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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

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POSTAIS DE NAVIOS

Um paraíso para os coleccionadores

Para os coleccionadores, também para os simples curiosos, aqui fica uma sugestão para este fim de semana: folhear o blog "Postais de Navios", de Luís Miguel Correia. O investigador tem mais vinte blogs, todos sobre coisas do mar (já quase dá outra colecção).

FAROL DE MONTEDOR ENTROU EM FUNCIONAMENTO A 20 DE MARÇO DE 1910

Alvará assinado pelo Marquês de Pombal cumprido 152 anos depois

Apesar do Marquês de Pombal ter assinado o alvará para a construção de vários faróis a 1 de Fevereiro de 1758, o Farol de Montedor só foi construído 152 anos depois pelos seus seguidores .
O Farol de Montedor localiza-se num promontório no lugar de Montedor, a cerca de 4 milhas náuticas a Norte da foz do rio Lima e a 7 milhas a Sul da foz do rio Minho, na freguesia de Carreço, cidade e distrito de Viana do Castelo, em Portugal. É o farol mais setentrional do país e entrou em funcionamento a 20 de Março de 1910, ainda com um candeeiro a petróleo, dando lugar à electricidade 37 anos mais tarde, garantindo assim um alcance luminoso de 40 milhas.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

S. Martinho do Porto - Sonhos por concretizar

Em S. Martinho do Porto houve várias acções na tentativa do desenvolvimento balnear e termal. Entre 1898 e 1921 encontram-se registos, pedidos de licenciamento e um plano “Plano Geral do desenvolvimento Industrial e de Turismo”, datado de 1920, publicado na revista “Arquitectura”, em 1927, da responsabilidade de Fernando P. de Magalhães. Esta iniciativa parte de um conjunto de capitalistas de onde de destacam José de Azevedo Castelo Branco e John George, com a finalidade de explorar as Águas de Salir. Propunha-se a construção de um estabelecimento balnear com 2 pisos, dois hotéis, casino, parque, bairro de moradias, praça de touros, clube desportivo com campos de ténis e um grande campo de jogos, assim como uma pista de aviação e hangar para hidroaviões.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Recordações do Canberra

O Canberra era um dos navios mais conhecidos dos madeirenses. Estávamos em 1961, um ano que assistiu à entrada ao serviço de paquetes tão famosos como o France, Transvaal Castle, ou os portugueses Infante Dom Henrique, Príncipe Perfeito e Funchal. Em muitos verões passou pelo Funchal, também em viagem de Southampton para Tenerife, tal como o Azura. Foi um dos paquetes que animou o Agosto de há 20 anos e um dos frequentadores mais assíduos do porto do Funchal, onde esteve pela primeira vez em 23 de Julho de 1962.

CAMINHO DE FERRO DE BENGUELA

Construção, iniciada em 1899, demorou 30 anos

Em 1899, o governo português iniciou a construção da ferrovia para dar acesso ao interior e às riquezas minerais do Congo Belga. Após a morte de Cecil Rhodes, em 1902, Robert Williams, um amigo de Rhodes, tomou conta da construção e completou a ligação a Luau, em 1929. A linha mostrou ser um sucesso, revelando-se muito rentável para as potências coloniais. Em 1931, o porto do Lobito recebeu por via férrea o primeiro carregamento de cobre proveniente do Catanga.

A MODA DE IR À PRAIA

Médicos recomendam praia de Sesimbra às crianças em 1939

"Está mais que demonstrado que a praia de Cezimbra não se recomenda hoje só como uma das principais estâncias de banhos, pela quietude do seu mar e limpidez da sua água. Ela impõe-se no meio científico como uma grande estância de cura e repouso, devido às condições terapêuticas e sublimidade do seu clima.
Cognominaram-na os cezimbrenses de 'praia das crianças', pela circunstância destas poderem, num muito à-vontade e despreocupadamente, brincar no mar, sem receio de correrem o menor perigo.
A juntar a esta particularíssima condição da praia de Cezimbra, vem a Ciência revelar-nos mais um elemento de valor para a nossa terra.

A MODA DE IR À PRAIA

Os sineenses estavam 9 meses à espera de 3

"Sines vivia da pesca, mas também do turismo. Os alentejanos vinham praticamente passar todos passar férias a Sines. Junho era o mês dos espanhóis. Vinham muitos espanhóis passar férias para Sines nesse mês. Os sineenses estavam 9 meses à espera de 3 (os meses de Verão)".

LAIRE JOSÉ GIRAUD:

Os portugueses e o navio

Em 1994, durante viagem a Portugal, entrei em uma livraria de Lisboa com o intuito de adquirir uma obra, quando vi, entre as revistas expostas, uma que me chamou atenção.
Era um exemplar da Revista de Marinha. Devido à ótima qualidade, bons artigos e excelentes fotografias, não titubeei e comprei o exemplar. Ao retornar ao Brasil, li com entusiasmo as interessantes reportagens (...)

DÉCADA DE 20 DO SÉCULO PASSADO

«Buckau», antecessor do E-Ship 1

O E-Ship 1 não foi o primeiro navio a utilizar o Efeito Magnus para propulsão. Na década de 1920, o engenheiro alemão Anton Flettner concebeu um navio com duas grandes torres cilíndricas para ser movido por esse método. O “Buckau”, assim se chamava, terá sido o primeiro navio de rotor e, daí também, a designação de navio de Flettner agora atribuída ao E-Ship 1.

ENCERRA ESTE DOMINGO, NO CAE - FIGUEIRA DA FOZ

Cais da Memória - 1930-1939

Este é mais um vídeo – o quarto -, desembarcando no “Cais da Memória” que a Administração do Porto da Figueira da Foz disponibiliza na web, também em exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Inaugurada a 23 de Julho de 2011, “Cais da Memória (I)” promete-se “primeiro episódio de uma viagem pela Figueira da Foz de outros tempos, olhando o vigor dos Homens que lhe ofereceram um porto, que lhe sangraram o belo estuário, pese a força indómita dos temporais que também por cá insistiram em esculpir ferrete”.
A exposição encerra este domingo, 21 de Agosto.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Campeonato do Mundo de Caça Submarina, Sesimbra, Agosto de 1958

Reportagem do Campeonato do Mundo de Caça Submarina, que decorreu em Sesimbra, Agosto de 1958. Vídeo disponibilizado pelo Arquivo Virtual do Porto de Setúbal.

FIGUEIRA DA FOZ (1930-1960)

Apontamentos sobre o turismo balnear

Trindade Coelho permite-nos descobrir os pioneiros da vilegiatura figueirense entre o grosso dos elementos da Academia coimbrã, dando nota de que esta constituía a base da elite social que acorre à praia figueirense, referindo que “os rapazes que frequentavam a Universidade costumavam passar na Figueira, à volta das férias grandes, os primeiros quinze dias do mês de Outubro.” Na realidade, e nessa altura do ano, a Figueira, “era já Coimbra. Ou cheirava tanto a Coimbra que era como se o fosse”, refere o escritor.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

As sumalhas

Para os pescadores do mar de Viana e para a navegação em geral, os baixios existentes a Noroeste da barra de Viana a cerca de 5,5 milhas, apesar de navegáveis, constituíam um perigo, principalmente com temporal de Noroeste "o mar rompe violentamente sobre elles, e dizem os velhos que se teem alli dado muitos naufrágios".
Chamam-lhe "as sumalhas" para se referirem às pedras onde costumam pescar quando está calma e de que se contam histórias de naufrágios, segundo a tradição oral dos velhos pescadores da Ribeira de Viana.

 

TSF

Faróis da costa portuguesa

São algumas dezenas, erguidos na costa portuguesa... Durante o dia fazem-se ouvir perante a grandiosidade do mar. Pela noite, emprestam olhos aos mais aflitos dos navegantes... São os faróis portugueses que a TSF visitou nas Berlengas e no Farol Museu de Santa Marta em Cascais. Pelo microfone de Manuel Vilas-Boas ouvimos estórias de faroleiros, o investigador Joaquim Boiça e o Comandante Arantes Horta da Direcção de Faróis.

HERÓIS DO MAR

Revolucionário ao sabor das ondas

António Domingues Gabriel fez-se menino e depois homem por entre as redes de pesca da Praia de Mira. Descendente de “lobos-do-mar”, desde o dia 8 de Dezembro de 1949, quando pela primeira vez abriu os olhos para o mundo, que a sua vida e a do mar jamais se desenvencilharam. No imenso azul buscou sustento, encontrou motivação, colheu ensinamentos e fez a sua própria revolução.
 

JORNAL «A VOZ DA JUSTIÇA», FIGUEIRA DA FOZ, 21.12.1935

Em 1935 o petróleo já era «o sangue do mundo»

A luta para o predomínio dos jazigos petrolíferos nos nossos dias é qualquer coisa de épico e ao mesmo tempo angustioso.
Em 1935 o petróleo é o sangue do mundo. Lá para o ano 2000 é possível que todos os poços se tenham esgotado. O facto não terá então importância, porque a ciência permite desde já encontrar sucedâneos para tudo. Mas de momento, quem possuir mais petróleo e sobretudo quasi todo o petróleo dominará o mundo. Senão vejamos: nos países pobres e não electrificados, como sucede em quasi toda a Ásia, é a iluminação; nos países ricos são os aviões, os automóveis, os camiões, os motores de explosão e a óleos pesados e até a lubrificação das máquinas a vapor. Isto em tempo de paz. Em tempo de guerra são mais os tanks e todas as unidades motorizadas.
 

Despacho 100 promulgado há 66 anos

Foi há exactamente 66 anos, no dia 10 de Agosto de 1945 que o Ministro da Marinha Américo Thomaz promulgou o seu Despacho nº 100, documento que ainda hoje se associa ao período de ressurgimento da Marinha de Comércio no período que se seguiu à segunda guerra mundial.
Em 1944, o então Comandante Américo Thomaz substituiu Ortins Bettencourt na pasta da Marinha, prosseguindo a política de “Regresso ao Mar” com diversas iniciativas importantes de fomento marítimo, cuja concretização foi possível com o fim da Segunda Guerra Mundial.
 

CABO DA ROCA

O farol mais ocidental do continente europeu

O Farol do Cabo da Roca localiza-se no cabo de mesmo nome, na freguesia de Colares, Sintra. Torre quadrangular de alvenaria, forrada a azulejos brancos e edifícios anexos. Lanterna e varandim vermelhos.
Farol mais ocidental do continente europeu, foi mandado edificar pelo alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758. Entrou em funcionamento em 1772 e sofreu grandes alterações no ano de 1843.
O farol situa-se a uma altitude de 165 metros acima do nível do mar, e tem uma altura de 22 metros. A sua luz tem um alcance de, aproximadamente, 48 quilómetros.
Vergílio Ferreira disse dele "o mais belo adeus da Europa"...

NO CAE, ATÉ 21 DE AGOSTO

Cais da Memória - Vértices de Triangulação

Este é mais um vídeo – o terceiro -, desembarcando no “Cais da Memória” que a Administração do Porto da Figueira da Foz disponibiliza na web, também em exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Inaugurada a 23 de Julho de 2011, “Cais da Memória (I)” promete-se “primeiro episódio de uma viagem pela Figueira da Foz de outros tempos, olhando o vigor dos Homens que lhe ofereceram um porto, que lhe sangraram o belo estuário, pese a força indómita dos temporais que também por cá insistiram em esculpir ferrete”. A exposição integra perto de uma centena de fotografias do Arquivo Histórico-Documental do Porto da Figueira da Foz (APFF, S.A.), num projecto desenvolvido por Bárbara Lopes da Fonseca.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Rebocador «Praia Grande»

Curioso assinalar que antes de chegar ao porto de Moçâmedes (actual Namibe), o PRAIA GRANDE deu uma volta ao Mundo, via canal do Panamá, navegando 32.472 milhas em 233 dias. Durante o percurso efectuou três grandes rotas: duas de trinta e cinco dias; uma de trinta e seis. O rebocador saiu do porto de Lisboa para a sua grande viagem com destino a Orange, no Texas; dali rumou à ilha Formosa, Taiwan, rebocando dois “destroyers”. Partiu depois para Hong Kong; e deste porto iniciou a sua viagem para Angola.
 

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