Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




No Mar Morto, cientistas procuram registos de meio-milhão de anos

Cientistas decidiram perfurar no centro do Mar Morto porque supunham que o sedimento que se havia acumulado ali esteve sempre sob a água, melhor preservado por nunca ter sido exposto à atmosfera. A oito quilómetros da margem, quase no centro do Mar Morto, um grupo internacional de cientistas tem perfurado o fundo marinho em busca de registos das mudanças climáticas e de uma história sísmica de meio milhão de anos.

Cidade mítica

Cientista diz ter descoberto Atlântida em Espanha

Atlântida, a "cidade perdida", pode ter sido encontrada em Espanha e, segundo um cientista, foi destruída por um tsunami há milhares de anos.
A teoria é de Richard Freund, da Universidade de Hartford, que defende que a mítica cidade de Atlântida ficou submersa depois de ter sido atingida por um tsunami, na zona de Cádiz, no Sul de Espanha, há cerca de nove mil anos atrás.

Navios em cartões-postais

Kenneth Denton Shoesmith era o pintor oficial da Royal Mail Line (Mala Real Inglesa), uma das maiores e mais conceituadas armadoras britânicas, e viajou por todos os mares nos navios da companhia, contratado para fazer os cartões-postais que a armadora distribuía aos passageiros.

FÁTIMA SEQUEIRA DIAS

Navegação de cabotagem nos Açores no Sec. XIX

Desde os alvores dos tempos modernos, a integração do arquipélago dos Açores na economia do Atlântico contribuíu para a internacionalização dos seus portos, mas também motivou o aparecimento de persistentes efeitos de dualismo, dependência e desarticulação nas relações económicas das ilhas entre si e destas com os mercados externos, patentes, nomeadamente, no comportamento da navegação.
As funções económicas ditadas pela coroa para as ilhas açorianas determinariam relações marítimas de complementaridade insular, de abastecimento das armadas e das praças portuguesas do Norte de África e de exportação de produções agrícolas para os mercados da Europa desenvolvida, conforme as épocas.

MOÇAMBIQUE

Plano hydrografico da barra e porto do rio Chinde - 1889

Plano hydrografico da barra e porto do rio Chinde (1889). Levantado de Junho a Agosto de 1889, sob a direcção do camandante da canhoeira Liberal Manoel Lourenço Vasco de Carvalho, pelos officiaes da armada, L. Caetano Pereira, Alvaro Andrea e A. da Costa Rodrigues ; L. Couceiro, des.

NÚMEROS DE BALDAQUE DA SILVA

A Pesca e os Pescadores em Portugal no ano de 1886

Divulgamos as páginas de Baldaque da Silva contendo as estatísticas da Pesca e dos Pescadores em Portugal no ano de 1886. Documento difundido pelo Centro de Estudos do Mar e das Navegações Luís Albuquerque (CEMAR).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

À falta de um ferry-boat...

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA NA WEB

«A Barra e os Portos da Ria de Aveiro» em Salamanca

Já se encontra disponível na web site com a reportagem fotográfica da inauguração, a 11 de Fevereiro, em Salamanca, da exposição "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro". Trata-se da nona etapa de itinerância da exposição, sendo a terceira em Espanha (esteve antes em Madrid e Valladolid). O site, do Arquivo Histórico-Documental do Porto de Aveiro, integra 122 fotografias.

VÍDEOS JÁ DISPONÍVEIS NO YOUTUBE

«A Barra e os Portos da Ria de Aveiro» em Salamanca

Já se encontram disponíveis no Canal do Porto de Aveiro no Youtube, os vídeos que reportam a inauguração, esta sexta-feira, 11 de Fevereiro, em Salamanca, da exposição "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro". Trata-se da nona etapa de itinerância da exposição, sendo a terceira em Espanha (esteve antes em Madrid e Valladolid). O Canal do Porto de Aveiro no Youtube disponibiliza actualmente 417 vídeos, que somam 212 mil visualizações.

INAUGURAÇÃO É HOJE, SEXTA-FEIRA, 11 DE FEVEREIRO

«A Barra e os Portos da Ria de Aveiro» em exposição na cidade de Salamanca

Hoje, 11 de Fevereiro, vai proceder-se, na “Sala de Exposiciones de Santo Domingo de la Cruz”, em Salamanca, à inauguração da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”.
A abertura está prevista para as 12:00 locais, contando com a presença de destacadas personalidades portuguesas e espanholas nos campos empresarial, governamental e cultural. A apresentação está a cargo do Prof. Doutor João Garcia.
 

ARQUIVO HISTÓRICO-DOCUMENTAL DO PORTO DE AVEIRO

Preservando a memória de um porto e de uma região

O Porto de Aveiro disponibiliza, desde 3 de Abril de 2009, na web, o portal do Arquivo Histórico-Documental da APA (AHDAPA). São milhares de documentos de inegável valia histórica à disposição de todos os cibernautas, numa iniciativa pioneira em Portugal, no que reporta às administrações portuárias.

CONSTRUÍDO EM 1958, NOS EUA

Primeiro navio ro-ro do mundo foi o N/M COMET

O primeiro navio ro-ro, o N/M comet, foi construído em 1958 nos EUA para transportar veículos militares. Este navio foi o protótipo para vários projectos que surgiram pouco depois nos EUA e na Europa.

Bandeiras Navais Portuguesas

O uso de bandeiras como forma de distinguir nacionalidades é relativamente moderno. No início do séc. XV os navios portugueses distinguiam-se pelas formas do casco, tipo de aparelho e pela cruz vermelha da Ordem de Cristo que traziam pintada nas velas. Os navios de combate arvoravam os estandartes reais, e mais frequentemente os guiões e as bandeiras dos seus capitães. A partir do reinado de D.João II, que fixou definitivamente a forma do escudo de armas, e com o desenvolvimento da navegação, tornou-se necessário o uso de bandeiras distintivas da nacionalidade portuguesa.

O Cronómetro Marítimo

Foi John Harrison que em 1735 viria a conceber o primeiro cronómetro marítimo, o célebre nr.1 que pesava 35 kg! Foi ensaiado pela Marinha inglesa a bordo do Centurion numa viagem a Lisboa. Por morte do comandante desse navio, John Harrison foi mandado embarcar de volta a Inglaterra no Oxford. Apesar de ter demonstrado poder conservar o tempo de uma forma até então nunca alcançada por qualquer instrumento, os poucos segundos de diferença fizeram com que John Harrison quisesse aperfeiçoar o cronómetro tanto em precisão como em tamanho.

O Nome do Barco

Antigamente, e numa altura em que navegar era mais do que uma simples aventura, os nomes estavam de alguma forma ligados a santos, invocando deste modo a sua protecção. Por exemplo a frota de Vasco da Gama era composta entre outros pelas naus S.GABRIEL e S.RAFAEL. As naus e galeões da carreira da Índia, durante os séc.XVI e XVII tinham na sua esmagadora maioria nomes de santos.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Ribeira(s) das Naus

Ribeira das Naus, ou simplesmente Ribeira, é a designação que, em finais do século XV, os portugueses passam a utilizar para se referirem aos estaleiros de construção naval, substituindo o termo medieval “Tercenas”. A expressão deriva, naturalmente, das zonas marginais, ribeirinhas, onde os estaleiros estavam implantados.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

As navegações e o Humanismo

Uma nova mentalidade irrompia com base na explosão informativa que as navegações ofereciam. A "experiência" dos navegadores, abalando o prestígio dos autores clássicos (Macróbio, Estrabão, Plínio, Ptolomeu, Pompónio Mela, e de muitos outros), mostrava que a existência de uma zona tórrida no Equador era uma falsa ideia; que afinal existiam antípodas e imensas variedades de estrelas e de povos desconhecidos; e que a terra formava um único globo com os oceanos. A observação directa (da realidade), por seu turno, adquiriu importância crescente numa época (séculos XV e XVI) em que o conhecimento herdado da Antiguidade Clássica e da Idade Média começa a ser rejeitado ou aceitado em função de um critério de "experiência", contrário à tradicional forma de "autoridade" implícita em antigos textos.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Cosmógrafo-mor

De acordo com o estipulado pelo Regimento de 1592, competia ao cosmógrafo-mor examinar todos os que pretendessem vir a fazer cartas de marear e instrumentos náuticos, para o que só ficavam habilitados depois de passada a respectiva certidão; verificar e assinar a correcção das cartas, globos e outros instrumentos náuticos, que os fabricantes lhe deviam apresentar no prazo de dez dias, uma vez terminados; servir de perito nas contendas sobre demarcações de terras e mares, descobertos e a descobrir; leccionar uma aula de matemática para pilotos, sotapilotos, mestres, contramestres e guardiães, e ainda gente nobre que quisesse assistir (para o que o regimento estipula as matérias a ensinar); certificar a capacidade profissional dos mesmos oficiais através de um exame obrigatório; e, além de outras obrigações de menor importância, devia ainda fazer a matrícula dos referidos oficiais num livro que se guardaria no Armazém da Índia, distribuindo-os depois pelas armadas, de acordo com a respectiva antiguidade, de modo a que servissem equitativamente nas viagens a organizar.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Escola de Sagres

A existência ou não da Escola de Sagres já foi amplamente debatida no panorama historiográfico português. Porém, desde o princípio do século XX que a ideia de uma escola náutica fundada pelo Infante D. Henrique, onde se agrupariam os mais variados sábios, de várias partes da Europa, com objectivo de obter uma vasta informação sobre determinadas áreas científicas como a geografia, a astronomia ou a cartografia, se encontra ultrapassada. Esta ideia é sobretudo uma lenda que carece de provas evidentes, devida principalmente a escritores e historiadores ingleses que procuraram promover a figura e a acção do Infante de Sagres.

NAVEGANDO PELA HISTÓRIA

Pero de Alenquer

Nas navegações portuguesas dos últimos decénios do século XV pontificou um notável conjunto de pilotos, homens com grande experiência de navegação no alto mar e cientes das mais avançadas técnicas náuticas: protagonizaram as viagens de descobrimento e exploração ao longo na costa ocidental africana, no Atlântico Sul (e, quiçá, Norte), e os acompanharam as duas viagens decisivas de Quatrocentos: as de Bartolomeu Dias e Vasco da Gama. Assim sucedeu com um dos mais celebrados mestres do ofício no seu tempo, Pero de Alenquer.

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