Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
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Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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ESTÁCIO DOS REIS

Morreu o comandante da história náutica portuguesa

Se hoje conhecemos um nónio de Pedro Nunes, devemo-lo ao comandante e historiador António Estácio dos Reis. Também lhe devemos a descoberta de muitos astrolábios e a revelação de outros segredos da história da marinharia e da instrumentação científica. Estácio dos Reis morreu aos 94 anos.

Academia de Marinha evocou 50 anos da LISNAVE

“A LISNAVE foi o maior êxito internacional da indústria portuguesa e não acho que isto seja um exagero”, admitiu Óscar Mota, engenheiro naval e antigo administrador dos estaleiros de Viana do Castelo, da LISNAVE e da SETNAVE, entre outros cargos, durante uma recente conferência evocativa dos 50 anos da empresa promovida pela Academia de Marinha.

O moliceiro Património Nacional, quando?

Único no país e no mundo, objecto de estudos, livros, teses, publicações, o moliceiro ainda não está inscrito como Património Imaterial Nacional, na Direcção Geral do Património Cultural. Custa a acreditar, mas é verdade.

8 DE FEVEREIRO DE 1828

Nasce Júlio Verne

Júlio Verne escreveu obras de aventura e ficção científica que influenciaram gerações, como "Cinco Semanas em um Balão" (1863), "Viagem ao Centro da Terra" (1864), "Da Terra à Lua" (1865), "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1869) e "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (1872).

Vinte Mil Léguas Submarinas é uma das obras literárias mais famosas do escritor. Originalmente publicada em forma de uma série no periódico Magasin d'Éducation et de Récréation, de Março de 1869 a Junho de 1870, teve uma edição ilustrada publicada em Novembro de 1871, com 111 ilustrações por Alphonse de Neuville e Édouard Riou.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

Planta da Praça e Vila de Setúbal, 1820

"Era também frequente entrarem no porto "inúmeros navios importando para Setúbal diversos produtos de sua primeira necessidade e que, no seu retorno, iam carregados de sal, que assim era exportado para as costas da Bertanha, para Holanda, Suécia e Noruega, por um preço de frete extraordinariamente reduzido, o que de facto animava e favorecia muito a exportação".(...)"

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

Forte da Arrábida

"Em 30 de Julho de 1703 surgiu o Regimento de Infantaria nº 7, com a criação de três companhias para guarnecer a praça de Setúbal. Pela organização do Exército de 15 de Novembro de 1707, as três companhias constituíram o núcleo para a formação de Regimento de Infantaria de Setúbal, que veio a denominar-se de Regimento de Infantaria nº 7 aquando da organização de 19 de Maio de 1806, ao qual pertenceu, como cadete, Manuel Maria Barbosa du Bocage..(...)"

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

A Barra e o Porto de Setúbal nos finais do século XIX

"A situação económico-financeira era, nos primeiros anos do século XX, catastrófica. Anselmo de Andrade dizia, em 1926, que "Portugal entrou mal na guerra e saiu dela pior", acusando a má gestão do poder central que sobrecarregava de impostos os trabalhadores, permitindo a fuga ao fisco e consequente enriquecimento dos detentores do capital.(...)"

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

Portos de Lisboa e de Setúbal, Península de Setúbal

"A lei concedeu à Junta Autónoma a liberdade de adoptar ou não os projectos para as obras do porto, já aprovados pelas Portarias de 11 de Dezembro de 1914 3 de 8 de Março de 1916, entregou-lhe todas as instalações, máquinas, ferramentas, utensílios e materiais destinados às obras do porto e atribuiu-lhes as verbas provenientes da taxa designada na carta de lei de 12 de Junho de 1901, pelo Decreto de Julho do mesmo ano e pelo Decreto de 24 de Julho de 1902, assim como o produto da venda ou do arrendamento dos terrenos provenientes dos aterros1/2 por cento ad valorem sobre todas as mercadorias importadas pela barra de Setúbal, entre muitos outros.(...)"

LIGANDO A PÁTRIA-MÃE ÀS TERRAS MOÇAS DA AMÉRICA

Ramón Franco, o Gago Coutinho espanhol

Quatro annos volvidos sobre a aventura gloriosa de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, que descobriram um novo caminho para a união fraternal dos povos da America e da Europa, um outro aviador, seguindo a esteira magnifica dos dois "azes" portuguezes, ergueu com audacia e galhardia as azas do seu apparelho e fez-se de rumo para a Argentina, sorrindo ao perigo que o não atemoriza, sorrindo à gloria que lhe da de retribuir o seu sorriso, sorrindo á propria morte que o deixará passar, pasmada de tamanho atrevimento.
O valoroso capitão Franco desceu, hontem à tarde, na cidade de Praia, em Cabo Verde, ponto final da segunda etapa da travessia aérea Palos-Rio-Buenos Aires.

Quem foi Gilberto Mariano?

Gilberto Mariano da Silva nasceu a 15 de fevereiro de 1909, na Madalena, Ilha do Pico. Faleceu no dia 11 de maio de 1991.

Com a habitual simpatia que o caraterizava fazia o transporte de cartas, de remessas de dinheiro para os Bancos, dos famosos cabazes do Pico e de encomendas da vila da Madalena para a cidade da Horta, tendo como principais destinatários os estudantes picarotos do Liceu da Horta. No regresso à Madalena, transportava mais cartas, remédios e toda uma série de “recados” que lhe eram pedidos.

...E PORQUE HOJE É 14 DE FEVEREIRO

Barco do Amor

The Love Boat (traduzido em Portugal para: O Barco do Amor) foi uma série de televisão emitida e produzida pela ABC entre 1977 e 1986. A série passava-se num navio que realizava cruzeiros de luxo por diferentes lugares do mundo (num dos episódios aportou em Lisboa). Era basicamente uma comédia com toques românticos (havia sempre alguns casos amorosos entre vários passageiros do navio). Em Portugal, a série foi transmitida pela RTP 1, na década de 1980, e mais tarde (década de 2000) foi retransmitida pelos canais SIC Sempre Gold e SIC Comédia (canais por cabo).

7 DE OUTUBRO DE 1985

Achille Lauro sequestrado

O Achille Lauro ocupou as manchetes dos jornais do mundo todo em Outubro de 1985, quando, a 7 desse mês, quatro terroristas palestinianos o sequestraram durante um cruzeiro no Mediterrâneo, com 511 passageiros e tripulantes a bordo, ameaçando explodi-lo.
Quando os sequestradores chegaram, dois dias mais tarde, a Port Said, Egipto, soube-se que um passageiro em cadeira de rodas, o judeu norte-americano Leon Klin Ghoffer, tinha sido morto e atirado ao mar, crime que provocou revolta em todo o mundo.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

1.ª Festa na Doca de Recreio

Um mergulho na história do Porto de Setúbal, através do Museu Virtual que esta administração portuária disponibiliza na web.

O PORTO DA FIGUEIRA DA FOZ | NOTAS HISTÓRICAS

As obras portuárias antes da construção dos molhes actuais

Viagem pela história do Porto da Figueira da Foz, publicada em opúsculo editado e distribuído por ocasião das comemorações dos dos 50 anos da inauguração dos molhes.
Nesta segunda parte abordamos as obras portuárias antes da construção dos molhes actuais.

Governo cria comissão para organizar festa dos 500 anos da volta ao mundo de Fernão de Magalhães

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a criação de uma comissão temporária para preparar as comemorações dos 500 anos da volta ao mundo comandada pelo navegador português Fernão de Magalhães, que vão realizar-se entre 2019 e 2022.

A Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário da Circum-navegação vai ser liderada pelo presidente da Câmara de Sabrosa, José Manuel de Carvalho Marques, que anunciou também que vai renunciar ao mandato para assumir tais funções.

Do bidé das marquesas às bolas-de-berlim. A moda da praia tem mais de 100 anos

Foi no final do século XIX que as férias junto ao mar se tornaram populares, primeiro nas classes mais elevadas e progressivamente para toda a população. O DN foi à procura dessas e de outras histórias, tentando perceber o que mudou nas areias de algumas praias mais tradicionais de Portugal

EU GOSTO É DO VERÃO

São Martinho do Porto: A piscina das crianças

Em público, o corpo tinha de estar completamente tapado. "O meu sogro andava na praia com uma fita métrica, a medir os tornozelos das senhoras", conta Maria da Conceição, 76 anos, responsável por 200 barracas na praia de São Martinho. "E era ele que ajudava as senhoras a molharem os pés na água salgada." Vem dessa altura a designação de "bidé das marquesas" que ainda hoje é usada para aquela praia.

EU GOSTO É DO VERÃO!

Granja: Uma jóia que está a ser descoberta

No concelho de Vila Nova de Gaia, a uma dezena de quilómetros do Porto, a Granja começou por ser uma estância de convalescença e de repouso, propriedade dos frades do Mosteiro de Grijó, no século XVIII. No final do século XIX, tornou-se local de veraneio frequentado pela nobreza e até pela corte: a rainha D. Maria (que chegou a pintar os barcos e os pescadores em alguns dos seus quadros) e o infante Afonso, assim como D. Carlos e a rainha D. Amélia, entre outros. Não por acaso, em 1876 foi ali assinado o Pacto da Granja, que funda o Partido Progressista.

EU GOSTO É DO VERÃO!

Praia das Maçãs: Mar bravio

Aqui não havia reis. Pelo contrário, a Praia das Maçãs tem tradição republicana. Alfredo Keil, o autor da marcha adoptada como hino nacional, foi proprietário de uma das primeiras casas da Praia das Maçãs, a Villa Guida. Naquelas poucas casas, encosta acima, juntavam-se os simpatizantes pelo regime que havia de ser implantado a 5 de outubro de 1910 e foi também lá a casa de veraneio de Afonso Costa.

EU GOSTO É DO VERÃO!

A moda de ir à praia - 1900-1920

A preocupação do governo brasileiro e dos banhistas com a falta de pudor nas praias era enorme. Inicialmente, as senhoras banhavam-se de madrugada, para não serem vistas. Contra os moleques que as importunavam, as casas de banho colocavam em suas paredes avisos como este: "É expressamente proibido fazer furos nestas cabines à verruma ou pena, os encontrados nessa prática devendo ser entregues à ação da polícia".
Com a década de 30 (século XX), os médicos e a sociedade em geral começaram a aperceber-se dos benefícios do Sol, que até aí era "persona non grata" na pele. Ninguém queria estar bronzeado.

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