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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Programa «Ciência Viva nos Faróis – 2011» termina hoje

Durante dois meses, a Marinha/Autoridade Marítima Nacional, através da Direcção de Faróis, participou no programa “Ciência Viva nos Faróis - 2011”, na sequência do convite formulado pela Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.
O programa teve início a 15 de Julho, terminando amanhã, 11 de Setembro. Ao todo, foram 13 os faróis portugueses incluídos nesta meritória iniciativa.

As actividades desenvolvidas revestiram moldes idênticos aos ocorridos em anos anteriores, consistindo em palestras e visitas abertas ao público em geral, aos fins-de-semana.

As palestras tiveram início às 18:00, em Julho e Agosto, e às 17:45 em Setembro.

A Associação dos Portos de Portugal acompanhou esta iniciativa destacando não só os faróis incluídos no programa supracitado como outros que não integraram o roteiro de 2011 do programa “Ciência Viva nos Faróis - 2011”.
Ao todo, foram 40 notícias dedicadas a esta iniciativa de carácter lúdico-pedagógico.
Assinalando o fecho do programa para 2011, a newsletter electrónica do portal da Associação dos Portos de Portugal recupera, este fim de semana, alguns dos artigos que durante estes dois meses fomos publicando sobre os faróis portugueses.
 

ESTE DOMINGO, 11 DE SETEMBRO - PROGRAMA CIÊNCIA VIVA NOS FARÓIS 2011

Visite o Farol do Cabo Espichel

O Farol do Cabo Espichel fecha com chave de ouro o programa “Ciência Viva nos Faróis - 2011”. É o único aberto a visitas este domingo, 11 de Setembro de 2011.
O Farol do Cabo Espichel já havia recebido visitantes durante quatro dias em Julho e dois em Agosto.
Torre hexagonal de alvenaria e edifícios anexos, localiza-se no cabo do mesmo nome, em Sesimbra.
Há notícias de que já em 1430 a irmandade de N.S.ª do Cabo tinha instalado um farolim predecessor do actual farol.

ATOL DAS ROCAS, BRASIL

As agruras do faroleiro João da Silva Saraiva

Encontra-se registrado que o faroleiro João da Silva Saraiva que residiu nas Rocas por cerca de oito anos, veio certa vez, sofrer as agruras da falta d’água, com o seus três filhos que lá nasceram, uma vez que o navio de abastecimento demorou a chegar. Mas João da Silva procurou todos os meios para obter socorro, entre os quais o de lançar ao mar garrafas contendo no interior mensagens escritas, explicando o que lhe vinha acontecendo. Ao mesmo tempo, tentava conseguir água para beber, fervendo a do mar numa vasilha, da qual fazia de tampa um chapéu, cujo pano se impregnava de vapor d’água que se condensava em pequenas gotas. Consta que as garrafas foram dar à costa e o navio encarregado do abastecimento chegou ainda a tempo de terminar com o sofrimento do faroleiro e de sua família.

SINES, CAVALEIRO E SÃO VICENTE

Faróis do cabo do mundo

Em Portugal, o serviço de faróis começou por estar disperso por confrarias de marítimos e conventos, mas foi em 1758, por alvará pombalino que os faróis passaram a ser uma organização oficial, atribuída à Junta do Comércio. Este alvará manda contruir seis faróis, sendo o primeiro o de Nossa Senhora da Guia (1761) e só em 1835, já na dependência do Ministério da Fazenda, é autorizada a construção de mais cinco, entre eles o de S. Vicente que veio a concretizar-se em 1846. O serviço passa pelas Obras Públicas, Pela Direcção Geral dos Correios, Telégrafos e Faróis e, finalmente em 1892 passa para a Marinha, sendo em 1927 entregue à Direcção de faróis, órgão da Direcção Geral da Autoridade Marítima.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Cristóvão Colombo fascinado pelos «feijões-do-mar»

A história diz que aquando da sua estadia no Porto santo, Colombo começou a estudar as correntes oceânicas, fascinado pelos ‘Feijões-do-mar’ (sementes de Entada gigas) trazidos pelas correntes do golfo desde as Caraíbas. Ou (como alguns defendem), recebeu um aviso de alguns navegadores derrotados, que existia terra para além do oceano.

POSTAIS DE NAVIOS

Um paraíso para os coleccionadores

Para os coleccionadores, também para os simples curiosos, aqui fica uma sugestão para este fim de semana: folhear o blog "Postais de Navios", de Luís Miguel Correia. O investigador tem mais vinte blogs, todos sobre coisas do mar (já quase dá outra colecção).

FAROL DE MONTEDOR ENTROU EM FUNCIONAMENTO A 20 DE MARÇO DE 1910

Alvará assinado pelo Marquês de Pombal cumprido 152 anos depois

Apesar do Marquês de Pombal ter assinado o alvará para a construção de vários faróis a 1 de Fevereiro de 1758, o Farol de Montedor só foi construído 152 anos depois pelos seus seguidores .
O Farol de Montedor localiza-se num promontório no lugar de Montedor, a cerca de 4 milhas náuticas a Norte da foz do rio Lima e a 7 milhas a Sul da foz do rio Minho, na freguesia de Carreço, cidade e distrito de Viana do Castelo, em Portugal. É o farol mais setentrional do país e entrou em funcionamento a 20 de Março de 1910, ainda com um candeeiro a petróleo, dando lugar à electricidade 37 anos mais tarde, garantindo assim um alcance luminoso de 40 milhas.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

S. Martinho do Porto - Sonhos por concretizar

Em S. Martinho do Porto houve várias acções na tentativa do desenvolvimento balnear e termal. Entre 1898 e 1921 encontram-se registos, pedidos de licenciamento e um plano “Plano Geral do desenvolvimento Industrial e de Turismo”, datado de 1920, publicado na revista “Arquitectura”, em 1927, da responsabilidade de Fernando P. de Magalhães. Esta iniciativa parte de um conjunto de capitalistas de onde de destacam José de Azevedo Castelo Branco e John George, com a finalidade de explorar as Águas de Salir. Propunha-se a construção de um estabelecimento balnear com 2 pisos, dois hotéis, casino, parque, bairro de moradias, praça de touros, clube desportivo com campos de ténis e um grande campo de jogos, assim como uma pista de aviação e hangar para hidroaviões.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Recordações do Canberra

O Canberra era um dos navios mais conhecidos dos madeirenses. Estávamos em 1961, um ano que assistiu à entrada ao serviço de paquetes tão famosos como o France, Transvaal Castle, ou os portugueses Infante Dom Henrique, Príncipe Perfeito e Funchal. Em muitos verões passou pelo Funchal, também em viagem de Southampton para Tenerife, tal como o Azura. Foi um dos paquetes que animou o Agosto de há 20 anos e um dos frequentadores mais assíduos do porto do Funchal, onde esteve pela primeira vez em 23 de Julho de 1962.

CAMINHO DE FERRO DE BENGUELA

Construção, iniciada em 1899, demorou 30 anos

Em 1899, o governo português iniciou a construção da ferrovia para dar acesso ao interior e às riquezas minerais do Congo Belga. Após a morte de Cecil Rhodes, em 1902, Robert Williams, um amigo de Rhodes, tomou conta da construção e completou a ligação a Luau, em 1929. A linha mostrou ser um sucesso, revelando-se muito rentável para as potências coloniais. Em 1931, o porto do Lobito recebeu por via férrea o primeiro carregamento de cobre proveniente do Catanga.

A MODA DE IR À PRAIA

Médicos recomendam praia de Sesimbra às crianças em 1939

"Está mais que demonstrado que a praia de Cezimbra não se recomenda hoje só como uma das principais estâncias de banhos, pela quietude do seu mar e limpidez da sua água. Ela impõe-se no meio científico como uma grande estância de cura e repouso, devido às condições terapêuticas e sublimidade do seu clima.
Cognominaram-na os cezimbrenses de 'praia das crianças', pela circunstância destas poderem, num muito à-vontade e despreocupadamente, brincar no mar, sem receio de correrem o menor perigo.
A juntar a esta particularíssima condição da praia de Cezimbra, vem a Ciência revelar-nos mais um elemento de valor para a nossa terra.

A MODA DE IR À PRAIA

Os sineenses estavam 9 meses à espera de 3

"Sines vivia da pesca, mas também do turismo. Os alentejanos vinham praticamente passar todos passar férias a Sines. Junho era o mês dos espanhóis. Vinham muitos espanhóis passar férias para Sines nesse mês. Os sineenses estavam 9 meses à espera de 3 (os meses de Verão)".

LAIRE JOSÉ GIRAUD:

Os portugueses e o navio

Em 1994, durante viagem a Portugal, entrei em uma livraria de Lisboa com o intuito de adquirir uma obra, quando vi, entre as revistas expostas, uma que me chamou atenção.
Era um exemplar da Revista de Marinha. Devido à ótima qualidade, bons artigos e excelentes fotografias, não titubeei e comprei o exemplar. Ao retornar ao Brasil, li com entusiasmo as interessantes reportagens (...)

DÉCADA DE 20 DO SÉCULO PASSADO

«Buckau», antecessor do E-Ship 1

O E-Ship 1 não foi o primeiro navio a utilizar o Efeito Magnus para propulsão. Na década de 1920, o engenheiro alemão Anton Flettner concebeu um navio com duas grandes torres cilíndricas para ser movido por esse método. O “Buckau”, assim se chamava, terá sido o primeiro navio de rotor e, daí também, a designação de navio de Flettner agora atribuída ao E-Ship 1.

ENCERRA ESTE DOMINGO, NO CAE - FIGUEIRA DA FOZ

Cais da Memória - 1930-1939

Este é mais um vídeo – o quarto -, desembarcando no “Cais da Memória” que a Administração do Porto da Figueira da Foz disponibiliza na web, também em exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Inaugurada a 23 de Julho de 2011, “Cais da Memória (I)” promete-se “primeiro episódio de uma viagem pela Figueira da Foz de outros tempos, olhando o vigor dos Homens que lhe ofereceram um porto, que lhe sangraram o belo estuário, pese a força indómita dos temporais que também por cá insistiram em esculpir ferrete”.
A exposição encerra este domingo, 21 de Agosto.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Campeonato do Mundo de Caça Submarina, Sesimbra, Agosto de 1958

Reportagem do Campeonato do Mundo de Caça Submarina, que decorreu em Sesimbra, Agosto de 1958. Vídeo disponibilizado pelo Arquivo Virtual do Porto de Setúbal.

FIGUEIRA DA FOZ (1930-1960)

Apontamentos sobre o turismo balnear

Trindade Coelho permite-nos descobrir os pioneiros da vilegiatura figueirense entre o grosso dos elementos da Academia coimbrã, dando nota de que esta constituía a base da elite social que acorre à praia figueirense, referindo que “os rapazes que frequentavam a Universidade costumavam passar na Figueira, à volta das férias grandes, os primeiros quinze dias do mês de Outubro.” Na realidade, e nessa altura do ano, a Figueira, “era já Coimbra. Ou cheirava tanto a Coimbra que era como se o fosse”, refere o escritor.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

As sumalhas

Para os pescadores do mar de Viana e para a navegação em geral, os baixios existentes a Noroeste da barra de Viana a cerca de 5,5 milhas, apesar de navegáveis, constituíam um perigo, principalmente com temporal de Noroeste "o mar rompe violentamente sobre elles, e dizem os velhos que se teem alli dado muitos naufrágios".
Chamam-lhe "as sumalhas" para se referirem às pedras onde costumam pescar quando está calma e de que se contam histórias de naufrágios, segundo a tradição oral dos velhos pescadores da Ribeira de Viana.

 

TSF

Faróis da costa portuguesa

São algumas dezenas, erguidos na costa portuguesa... Durante o dia fazem-se ouvir perante a grandiosidade do mar. Pela noite, emprestam olhos aos mais aflitos dos navegantes... São os faróis portugueses que a TSF visitou nas Berlengas e no Farol Museu de Santa Marta em Cascais. Pelo microfone de Manuel Vilas-Boas ouvimos estórias de faroleiros, o investigador Joaquim Boiça e o Comandante Arantes Horta da Direcção de Faróis.

HERÓIS DO MAR

Revolucionário ao sabor das ondas

António Domingues Gabriel fez-se menino e depois homem por entre as redes de pesca da Praia de Mira. Descendente de “lobos-do-mar”, desde o dia 8 de Dezembro de 1949, quando pela primeira vez abriu os olhos para o mundo, que a sua vida e a do mar jamais se desenvencilharam. No imenso azul buscou sustento, encontrou motivação, colheu ensinamentos e fez a sua própria revolução.
 

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