Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística




«Naviera Armas» há cinco anos na Madeira

Dirigida por Antonio Armas Fernández (filho do fundador e seu actual presidente), conhecedor das tendências do sector, a "Naviera Armas" estabeleceu em 2 de Julho de 2006 a primeira carreira regular de passageiros entre Las Palmas, nas Canárias, e o Funchal, transportando logo nesse ano 4 000 passageiros. No ano seguinte viria a transportar 10 000 passageiros e 2 000 viaturas. Em 2008, resolveu estender a carreira até Portimão.

Viajando pela história dos faróis no Brasil

As rústicas atalaias de madeira e as primitivas construções de alvenaria foram sendo, a partir da independência, paulatinamente substituídas por robustas torres (ainda hoje existentes) e esguios postes de ferro fundido provenientes da Inglaterra. As fabulosas torres Mitchell, com residências suspensas, construídas sobre sapatas roscadas em terrenos arenosos são importadas para Salinas, Aracaju, Belmonte, Rio Real e São Tomé, entre outros.
Evoluiu-se dos candelabros e lampiões suspensos, dos aparelhos com reflectores parabólicos de luz fixa, aos sistemas rotativos de corda (tal e qual a de um relógio de cuco), e aos aparelhos lenticulares de cristal importados de França, na ocasião o único fabricante no mundo.

 

O que é um «moliceiro»?

Variam as suas dimensões conforme as zonas de navegação. Um moliceiro mede em média, 15 metros de comprimento, com 7,50 metros entre as cavernas de água. Para facilitar a apanha e o carregamento do moliço, apresenta costados muito baixos medindo de boca 2,50 metros e de pontal cerca de 1 metro. O fundo é plano e de pequeno calado adaptável à pouca profundidade existente em alguns pontos da Ria, este facto permite-lhe navegar por onde os barcos de quilha não passariam. Além disso, facilita a arrumação do moliço e os trabalhos de descarga.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A Doca Delpeut, em Setúbal

A maior parte da população setubalense actual não chegou a conhecer esta doca, desaparecida com as obras do Porto de Setúbal, nos anos trinta do século passado. Localizava-se nas traseiras do antigo teatro “Grande Salão Recreio do Povo”, paredes meias com a Rua 1.º de Maio, banhando as proximidades de várias fábricas de conservas em direcção ao rio.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Barra de Lisboa - Carta náutica de 1673

Espécime reproduzido a partir da obra “Pratica da arte de navegar composta por o cosmografo mor Luís Seram Pimentel”, a primeira em que o manuscrito, datado de 1673 e conservado na Biblioteca Nacional de Lisboa, é publicado, com prefácio de A. Fontoura da Costa.

BAÍA DE GUANABARA, RIO DE JANEIRO, 17 DE JUNHO 1922, 17:32

Concluída a 1.ª Travessia Aérea do Atlântico Sul

Partindo de Lisboa no hidroavião Lusitânia - um monomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem, equipado com motor Rolls-Royce - o piloto Sacadura Cabral (1881-1924) e o navegador Gago Coutinho (1869-1959) percorreram 8.383 km em 62h 26m de voo, fazendo escala em Las Palmas, S.Vicente no arquipélago de Cabo Verde, Cidade da Praia na ilha de S.Tiago também em Cabo Verde, em Penedos no arquipélago de S.Pedro e S.Paulo já no Brasil , Fernando de Noronha, Recife, Baía, Porto Seguro, Vitória e Rio de Janeiro.

Palheiros da Tocha

"Como vive esta gente? Vive com simplicidade nos Palheiros, casa ideal para pescadores… É construída sobre espeques na areia, com tábuas de pinho e um forro por dentro aplainado (…) cheiram que consolam, quando novas, a resina, a árvore descascada e a monte; ressoam como um velho búzio e são leves, agasalhadas, transparentes (…) por dentro conservam uma frescura extraordinária, e quando se abre uma janela, abre-se para o infinito…"
Raul Brandão
“Os Pescadores”

O Twitter do início do século 20

O mar, quando quebra na areia, não é só bonito, bonito, como canta o compositor baiano Dorival Caymmi. Às vezes, também é mágico. Como quando despeja na praia uma garrafa. Humm, tem alguma coisa dentro dela. Parece… É uma mensagem. Curioso para ver o que ela diz? Vamos lá, então. Está escrito:
“Para evitar conflitos, deixo tudo que tenho a quem achar esta garrafa. 20 de junho de 1937. Daisy Alexander”.
Daisy era uma ricaça inglesa excêntrica, filha única de Isaac Singer, dono das máquinas de costura que conquistaram o mundo. O seu passatempo consistia em jogar bilhetes engarrafados nas águas do Tamisa.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

O «La Palma» e os fósforos que deslumbraram os madeirenses

O "La Palma", navio correio a vapor de 1912, construído na Escócia, com 67m, encontra-se actualmente preservado em Tenerife. Em 1951 (17 a 22 de Agosto), segundo relato do entusiasta de navios Góis Ferreira, o “La Palma” efectuou uma viagem de cruzeiro desde Tenerife à Madeira. Na ocasião, o atento empresário Caldeira do Cine Parque aproveitou a estadia do barco na Madeira e organizou um passeio de um dia, para madeirenses, no “La Palma”, ao Porto Santo. Góis Ferreira fez esta viagem, tinha então 12 anos; conta que as bebidas, caramelos e fósforos esgotaram no bar do navio. Góis Ferreira levou fósforos para terra e, riscando-os na sola dos sapatos, no cimento ou em superfícies rugosas, acendiam causando admiração nos residentes locais que nunca tinham visto este tipo de fósforos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | 03.01.1833

O Reino Unido reivindica a soberania sobre as Ilhas Malvinas

A 2 de Janeiro de 1833, dois navios de guerra britânicos chegam às ilhas Malvinas, sob o comando do capitão James Onslow. Este anuncia que chegou para conquistar as ilhas e dá ao capitão argentino José Maria Pinedo um prazo de 24 horas para a rendição.
Sem fortes ou munição, Pinedo rende-se no dia seguinte, sob protestos.

Draga «Adolpho Loureiro»

Se a memória não me atraiçoa, recordo-me dessas dragas com gruas a manobrar garras, recolhendo lodo e entulho que depositavam em batelões alinhados de braço dado, no lado oposto do costado da draga em operação. Tenho igualmente ideia de dragas com torres, por onde circulavam barulhentos baldes de ferro, num constante sobe e desce...
 

DIA D - A MAIOR OPERAÇÃO AERONAVAL JAMAIS REALIZADA

Desembarque na Normandia foi há 69 anos

A invasão aliada na Normandia, mais conhecida como o Dia D, ocorreu a 6 de Junho de 1944. Nesse dia, milhares de soldados aliados desembarcaram nas praias da Normandia, criaram uma cabeça de ponte, e permitiram que outros milhares desembarcassem depois deles para ajudar na libertação da França e posterior ataque à Alemanha.

DESEMBARQUE NA NORMANDIA

A batalha das praias no cinema

O desembarque aliado anos foi a maior operação aeronaval da História. O Dia-D confirmou que a II Guerra Mundial estava perdida para as potências do Eixo e o cinema fez numerosos filmes e eternizar a operação.

6 DE JUNHO DE 1944

As fotografias míticas de Robert Capa no Dia D

Têm todas defeitos para serem das piores fotografias de uma reportagem. Estão tremidas, desfocadas, com uma luz difusa, e para uma reportagem completa não se pode dizer que dêem uma grande possibilidade de escolha, pois são apenas 12 fotografias. Mesmo assim são consideradas - apesar de todos estes defeitos técnicos e editoriais -, das melhores imagens da história do fotojornalismo.

 

CATÁLOGO

«Nazaré: Memórias de uma Praia de Banhos»

Reúne informação inédita sobre as práticas balneares da Nazaré entre finais do século XIX e os anos 1960, resultado de uma investigação desenvolvida pelo Museu, de entrevistas junto de veraneantes, banheiros, antigos banheiros e seus familiares, e da recolha de objectos junto da comunidade e de outras instituições museológicas.

A MODA DE IR À PRAIA

Descobertos os benefícios do Sol, estes «autorizam» mulheres mais descobertas

Com a década de 30 (século XX), os médicos e a sociedade em geral começaram a aperceber-se dos benefícios do Sol, que até aí era “persona non grata” na pele. Ninguém queria estar bronzeado. Agora, o símbolo de uma vivência desafogada era o bronzeado. Como para apanhar Sol o melhor era mostrar a pele, muita pele ficou à mostra: o saiote foi muito reduzido, as cavas mais pronunciadas e o decote aumentado. Um pouco depois surgiram os primeiros fatos-de-banho com costas à mostra.
 

A MODA DE IR À PRAIA

Em 1803 o Bispo de Coimbra já tinha por hábito ir a banhos à Ericeira

Crónica de 1803 mostra que D. Francisco Pereira Coutinho, Bispo de Coimbra, já tinha por hábito «ir a banhos à Ericeira» - e sete anos depois um médico aconselhou D. João VI a tratar de perna infectada por um carrapato numa praia deserta do Rio de Janeiro. A custo aceitou, que tinha medo dos... caranguejos. Colocou então uma condição: entrar na água dentro de um... barril. E foi isso mesmo que aconteceu. Fugira para o Brasil na sequência da invasão francesa de Junot – e governava de lá Portugal devido à doença mental da mãe, D. Maria I.

Scarborough, ontem e hoje

Imagem da praia de Scarborough, no Reino Unido, século XIX. Estas “carroças”, à época chamadas “Bathing Machines” (máquinas do banho) serviam para esconder as mulheres da época, que assim se podiam banhar em privacidade no meio do mar e não desfilando de roupa de banho à vista de todos, o que era considerado um escândalo...

BRASIL

A moda de ir à praia começou como recomendação médica

Até 1810 ninguém tomava banho de mar no Brasil. Mulher nenhuma se esticava na areia de biquíni fio dental até torrar como um camarão. Não tinha futebol ainda e muito menos futebol de areia. Não tinha surf, nem rodinhas de banhistas descansando sob guarda-sóis. Ninguém considerava costumeiro nem civilizado lagartear na areia até 1810. Mas, naquele ano, o rei dom João VI faria um mergulho na Praia do Caju, hoje um lugar degradado na zona portuária do Rio de Janeiro. O monarca estava com a perna infeccionada por causa de um carrapato e seguia orientações médicas. Sem querer, ele inaugurou o costume que hoje lota as praias de banhistas e vendedores de queijo coalho.

A MODA DE IR À PRAIA

D. João VI dentro de um barril com medo dos caranguejos

O traje de banho usado em 1810 por dom João VI não era nada convencional nem mesmo para a época. O rei de Portugal tinha medo dos caranguejos e só aceitou entrar na água dentro de um barril. O recipiente que lhe serviu de roupa tinha o fundo tapado. Na lateral havia um pequeno buraco, por onde a água entrava. Conforme as exigências do monarca, apenas suas pernas podiam ser molhadas.

Total: 801