Portos de Portugal
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Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

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Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
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Porto de Setúbal
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Porto de Sines
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Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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CORREIA DA CUNHA

O padre-marinheiro que adorava o fado

A 23 de Janeiro de 1943, o Padre Correia da Cunha foi admitido ao serviço da Armada como Capelão equiparado a segundo-tenente, onde colaborou até Outubro de 1961.
Capelão da Armada, nos inícios dos anos 40, fundou, em colaboração com o Capelão Perestrelo de Vasconcelos, a Associação dos Marinheiros Católicos Portugueses.
A sua alma de marinheiro-poeta só se podia sentir bem no local donde partiram as caravelas para as conquistas do novo mundo. Alfama era a Lisboa das marinhagens, das varinas cheirando a sol e mar, das gaivotas sobrevoando o seu enamorado Tejo, dos becos e das ruelas, das quimeras de amor.

O Mistério Inexplicado das Serpentes do Mar

As lendas da navegação e das viagens marítimas mantiveram-se cativantes pelos contos sobre serpentes do mar e répteis monstruosos a perseguir veleiros e navios. Intrigante e medonha, a serpente no mar faz parte de muitas culturas marinhas do mundo inteiro.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

1965 | Descoberto petróleo no Mar do Norte

A balsa auto elevável Sea Gem, a 42 milhas da boca do Rio Humber, encontra petróleo na costa Britânica! Estas eram as novas anunciadas pela imprensa no ano de 1965 em toda a Europa. Foi assim que começou a recente fronteira na região chamada de “Mar do Norte” nos tempos modernos. Isto só foi possível graças à mudança de leis e a um acordo entre os países que são banhados por estas águas geladas.

50 ANOS do Paquete FUNCHAL comemorados na cidade que lhe deu o nome

O cinquentenário da entrada em serviço do famoso paquete português FUNCHAL, em Novembro de 1961, está a ser comemorado na cidade do Funchal, com uma palestra alusiva à história do navio e uma exposição fotográfica dedicada ao último grande paquete português ainda existente.
Estas iniciativas são promovidas pelo CEN - Clube de Entusiastas de Navios, com a colaboração da Câmara Municipal do Funchal e de Luís Miguel Correia, investigador de história marítima contemporânea e autor de 20 livros versando temas associados aos navios e ao mar.

Portugal recupera barcos tradicionais

Proposta do semanário "Expresso" para uma visita às as embarcações tradicionais portuguesas, infografia de Jaime Figueiredo e Olavo Cruz. Aqui.

13 DE NOVEMBRO DE 1923

Navios da «República dos Sovietes» impedidos de entrar no Tejo

A 13 de Novembro de 1923, são tomadas medidas rigorosas para navios que entrem no porto de Lisboa, pertencentes a países que não estejam reconhecidos por Portugal, como os da República dos Sovietes. Assim, estes navios não poderão entrar no Tejo, devendo ficar em Paços de Arcos, sob vigilância da polícia marítima.
Curiosamente, foi nesse preciso dia que a primeira bandeira oficial da União Soviética, que havia sido desfraldada durante curtos quatros meses, foi substituída, passando a ostentar a foice e o martelo.

13 DE NOVEMBRO DE 2002

«Prestige» provoca catástrofe ambiental de grandes proporções

A 13 de novembro de 2002 começou a maior catástrofe ambiental que até o momento havia sacudido a costa galega: o afundamento e posterior derramamento de milhares de toneladas de fuel-oil por parte do petroleiro "Prestige". O petroleiro, construído em 1976, com um deslocamento de 42 mil toneladas, transportava 77 mil toneladas de fuelóleo pesado.

NAUFRÁGIO DO PRESTIGE

O acontecimento da semana

O naufrágio do Prestige e a consequente maré negra que provocou na costa da Galiza foi o acontecimento negativo da semana para 71.8% dos lisboetas e portuenses inquiridos no Fonebus.
Convidados a pronunciar-se sobre o acontecimento positivo e negativo dos últimos sete dias, os residentes nas duas regiões mais populosas do país não tiveram dúvidas: o naufrágio do Prestige e a maré negra na costa galega foi o acontecimento negativo da semana. Este acontecimento recolheu 71.8% das opiniões. Para 48.8% deles o naufrágio foi o pior acontecimento da semana e para 23% o mais negativo foi a maré negra.

NAUFRÁFIO DO PRESTIGE

Máfia, lavagem de dinheiro, empresas fantasmas, paraísos fiscais

O “Prestige”, então com 26 anos de idade, já estava banido de carregar para a Shell, Chevron, Exxon, por ser antigo e não mais confiável; por esse motivo era sempre fretado no tramp, para transportar cargas de especuladores do mundo do petróleo, geralmente provenientes da máfia russa, em esquemas de lavagem de dinheiro.
Parece coisa de filme de conspiração, pois envolve máfia, esquemas de lavagem de dinheiro, empresas fantasmas, paraísos fiscais, empresas de petróleo de fachada, processos judicias, e uma grande crise política, isto para além de ter abalado as estruturas e conceitos da indústria marítima mundial.

POR: SÍLVIO DOS SANTOS

O Canal do Panamá

O sucesso da Universal Company of Suez, fundada pelo francês Ferdinand de Lesseps em 1858, que construiu o Canal de Suez entre 1859 e 1869, permitiu a concretização de outro sonho: no final década de 1870, Lesseps inicia os estudos para a construção do Canal do Panamá, em plena floresta tropical na América Central, e em 1879 funda a Companhia Universal do Canal Interoceânico do Panamá, com o propósito de construir essa fabulosa obra.

CANAL DO PANAMÁ

EUA deixam franceses e colombianos para trás

Em Outubro de 1903, os funcionários da companhia sediada no Panamá, aliados a José Augustin Arango, o representante da Panama Railroad Company, chefe da junta local, foram estimulados a criar um movimento separatista, proclamando a independência da região do Panamá. Vindo em socorro desse pseudomovimento autonomista, os fuzileiros norte-americanos, a bordo do couraçado Nashville, desembarcam em Cólon, impedindo a reação dos colombianos.

A importância dos canais artificiais para a navegação

Os primeiros canais de navegação foram construídos antes da invenção das estradas de ferro, tendo-se tornado o embrião da integração modal. O primeiro canal artificial foi o Grande Canal da China, no século VI; na Europa o Navíglio Grande ligou Milão ao Mar Adriático, no século XI, e em França o Canal de Briare em 1642.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Construção do Canal do Panamá

Em 1534 o Rei Carlos V de Espanha pediu os primeiros estudos topográficos na zona do canal do Panamá, com a ideia de nesse espaço ser construído um canal de ligação marítima entre os dois Oceanos - já na altura os espanhóis viam a importância estratégica do canal.
No entanto, como facilmente constataram, a obra estava muito além das possibilidades técnicas da altura.
 

IV SIMPÓSIO LUSO-BRASILEIRO DE CARTOGRAFIA HISTÓRICA (IVSLBCH)

A costa algarvia três séculos depois – o olhar da História e da Geografia

Depois do Rio de Janeiro (2005), Lisboa (2007) e Ouro Preto (2009), chega agora a vez da cidade e da Universidade do Porto receberem o IV Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, que congrega investigadores, docentes e estudantes empenhados no conhecimento, estudo e divulgação da Cartografia histórica, que se reúnem de dois em dois anos, alternadamente, no Brasil e em Portugal.
 

CANAL MENO-DANÚBIO

«Maior tolice desde a Torre de Babel»

A terceira tentativa de realizar o projecto foi fruto do delírio tecnológico dos anos 1920. A ideia era ligar o Mar do Norte ao Mar Negro, através dos rios Meno e Danúbio. Num esforço inédito, o Meno foi completamente canalizado e tornou-se navegável até Bamberg. Já no Danúbio foram construídas uma série de represas e comportas. Algumas dessas obras ainda estavam em andamento em pleno século XXI.
 

O perfil da margem ribeirinha de Lisboa em meados do século XIX

“Cidade disposta em anfiteatro, em sucessivos terraços... ora perdendo-se lá longe,... ora avançando sobre o rio como o estreito tombadilho duma nau. [...] Como aproveitou o lisboeta estas condições naturais tão singulares, esta dádiva do céu e da água? Que partido tirou ele do Tejo? Voltou-lhe as costas, simplesmente”. Era neste tom pessimista que o escritor, ensaísta e jornalista Raul Proença (1884-1941) apresentava as suas impressões gerais da cidade no 1º volume do Guia de Portugal, dedicado a Lisboa e arredores, publicado em 1924.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE LISBOA

Emprehendimento de promover Lisboa á cathegoria de caes da Europa

Na primeira década do século XX, a tendência da municipalidade de tornar a apostar no embelezamento da zona ribeirinha, nomeadamente do Aterro da Boa-Vista e avenida 24 de Julho, continuava na ordem do dia. Em 1906, o vereador Sabino Coelho (1853-1938) colocou na ordem de trabalhos a questão do embelezamento da zona ribeirinha ocidental. A causa desta nova chamada de atenção era o “emprehendimento de promover Lisboa á cathegoria de caes da Europa”, em que estava empenhada a recém-formada Sociedade de Propaganda de Portugal.

 

Porto e Gaia antes das pontes

Ao longo dos séculos as populações ribeirinhas do Porto e Gaia terão tido a necessidade e o desejo de comunicar entre si, de trocar bens e serviços.
O atravessamento, como em toda a parte, fazia-se em barcos e jangadas. A avaliar pelas gravuras antigas o tráfego de embarcações e navios era muito intenso o que denota uma estreita relação entre as populações das duas margens. A partir de 1744 estabelece-se uma carreira regular para passagem entre o Porto e Gaia.
Circunstâncias especiais terão levado à construção de passadiços assentes sobre barcaças, isto é de pontes de barcas.

03.11.1936

Navio-escola Sagres ruma ao Brasil

Antes da partida, o Ministro da Marinha foi a bordo e falou aos oficiais e cadetes, lembrando-lhes a missão honrosa em que iam investidos. O Comandante Ortins de Bettencourt embarcou depois num submarino e fez uma imersão fora da barra.

2 DE NOVEMBRO DE 1769

James Cook nas Ilhas Motiti

Em 1769 anos o capitão James Cook passava pelas ilhas Motiti, deslumbrando-se com o cenário paradisíaco. O cenário entretanto mudou radicalmente, por mor do acidente com o cargueiro “Rena”.

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