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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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EU GOSTO É DO VERÃO

São Martinho do Porto: A piscina das crianças

Em público, o corpo tinha de estar completamente tapado. "O meu sogro andava na praia com uma fita métrica, a medir os tornozelos das senhoras", conta Maria da Conceição, 76 anos, responsável por 200 barracas na praia de São Martinho. "E era ele que ajudava as senhoras a molharem os pés na água salgada." Vem dessa altura a designação de "bidé das marquesas" que ainda hoje é usada para aquela praia.

EU GOSTO É DO VERÃO!

Granja: Uma jóia que está a ser descoberta

No concelho de Vila Nova de Gaia, a uma dezena de quilómetros do Porto, a Granja começou por ser uma estância de convalescença e de repouso, propriedade dos frades do Mosteiro de Grijó, no século XVIII. No final do século XIX, tornou-se local de veraneio frequentado pela nobreza e até pela corte: a rainha D. Maria (que chegou a pintar os barcos e os pescadores em alguns dos seus quadros) e o infante Afonso, assim como D. Carlos e a rainha D. Amélia, entre outros. Não por acaso, em 1876 foi ali assinado o Pacto da Granja, que funda o Partido Progressista.

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Praia das Maçãs: Mar bravio

Aqui não havia reis. Pelo contrário, a Praia das Maçãs tem tradição republicana. Alfredo Keil, o autor da marcha adoptada como hino nacional, foi proprietário de uma das primeiras casas da Praia das Maçãs, a Villa Guida. Naquelas poucas casas, encosta acima, juntavam-se os simpatizantes pelo regime que havia de ser implantado a 5 de outubro de 1910 e foi também lá a casa de veraneio de Afonso Costa.

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A moda de ir à praia - 1900-1920

A preocupação do governo brasileiro e dos banhistas com a falta de pudor nas praias era enorme. Inicialmente, as senhoras banhavam-se de madrugada, para não serem vistas. Contra os moleques que as importunavam, as casas de banho colocavam em suas paredes avisos como este: "É expressamente proibido fazer furos nestas cabines à verruma ou pena, os encontrados nessa prática devendo ser entregues à ação da polícia".
Com a década de 30 (século XX), os médicos e a sociedade em geral começaram a aperceber-se dos benefícios do Sol, que até aí era "persona non grata" na pele. Ninguém queria estar bronzeado.

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A MODA DE IR À PRAIA - D. João VI dentro de um barril com medo dos caranguejos

O traje de banho usado em 1810 por D. João VI não era nada convencional nem mesmo para a época. O rei de Portugal tinha medo dos caranguejos e só aceitou entrar na água dentro de um barril. O recipiente que lhe serviu de roupa tinha o fundo tapado. Na lateral havia um pequeno buraco, por onde a água entrava. Conforme as exigências do monarca, apenas as suas pernas podiam ser molhadas.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A MODA DE IR À PRAIA - Em 1803 o Bispo de Coimbra já tinha por hábito ir a banhos à Ericeira

Crónica de 1803 mostra que D. Francisco Pereira Coutinho, Bispo de Coimbra, já tinha por hábito «ir a banhos à Ericeira» - e sete anos depois um médico aconselhou D. João VI a tratar de perna infectada por um carrapato numa praia deserta do Rio de Janeiro.

Essa ideia de que a água salgada era terapêutica lançara-a um frade médico inglês: John Floyer, que acreditava que o Canal da Mancha tinha poderes milagrosos até para paralíticos, «com as suas correntes tão tempestuosas e as suas imponentes marejadas».

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Tamariz: Na areia já não há classes sociais

Na altura, as classes não se misturavam. A burguesia lisboeta ficava logo a seguir à Torre de Belém, enquanto a aristocracia se encontrava mais perto de Cascais. O século XX foi o da implementação desta ideia de turismo de luxo na "Costa do Sol". Em 1930, pouco depois da inauguração do Palace Hotel, o famoso Sud-Express passa a terminar a sua viagem não em Lisboa mas na estação do Estoril. O Casino foi inaugurado em 1931. Dez anos depois, a Marginal permitia fazer a viagem de carro entre Lisboa e Cascais, junto à costa. Pelo meio, a Segunda Guerra Mundial. Lisboa e o Estoril tornaram-se refúgio de clima ameno para gente endinheirada de toda a Europa.

Astrolábio da frota de Vasco da Gama encontrado ao largo de Omã

O explorador David Mearns descobriu o astrolábio em 2014, um dos quase três mil artefactos recuperados do Esmeralda.

Esteve mais de 500 anos enterrado no Índico, nos destroços de um navio perdido para uma tempestade no Mar da Arábia. Agora, um dos astrolábios usados pelos marinheiros portugueses para encontrar os caminhos das Descobertas foi encontrado: arqueólogos marinhos recuperaram o artefacto do que acreditam ser os destroços do Esmeralda, uma nau da frota de Vasco da Gama.

Ponte 25 de Abril inaugurada a 6 de Agosto de 1966

A 5 de Novembro de 1962 iniciaram-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo foi inaugurada (seis meses antes do prazo previsto), cerimónia que decorreu no dia 6 de Agosto de 1966, do lado de Almada, na presença das mais altas individualidades portuguesas. O seu custo rondou, preço à época da sua construção, o valor de dois milhões e duzentos mil contos, o que corresponde, sem ajustes à inflação, a perto de 11 milhões de euros.

 

GAGO COUTINHO (1869-1959)

A metáfora acabada do furacão: imparável!

Gago Coutinho , nascido a 17 de Fevereiro de 1869, era a metáfora acabada do furacão: imparável. A sua vida divide-se em quatro etapas: marinha; trabalhos geográficos; navegação aérea; história da náutica e dos descobrimentos. Distinguiu-se em todas elas, desenvolvendo ao longo da vida uma vasta obra de investigação científica. “É um exemplo de paixão por aquilo que faz”, afirma o tenente Gonçalves Neves, investigador do Departamento de Investigação do Museu de Marinha.

26 DE OUTUBRO DE 1896

Incandescência a petróleo chega ao Farol do Cabo da Roca

A primeira indicação da construção do Farol do cabo da Roca, remonta ao ano de 1772, quando o pesado encargo de dotar o litoral português de um serviço de farolagem se encontrava a cargo da Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação.

14 DE JULHO DE 1827

Morre Augustin Fresnel

No topo de muitos faróis portugueses é recorrente encontramos ópticos lenticulares de Fresnel. Do que se trata, então?
Uma Lente de Fresnel é um tipo de lente inventada pelo físico francês Augustin-Jean Fresnel, nascido a 10 de Maio de 1788. Criada originalmente para uso em faróis de sinalização marítima, o seu desenho possibilita a construção de lentes de grande abertura e curta distância focal sem o peso e volume do material que seriam necessários numa lente convencional. Comparadas com estas, as Fresnel são bem mais finas, permitindo a passagem de mais luz, e assim os faróis com elas equipados são visíveis a distâncias bem maiores.
Fresnel morreu a 14 de Julho de 1827.

1963

Mais peixe miúdo, menos peixe grosso e marisco

Assim, enquanto que ao Mercado Abastecedor de Peixe Grosso aflui, como ficou dito, o peixe grosso oriundo da pesca longínqua ou do alto, pescado nas águas quentes das costas do noroeste africano, peixe que, não obstante ser já de qualidade inferior, se apresenta sempre em deficientes condições de salubri­dade e consistência, devidas muito especialmente, ao seu precário e deficiente tratamento, acondicionamento e transporte a bordo dos barcos, tudo isto acres­cido, ainda, pelo facto da sua chegada ao mercado se verificar, sempre, com mais de 20 dias de viagem, após a sua captura, condições estas que têm, for ­çosamente, de influir, e muito, nas precarias condições de apresentação e na salubridade do peixe, o que não pode deixar de se reflectir no elevado índice das percentagens de rejeição do mesmo.

17 DE ABRIL DE 1952

Travessia do Tejo era uma aventura!

A 17 de Abril de 1952, na Assembleia Nacional, nome pelo qual era designada a Assembleia da República na época do Estado Novo, o deputado Miguel Bastos chamava a atenção para a forma «deficiente, incómoda e até perigosa, como se faz o transporte de passageiros entre Lisboa e o Barreiro.

7 DE ABRIL DE 1921

Começa a publicar-se o «Diário de Lisboa»

Durou 23.378 edições, terminando a 30 de Novembro de 1990. Tudo indica que a iniciativa da fundação do vespertino partiu do banqueiro António Vieira Pinto, sócio da Casa Bancária Pinto & Sottomayor (mais tarde Banco Pinto & Sottomayor), que decidira criar um jornal republicano. Para esta iniciativa contou com o apoio de Cândido Sotto Mayor Júnior e de Tomás e Rafael Bordalo Pinheiro.

100 COISAS QUE O PORTO TEM...

Ponte da Arrábida - Concluída a 31 de Março de 1963

Concluída em 31 de março de 1963, a Arrábida foi a primeira das duas pontes com histórias e marcantes na paisagem que Edgar Cardoso fez no Porto - e que acrescentou à cidade a nova centralidade da Boavista. O tabuleiro assenta num arco grandioso, com 270 metros de vão, que àépoca foi o maior de betão do mundo, o que levou a que muito boa gente suspeitasse de que a ponte iria cair... o que, como se sabe, não aconteceu.

PONTE VASCO DA GAMA

Inaugurada a 29 de Março de 1998

A ponte Vasco da Gama, com 17,2 quilómetros, foi inaugurada a 29 de março de 1998, e representou um investimento de 897,8 milhões de euros. A seguir ao túnel sob o Canal da Mancha, entre a França e a Inglaterra, a ponte que liga Sacavém, na margem Norte do Tejo, ao Montijo, é a maior travessia já construída na Europa.

29 DE MARÇO DE 1852

Naufrágio do Vapor «Porto»

Em 1852, dá-se uma tragédia que acaba por ser determinante, ainda que a longo prazo, para a evolução das obras da Barra. Trata-se do naufrágio do vapor “Porto“, depois de bater no rochedo da Lage, num dia de temporal, a 29 de Março (dia de aniversário do desastre da Ponte das Barcas, em 1809), tendo-se salvo apenas três pessoas.

ANGRA DO HEROÍSMO

O Hospital dos Descobrimentos

Anno do nascimtº de nosso Sor. Jesu Christo de mil, e quatro centos, e noventa e dous annos, aos quinze dias do mes demarço da ditta era em ailha Terçeira na villa dangra dentro em a caza de Santo espirito daditta vila estando o Sr joão Vaaz corte real capitão, e João Borges cavaleiro da ca­za DelRei nosso Snr., e João de laguos Juiz doditto hospital, e Afonso An­nes da Costa, e João de lameguo mordomo da ditta confraria e assi os con­frades da ditta confª, que forão todos chamados á campa tangida (...)

24 DE MAIO DE 1999

Pão e água à mesa dos pescadores

Os pescadores do arrasto de Vila do Conde, Póvoa do Varzim e Matosinhos mantinham, nesta data, a greve mais longa de que havia memória. Já levava 50 dias.

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