Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística




Trafaria Praia

O "Trafaria Praia" e o "São Paulus" pertencem à classe alemã. Foram construídos pelo Estaleiro Schell & Johnhk, em Hamburgo, em 1959. Têm capacidade para 275 e 293 passageiros respectivamente, distribuídos por dois salões e dois tombadilhos, com instalações sanitárias.

Descoberto navio do século XIX durante dragagens no porto da Horta

Um navio de madeira do século XIX, forrado em cobre, foi decoberto no fundo do mar durante as operações de dragagem no novo cais de passageiros do porto da Horta, nos Açores, revelou um invetsigador que acompanhou o achado.

Experiências de TSF no Cruzador D. Carlos

A 26 de Maio de 1902, são efectuadas mais algumas experiências de T.S.F. Trocaram-se mensagens entre a estação de semáforos de Cascais e o cruzador “D. Carlos”; a estação estava apetrechada com um equipamento da marca Slaby & Arco.
Esta experiência de T.S.F. apenas mereceu umas linhas explicativas do feito na imprensa da época. Entre outras noticias apenas o título «Telegraphia sem fios» se destacava.

O salvamento heróico do «Veronese»

Os Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça comemoram o centenário do salvamento heróico do "Veronese", um navio inglês com destino à América do Sul que encalhou a 350 metros da costa. Dos 232 passageiros que seguiam a bordo, os voluntários salvaram 90, com fracos meios e soluções improvisadas. Um feito que os colegas de profissão recordam, agora, com orgulho e "uma sensação de dever cumprido".

VEJA UM FILME DE 1913

O Naufrágio de Veronese

Vídeo da Invicta Film disponibilizado pela Cinemateca Nacional.

8 DE FEVEREIRO DE 1904

Começa a Batalha de Port Arthur

Depois de apoiar o desembarque das suas forças no norte da Coreia, a esquadra japonesa dirigiu-se para Port Arthur com o objectivo de impedir a saída dos navios russos do porto. A declaração de guerra oficial do Japão à Rússia foi emitida a 8 de Fevereiro, mas entregue em Moscovo no dia 10 de Fevereiro de 1904.

1934

Londrinos ficam com o Tejo... e com o Douro também

"Está concluído mais um navio do programa naval em execução: o contra-torpedeiro «Tejo», construído em Portugal e por operários portugueses, nos estaleiros da Sociedade de Construções Navais, navio que, por sinal, não ficará, bem como o «Douro», pertencendo à Armada Portuguesa, pois foram os dois cedidos, em condições especiais, à casa inglesa Vickers, que assim o pediu ao govêrno português, para satisfazer uma encomenda urgente que teve de um país sul-americano".

3 DE FEVEREIRO DE 2006

Al Salam Boccaccio 98 afunda-se devido a incêndio no porão - Mais de 1000 mortos

Um incêndio a bordo do ferry egípcio Al Salam Boccaccio 98 [IMO nb - 6921282] espoletou uma série de incidentes que levaram ao seu naufrágio no Mar Vermelho, a 3 de Fevereiro de 2006, causando mais de 1 000 mortos.
As investigações preliminares indicavam que um camião havia irrompido em chamas no porão de carga do navio Ro-Ro. Após tentativas da tripulação para extinguir o fogo, os esforços do capitão para rodar o navio de volta fez com que este adornasse e afundasse, já que na altura tanto o vento como o mar estavam muito agitados. Alguns dos sobreviventes afirmam que o adornamento ocorreu pouco antes do naufrágio.

1 DE FEVEREIRO DE 1758

Que logo se levantem seis competentes faróis!

Dada a necessidade de assinalar o relevo da costa e os seus perigos para a navegação marítima, desde o século XVI que há registos da construção de faróis na faixa costeira de Portugal continental.
Durante algum tempo, o serviço dos faróis esteve a cargo de corporações marítimas locais, transferindo-se depois, finalmente de forma estruturada, para a Junta do Comércio em 1 de Fevereiro de 1758, data em que Marquês Pombal lança um alvará com força de lei no qual ordena: que logo se levantem seis competentes faróis para guia da navegação das referidas costas e barras .

MAIS DE 5 MIL MORTOS

30 de Janeiro de 1945: Naufrágio do navio Wilhelm Gustloff

No final de Janeiro de 1945, a poucas semanas do fim da Segunda Guerra Mundial, multidões de alemães estavam em fuga do cerco soviético no centro da Europa. Enfrentando temperaturas de 20 graus Celsius negativos, o formigueiro humano vinha em direcção à costa do Mar Báltico. Na maioria eram mulheres e crianças, com a expectativa de entrar num navio com destino ao Ocidente.

24 DE JANEIRO DE 1808

Família Real chega ao Brasil

A 29 de Novembro de 1807, a família real, acompanhada de um imenso séquito de fidalgos, de altos funcionários, e da tropa que havia disponível na capital, embarca para o Brasil. No dia seguinte, o general Junot entrava em Lisboa, ainda a tempo de aprisionar alguns navios do comboio real, mais retardatários na partida, e que não tiveram oportunidade de escapar. A viagem foi cheia de peripécias, devidas ao pavor que se apoderou dos fugitivos. Por último, ainda, fortes temporais dispersaram a frota, sendo parte dela obrigada a aportar na Bahia, onde a corte desembarcou. a 24 de Janeiro de 1808.

ENTROU EM FUNCIONAMENTO A 23 DE JANEIRO DE 1923

Farol de Vila Real de Sto. António

Ligado à rede de distribuição pública de energia eléctrica em 1947, viu a máquina de relojoaria que movimentava o aparelho substituída por motores de rotação; em 1950 foram-lhe instalados vários sistemas de alarmes automáticos sonoros e luminosos, a exemplo do que pouco antes se fizera em Aveiro, no Cabo da Roca e no Cabo de Santa Maria. Dez anos mais tarde recebeu o ascensor para acesso à lanterna.
 

QUANDO UM NAVIO FICA PARA A HISTÓRIA

Desvio do «Santa Maria» a 22 de Janeiro de 1961

O desvio do paquete 'Santa Maria' começa na madrugada de 22 de Janeiro de 1961, com a entrada de vários membros na ponte de comando do navio, e durante vários dias vai concentrar as atenções de todo o mundo para a primeira acção política deste género. Inicia-se um acontecimento que vai marcar o tom da contestação a Salazar, ao regime e à política colonial.

 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Latas de conserva da Ramirez encontradas na despensa de Hitler

No ano em que morreria Dona Maria II e rebentava a guerra da Crimeia, o andaluz Sebastian Ramirez descia o Guadiana e fundava em Vila Real de Santo António a primeira conserveira portuguesa. O investimento combinava a preparação de atum em salmoura com a produção de tecidos e fardas. Mas depressa a família abandonou o têxtil e se concentrou no negócio que lhe daria fama e proveito.

«DORI» afundou a 16 de Janeiro de 1964

O "Edwin L. Drake", agora "Dori", não tem nada a ver com os “nossos” dóris da pesca do bacalhau. Lançado à água em 1943, pela War Shipping Administration (International Freighting Corp) dos Estados Unidos da América, com o nome de Edwin L. Drake, começou por ser um Liberty-ship, participando na "Operação Overlord", o desembarque na Normandia, a 6 de Junho de 1944 (Dia D).

A 15 DE JANEIRO DE 1950 PASSOU A FUNCIONAR COMO FAROL AERO-MARÍTIMO

Farol de Sines

Este farol foi estabelecido no fim da primeira quinzena do mês de abril de 1880.
O edifício do farol era composto de três corpos, sendo os dois inferiores compostos, cada um, de um pavimento, e o superior constituído por uma torre cilíndrica, tendo no coroamento uma varanda de ferro, e na parte superior um corpo cilíndrico de menor diâmetro, sobre o qual assentava a lanterna.

REGRESSO A ALMADA A 18 DE JULHO DE 2009

CACILHAS - O farol-ambulante

A 18 de Julho de 2009 realizou-se a cerimónia de recolocação e cedência ao município de Almada, do antigo Farol de Cacilhas.
O ex-Farol de Cacilhas, no período entre finais de 1983 e o ano de 2004, substituiu o Farol da Serreta (parcialmente destruído por um forte sismo) e, a pedido da autarquia de Almada que considerava o Farol de Cacilhas como parte da história e do património cultural daquela edilidade, foi em 4 de Outubro de 2007, celebrado um protocolo com a Marinha conducente à execução pela Direcção de Faróis da recuperação da estrutura metálica do farol, sua montagem em local a definir e instalação de um sistema de iluminação de baixa intensidade, passando a constituir uma nova “conhecença”, embora sem funções de Ajuda à Navegação.
 

COSTA CONCORDIA

Simbolismo e comoção na cerimónia do primeiro aniversário da tragédia

Sobreviventes e familiares de vítimas do naufrágio do Costa Concordia lembraram este domingo na ilha de Giglio, em Itália, o primeiro aniversário da tragédia, tendo como pano de fundo o próprio navio, que continua encalhado no mesmo local onde afundou parcialmente. Algumas daquelas pessoas que viveram de perto o naufrágio na fria noite de 13 de janeiro de 2012 voltaram à pequena ilha italiana para homenagear os 30 mortos e dois desaparecidos.

Destroços do «Costa Concordia» removidos em Setembro

A remoção dos destroços do "Costa Concordia", o navio encalhado há um ano no pequeno porto da ilha toscana de Giglio, ocorrerá o mais tardar em Setembro, prometeu este sábado o chefe da protecção civil italiana.
"O programa prevê a retirada definitiva do navio em Setembro", declarou Franco Gabrielli durante uma conferência de imprensa na ilha de Giglio, onde este domingo, 13 de Janeiro de 2013, se assinala o naufrágio que causou 32 mortos.

9 DE JANEIRO DE 1970

Avaria grave no paquete IMPÉRIO

A 9 de Janeiro de 1970, quando o IMPÉRIO se dirigia para Angola e Moçambique, com a sua sempre excessiva lotação de militares, as máquinas pararam, deixando o navio à deriva e a meter água. A preocupação começou a manifestar-se entre os soldados (que, na sua esmagadora maioria, nunca haviam utilizado tal meio de transporte), pelo facto de ter faltado a energia eléctrica e, também, por não receberem informaçõesa dignas de fé sobre o que realmente se passava a bordo.

Total: 801