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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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VIAJANDO PELA HISTÓRIA - 1928

Esquadra naval italiana em Lisboa

Reportagem fotográfica da revista "Ilustração", de 16 de Agosto de 1928.

UM VÍDEO EM DESTAQUE

Vista geral do Porto de Leixões, 1927

Porto de Leixões, Matosinhos e Leça da Palmeira em 1927. Filme dos Serviços Cinematográficos do Exército, disponibilizado online pela Cinemateca Portuguesa.

27 DE JUNHO DE 1953

Lançamento às águas do Mondego do arrastão «Almada»

Com a presença do comandante Américo Tomas, ministro da Marinha, acompanhado de altas individualidades ligadas à marinha mercante e aos organismos de pesca, realizaram-se a 27/06/1953, nos Estaleiros Navais do Mondego, no porto da Figueira da Foz, as cerimónias da colocação da quilha na carreira de construção e cravação dos primeiros rebites no navio-motor de pesca à linha CAPITÃO JOSÉ VILARINHO, que se destinava à firma de armadores de pesca do bacalhau, José Maria Vilarinho, de Ílhavo, cerimónia a que procederam o ministro da Marinha e o comandante Tenreiro, e do lançamento á agua do navio-motor de pesca por arrasto ALMADA, encomendado pela Companhia Portuguesa de Pesca, de Lisboa.
 

7 DE SETEMBRO DE 1977

EUA acordam passagem do controle do Panamá em 1999

Os Tratados Torrijos-Carter (às vezes referidos no singular como o Tratado Torrijos-Carter) são dois tratados assinados entre os Estados Unidos da América e o Panamá em Washington, DC em 7 de setembro de 1977, anulando o Tratado Hay-Bunau-Varilla assinado em 1903.
Esses dois tratados garantiam ao Panamá o controle do Canal do Panamá - até então sob controle dos Estados Unidos - a partir de 1999.

ESTALEIROS NAVAIS DO MONDEGO - 1987

Lançamento à água de atuneiro para exercer a faina nos Açores

Notícia na primeira página do bi-semanário noticioso, literário e anunciador “O Figueirense”, de 9 de Janeiro de 1987, dando conta do lançamento à água de um navio atuneiro destinado a “exercer a sua faina nos Açores”.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA - 1972

Estaleiros Navais do Mondego constroem navio para a Mutualista Açoreana

Notícia na primeira página do bi-semanário noticioso, literário e anunciador  “O Figueirense”, reportando a cerimónia de assinatura do contrato de construção de um navio para a Mutualista Açoreana, embarcação destinada a efectuar a ligação Ponta Delgada-Lisboa.
A “carreira” fazia, por vezes, escala em Setúbal e Vila Real de Santo António, realizando, em média, “21 viagens redondas”.

AÇORES

As ilhas efémeras

Entre Janeiro e Fevereiro de 1811, começou a sentir-se uma crise sísmica que afectou as povoações do extremo sudoeste da ilha de São Miguel, com destaque para a freguesia dos Ginetes, com emissão de gases no mar, frente à Ponta da Ferraria. Em Maio e Junho daquele mesmo ano, a actividade sísmica manifestou-se de novo, fazendo ruir rochedos e arruinando muitas casas. A 10 de Junho de 1811, a cerca 5 Km da costa, surgiu uma nova ilha, com cerca de 2 km de perímetro e que chegou a atingir perto de 100 metros de altura. Foi baptizada pelos locais de "Ginete", devido à proximidade com a freguesia com o mesmo nome.

CONSTRUÍDO PELOS ESTALEIROS NAVAIS DO MONDEGO

Discurso de Bissaya-Barreto na entrega do arrastão «Almourol»

Notícia na primeira página do bi-semanário “O Figueirense”, reportando a cerimónia de entrega, em Lisboa, do arrastão “Almourol”, construído pelos Estaleiros Navais do Mondego, na Figueira da Foz.
Sob o antetítulo “O PORTO DA FIGUEIRA EM FOCO”, a notícia, de 6 de Janeiro de 1968, surgia com o extenso título “A importância dos nossos portos na valorização da Marinha Mercante salientada pelo Prof. Bissaya-Barreto na cerimónia de entrega do arrastão ALMOUROL”.
Bissaya-Barreto presidia, ao tempo, ao Conselho de Administração dos ENM.
 

UM VÍDEO EM DESTAQUE

Figueira da Foz, Rainha das praias portuguesas

Documentário de 1930, dedicado à Figueira da Foz. Produção de “Films Sanmael”, agora disponibilizado online pela Cinemateca Portuguesa. Como é sabido, ao tempo, a “armada espanhola” invadia as praias figueirenses.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO - 1934

Nasceu em mim a ideia de que os referidos tripulantes andavam indocumentados

Domingos Maria da Silva e Souza Júnio, arrais residente em Quintas da Torreira, e Manoel Lopes Fião, residente no lugar de Carregal de Ovar desrespeitaram as ordens do fiscal para identificar a embarcação por desconfiar "que os referidos tripulantes andavam indocumentados". As tentativas do guarda levaram-no a disparar "um tiro para o ar a fim de os intimidar" e um segundo para a proa. A desobediência e ao atrevimento na resposta dada por Manoel Lopes Fião afirmando "atira pra o meu cú", levou o fiscal a autuá-los e a intimá-los a comparecer na capitania do Porto, no dia 13 de Fevereiro para resolver o assunto.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO - 1934

Carreira entre o Porto de Aveiro e as ilhas

Carta de Daniel da Silva, proprietário do Lugre Ilda, que efetua a carreira entre o Porto de Aveiro e as ilhas, enviada à Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro, dando conta dos elevados custos das taxas de reboque praticados pelas empresas de rebocadores do Porto de Aveiro, em comparação com os valores praticados nos outros portos nacionais, e participando a falta de cumprimento dos serviços contratados com o Rebocador Furão - Angra do Heroísmo, em 30 de Junho de 1934

13 DE AGOSTO DE 1934

Encalhe do Lugre «Ilda» na Barra de Aveiro

O lugre «Ilda» perdeu-se, por encalhe na barra de Aveiro, na manhã de 13 de Agosto de 1934, quando seguia para o arquipélago dos Açores com um carregamento de sal da ria. A sua perda (num banco de areia situado a sul do farol) foi considerada total, pelo facto de se terem revelado infrutíferas todas as tentativas para o safar. Nomeadamente aquelas que incluíram a participação do rebocador «Vouga».

3 DE FEVEREIRO DE 1488

Bartolomeu Dias chega à Baía de Mossel

…Como lhes pareceram hostis, os navegadores continuaram para leste, entrando numa baía a que puseram o nome de Aguada de S. Brás, por ser dia 3 de Fevereiro, onde desembarcaram e se abasteceram de água fresca. É a actual Mossel Bay (Baía dos Mexilhões). Sem se aperceberem disso, tinham dobrado a África.

O Sino de Mergulho

Os sinos de mergulho constituem o primeiro equipamento de mergulho mecânico a ser desenvolvido (entre os séculos XVI e XVII). Nada mais eram que câmaras rígidas lastreadas para se manterem com a boca para baixo e com flutuabilidade negativa, afundando mesmo quando cheios de ar.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | 23.12.1822

Nasce Wilhelm Bauer

Wilhelm Bauer foi um engenheiro e inventor alemão. Construiu diversos submarinos sem motor, accionados manualmente. O submarino Brandtauscheur, de sua autoria, contava com a originalidade de manter a estabilidade a navegar em imersão, uma característica que não era fácil de obter.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO

Incitar à greve dava prisão

Cópia do ofício n.º 131, do Engenheiro-Diretor, Francisco Perdigão dirigido ao Diretor Geral dos Serviços Hidráulicos, em Lisboa, após reunião com Governador Civil do Distrito e o Delegado do Instituto Nacional do Trabalho, informando sobre a decisão de “manter as determinações que estavam feitas” e do aviso feito ao pessoal sobre o despedimento dos que não voltassem ao trabalho e envio sob prisão à presença do Governador Civil dos que incitassem à greve. - Secretaria da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro, em 17 de Março de 1944

O ENGENHEIRO QUE REVOLUCIONOU OS CONTENTORES

Keith Walton Tantlinger morreu aos 92 anos, a 27 de Agosto de 2011

É verdade que os contentores já eram usados para o transporte marítimo no século XIX, mas foi Keith Walton Tantlinger que, há seis décadas atrás, em conjunto com Malcom McLean, concebeu as adaptações necessárias à sua vulgarização. Não os inventou, mas tornou-os comercialmente viáveis. Há quem o alcandore ao topo dos que contribuíram para a globalização do planeta. Morreu como sempre viveu, longe das luzes da ribalta, apesar do registo de 79 patentes nos Estados Unidos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO

Os punhos à cara, tudo isto diante do pessoal

O Eng. Fernandes questionou a situação e não satisfeito com a resposta manda calar o guarda ao mesmo tempo que lhe mete "os punhos à cara, tudo isto diante do pessoal". Testemunharam o facto o dragador Augusto André e os trabalhadores João da Rocha, António Carapelho, Maria Vidreiro e Lionilde Vidreiro.

Farol do Cabo Espichel

Torre hexagonal de alvenaria e edifícios anexos, localiza-se no cabo do mesmo nome, em Sesimbra.
Há notícias de que já em 1430 a irmandade de N.S.ª do Cabo tinha instalado um farolim predecessor do actual farol.
O farol foi erguido no Cabo Espichel porque, segundo uma lenda, um habitante de Alcabideche viu, em 1410, uma estrela muito brilhante sobre o Cabo, que se acreditou ser uma aparição de Nossa Senhora do Cabo a acalmar o temporal e a iluminar o oceano.

Lendas de Nossa Senhora do Cabo Espichel

«No mar Oceano, para a parte do meio dia a sul da Corte, e Cidade de Lisboa, mete a terra hua ponta, ou despenhada rocha, a que os navegantes chamam o "Cabo de Espichel", e os antigos chamaram Promontório Barbárico (…) Neste sítio sobre a rocha se vê ao presente rua Ermidinha, que se edificou para memória, a que chamam o Miradouro; é tradição constante, que apparecera a imagem de nossa Senhora que por ser vista naquela rocha, a que chamão Cabo, a denominàrão com este título." E passa a identificar os autores da descoberta: "Os venturosos", e os que primeiro descubriram este rico tesouro, foram alguns homens da Caparica, que iam aquela serra a cortar lenha; e daqui teve principio serem eles os primeiros também, que a festejassem. Por esta causa vão todos os anos com o seu sirio a solemnizar a sua festa em o primeiro Domingo de Junho (…). ”
— Frei Agostinho de Santa Maria, »
 

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