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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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HERÓIS DO MAR

Na pesca do bacalhau para fugir à tropa

Aperino Marques Gil nasceu nas Alhadas, Figueira da Foz, a 8 de Agosto de 1938. Com apenas três anos foi viver para a Praia de Mira, onde reside ainda hoje. Como tantos outros, viu na pesca do bacalhau uma fuga ao serviço militar e ao destino quase certo dos jovens naquele tempo: a mobilização para a Guerra do Ultramar.
Seis anos de “Faina Maior”, sem nunca chegar a fazer uma refeição que fosse de batata com bacalhau fresco cozido, o “pão nosso de cada dia” a bordo dos navios bacalhoeiros.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Pesca do bacalhau em tempo de guerra

Apesar da guerra (1914-18) que condicionava toda a navegação, a pesca do bacalhau foi em certa medida poupada pelos alemães, que não encontravam justificação para atacar os barcos portugueses, enquanto que aos navios oriundos de Inglaterra, Noruega e Dinamarca, donde era importado grande parte do bacalhau que se consumia em Portugal, assim não sucedia, sendo frequentemente atacados.

20 LINHAS COM MIL ANZÓIS

A pesca com dóris

Os dóris eram pequenos botes de madeira com fundo chato que se deslocavam a remos ou à vela e durante a viagem até à Terra Nova iam empilhados no convés.
Pouco depois da partida, fazia-se um sorteio para que cada homem soubesse qual era o seu. O contramestre podia escolher. Os outros ficavam com o que lhes calhasse. Uns dias antes de se iniciar a pesca, cada homem preparava o seu dóri.
A pesca era feita com 20 linhas ligadas entre si formando aquilo a que se chamava um "trol". O "trol" levava mil anzóis com iscos que podiam ser lulas, sardinhas, vísceras de cagarras ou de outras aves marinhas.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA - 22 DE DEZEMBRO DE 1938

O novo navio-motor «SECIL» demanda a Barra do Douro pela primeira vez

A 22.12.1938, pelas 12h00, demandou a barra do Douro, pela primeira vez, o novo navio-motor português SECIL, que procedia de Setúbal com um carregamento completo de cimento ensacado, tendo sido conduzido pelo piloto Bento da Costa, que o foi amarrar na lingueta do Bicalho, Massarelos.
Após a descarga, passados dois dias, sob as ordens do piloto Tiburso, cambou para o lugar da Carbonífera, a fim de carregar carvão em pó extraído das minas do Pejão, transportado pela via fluvial do Douro, nas típicas embarcações pintadas de cor negra mais conhecidas por “rabões”.

A VISITAR

Farol da Ponta da Ilha, Açores

O Farol da Ponta da Ilha, também denominado Farol da Manhenha, fica na Ponta da Ilha, povoado da Manhenha, Piedade, concelho das Lajes do Pico, ilha do Pico, arquipélago dos Açores.
Apresenta-se como um edifício de arquitectura sóbria, de linhas rectas, cuja construção data do século XX. O edifício e os seus anexos encontram-se dentro da área de Paisagem Protegida de Interesse Regional da ilha do Pico.

EMBARQUE DA FAMÍLIA REAL PARA O EXÍLIO

Desfaz-se uma dúvida que começava a ser histórica

As circunstâncias do embarque da família real para o exílio, após o 5 de Outubro de 1910, revisitadas pelo "Diário de Lisboa" (edição de 10 de Dezembro de 1938), através de entrevista ao comandante do iate real "Amélia".

ASSINADA HÁ 29 ANOS | 10 DE DEZEMBRO DE 1982

Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar

A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, celebrada em Montego Bay, Jamaica, a 10 de Dezembro de 1982, é um tratado multilateral celebrado sob os auspícios da ONU que define conceitos herdados do direito internacional costumeiro, como mar territorial, zona económica exclusiva, plataforma continental e outros, e estabelece os princípios gerais da exploração dos recursos naturais do mar, como os recursos vivos, os do solo e os do subsolo. A Convenção criou também o Tribunal Internacional do Direito do Mar, competente para julgar as controvérsias relativas à interpretação e à aplicação daquele tratado.

BRASIL

Porque é que Natal se chama Natal?

(...) O forte foi concluído no dia 24 de Junho de 1598 e, nas circunvizinhanças, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de "Cidade dos Reis". Tempos depois, o povoado mudou de nome passando a chamar-se "Cidade do Natal". Para alguns escritores, o nome Natal é explicado em duas versões: a primeira refere-se ao dia em que a esquadra penetrou na barra do Potengi; a segunda tem ligação directa com a data da demarcação do sítio primitivo da cidade, realizada por Jerónimo de Albuquerque no dia 25 de Dezembro de 1599.

CORREIA DA CUNHA

O padre-marinheiro que adorava o fado

A 23 de Janeiro de 1943, o Padre Correia da Cunha foi admitido ao serviço da Armada como Capelão equiparado a segundo-tenente, onde colaborou até Outubro de 1961.
Capelão da Armada, nos inícios dos anos 40, fundou, em colaboração com o Capelão Perestrelo de Vasconcelos, a Associação dos Marinheiros Católicos Portugueses.
A sua alma de marinheiro-poeta só se podia sentir bem no local donde partiram as caravelas para as conquistas do novo mundo. Alfama era a Lisboa das marinhagens, das varinas cheirando a sol e mar, das gaivotas sobrevoando o seu enamorado Tejo, dos becos e das ruelas, das quimeras de amor.

O Mistério Inexplicado das Serpentes do Mar

As lendas da navegação e das viagens marítimas mantiveram-se cativantes pelos contos sobre serpentes do mar e répteis monstruosos a perseguir veleiros e navios. Intrigante e medonha, a serpente no mar faz parte de muitas culturas marinhas do mundo inteiro.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

1965 | Descoberto petróleo no Mar do Norte

A balsa auto elevável Sea Gem, a 42 milhas da boca do Rio Humber, encontra petróleo na costa Britânica! Estas eram as novas anunciadas pela imprensa no ano de 1965 em toda a Europa. Foi assim que começou a recente fronteira na região chamada de “Mar do Norte” nos tempos modernos. Isto só foi possível graças à mudança de leis e a um acordo entre os países que são banhados por estas águas geladas.

50 ANOS do Paquete FUNCHAL comemorados na cidade que lhe deu o nome

O cinquentenário da entrada em serviço do famoso paquete português FUNCHAL, em Novembro de 1961, está a ser comemorado na cidade do Funchal, com uma palestra alusiva à história do navio e uma exposição fotográfica dedicada ao último grande paquete português ainda existente.
Estas iniciativas são promovidas pelo CEN - Clube de Entusiastas de Navios, com a colaboração da Câmara Municipal do Funchal e de Luís Miguel Correia, investigador de história marítima contemporânea e autor de 20 livros versando temas associados aos navios e ao mar.

Portugal recupera barcos tradicionais

Proposta do semanário "Expresso" para uma visita às as embarcações tradicionais portuguesas, infografia de Jaime Figueiredo e Olavo Cruz. Aqui.

13 DE NOVEMBRO DE 1923

Navios da «República dos Sovietes» impedidos de entrar no Tejo

A 13 de Novembro de 1923, são tomadas medidas rigorosas para navios que entrem no porto de Lisboa, pertencentes a países que não estejam reconhecidos por Portugal, como os da República dos Sovietes. Assim, estes navios não poderão entrar no Tejo, devendo ficar em Paços de Arcos, sob vigilância da polícia marítima.
Curiosamente, foi nesse preciso dia que a primeira bandeira oficial da União Soviética, que havia sido desfraldada durante curtos quatros meses, foi substituída, passando a ostentar a foice e o martelo.

13 DE NOVEMBRO DE 2002

«Prestige» provoca catástrofe ambiental de grandes proporções

A 13 de novembro de 2002 começou a maior catástrofe ambiental que até o momento havia sacudido a costa galega: o afundamento e posterior derramamento de milhares de toneladas de fuel-oil por parte do petroleiro "Prestige". O petroleiro, construído em 1976, com um deslocamento de 42 mil toneladas, transportava 77 mil toneladas de fuelóleo pesado.

NAUFRÁGIO DO PRESTIGE

O acontecimento da semana

O naufrágio do Prestige e a consequente maré negra que provocou na costa da Galiza foi o acontecimento negativo da semana para 71.8% dos lisboetas e portuenses inquiridos no Fonebus.
Convidados a pronunciar-se sobre o acontecimento positivo e negativo dos últimos sete dias, os residentes nas duas regiões mais populosas do país não tiveram dúvidas: o naufrágio do Prestige e a maré negra na costa galega foi o acontecimento negativo da semana. Este acontecimento recolheu 71.8% das opiniões. Para 48.8% deles o naufrágio foi o pior acontecimento da semana e para 23% o mais negativo foi a maré negra.

NAUFRÁFIO DO PRESTIGE

Máfia, lavagem de dinheiro, empresas fantasmas, paraísos fiscais

O “Prestige”, então com 26 anos de idade, já estava banido de carregar para a Shell, Chevron, Exxon, por ser antigo e não mais confiável; por esse motivo era sempre fretado no tramp, para transportar cargas de especuladores do mundo do petróleo, geralmente provenientes da máfia russa, em esquemas de lavagem de dinheiro.
Parece coisa de filme de conspiração, pois envolve máfia, esquemas de lavagem de dinheiro, empresas fantasmas, paraísos fiscais, empresas de petróleo de fachada, processos judicias, e uma grande crise política, isto para além de ter abalado as estruturas e conceitos da indústria marítima mundial.

POR: SÍLVIO DOS SANTOS

O Canal do Panamá

O sucesso da Universal Company of Suez, fundada pelo francês Ferdinand de Lesseps em 1858, que construiu o Canal de Suez entre 1859 e 1869, permitiu a concretização de outro sonho: no final década de 1870, Lesseps inicia os estudos para a construção do Canal do Panamá, em plena floresta tropical na América Central, e em 1879 funda a Companhia Universal do Canal Interoceânico do Panamá, com o propósito de construir essa fabulosa obra.

CANAL DO PANAMÁ

EUA deixam franceses e colombianos para trás

Em Outubro de 1903, os funcionários da companhia sediada no Panamá, aliados a José Augustin Arango, o representante da Panama Railroad Company, chefe da junta local, foram estimulados a criar um movimento separatista, proclamando a independência da região do Panamá. Vindo em socorro desse pseudomovimento autonomista, os fuzileiros norte-americanos, a bordo do couraçado Nashville, desembarcam em Cólon, impedindo a reação dos colombianos.

A importância dos canais artificiais para a navegação

Os primeiros canais de navegação foram construídos antes da invenção das estradas de ferro, tendo-se tornado o embrião da integração modal. O primeiro canal artificial foi o Grande Canal da China, no século VI; na Europa o Navíglio Grande ligou Milão ao Mar Adriático, no século XI, e em França o Canal de Briare em 1642.

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