Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




6.225 COMBOIOS, MILHARES DE CAMIÕES RETIRADOS DA ESTRADA

Ramal Ferroviário do Porto de Aveiro inaugurado há 10 anos [27.03.2010]

Esta sexta-feira, 27 de Março de 2020, cumpriram-se dez anos da inauguração oficial do Ramal Ferroviário do Porto de Aveiro.

Nesta década circularam pelo ramal um total de 6.225 comboios, tendo chegado a atingir o valor de 4 composições diárias no período de um ano, equivalendo a uma cota modal de 30% para a exportação e de 15% para o total do tráfego.

Assinalando a efeméride, difundimos newsletter temática, respigando alguns artigos publicados no portal da APP ao longo destes anos.
 

FIGUEIRA DA FOZ

Faina maior em exposição no Núcleo Museológico do Mar

Para esta mostra, patente no Núcleo Museológico do Mar (Buarcos), o Arquivo Fotográfico Municipal seleccionou um conjunto de fotografias que retrata parte da frota nacional de navios de pesca do bacalhau à linha.
Pretende-se enaltecer a grandiosidade destas embarcações que engalanavam a doca da Figueira da Foz.
Paralelamente apresenta-se o testemunho vivo de um antigo pescador, João da Costa da Gorda, recolhido pela Câmara Municipal da Figueira da Foz em 2007.

DESCOBERTO POR ACASO

Mergulhadores encontraram um raro submarino da 1ª Guerra Mundial na Dinamarca

O L10, submarino britânico desaparecido da 1ª Guerra Mundial, foi encontrado por acaso no fundo do mar, a 143 quilómetros ao norte da ilha de Terschelling. A descoberta foi feita pela companhia dinamarquesa JD-Contractor, que já encontrou 37 submarinos afundados nos mares em redor da Dinamarca.

NAVIO-ESCOLA SAGRES | A GRANDE VIAGEM

Diário de Bordo

Hoje [12 de Março], dois dias depois, voltámos a ter cobertura satélite. As comunicações por satélite são o meio de comunicação que nos permite efetuar as chamadas telefónicas, enviar e-mails e, inclusive, enviar as fotos e textos que alimentam este diário de bordo. Serão vários os locais do mundo, por onde iremos passar, onde existirão falhas no sinal ou zonas sem cobertura.

Há uns anos atrás, seria impossível mantermos o contacto com o mundo exterior, de forma tão acessível como agora, principalmente, como agora, em que estamos a atravessar um oceano!

Navio-Escola Sagres na Argentina

O Navio-Escola Sagres já está em Buenos Aires, na Argentina, onde chegou sexta-feira e irá permanecer até ao dia 3 de março. Este é o quinto porto, dos 22 previstos, em que o navio português atraca, após largada de Lisboa no dia 5 de janeiro.

Recuperados novos artefactos do HMS Erebus, um dos navios que se perdeu no Ártico em 1845

Uma equipa de investigadores continua a tentar resolver o mistério do misterioso desaparecimento da expedição de Sir John Franklin em busca da Passagem Noroeste. Agora, os arqueólogos subaquáticos revelam mais de 350 artefactos recém-recuperados do HMS Erebus, um dos dois navios perdidos nas águas do Ártico.

Forte da Barra de Aveiro | Resenha histórica

Uma vista ingénua de 1764, de um desenhador amador, Jacob Henrique Severim, cônsul da Holanda em Aveiro, mostra a Ria e os dois fortes, aí identificados já com a designação tradicional: Forte Novo (Mó do Meio) e Forte Velho (Vagueira). Segundo o desenho, ambas as estruturas respeitavam os princípios da arquitectura militar abaluartada.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A Rota do Cabo: A proeza marítima. (séculos XV-XVII)

A ideia de formar a ligação marítima com a Índia já existia nas mentes da coroa portuguesa há muito. O comércio das especiarias era muito cobiçado porque apenas os italianos possuíam o controlo da entrada das especiarias pelo Mediterrâneo, com o uso de viagens por terra. A viagem de Vasco da Gama deu origem à ligação anual entreLisboa e os portos da Índia, o que veio a revolucionar todo o comércio mundial.

GAFANHA DA NAZARÉ

Concurso Público para a «Concessão da exploração do Forte da Barra»

Divulgamos o Concurso Público para a Concessão da Exploração do Forte da Barra, integrado no programa Revive.
O Processo de Concurso encontra-se disponível, na plataforma eletrónica, através do endereço http://www.anogov.com/op-portoaveiro/faces/app/dashboard.jsp, onde pode ser acedido, mediante registo prévio e respetiva password de acesso, bem como na sede da APA - Administração do Porto de Aveiro, S.A., onde pode ser consultado, durante os dias úteis das 09h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30 até ao termo do prazo fixado para a apresentação das propostas.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

A visita dos navios ingleses

FORAM QUATRO os cruzadores ingleses que no dia 19 de Janeiro de 1928 lançaram âncora no Porto de Lisboa. Compunham a Esquadra Inglesa do Atlântico, comandada pelo almirante sir Frank Larken, e vieram a Portugal numa visita de cortesia, que a imprensa de então sublinhou em tons enfáticos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

O caso singular da escuna Porto Formozo e a construção naval açoriana

Ponta Delgada – Registam-se 438 entradas de navios; 216 de portugueses, 214 de ingleses, 4 de americanos, 2 de Sardos, 1 de brasileiro. Explica-se a afluência inglesa pelo comércio da laranja que vive agora o seu período áureo. São na maioria escunas que vêm de Inglaterra sem carga para carregarem caixas de laranja na Ilha de S. Miguel.

NA SEDE DO PORTO DE AVEIRO

Lançado o concurso para a concessão do Forte da Barra de Aveiro

O Governo lançou quinta-feira, dia 30, no edifício-sede do Porto de Aveiro, o concurso público para concessão do Forte da Barra de Aveiro, em Ílhavo.

A cerimónia foi presidida pela Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, tendo contado ainda com intervenções da Presidente do Porto de Aveiro (Fátima Lopes Alves), Vice- Presidente do Turismo de Portugal (Teresa Monteiro), Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo (Fernando Caçoilo), e de Carlos Caetano, autor da monografia histórica artistíca alusiva ao Forte da Barra de Aveiro.
O concurso, lançado ao abrigo do Programa REVIVE, tem um prazo para apresentação de propostas de 90 dias.

ESTAÇÃO DGPS INAUGURADA EM DEZEMBRO DE 2002

FAROL DO CABO CARVOEIRO - Um dos mais antigos de Portugal | Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758

O Farol do Cabo Carvoeiro faz parte do grupo de seis faróis mandados edificar pelo Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758 que criou o Serviço de Faróis em Portugal. Localiza-se no Cabo de mesmo nome, península de Peniche, distrito de Leiria.
Torre quadrangular de alvenaria, branca, com edifícios anexos. Lanterna e varandim de serviço, vermelhos. Entrou em funcionamento em 1790, sendo um dos mais antigos da costa portuguesa.

1 DE FEVEREIRO DE 1758

Que logo se levantem seis competentes faróis!

Dada a necessidade de assinalar o relevo da costa e os seus perigos para a navegação marítima, desde o século XVI que há registos da construção de faróis na faixa costeira de Portugal continental.
Durante algum tempo, o serviço dos faróis esteve a cargo de corporações marítimas locais, transferindo-se depois, finalmente de forma estruturada, para a Junta do Comércio em 1 de Fevereiro de 1758, data em que Marquês Pombal lança um alvará com força de lei no qual ordena: que logo se levantem seis competentes faróis para guia da navegação das referidas costas e barras .

MADEIRA

Farol de Câmara de Lobos recuperado pela APRAM

A Administração dos Portos da Madeira procedeu à reabilitação do farol de Câmara de Lobos que em 2017 se encontrava bastante degradado. O investimento orçou os 23 500 euros e abrangeu a recuperação das escadas e paredes, bem como a pintura e a recuperação da rede elétrica.

Trata-se de um farolim que começou a funcionar a 21 de janeiro de 1930 e que passou por várias fases de evolução tanto no equipamento como na estrutura.

O que já se sabe sobre o Bacalhau Story Centre

O Bacalhau Story Centre será um espaço de homenagem ao bacalhau, enquanto símbolo cultural, histórico e de gastronomia em Portugal. Um centro dedicado à história deste produto tão tradicional português está integrado num Plano de Requalificação Ribeirinha de Lisboa.

TRÊS CIDADES FILIPINAS COM O NOME DE MAGALHÃES

Portugal produziu o homem que colocou grande parte do mundo no mapa

"Magalhães, Magallanes, Magellan é um título enganosamente inocente para o seminário de Lisboa organizado pela Embaixada das Filipinas. O simples ato de posicionar a forma em português, espanhol e inglês do sobrenome de um explorador do século XVI ressalta não apenas questões de idioma e tradução, mas a um nível mais profundo, a questão do ponto de vista da história.

Nas Filipinas não faltam referências históricas: há três cidades com o nome de Magalhães nas províncias de Sorsogon Cavite e Agusan del Norte; um condomínio fechado de luxo, uma estação ferroviária e um intercâmbio rodoviário em Makati, na Grande Manila. Existem numerosos nomes de ruas, monumentos, memoriais e referências históricas em todas as Filipinas que os filipinos veem diariamente, mas não prestam atenção.

Navio-escola Sagres parte a 5 de Janeiro para aventura ao estilo do século XVI

O navio-escola “Sagres” vai partir em janeiro para uma viagem de mais de um ano, integrada nas comemorações do V Centenário da Circum-Navegação de Fernão Magalhães, com o ministro da Defesa a afirmar que é uma das iniciativas “mais importantes”.

O bacalhau e os portugueses: uma relação com séculos

Se em Espanha a imagética de um povo está associada ao placard de um touro negro nas lezírias, em Portugal ela traduz-se em muito no ideário construído pelo Estado Novo à volta bacalhau, em que se quis tornar a arte dura de pescar nos mares do Norte herdeira das viagens de 1500.

ÁLVARO GARRIDO:

«Centralidade do bacalhau na identidade portuguesa é um belo mistério»

Professor na Faculdade de Economia de Coimbra, Álvaro Garrido tem vários livros sobre a história do bacalhau. Diz que desde a Idade Média consumimos o fiel amigo, importado, mas que logo no início do século XVI andávamos na Terra Nova a pescá-lo, tradição que renasceu no século XIX e que o Estado Novo reforçou com a campanha do bacalhau.

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