Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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«Os portugueses estiveram na Austrália; os ingleses descobriram-na»

Há onze anos, João Oliveira e Costa foi à Austrália em trabalho. Querendo avaliar as necessidades da comunidade portuguesa instalada nos nossos antípodas, o historiador da Universidade de Lisboa resolveu perguntar aos compatriotas o que é que eles precisavam. “Equipamentos de mergulho”, responderam. “Porquê?”, terá perguntado. “Queremos ir buscar ao fundo do mar as provas de que os portugueses foram os primeiros a chegar cá”, responderam eles.

INVESTIMENTO DE 750 MIL EUROS

Reabilitação do navio Gil Eannes concluída até final do ano

A reabilitação do antigo navio-hospital Gil Eannes, iniciada dia 20 nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), deverá estar concluída até final do ano, anunciou a fundação que gere o navio. Em causa estão obras no valor de 750 mil euros, comparticipadas por fundos comunitários, que visam transformar o navio, ancorado na doca de Viana do Castelo desde 1998, na porta de entrada do futuro Centro de Mar da cidade.

INQUÉRITO À INDÚSTRIA DO SAL – SALGADO DE AVEIRO - 1956

Proprietários e marnotos na maior harmonia

Também existe no salgado de Aveiro, de modo geral, perfeito entendimento entre proprietários e marnotos, que colaboram, entre si, na maior harmonia. Pode mesmo afirmar-se que o mamoto criou, neste salgado mais do que em qualquer outro, direitos especiais com o andar dos tempos, sendo hábito tradicional transmitir-se a exploração das marinhas de pais a filhos.

SAL DE AVEIRO

Epopeia dos marnotos

Quem estende a vista pela imensa planície líquida da Ria de Aveiro e a fixa no caprichoso mosaico composto pelas marinhas de sal, está longe de se aperceber do esforço heróico do marnoto aveirense. O que ele luta, Santo Deus, para arrancar das águas lagunares os cristais de sal...

22 DE FEVEREIRO DE 1943

Hidroavião Yankee Clipper afunda-se no Tejo

No final da tarde do dia 22 de Fevereiro de 1943 o hidroavião Yankee Clipper afundou-se no Tejo quando se preparava para amarar no aeroporto de Cabo Ruivo.
Vindo dos Estados Unidos, o Clipper, como ficou conhecido, tinha feito escala nos Açores, numa rotina que durava há já 4 anos sem que se verificasse qualquer acidente.
Apesar do rápido accionamento das equipas de socorro, tanto das companhias de aviação presentes no aeroporto como dos bombeiros e de outras corporações de assistência, foi elevado o número de desaparecidos.
 

20 DE FEVEREIRO DE 1857

Fundação da Norddeutscher Lloyd

A 20 de Fevereiro de 1857 começavam em Bremen as actividades da linha alemã de navegação Norddeutscher Lloyd. Durante muito tempo os seus navios de passageiros ligaram a Europa a outras partes do mundo. No início da sua história, apenas o nome estava definido: "Norddeutscher Lloyd", escrito em letras garrafais na capa de uma pasta de arquivo. O autor era Hermann Henrich Meier, grande comerciante de Bremen, cônsul e banqueiro, mais tarde eleito para o Reichstag (Parlamento alemão de 1867 a 1945).
Ambicioso, Meier não podia ver a Hapag (sociedade anónima teuto-norte-americana de transporte de cargas), fundada em Hamburgo em Maio de 1847, operando com sucesso no Atlântico Norte.

19 DE FEVEREIRO DE 1855 - Primeira previsão internacional do tempo

Em Novembro de 1854, um forte vendaval no Mar Negro destruiu completamente a frota conjunta da Inglaterra, França e Turquia, países que lutavam na Guerra da Crimeia. Eram as forças da natureza guiando os destinos do homem. Para evitar novas surpresas meteorológicas no futuro, Napoleão III encarregou Urbain Leverrier, astrónomo e director do Observatório de Paris, de estudar o fenómeno.

REPORTAGEM RTP

Investigadores vão procurar barcos naufragados na baía do Funchal

Está em marcha um projecto para mergulhar em busca de embarcações naufragadas na baía do Funchal. Por agora encontra-se em fase de pesquisa documental, mas já recebeu autorização para avançar no mar.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO

As fúrias de José Labareda

No relato da ocorrência, o fiscal refere que tendo em conta os factos decorridos "numa obra do Estado", deveria ser dado conhecimento da mesma às autoridades. Assim, acompanhou a vítima ao Regedor de São Jacinto que referiu não ter competências para tratar o assunto. De seguida reportou ao Cabo do Mar que também afirmou não ter competência pelo facto de a ocorrência não decorrer dentro de uma embarcação. Por fim acompanhou o agredido a casa do enfermeiro da Escola de Aviação-Naval Gago Coutinho para cuidar dos ferimentos na cabeça e peito.

17 DE FEVEREIRO DE 1869

Nasce Gago Coutinho

Gago Coutinho concebeu o primeiro sextante com horizonte artificial a ser usado a bordo das aeronaves. Com o apoio desse instrumento, realizou a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, entre Lisboa e o Rio de Janeiro, na companhia de Sacadura Cabral. Executou levantamentos geográficos dos territórios ultramarinos determinantes para a cartografia. Ficou célebre. “É um apaixonado pela vida e pelo saber. Um homem à frente do seu tempo”*.
Passam hoje 143 anos do nascimento de um homem que integra, de pleno direito, lugar de honra na Galeria dos Grandes Portugueses.

ODISSEIA COMEÇOU A 16 DE FEVEREIRO DE 1980

2 DE DEZEMBRO DE 1983 - Tollan: finalmente a cambalhota

A 16 de Fevereiro de 1980, no meio de um cerrado nevoeiro no estuário do Tejo, o cargueiro sueco Barranduna colide, junto do Cais do Tabaco, com o porta-contentores inglês Tollan. Este último vira-se, com a quilha para cima, tendo, mais tarde, flutuado até junto ao Cais das Colunas. Durante três anos, oito meses e quinze dias, todas as tentativas realizadas no sentido de o por novamente a flutuar revelam-se infrutíferas. Os lisboetas passam a viver na expectativa de que uma dessas tentativas consiga fazer com que a quilha do navio naufragado dê a volta, ficando novamente em posição de poder navegar. Inúmeras anedotas e rábulas são criadas tendo por tema o Tollan. Até que, a 2 de Dezembro de 1983, uma grua gigante consegue finalmente voltá-lo.

Trafaria Praia

O "Trafaria Praia" e o "São Paulus" pertencem à classe alemã. Foram construídos pelo Estaleiro Schell & Johnhk, em Hamburgo, em 1959. Têm capacidade para 275 e 293 passageiros respectivamente, distribuídos por dois salões e dois tombadilhos, com instalações sanitárias.

Descoberto navio do século XIX durante dragagens no porto da Horta

Um navio de madeira do século XIX, forrado em cobre, foi decoberto no fundo do mar durante as operações de dragagem no novo cais de passageiros do porto da Horta, nos Açores, revelou um invetsigador que acompanhou o achado.

13 DE FEVEREIRO, DIA MUNDIAL DA RÁDIO

Experiências de TSF no Cruzador D. Carlos

A 26 de Maio de 1902, são efectuadas mais algumas experiências de T.S.F. Trocaram-se mensagens entre a estação de semáforos de Cascais e o cruzador “D. Carlos”; a estação estava apetrechada com um equipamento da marca Slaby & Arco.
Esta experiência de T.S.F. apenas mereceu umas linhas explicativas do feito na imprensa da época. Entre outras noticias apenas o título «Telegraphia sem fios» se destacava.

O salvamento heróico do «Veronese»

Os Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça comemoram o centenário do salvamento heróico do "Veronese", um navio inglês com destino à América do Sul que encalhou a 350 metros da costa. Dos 232 passageiros que seguiam a bordo, os voluntários salvaram 90, com fracos meios e soluções improvisadas. Um feito que os colegas de profissão recordam, agora, com orgulho e "uma sensação de dever cumprido".

VEJA UM FILME DE 1913

O Naufrágio de Veronese

Vídeo da Invicta Film disponibilizado pela Cinemateca Nacional.

8 DE FEVEREIRO DE 1904

Começa a Batalha de Port Arthur

Depois de apoiar o desembarque das suas forças no norte da Coreia, a esquadra japonesa dirigiu-se para Port Arthur com o objectivo de impedir a saída dos navios russos do porto. A declaração de guerra oficial do Japão à Rússia foi emitida a 8 de Fevereiro, mas entregue em Moscovo no dia 10 de Fevereiro de 1904.

1934

Londrinos ficam com o Tejo... e com o Douro também

"Está concluído mais um navio do programa naval em execução: o contra-torpedeiro «Tejo», construído em Portugal e por operários portugueses, nos estaleiros da Sociedade de Construções Navais, navio que, por sinal, não ficará, bem como o «Douro», pertencendo à Armada Portuguesa, pois foram os dois cedidos, em condições especiais, à casa inglesa Vickers, que assim o pediu ao govêrno português, para satisfazer uma encomenda urgente que teve de um país sul-americano".

3 DE FEVEREIRO DE 2006

Al Salam Boccaccio 98 afunda-se devido a incêndio no porão - Mais de 1000 mortos

Um incêndio a bordo do ferry egípcio Al Salam Boccaccio 98 [IMO nb - 6921282] espoletou uma série de incidentes que levaram ao seu naufrágio no Mar Vermelho, a 3 de Fevereiro de 2006, causando mais de 1 000 mortos.
As investigações preliminares indicavam que um camião havia irrompido em chamas no porão de carga do navio Ro-Ro. Após tentativas da tripulação para extinguir o fogo, os esforços do capitão para rodar o navio de volta fez com que este adornasse e afundasse, já que na altura tanto o vento como o mar estavam muito agitados. Alguns dos sobreviventes afirmam que o adornamento ocorreu pouco antes do naufrágio.

1 DE FEVEREIRO DE 1758

Que logo se levantem seis competentes faróis!

Dada a necessidade de assinalar o relevo da costa e os seus perigos para a navegação marítima, desde o século XVI que há registos da construção de faróis na faixa costeira de Portugal continental.
Durante algum tempo, o serviço dos faróis esteve a cargo de corporações marítimas locais, transferindo-se depois, finalmente de forma estruturada, para a Junta do Comércio em 1 de Fevereiro de 1758, data em que Marquês Pombal lança um alvará com força de lei no qual ordena: que logo se levantem seis competentes faróis para guia da navegação das referidas costas e barras .

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