegava mesmo contra o vento, coisa que muitos físicos tinham por impossível. Na realidade, a demonstração teórica de que uma tal embarcação pode navegar contra o vento não é fácil. Nesta versão o “moinho de vento” era uma hélice do tipo das dos aviões, mas já de passo variável.
 

MAIO DE 1918

Lugre «Altair» lançado à água «no lindo cais de Aveiro»

É um belo navio que tem mais de 60 metros de comprido por 11 de largo. E foi admirável vê-lo entrar na água, no domingo penúltimo, na Gafanha, em frente aos estaleiros com as suas bandeiras a tremularem pela viração agreste do Norte.
Foi uma festa atraente a que não faltou a concorrência numerosa e selecta e nem os hinos festivos de duas filarmónicas.

HOMENS DO MAR

Manuel Cecílio do Bem

Às vezes, havia queixas - a sopa anda a sair salgada com’à pilha – reclamava a companha.
Às sete e meia da matina, saía o «almoço» – variava entre papas de feijão, feijão guisado ou assado no forno, papas de farinha de trigo, açorda; – o «jantar», às onze e meia (sopa de feijão branco ou vermelho, ou grão com arroz ou massa, temperada com toucinho bem alto) e peixe cozido, só por só, com alguns temperos, se o cozinheiro estivesse bem amurado (de boa disposição). À ceia, voltava o peixe acompanhado de feijão frade e grão de bico.

HOMENS DO MAR

Sílvio Ramalheira

Sílvio Ramalheira, num dia de Junho de 1932, capitão do Gazela Primeiro, num momento de correntes traiçoeiras, de um vento repentino e de ondas perigosas, tinha os seus homens fora (…). Era difícil para um navio, como o Gazela chegar perto dos seus pescadores, sendo costume, nesse tempo, lançar-lhes um longo cabo de manobra preso à popa do navio ancorado (…). Como o Cap. Sílvio não era homem para estar parado, nesse dia, fez-se ele próprio ao mar, levando esse cabo.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA EM VÍDEOS

Ministro da Marinha visita o navio «Porto de Aveiro»

Almirante Fernando Quintanilha Mendonça Dias, Ministro da Marinha, visita o navio-cisterna "Porto de Aveiro", ancorado no Cais da Rocha de Conde de Óbidos em Lisboa, destinado a transportar vinho para o Ultramar.

HOMENS DO MAR

David Calão

David Calão, na safra de 1948, fez a viagem inaugural, a única do arrastão Santa Mafalda, construído em 1948, para a EPA, pelo estaleiro Odero Terni Orlando, em Livorno, Itália, como piloto, sob o comando de António Trindade da Silva Paião (1895-1971).
Retomando o Santa Mafalda no ano de 1950, com duas viagens, exerceu o cargo de piloto na primeira e o de imediato na segunda, sob o comando do mesmo capitão, bem como na única viagem do navio, em 1951, nas duas de 1952 e na primeira de 1953.

A história dos cabos submarinos em Portugal

Um blog brasileiro chama-lhes "internet debaixo d’água", ou "e-mail submarino". Na "Ilustração Portuguesa" de 28 de Abril de 1913 podemos ler: "O galope do pensamento, o cavalo aereo de que todas as narrativas da juventude nos falam não é nada com o positivo do cabo submarino, a linha das surpresas, que nos faz saber n’um espaço breve as revoluções da Russia, os combates do Japão, os ciclones da America, as fomes da India, as miserias, as grandezas, os crimes, as virtudes do mundo pelo simples movimento de uns aparelhos d’um extremo ao outro do universo. Por isso, ali, n’aquela sala larga da estação do telegrafo submarino, na quinta Nova de Carcavelos, diante dos rapazes que estavam atentos aos seus aparelhos, nós diziamos com uma vaga inveja ao chefe que nos acompanhava: Os Senhores daqui dominam o mundo (...)."

 

D. Pedro II trouxe os cabos submarinos para o Brasil

O lançamento do primeiro cabo submarino no Brasil envolveu negociações entre o imperador Dom Pedro II, os reis de Portugal e da Itália, o presidente do Haiti e o Barão de Mauá. No Natal de 1873, chegava ao Rio o cabo de telégrafo submarino. O navio Hopper precisou ser rebocado até a Praia de Copacabana, onde se encontrava o imperador com sua comitiva.
No mesmo dia, os primeiros sinais foram transmitidos para a Bahia. Seis meses depois, o Brasil fazia a primeira ligação para a Europa. Tratava-se de uma mensagem do imperador para a rainha Vitória e ao rei Dom Luís, de Portugal.

 

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