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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




OS ARGONAUTAS MODERNOS

Evolução dos navios-tanque – A era dos gigantes

A fome do mundo por mais petróleo crescia e crescia a cada dia mais e mais; nos anos 50 e 60, o crescimento económico das nações surge atrelado ao “Ouro Negro”, e conforme Oliver Cromwell disse, no século XVII: “Quem dominar os mares controlará o mundo”. Estas palavras talvez nunca tenham tido um significado com tal importância para a Indústria Marítima, e para toda economia mundial, quando em 1956, o Canal do Suez é fechado, dando início a Crise do Canal do Suez .

CEGO DO MAIO | NASCEU A 8 DE OUTUBRO DE 1817

Uma história singular

«Nunca receava o perigo, e ainda há poucos dias, quando o grande rolo do mar e a arrebentação na costa da Póvoa expunham a perigo iminente mais de 200 lanchas da pescaria (entrando a do Cego do Maio nesse número), apenas devido à sua coragem e perícia, pôs pé em terra na Cachina, correu para o sítio do salva-vidas, que até então se conservava imóvel, reconhece o grande perigo: nem chores nem lágrimas o detêm, e apenas entra dentro do frágil lenho, encontra companheiros aventurosos, dirigem-se para a barra, transpõem-na, e dirigindo o rumo dos infelizes pescadores, extenuados pela ansiedade, pelo trabalho e pela fome, guia para dentro da barra 60 lanchas, com cerca de 700 tripulantes, e é ele o último que abandona o posto de honra, quando já tinha escurecido!»
 

24 ANOS DEPOIS

Sequestro do «ACHILLE LAURO» decide liderança da UNESCO

O egípcio Farouk Hosni tentou a liderança da UNESCO, em 2009. Mas as suas ligações ao sequestro do paquete "Achille Lauro" ditaram a vitória da diplomata búlgara Irina Bokova, que passou a ser a nova directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Portugal mudou de posição à última hora, tendo passado a apoiar o Ministro da Cultura egípcio.

Sequestrador do «Achille Lauro» libertado em 2009

Youssef Magied al-Molqui, líder do comando palestiniano que, em Outubro de 1985, tomou de assaltou o paquete "Achile Lauro" e matou um passageiro judeu norte-americano, foi posto em liberdade em Maio de 2009 pelas autoridades italianas, por bom comportamento, tendo recebido ordem de expulsão do país.

VEJA OS VÍDEOS

Sequestro do «Achille Lauro»

O sequestro do «Achille Lauro» mereceu, naturalmente, ampla cobertura da comunicação social. Divulgamos alguns vídeos com notícias da televisão referentes ao sequestro, assim como excerto de filme tendo como tema o sequestro do paquete.

SEQUESTRO NAS PÁGINAS DO «DIÁRIO DE LISBOA»

«Achille Lauro» levava a bordo 78 portugueses

Segunda-feira, 7 de Outubro de 1985. As manchetes dos jornais portugueses gritavam, em uníssono, a débâcle socialista, e o retumbante aparecimento do epifenómeno PRD.”Eanes é o grande vencedor”, manchetava o “Diário de Lisboa”. No dia seguinte ficava a saber-se que o “Achille Lauro” levava a bordo 78 portugueses.

2 DE OUTUBRO DE 1947

O encalhe do navio hidrográfico «D. João de Castro» nas águas de Cabo Verde

A última missão do navio, que acabou em tragédia, desenrolou-se nas águas de Cabo Verde. A 2 de Outubro de 1947 recebia-se um rádio no ministério da Marinha, em Lisboa, em que se dizia que o «D. João de Castro» encalhara e que em princípio estava perdido, no “litoral da ilha de Santo Antão, no arquipélago dos ‘Açores’ na zona de Janela”. Isto dizia-o o «Diário Popular», no dia seguinte, através da caneta de um jornalista pouco ilustrado nas coisas geográficas. A notícia prosseguia, avançando alguns dados sobre o sinistro.

 

HOJE, NO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

Conferência «Conservação in-situ de âncoras, armas e navios de guerra»

A beneficiar do encontro do ICOM-CC realizam-se outros eventos em paralelo, como a conferência de Ian MacLeod intitulada “Conservação in-situ de âncoras, armas e navios de guerra/In-situ conservation of anchors, guns and warships”, que se realiza no Padrão dos Descobrimentos. É hoje, sexta-feira, pelas 18h30.

AO LARGO DE S. JULIÃO DA BARRA

Caça ao tesouro começou esta quarta-feira

Uma equipa de arqueólogos partiu esta quarta-feira, 21 de Setembro, à descoberta dos tesouros escondidos no mar ao largo de S. Julião da Barra, no concelho de Oeiras, onde ao longo dos anos naufragaram dezenas de embarcações. Seis arqueólogos mergulham até aos 13 metros de profundidade em volta do forte de S. Julião da Barra, onde existirão pelo menos 50 navios naufragados.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Forte de S. Julião da Barra

As antigas casamatas serviram, em determinadas épocas, como celas prisionais. Por ordem expressa do marquês de Pombal em 1759, nelas estiveram encerrados 124 jesuítas. Partidários de D. Miguel e de D. Pedro usaram-na, alternadamente, como prisão dos seus adversários. As últimas missões militares de S. Julião da Barra aconteceram entre 1831 e 1833, na luta fratricida entre absolutistas e liberais. A partir desta data, a fortaleza silenciaria todas as suas peças de artilharia.

PRÍNCIPE PERFEITO

D. João II - O Rei que deu o nome ao paquete

Filho de D. Afonso V, subiu ao trono em 1481, sendo certo que exercia já há alguns anos o poder de facto. Com efeito, as frequentes ausências do reino, por parte de D. Afonso V, põem-lhe nas mãos o governo do país.
Durante o seu reinado toda a costa ocidental da África foi navegada, dobrou-se o Cabo da Boa Esperança e preparou-se por terra com as viagens de Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, a viagem de Vasco da Gama à índia, a que o monarca já não assistiria. Em 1494, assina-se o tratado de Tordesilhas, dividindo-se a terra em duas zonas de influência, a atribuir a Portugal e à Espanha. Dentro da zona de influência portuguesa ficava o Brasil, o que permite supor que o monarca tinha conhecimento da existência dessas terras.
 

MARE CLAUSUM

A quem pertence o mar?

A quem pertence o mar? Será que se pode falar em soberania sobre as águas, do mesmo modo que se usa este conceito para os espaços terrestres? Os primeiros estudos e pareceres favoráveis a um exercício de soberania sobre espaços marítimos, similar à praticada nos espaços terrestres, surgem nos tempos do Império Romano. Naquela época, diversos jurisconsultos apresentam argumentação justificativa do domínio de Roma sobre os mares frequentados pelos seus navios.

ALMADA

Associação A Mar A Costa com dia de homenagem ao pescador

A associação para o desenvolvimento da Costa de Caparica A Mar A Costa assinalou este sábado, 17 de Setembro, o primeiro dia do pescador, tendo inaugurado uma embarcação tradicional para levar turistas a bordo, «em homenagem aos fundadores da terra».
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Festa da Senhora dos Navegantes, na Gafanha da Nazaré

Tanto quanto nos diz a memória, a Festa da Senhora dos Navegantes, da nossa meninice, tinha a marcá-la, como pormenor mais típico, a procissão até ao mar, para além do que era habitual em festas com um misto de religioso e profano. Acontecia na última segunda-feira de Setembro, pois no domingo anterior havia a festa da Senhora da Saúde, na Costa Nova.
A festa do Forte atraía mais os povos de Aveiro e Gafanha da Nazaré e a da Senhora da Saúde era mais ao gosto das pessoas de Ílhavo e Gafanha da Encarnação.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Movimento marítimo na Barra do Douro

A 14/12/1932, pelas 13h00, começaram a demandar a barra os vapores Ingleses PALMELLA e CRESSADO; Alemães ACHILLES e OLBERS; Noruegueses HAVMOY e LILLEMOR; lugre-motor Português FAYAL e o NRP MANDOVY, canhoneira da fiscalização das pescas. Fora da barra ficaram fundeados aguardando entrada para o dia seguinte, devido ao seu elevado calado de água, os Ingleses OTTINGE e CLERMINSTER, assim como o Espanhol MANUEL.
 

O povo vai aonde a carga está!

É certo que cruzamentos de rotas de comércio foram berços da maioria das cidades. Dito de outra forma, e parafraseando Milton Nascimento, “o povo vai aonde a carga está!”. Nesse processo, equipamentos logísticos (portos, por exemplo) têm sido decisivos. Mas, curiosamente, não são raras relações amor-ódio; tanto que o tema é objeto de farta literatura, cursos, entidades específicas, publicações e eventos periódicos mundo afora, inclusive no Brasil. Recentemente, voltou à discussão no 18º Congresso Nacional de Municípios Portuários (Itajaí-SC).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Monte Gordo, 1774

A planta, que representa Monte Gordo, Castro Marim e o lugar de Santo António de Arenilha, bem como o Rio Guadiana e, do outro lado da fronteira, Aiamonte, mostra também a actividade de pesca na praia de Monte Gordo.
É acompanhada de uma memória descritiva do terreno e destinou-se a ilustrar e justificar a escolha do lugar para a edificação de Vila Real de Santo António. Entre as razões invocadas, contou-se o facto de ficar junto ao Rio Guadiana, que oferecia não só a facilidade do transporte fluvial para Norte, mas também a possibilidade de se contar com um porto abrigado e seguro para o escoamento de produtos nacionais, particularmente o pescado, para o estrangeiro.

OS ESPAÇOS OCEÂNICOS

A delimitação territorial, uso e a apropriação dos seus recursos.

O Mar foi e será sempre uma óbvia condicionante na concepção das políticas e das estratégias de segurança e desenvolvimento dos Estados. Algumas teses remotas como a Mare Nostrum do romano Tito Lívio, respeitante ao Mar Mediterrâneo, ou a Mare Clausum e posteriormente, no século XVII, a Mare Liberum, foram tentativas de fazer prevalecer interesses políticos ou estratégicos, comerciais ou económicos, de hegemonia ou de poder dos Estados.

«UMA AMERICANICE PARA ESQUECER»

Mais…e mais contentores

À época, quando chegaram a Leixões os cinco primeiros contentores, embarcados no convés dum cargueiro, criou-se nos operadores daquele porto um enorme número de preocupações.
Aquelas caixas de medidas desproporcionadas, em relação até às habitualmente usadas, não cabiam pelas escotilhas. Empachavam a manobra ao pessoal. Eram muito difíceis de estivar e pear. Arriscavam-se a cair ao mar com os balanços do navio. Não eram fáceis de ser movimentadas pelos guindastes portuários de então. Ocupavam muito espaço nos cais. Não cabiam na maior parte das portas dos armazéns portuários. E finalmente poucos meios de transporte (camiões e vagões) as podiam fazer sair dos cais a caminho dos clientes.
Então quase todos os peritos do transporte marítimo diziam-nos: mais uma "americanice" a esquecer. Estas caixas não têm futuro nos navios.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Os contentores que mudaram o mundo

A contentorização mudou o comércio mundial da mesma forma que a aviação mudou a nossa forma de viajar ou a internet o nosso modo de comunicar” – afirma Joseph Bonney, editor do “Journal of Commerce”, a bíblia da indústria naval.
“O milagre económico asiático das últimas duas décadas não teria sido uma realidade sem o transporte eficiente que a contentorização marítima oferece” – adianta Bonney.
 

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