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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




Portugal recupera barcos tradicionais

Proposta do semanário "Expresso" para uma visita às as embarcações tradicionais portuguesas, infografia de Jaime Figueiredo e Olavo Cruz. Aqui.

13 DE NOVEMBRO DE 1923

Navios da «República dos Sovietes» impedidos de entrar no Tejo

A 13 de Novembro de 1923, são tomadas medidas rigorosas para navios que entrem no porto de Lisboa, pertencentes a países que não estejam reconhecidos por Portugal, como os da República dos Sovietes. Assim, estes navios não poderão entrar no Tejo, devendo ficar em Paços de Arcos, sob vigilância da polícia marítima.
Curiosamente, foi nesse preciso dia que a primeira bandeira oficial da União Soviética, que havia sido desfraldada durante curtos quatros meses, foi substituída, passando a ostentar a foice e o martelo.

13 DE NOVEMBRO DE 2002

«Prestige» provoca catástrofe ambiental de grandes proporções

A 13 de novembro de 2002 começou a maior catástrofe ambiental que até o momento havia sacudido a costa galega: o afundamento e posterior derramamento de milhares de toneladas de fuel-oil por parte do petroleiro "Prestige". O petroleiro, construído em 1976, com um deslocamento de 42 mil toneladas, transportava 77 mil toneladas de fuelóleo pesado.

NAUFRÁGIO DO PRESTIGE

O acontecimento da semana

O naufrágio do Prestige e a consequente maré negra que provocou na costa da Galiza foi o acontecimento negativo da semana para 71.8% dos lisboetas e portuenses inquiridos no Fonebus.
Convidados a pronunciar-se sobre o acontecimento positivo e negativo dos últimos sete dias, os residentes nas duas regiões mais populosas do país não tiveram dúvidas: o naufrágio do Prestige e a maré negra na costa galega foi o acontecimento negativo da semana. Este acontecimento recolheu 71.8% das opiniões. Para 48.8% deles o naufrágio foi o pior acontecimento da semana e para 23% o mais negativo foi a maré negra.

NAUFRÁFIO DO PRESTIGE

Máfia, lavagem de dinheiro, empresas fantasmas, paraísos fiscais

O “Prestige”, então com 26 anos de idade, já estava banido de carregar para a Shell, Chevron, Exxon, por ser antigo e não mais confiável; por esse motivo era sempre fretado no tramp, para transportar cargas de especuladores do mundo do petróleo, geralmente provenientes da máfia russa, em esquemas de lavagem de dinheiro.
Parece coisa de filme de conspiração, pois envolve máfia, esquemas de lavagem de dinheiro, empresas fantasmas, paraísos fiscais, empresas de petróleo de fachada, processos judicias, e uma grande crise política, isto para além de ter abalado as estruturas e conceitos da indústria marítima mundial.

POR: SÍLVIO DOS SANTOS

O Canal do Panamá

O sucesso da Universal Company of Suez, fundada pelo francês Ferdinand de Lesseps em 1858, que construiu o Canal de Suez entre 1859 e 1869, permitiu a concretização de outro sonho: no final década de 1870, Lesseps inicia os estudos para a construção do Canal do Panamá, em plena floresta tropical na América Central, e em 1879 funda a Companhia Universal do Canal Interoceânico do Panamá, com o propósito de construir essa fabulosa obra.

CANAL DO PANAMÁ

EUA deixam franceses e colombianos para trás

Em Outubro de 1903, os funcionários da companhia sediada no Panamá, aliados a José Augustin Arango, o representante da Panama Railroad Company, chefe da junta local, foram estimulados a criar um movimento separatista, proclamando a independência da região do Panamá. Vindo em socorro desse pseudomovimento autonomista, os fuzileiros norte-americanos, a bordo do couraçado Nashville, desembarcam em Cólon, impedindo a reação dos colombianos.

A importância dos canais artificiais para a navegação

Os primeiros canais de navegação foram construídos antes da invenção das estradas de ferro, tendo-se tornado o embrião da integração modal. O primeiro canal artificial foi o Grande Canal da China, no século VI; na Europa o Navíglio Grande ligou Milão ao Mar Adriático, no século XI, e em França o Canal de Briare em 1642.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Construção do Canal do Panamá

Em 1534 o Rei Carlos V de Espanha pediu os primeiros estudos topográficos na zona do canal do Panamá, com a ideia de nesse espaço ser construído um canal de ligação marítima entre os dois Oceanos - já na altura os espanhóis viam a importância estratégica do canal.
No entanto, como facilmente constataram, a obra estava muito além das possibilidades técnicas da altura.
 

IV SIMPÓSIO LUSO-BRASILEIRO DE CARTOGRAFIA HISTÓRICA (IVSLBCH)

A costa algarvia três séculos depois – o olhar da História e da Geografia

Depois do Rio de Janeiro (2005), Lisboa (2007) e Ouro Preto (2009), chega agora a vez da cidade e da Universidade do Porto receberem o IV Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, que congrega investigadores, docentes e estudantes empenhados no conhecimento, estudo e divulgação da Cartografia histórica, que se reúnem de dois em dois anos, alternadamente, no Brasil e em Portugal.
 

CANAL MENO-DANÚBIO

«Maior tolice desde a Torre de Babel»

A terceira tentativa de realizar o projecto foi fruto do delírio tecnológico dos anos 1920. A ideia era ligar o Mar do Norte ao Mar Negro, através dos rios Meno e Danúbio. Num esforço inédito, o Meno foi completamente canalizado e tornou-se navegável até Bamberg. Já no Danúbio foram construídas uma série de represas e comportas. Algumas dessas obras ainda estavam em andamento em pleno século XXI.
 

O perfil da margem ribeirinha de Lisboa em meados do século XIX

“Cidade disposta em anfiteatro, em sucessivos terraços... ora perdendo-se lá longe,... ora avançando sobre o rio como o estreito tombadilho duma nau. [...] Como aproveitou o lisboeta estas condições naturais tão singulares, esta dádiva do céu e da água? Que partido tirou ele do Tejo? Voltou-lhe as costas, simplesmente”. Era neste tom pessimista que o escritor, ensaísta e jornalista Raul Proença (1884-1941) apresentava as suas impressões gerais da cidade no 1º volume do Guia de Portugal, dedicado a Lisboa e arredores, publicado em 1924.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE LISBOA

Emprehendimento de promover Lisboa á cathegoria de caes da Europa

Na primeira década do século XX, a tendência da municipalidade de tornar a apostar no embelezamento da zona ribeirinha, nomeadamente do Aterro da Boa-Vista e avenida 24 de Julho, continuava na ordem do dia. Em 1906, o vereador Sabino Coelho (1853-1938) colocou na ordem de trabalhos a questão do embelezamento da zona ribeirinha ocidental. A causa desta nova chamada de atenção era o “emprehendimento de promover Lisboa á cathegoria de caes da Europa”, em que estava empenhada a recém-formada Sociedade de Propaganda de Portugal.

 

Porto e Gaia antes das pontes

Ao longo dos séculos as populações ribeirinhas do Porto e Gaia terão tido a necessidade e o desejo de comunicar entre si, de trocar bens e serviços.
O atravessamento, como em toda a parte, fazia-se em barcos e jangadas. A avaliar pelas gravuras antigas o tráfego de embarcações e navios era muito intenso o que denota uma estreita relação entre as populações das duas margens. A partir de 1744 estabelece-se uma carreira regular para passagem entre o Porto e Gaia.
Circunstâncias especiais terão levado à construção de passadiços assentes sobre barcaças, isto é de pontes de barcas.

03.11.1936

Navio-escola Sagres ruma ao Brasil

Antes da partida, o Ministro da Marinha foi a bordo e falou aos oficiais e cadetes, lembrando-lhes a missão honrosa em que iam investidos. O Comandante Ortins de Bettencourt embarcou depois num submarino e fez uma imersão fora da barra.

2 DE NOVEMBRO DE 1769

James Cook nas Ilhas Motiti

Em 1769 anos o capitão James Cook passava pelas ilhas Motiti, deslumbrando-se com o cenário paradisíaco. O cenário entretanto mudou radicalmente, por mor do acidente com o cargueiro “Rena”.

1930

Excursão dos Empregados Superiores do «Diário de Notícias» por Aveiro e Ílhavo

“Os funcionários superiores do ‘Diário de Notícias’, de Lisboa, - Directores de publicações, Chefes de Secção, Chefes districtaes, etc. – recreiam-se da labuta insana dos seus trabalhos fazendo uma formosa excursão através de dois belos districtos – Aveiro e Vizeu – organizada pelos Serviços de Propaganda e Expansão d’este grande jornal”.

Aconteceu em 1930. A excursão do “bando” esteve em Aveiro, “os ‘olhos azues de Portugal”; na Costa Nova subiu ao farol; esteve no Forte da Barra “onde a Junta Autonoma da Ria e da Barra tem a base dos seus importantíssimos trabalhos de abertura de canaes, fixação da entrada da Barra, etc., que sob a presidência inteligente e enérgica do grande jornalista Homem Christo há-de dar realisação ao grande sonho de Aveiro: a construção dos seus portos de comercio e de abrigo”.
 

FAROL DO CABO DA ROCA

Incandescência a petróleo chegou a 26 de Outubro de 1896

Em 1843, segundo uma obra publicada no ano de 1872, pela Impressa Nacional, "Pharoes, Marcas Marítimas, Estações Semaphóricas e Postos Meteorológicos em Portugal", e quando o Serviço de Faróis já se encontrava sob a alçada do Ministério da Fazenda, foi o farol do Cabo da Roca totalmente remodelado e é então que ele apresenta mais ou menos, o aspecto actual.
Funcionamento com incandescência a petróleo, só a 26 de Outubro de 1896, e já quando os faróis haviam passado a depender de outro departamento governamental, a Marinha, o farol do Cabo da Roca recebeu o benefício da energia eléctrica.

21 DE OUTUBRO DE 1805

Trafalgar, o histórico combate no mar

Imagine uma fortaleza com muralhas de três andares de altura, armada com 80 canhões. E 60 dessas fortalezas flutuam no mar, manobrando lentamente, trocando tiros a poucos metros de distância e, às vezes, colidindo. Essa cena épica foi o que aconteceu na famosa Batalha do Cabo de Trafalgar, cerca de 30 km a oeste do estreito de Gibraltar. Ali naufragou definitivamente o plano de Napoleão para subjugar a Inglaterra. A 21 de Outubro de 1805, 27 navios britânicos encontraram 33 navios da frota napoleónica - 18 franceses e 15 espanhóis. Seis horas depois, os ingleses haviam capturado 17 navios inimigos e destruído outro sem perder nenhum dos seus. Mas a vitória custou a vida ao vice-almirante Horatio Nelson, o herói mais popular de Inglaterra.

10 DE OUTUBRO DE 1985

São ilegais os tripulantes portugueses do «Achille Lauro»?

Ponto de interrogação, ou ponto de dúvida do "Diário de Lisboa", que continuava a dar grande destaque ao sequestro do famoso paquete, na sua edição de 10 de Outubro de 1985. Suspeitava-se que alguns dos 78 tripulantes, aqui se incluindo portugueses, tinham conseguido o emprego através de agências de emigração clandestinas. Um fait divers, porque o facto mais importante tinha sido o fim do sequestro. Fim da acção terrorista, mas não o fim das peripécias em torno do sequestro, como se saberá nos dias seguintes.

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