Portos de Portugal
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Alberga o maior estaleiro do País

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O Paraíso dos Cruzeiros

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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




LAIRE JOSÉ GIRAUD:

Os portugueses e o navio

Em 1994, durante viagem a Portugal, entrei em uma livraria de Lisboa com o intuito de adquirir uma obra, quando vi, entre as revistas expostas, uma que me chamou atenção.
Era um exemplar da Revista de Marinha. Devido à ótima qualidade, bons artigos e excelentes fotografias, não titubeei e comprei o exemplar. Ao retornar ao Brasil, li com entusiasmo as interessantes reportagens (...)

DÉCADA DE 20 DO SÉCULO PASSADO

«Buckau», antecessor do E-Ship 1

O E-Ship 1 não foi o primeiro navio a utilizar o Efeito Magnus para propulsão. Na década de 1920, o engenheiro alemão Anton Flettner concebeu um navio com duas grandes torres cilíndricas para ser movido por esse método. O “Buckau”, assim se chamava, terá sido o primeiro navio de rotor e, daí também, a designação de navio de Flettner agora atribuída ao E-Ship 1.

ENCERRA ESTE DOMINGO, NO CAE - FIGUEIRA DA FOZ

Cais da Memória - 1930-1939

Este é mais um vídeo – o quarto -, desembarcando no “Cais da Memória” que a Administração do Porto da Figueira da Foz disponibiliza na web, também em exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Inaugurada a 23 de Julho de 2011, “Cais da Memória (I)” promete-se “primeiro episódio de uma viagem pela Figueira da Foz de outros tempos, olhando o vigor dos Homens que lhe ofereceram um porto, que lhe sangraram o belo estuário, pese a força indómita dos temporais que também por cá insistiram em esculpir ferrete”.
A exposição encerra este domingo, 21 de Agosto.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Campeonato do Mundo de Caça Submarina, Sesimbra, Agosto de 1958

Reportagem do Campeonato do Mundo de Caça Submarina, que decorreu em Sesimbra, Agosto de 1958. Vídeo disponibilizado pelo Arquivo Virtual do Porto de Setúbal.

FIGUEIRA DA FOZ (1930-1960)

Apontamentos sobre o turismo balnear

Trindade Coelho permite-nos descobrir os pioneiros da vilegiatura figueirense entre o grosso dos elementos da Academia coimbrã, dando nota de que esta constituía a base da elite social que acorre à praia figueirense, referindo que “os rapazes que frequentavam a Universidade costumavam passar na Figueira, à volta das férias grandes, os primeiros quinze dias do mês de Outubro.” Na realidade, e nessa altura do ano, a Figueira, “era já Coimbra. Ou cheirava tanto a Coimbra que era como se o fosse”, refere o escritor.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

As sumalhas

Para os pescadores do mar de Viana e para a navegação em geral, os baixios existentes a Noroeste da barra de Viana a cerca de 5,5 milhas, apesar de navegáveis, constituíam um perigo, principalmente com temporal de Noroeste "o mar rompe violentamente sobre elles, e dizem os velhos que se teem alli dado muitos naufrágios".
Chamam-lhe "as sumalhas" para se referirem às pedras onde costumam pescar quando está calma e de que se contam histórias de naufrágios, segundo a tradição oral dos velhos pescadores da Ribeira de Viana.

 

TSF

Faróis da costa portuguesa

São algumas dezenas, erguidos na costa portuguesa... Durante o dia fazem-se ouvir perante a grandiosidade do mar. Pela noite, emprestam olhos aos mais aflitos dos navegantes... São os faróis portugueses que a TSF visitou nas Berlengas e no Farol Museu de Santa Marta em Cascais. Pelo microfone de Manuel Vilas-Boas ouvimos estórias de faroleiros, o investigador Joaquim Boiça e o Comandante Arantes Horta da Direcção de Faróis.

HERÓIS DO MAR

Revolucionário ao sabor das ondas

António Domingues Gabriel fez-se menino e depois homem por entre as redes de pesca da Praia de Mira. Descendente de “lobos-do-mar”, desde o dia 8 de Dezembro de 1949, quando pela primeira vez abriu os olhos para o mundo, que a sua vida e a do mar jamais se desenvencilharam. No imenso azul buscou sustento, encontrou motivação, colheu ensinamentos e fez a sua própria revolução.
 

JORNAL «A VOZ DA JUSTIÇA», FIGUEIRA DA FOZ, 21.12.1935

Em 1935 o petróleo já era «o sangue do mundo»

A luta para o predomínio dos jazigos petrolíferos nos nossos dias é qualquer coisa de épico e ao mesmo tempo angustioso.
Em 1935 o petróleo é o sangue do mundo. Lá para o ano 2000 é possível que todos os poços se tenham esgotado. O facto não terá então importância, porque a ciência permite desde já encontrar sucedâneos para tudo. Mas de momento, quem possuir mais petróleo e sobretudo quasi todo o petróleo dominará o mundo. Senão vejamos: nos países pobres e não electrificados, como sucede em quasi toda a Ásia, é a iluminação; nos países ricos são os aviões, os automóveis, os camiões, os motores de explosão e a óleos pesados e até a lubrificação das máquinas a vapor. Isto em tempo de paz. Em tempo de guerra são mais os tanks e todas as unidades motorizadas.
 

Despacho 100 promulgado há 66 anos

Foi há exactamente 66 anos, no dia 10 de Agosto de 1945 que o Ministro da Marinha Américo Thomaz promulgou o seu Despacho nº 100, documento que ainda hoje se associa ao período de ressurgimento da Marinha de Comércio no período que se seguiu à segunda guerra mundial.
Em 1944, o então Comandante Américo Thomaz substituiu Ortins Bettencourt na pasta da Marinha, prosseguindo a política de “Regresso ao Mar” com diversas iniciativas importantes de fomento marítimo, cuja concretização foi possível com o fim da Segunda Guerra Mundial.
 

CABO DA ROCA

O farol mais ocidental do continente europeu

O Farol do Cabo da Roca localiza-se no cabo de mesmo nome, na freguesia de Colares, Sintra. Torre quadrangular de alvenaria, forrada a azulejos brancos e edifícios anexos. Lanterna e varandim vermelhos.
Farol mais ocidental do continente europeu, foi mandado edificar pelo alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758. Entrou em funcionamento em 1772 e sofreu grandes alterações no ano de 1843.
O farol situa-se a uma altitude de 165 metros acima do nível do mar, e tem uma altura de 22 metros. A sua luz tem um alcance de, aproximadamente, 48 quilómetros.
Vergílio Ferreira disse dele "o mais belo adeus da Europa"...

NO CAE, ATÉ 21 DE AGOSTO

Cais da Memória - Vértices de Triangulação

Este é mais um vídeo – o terceiro -, desembarcando no “Cais da Memória” que a Administração do Porto da Figueira da Foz disponibiliza na web, também em exposição no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Inaugurada a 23 de Julho de 2011, “Cais da Memória (I)” promete-se “primeiro episódio de uma viagem pela Figueira da Foz de outros tempos, olhando o vigor dos Homens que lhe ofereceram um porto, que lhe sangraram o belo estuário, pese a força indómita dos temporais que também por cá insistiram em esculpir ferrete”. A exposição integra perto de uma centena de fotografias do Arquivo Histórico-Documental do Porto da Figueira da Foz (APFF, S.A.), num projecto desenvolvido por Bárbara Lopes da Fonseca.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Rebocador «Praia Grande»

Curioso assinalar que antes de chegar ao porto de Moçâmedes (actual Namibe), o PRAIA GRANDE deu uma volta ao Mundo, via canal do Panamá, navegando 32.472 milhas em 233 dias. Durante o percurso efectuou três grandes rotas: duas de trinta e cinco dias; uma de trinta e seis. O rebocador saiu do porto de Lisboa para a sua grande viagem com destino a Orange, no Texas; dali rumou à ilha Formosa, Taiwan, rebocando dois “destroyers”. Partiu depois para Hong Kong; e deste porto iniciou a sua viagem para Angola.
 

Tesouros subaquáticos ameaçados no Arade

As centenas de achados arqueológicos que já foram identificados mas subsistem no fundo do rio Arade estão ameaçados. O perigo vem das âncoras das embarcações, da constante mobilidade das areias, das fortes correntes, mas também da falta de apoios para estudar e resgatar a abundância de vestígios perdidos no fundo do rio, que percorrem todas as épocas e podem vir a contar a história da região.
 

BATALHA NAVAL NO MAR DOS AÇORES

Navio de dois canos atingido e... submarino ao fundo

Após o ataque, sem sucesso, ao "Llangibby Castle" um submarino do Reich refugiou-se na baía da Candelária (Ilha do Pico). Detectado pelos destroyers britânicos, após rápido combate, o submarino foi afundado tendo os aliados recolhido alguns tripulantes do famigerado navio. Um oficial alemão foi recolhido no lugar do Guindaste por João Francisco da Rosa Júnior e Manuel Santos, o que lhes valeu terem sido agraciados pelo Instituto de Socorros a Náufragos com o Diploma de Medalha de Cobre onde consta: "Por no dia 2 de Fevereiro de 1942, no local do Guindaste, freguesia da Candelária (Ilha do Pico) haver concorrido para o salvamento de um oficial alemão náufrago de um submarino alemão".
 

EDGAR CARDOSO

O primeiro estágio, no Porto de Leixões

Segundo instruções da nossa Faculdade de Engenharia a que pertenço como modesto aluno e vós Meus Mestres, como Professores altamente categorisados, recebi com agrado no dia 5 de Agosto a guia de apresentação para na Administração dos portos do Douro e Leixões efectuar o meu primeiro estágio. Sem a experiência e o saber tão precisos ao Engenheiro, iniciei nesse mesmo dia o meu primeiro trabalho que apesar da atenção e da boa vontade, sempre aplicada para a sua perfeita execução, terá fatalmente que ser defeituoso.

 

Afinal, terá sido o metano que causou a extinção da vida marinha

A extinção de cerca de 90 por cento das espécies marinhas e de 70 por cento dos vertebrados ocorrida há 201 milhões de anos terá sido causada, não pelo incremento da actividade vulcânica, mas graças à libertação de uma enorme quantidade de metano na atmosfera, conclui um estudo publicado na revista Science.

HERÓIS DO MAR

Bravura no mar, poesia em terra

Foi por entre as dunas da Praia de Mira que Mário Cardoso Reigota foi descobrindo os segredos do mar e da vida de pescador.
Começou na sardinha já lá vão 50 anos, passou belo bacalhau nos mares do Norte e pela pescada, nos do Sul. Hoje já não deixa terra mas é ao seu companheiro de décadas que vai dedicando a poesia que escreve.
 

FAROL DE S. VICENTE

O último raio de Sol da Europa

O farol do Cabo São Vicente ou Farol de D. Fernando, foi mandado erigir por D. Maria II, tendo entrado em funcionamento em Outubro de 1846. Era iluminado a azeite e o carácter da luz era de dois clarões de dois segundos a cada dois minutos de período, sendo que o alcance luminoso rondava as seis milhas náuticas. O farol foi, depois, votado ao abandono por vários anos, atingindo um estado de quase ruína.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) foram fundados em Junho de 1944 no âmbito do programa do Governo para a modernização da frota de pesca do largo, na forma de uma sociedade por cotas de responsabilidade limitada com o capital social de 750 contos, por um grupo de técnicos e operários especializados oriundos dos Estaleiros Navais do Porto de Lisboa, encabeçados por Américo Rodrigues, seu mestre geral. Juntar-se-lhes-iam, como sócios capitalistas Vasco D'Orey e o vianense João Alves Cerqueira da Empresa de Pesca Proprietária de veleiros para a pesca do bacalhau.

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