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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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VIAJANDO PELA HISTÓRIA | 9 DE OUTUBRO DE 1985

«Invincible» no Tejo

O porta-aviões "Invincible", da Royal Navy, com uma tripulação rondando os "mil homens", esteve alguns dias no cais de Alcântara. Partiu a 9 de Outubro de 1985 para manobras no Oceano Atlântico. O "Diário de Lisboa" registou a presença da "cidade flutuante" que chegou a ser dado como perdido na Guerra das Malvinas.

PARTICIPOU NA GUERRA DAS MALVINAS

Porta-aviões à venda na internet

Após 32 anos ao serviço da Royal Navy, a Marinha Real Britânica, o porta-aviões HMS Invincible foi posto à venda através do site da Disposal Service Authority – o equivalente governamental do eBay. Participou na guerra das Malvinas durante o governo de Margaret Thatcher e esteve nos Balcãs e no Iraque, mas após 25 anos de serviço e mais cinco na reserva, o porta-aviões britânico HMS Invincible chegou ao fim da linha.

9 DE OUTUBRO 1985

Odisseia do «Achille Lauro» continua na ordem do dia

O "Diário de Lisboa" rebaixava, a 9 de Outubro, os desenvolvimentos em torno do sequestro do paquete. Uma boa nova, na primeira página: 430 reféns seriam libertados. Na página 11, outra boa notícia: "Não se confirma a execução dos dois reféns americanos". Mais tarde veio a saber-se que um cidadão americano, paraplégico, teria sido executado e lançado à água.

UM ANO DEPOIS

Sequestro do «Achille Lauro» divide media norte-americanos

Em Maio de 1986, o New York Times recusa publicar uma entrevista com Mohammed Abul Abbas, acusado de ter planeado o desvio do navio Achille Lauro. Abbas acabou, porém, por ser entrevistado pela NBC, a 5 de Maio desse ano.
Falando a Mário Mesquita, Spencer Klaw, director da prestigiada Columbia Journalism Review, disse que a NBC «teve toda a razão em transmitir a entrevista, até porque é importante conhecermos a opinião do inimigo».

NA GARE MARÍTIMA DA MADEIRA, ATÉ 3 DE JANEIRO

Exposição sobre os 90 anos do Raid Aéreo Lisboa-Funchal

Uma exposição alusiva aos 90 anos do Raid Aéreo Lisboa – Funchal que teve lugar a 22 de Março de 1921 está patente até ao próximo dia três de Janeiro na Gare Marítima da Madeira, integrada nas comemorações do Dia do Mar e por iniciativa da Marinha Portuguesa.
Os oficiais da Marinha Gago Coutinho, Sacadura Cabral e Ortins de Bettencourt, acompanhados do mecânico Roger Soubiran viajaram a bordo do hidroavião Felixtowe F.3, num voo que foi o primeiro entre o Continente e a Madeira e o grande teste para a travessia do Atlântico, conseguida em 1922.

FAROL DE CACILHAS

Sou como um anjo da guarda, num rio cheio de viagens...

O Farol de Cacilhas teve direito a música, música e letra de Francisco Naia. Canção ilustrada com dezenas de postais antigos do farol e algumas fotografias mais recentes.

Farol da Ponta da Serreta

O Farol da Ponta da Serreta localiza-se no alto de uma falésia, a ponta do Queimado, freguesia da Serreta, na costa norte da ilha Terceira, nos Açores. O farol actual é uma moderna torre de fibra de vidro com 14 metros de altura, branca com barras horizontais vermelhas, alimentada a energia solar.

Evolução dos navios-tanque – Os primórdios

Navios que surgiram adaptados no fim do século XIX, e foram crescendo de ciclo a ciclo do desenvolvimento comercial e industrial, tornaram-se gigantes até aos nossos dias com adopção de sistemas avançados de propulsão e segurança.

OS ARGONAUTAS MODERNOS

Evolução dos navios-tanque – A era dos gigantes

A fome do mundo por mais petróleo crescia e crescia a cada dia mais e mais; nos anos 50 e 60, o crescimento económico das nações surge atrelado ao “Ouro Negro”, e conforme Oliver Cromwell disse, no século XVII: “Quem dominar os mares controlará o mundo”. Estas palavras talvez nunca tenham tido um significado com tal importância para a Indústria Marítima, e para toda economia mundial, quando em 1956, o Canal do Suez é fechado, dando início a Crise do Canal do Suez .

CEGO DO MAIO | NASCEU A 8 DE OUTUBRO DE 1817

Uma história singular

«Nunca receava o perigo, e ainda há poucos dias, quando o grande rolo do mar e a arrebentação na costa da Póvoa expunham a perigo iminente mais de 200 lanchas da pescaria (entrando a do Cego do Maio nesse número), apenas devido à sua coragem e perícia, pôs pé em terra na Cachina, correu para o sítio do salva-vidas, que até então se conservava imóvel, reconhece o grande perigo: nem chores nem lágrimas o detêm, e apenas entra dentro do frágil lenho, encontra companheiros aventurosos, dirigem-se para a barra, transpõem-na, e dirigindo o rumo dos infelizes pescadores, extenuados pela ansiedade, pelo trabalho e pela fome, guia para dentro da barra 60 lanchas, com cerca de 700 tripulantes, e é ele o último que abandona o posto de honra, quando já tinha escurecido!»
 

24 ANOS DEPOIS

Sequestro do «ACHILLE LAURO» decide liderança da UNESCO

O egípcio Farouk Hosni tentou a liderança da UNESCO, em 2009. Mas as suas ligações ao sequestro do paquete "Achille Lauro" ditaram a vitória da diplomata búlgara Irina Bokova, que passou a ser a nova directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Portugal mudou de posição à última hora, tendo passado a apoiar o Ministro da Cultura egípcio.

Sequestrador do «Achille Lauro» libertado em 2009

Youssef Magied al-Molqui, líder do comando palestiniano que, em Outubro de 1985, tomou de assaltou o paquete "Achile Lauro" e matou um passageiro judeu norte-americano, foi posto em liberdade em Maio de 2009 pelas autoridades italianas, por bom comportamento, tendo recebido ordem de expulsão do país.

VEJA OS VÍDEOS

Sequestro do «Achille Lauro»

O sequestro do «Achille Lauro» mereceu, naturalmente, ampla cobertura da comunicação social. Divulgamos alguns vídeos com notícias da televisão referentes ao sequestro, assim como excerto de filme tendo como tema o sequestro do paquete.

SEQUESTRO NAS PÁGINAS DO «DIÁRIO DE LISBOA»

«Achille Lauro» levava a bordo 78 portugueses

Segunda-feira, 7 de Outubro de 1985. As manchetes dos jornais portugueses gritavam, em uníssono, a débâcle socialista, e o retumbante aparecimento do epifenómeno PRD.”Eanes é o grande vencedor”, manchetava o “Diário de Lisboa”. No dia seguinte ficava a saber-se que o “Achille Lauro” levava a bordo 78 portugueses.

2 DE OUTUBRO DE 1947

O encalhe do navio hidrográfico «D. João de Castro» nas águas de Cabo Verde

A última missão do navio, que acabou em tragédia, desenrolou-se nas águas de Cabo Verde. A 2 de Outubro de 1947 recebia-se um rádio no ministério da Marinha, em Lisboa, em que se dizia que o «D. João de Castro» encalhara e que em princípio estava perdido, no “litoral da ilha de Santo Antão, no arquipélago dos ‘Açores’ na zona de Janela”. Isto dizia-o o «Diário Popular», no dia seguinte, através da caneta de um jornalista pouco ilustrado nas coisas geográficas. A notícia prosseguia, avançando alguns dados sobre o sinistro.

 

HOJE, NO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

Conferência «Conservação in-situ de âncoras, armas e navios de guerra»

A beneficiar do encontro do ICOM-CC realizam-se outros eventos em paralelo, como a conferência de Ian MacLeod intitulada “Conservação in-situ de âncoras, armas e navios de guerra/In-situ conservation of anchors, guns and warships”, que se realiza no Padrão dos Descobrimentos. É hoje, sexta-feira, pelas 18h30.

AO LARGO DE S. JULIÃO DA BARRA

Caça ao tesouro começou esta quarta-feira

Uma equipa de arqueólogos partiu esta quarta-feira, 21 de Setembro, à descoberta dos tesouros escondidos no mar ao largo de S. Julião da Barra, no concelho de Oeiras, onde ao longo dos anos naufragaram dezenas de embarcações. Seis arqueólogos mergulham até aos 13 metros de profundidade em volta do forte de S. Julião da Barra, onde existirão pelo menos 50 navios naufragados.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Forte de S. Julião da Barra

As antigas casamatas serviram, em determinadas épocas, como celas prisionais. Por ordem expressa do marquês de Pombal em 1759, nelas estiveram encerrados 124 jesuítas. Partidários de D. Miguel e de D. Pedro usaram-na, alternadamente, como prisão dos seus adversários. As últimas missões militares de S. Julião da Barra aconteceram entre 1831 e 1833, na luta fratricida entre absolutistas e liberais. A partir desta data, a fortaleza silenciaria todas as suas peças de artilharia.

PRÍNCIPE PERFEITO

D. João II - O Rei que deu o nome ao paquete

Filho de D. Afonso V, subiu ao trono em 1481, sendo certo que exercia já há alguns anos o poder de facto. Com efeito, as frequentes ausências do reino, por parte de D. Afonso V, põem-lhe nas mãos o governo do país.
Durante o seu reinado toda a costa ocidental da África foi navegada, dobrou-se o Cabo da Boa Esperança e preparou-se por terra com as viagens de Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, a viagem de Vasco da Gama à índia, a que o monarca já não assistiria. Em 1494, assina-se o tratado de Tordesilhas, dividindo-se a terra em duas zonas de influência, a atribuir a Portugal e à Espanha. Dentro da zona de influência portuguesa ficava o Brasil, o que permite supor que o monarca tinha conhecimento da existência dessas terras.
 

MARE CLAUSUM

A quem pertence o mar?

A quem pertence o mar? Será que se pode falar em soberania sobre as águas, do mesmo modo que se usa este conceito para os espaços terrestres? Os primeiros estudos e pareceres favoráveis a um exercício de soberania sobre espaços marítimos, similar à praticada nos espaços terrestres, surgem nos tempos do Império Romano. Naquela época, diversos jurisconsultos apresentam argumentação justificativa do domínio de Roma sobre os mares frequentados pelos seus navios.

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