Portos de Portugal
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Alberga o maior estaleiro do País

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O Paraíso dos Cruzeiros

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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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HÁ 118 ANOS

Rei D. Carlos iniciava visita à Madeira

Passam hoje, 22 de Junho de 2018, 118 anos da chegada do Rei D. Carlos e da sua comitiva à Madeira. O monarca este na ilha até dia 24, rumando depois aos Açores.
Uma comitiva de peso, viajando nos cruzadores S. Gabriel, D. Amélia e D. Carlos. Percorreram a Madeira e todas as ilhas dos Açores. Rezam as crónicas que foram recebidos com grande entusiasmo, organizando-se várias festas em homenagem dos reis.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Reinaldo Oudinot por Aveiro, Póvoa do Varzim e Funchal

A ideia de construção da Barra de Aveiro surgiu pelo facto de, noutros tempos, os rigorosos Invernos degradarem a Barra de Aveiro com areia, afectando os campos e salinas tornando-os em pântanos levando à decadência da economia da região, uma vez que da Barra dependiam o sal, a pesca na ria, o tráfego comercial, o movimento da frota bacalhoeira e, em tempos mais remotos, a apanha do moliço.
Em 1802, o Coronel Engenheiro Reinaldo Oudinot e o Capitão Engenheiro Luís Gomes de Carvalho, foram encarregados de elaborar um plano para a criação de uma nova Barra. Os planos foram feitos e aprovados ainda nesse mesmo ano.

MAUNSELL MORREU HÁ 51 ANOS

Os fantasmagóricos fortes de Guy Maunsell no Tamisa

A 20 de Junho de 2012 passam cinquenta e um anos sobre a morte de Guy Maunsell, o autor dos fantasmagóricos fortes no Tamisa, no decorrer da II Guerra Mundial. Um deles deu origem, anos depois, ao mais pequeno «país» do mundo.

Encontraram o barco do capitão de «Moby Dick»

Um grupo de arqueólogos marinhos encontrou junto à costa do Honolulu, no Havai, vestígios de um baleeiro do século XIX - um dos famosos barcos conduzidos pelo capitão George Pollard, que inspirou o filme Moby Dick de Herman Melville.
Arpões, lanças de caça, âncoras e utensílios de cozinha estavam entre as peças descobertas e mostradas ao público na última sexta-feira pela National Oceanic and Atmospheric Administration.
 

BALEEIRO KARLUK PARTIU A 17 DE JUNHO DE 1913 PARA NÃO MAIS VOLTAR

Inferno no gelo

A trágica história da expedição canadiana que naufragou no Ártico em busca de um continente escondido entre o Alasca e o Pólo Norte. Havia 25 pessoas a bordo – 22 homens, incluindo dois caçadores esquimós que se tinham juntado à expedição em Point Barrow, Alasca, com a esposa e duas filhas de um deles. Todos estavam aterrorizados perante a perspectiva do navio ser esmagado pelo gelo.
 

A «depravação sexual» dos pinguins ficou um século no armário

George Murray Levick foi um pioneiro no estudo dos pinguins-de-Adélia. Entre 1911 e 1912, acompanhou um ciclo inteiro de reprodução desta espécie, na Antárctida, algo que até hoje mais ninguém fez. Mas não publicou todas as suas descobertas: o capítulo sobre os hábitos sexuais destes pinguins foi deliberadamente escondido, devido aos “horrores” que continha.

Os Barcos e o Tejo

Chata, Saveiro, Varino, Batel, Barcos do alto de Sesimbra, Canoa do alto, Muleta, Bote do Seixal, Canoa do Seixal, Galeão a remos, Buque, Galeão a vapor, Caíque, Canoa da Picada, Enviada...

PADRE ANTÓNIO VIEIRA

Sermão de Sto. António aos peixes

Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

13 de Junho de 1968 - Lançado à água o primeiro cargueiro nuclear europeu

A 13 de Junho de 1968 foi lançado à água o navio alemão Otto Hahn. Depois de quase cinco anos de desenvolvimento, execução do projecto e fase de testes, o estaleiro em Kiel apresentou o cargueiro. O projecto do primeiro navio de carga com propulsão nuclear da Europa (e único da Alemanha) foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisas de Geesthacht e construído pela Deutsche Babcock, Interatom (Siemens) e pelo Howaldtswerke, estaleiro da cidade de Kiel.
A Alemanha foi o terceiro país do mundo a desenvolver esta tecnologia, depois dos Estados Unidos e da União Soviética.
 

11 DE JUNHO DE 1910

Nasce Jacques-Yves Cousteau

A 11 de Junho passa mais um aniversário do nascimento do oceanógrafo e activista do ambiente Jacques-Yves Cousteau, em França. O comandante Jacques-Yves Cousteau notabilizou-se pelas suas investigações subaquáticas e pelos seus livros e documentários televisivos, largamente difundidos. Em 1950 tornou-se o comandante do Calypso, um draga-minas convertido em navio oceanográfico que se tornaria conhecido mundialmente, e em 1957 director do museu oceanográfico do Mónaco. Foi eleito membro da Academia Francesa em 1988. Faleceu em 1997.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A carreira das Índias

A principal consequência dos descobrimentos portugueses no século XVI foi estabelecer uma ligação anual entre Lisboa e os portos do Oriente, Goa, Cochim e Malaca. A Carreira da Índia tornou-se um elo fundamental no comércio de especiarias de Portugal com seu Império Asiático.

29 DE MARÇO DE 1952

Relato da chegada do «Vera Cruz» a Santos

A chegada de um transatlântico em viagem inaugural a Santos, como a do Vera Cruz, em 1952, representava mais que uma curiosidade de milhares de pessoas que se aglomeravam junto às muretas da Ponta da Praia. Era um acontecimento político, social e cultural dos mais importantes envolvendo Brasil e Portugal.
Não era sem razão que essa viagem inaugural, especificamente, ao tocar no porto do Rio de Janeiro, em 29 de março de 1952 (um sábado), o navio trazia a bordo dezenas de editores e jornalistas dos principais jornais portugueses, para registrar nos diários lusitanos, por exemplo, a acolhida que o Vera Cruz teve assim que sua silhueta surgiu na Baía da Guanabara.

 

«Vera Cruz» levou emigrantes para o Brasil e tropas para África

Duas excelentes piscinas, ginásio com todo o aparelhamento de ginástica, inclusive remadores e bicicletas fixas, um salão de jogos, court de tênis, uma cabine de rádio para transmitir programas para os 230 alto-falantes de bordo, com recente coleção de discos de músicas clássica e moderna, uma capela com imagem de Nossa Senhora dos Navegantes, amplos salões e confortável mobiliário etc., tudo foi planejado e executado de maneira a dar aos passageiros a mais agradável impressão e o máximo de bem estar durante a viagem.

9 DE JUNHO DE 1821

Carreira marítima Lisboa-Porto

A 9 de Junho de 1821 a Marinha de Comércio portuguesa dava um salto tecnológico significativo, com o estabelecimento da primeira carreira regular por navios movidos a vapor.
Com efeito o CONDE DE PALMELLA, primeiro vapor português, largou de Lisboa nesse dia, um sábado, com destino ao Porto (Douro), onde entrou cerca das 11:00 de 13 de Junho, comandado por João de Araújo Guimarães, depois de ter arribado a Peniche devido à forte nortada.

4 DE JUNHO DE 1939 - IGNOMÍNIA COMETIDA POR AMERICANOS E CUBANOS

Passageiros do St. Louis condenados ao extermínio

O paquete St. Louis, que saiu da Europa com 900 refugiados judeus entre os seus passageiros, vê negada autorização para entrar nos portos da Florida. Depois de ter sido recusado por Cuba, voltou para a Europa; muitos dos passageiros judeus morreram nos campos de guerra nazis durante a Segunda Guerra Mundial.

Paquetes da companhia Hamburg-Süd

Tal como ainda hoje acontece com as viagens transatlânticas posicionais de navios de cruzeiros da Europa para a América do Sul e regresso, o Porto de Lisboa foi sempre uma importantíssima porta de saída e entrada associada aos navios de passageiros utilizados nas carreiras regulares entre a Europa e a América do Sul desde o arranque destes serviços na década de 1850 até ao seu desaparecimento no final dos anos oitenta do século XX.
Uma das companhias de navegação europeias mais destacadas nesta carreira foi a Hamburg-Süd, ainda hoje uma das mais importantes empresas armadoras da Alemanha, e que até 1939 teve um papel importante no tráfego de passageiros e em cruzeiros.

CAMINHO DE FERRO CHEGA A PORTUGAL

Murmurava-se insistentemente que a ponte de Sacavém não podia resistir ao peso...

"Grande acontecimento, o caminho de ferro! A vantagem da sua construção em Portugal fora discutidíssima (...) era curioso ouvir nos serões lá de casa as diversas opiniões (...) a Nação ia gastar montes de libras e um país que possuía o Tejo e o Douro não precisava de mais nada. Os rios eram muito mais seguros e muito mais baratos (...) Em todo o caso, a maioria era pelo caminho de ferro (...) Chegou, enfim, o solene dia da inauguração (...) Murmurava-se insistentemente que a ponte de Sacavém não podia resistir ao peso..."

COMBOIO MAL-AMADO

Sinal anunciador da vingança do Céu e da chegada do Anti-Cristo

O célebre físico e astrónomo Arago ficou célebre na história dos caminhos de ferro por ter afirmado, em discurso pronunciado em 14 de Junho de 1836, por ocasião da discussão da lei de concessão da Linha Paris-Versailles, que "a passagem súbita de um túnel produziria, nas pessoas sujeitas a transpiração, fluxos de peito, pleurisias e catarros".
Um estadista como Thiers, apesar do êxito das linhas inglesas, troçava do futuro e do valor prático do caminho de ferro; qualificava-o de "brinquedo para os parisienses", chegando a mostrar receio de que a locomotiva explodisse e os passageiros fossem vítimas da mudança brusca de temperatura e da atmosfera glacial dos túneis".

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Carris primeiro, comboio depois

Os carris são muito mais antigos que a locomotiva e, como ela, foi nas minas que nasceram...
O mais antigo vestígio de carris aparece no século XV, na "Cosmografia Universal" de Sebastião Munster, cuja primeira edição foi publicada em Bâle em 1550 e que descreve, com gravura, um mineiro empurrando, nas minas de Leberthal, na Alsácia, uma carreta com pequenas rodas que rolam sobre uma longarina, que é afinal o carril primitivo..."

26 DE MAIO DE 1970

O VERA CRUZ pelas ondas sísmicas gigantes da costa sul-africana

O paquete VERA CRUZ, 186m/ 21,750tb, da CCN, Lisboa, não foi excepção às chamadas ondas sísmicas gigantes da costa sul-africana, corrente das Agulhas, quando na madrugada de 26/05/1970, com cerca de 3.000 pessoas a bordo, na sua maioria militares, perto do Cabo das Tormentas, nas 100 braças, foi apanhado por uma onda descomunal, que além de provocar avarias graves nas estruturas daquele enorme navio, fez quebrar os vidros temperados de todas as janelas da ponte de comando e ainda fez desaparecer mapas, cartas de marear, réguas, esquadros, compassos, etc., dos armários da casa de navegação . Note-se que aquelas estruturas estavam a 20 metros acima do nível do mar.

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