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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO

Bico calado!

Alertados pelo polícia para se calarem, uma vez que só era permitida conversa sobre assuntos de serviço, os barqueiros ripostaram a repreensão com uma atitude de falta de respeito afirmando que a sua tarefa era feita por viagem e ao dia. À margem da participação, no canto superior esquerdo, encontra-se o despacho de Francisco Homem Christo a ordenar o seu despedimento imediato e a impossibilitar que viessem a ser admitidos em outros serviços.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO

Desapareceu a tabuleta

Segundo averiguações a placa informativa ainda se encontrava no local pelas 11h da noite como comprovou o cantoneiro n.º 2, Joaquim Barbosa. Foi identificado como suspeito do furto o grupo que passou no local durante a noite vindo da Taberna do Forte da Barra: Manuel José Pinho reis, casado, banheiro e residente no Farol; Manuel Gandarinho, casado, Padeiro, residente na freguesia da Gafanha da Nazaré e João Casqueira, solteiro, padeiro, residente na Gafanha do Carmo.

Farol do Cabo Sardão

A instalação de um farol no Cabo Sardão fazia parte das propostas incluídas no projecto de Pereira da Silva, que em 1866 elaborou o mais antigo plano de farolagem. O Plano Geral de Alumiamento e Balizagem aprovado em 1883 propunha a instalação no Cabo Sardão de um farol de 2ª ordem, de luz distribuída em grupos de 2 clarões, sendo um branco e outro vermelho, correspondendo-lhe os alcances luminosos de 24 milhas em estado médio e 11 milhas em estado médio e 11 milhas em estado brumoso.
De facto, o farol não chegaria a ser edificado a não ser depois da entrada em funcionamento da Comissão nomeada em 1902.

BALEAÇÃO EM PORTUGAL

Estudo desvenda informações desconhecidas

Parece ter ocorrido um pico de aproveitamento de baleias arrojadas na costa portuguesa entre 1201 e 1728, com especial referência para as zonas da Atouguia da Baleia, Baleal, Ericeira, Sesimbra, Setúbal e costa algarvia, entre os séculos XIII e XIV e os registos encontrados são contemporâneos aos registos bascos (Golfo da Biscaia) o que indica que o desenvolvimento da actividade de captura e uso de cetáceos na nossa costa é coeva com a baleação basca amplamente conhecida.

ANTÓNIO NOBRE NASCEU A 16 DE AGOSTO DE 1867

O poeta que construiu um castelo de fantasia na praia da Boa Nova

O autor do "livro mais triste que há" levava, em Leça, uma vida despreocupada, integrando um grupo de rapazes que se entretinha, entre outras coisas, a tocar os sinos para arreliar o sacristão da capela de Santa Catarina, fugindo depois para a praia. Podemos vislumbrar escândalos maiores quando na "Carta a Manuel" o escritor lembra os "banhos em pelote/Quando íamos nadar, à Ponte de Tavares!": talvez estejamos na presença de um precursor do nudismo em Portugal.
 

REVISTA «ILUSTRAÇÃO», 16 DE MARÇO DE 1926

Não comprem sem nos consultar

Onde se publicitam as virtudes do combustível da conchinha, e de uma festa dos barcos de pesca da Terra Nova, em Saint-Malo...

REVISTA «ILUSTRAÇÃO», 16 DE MARÇO DE 1926

Defeito das praias do Algarve: estarem ainda pouco menos que desconhecidas…

O Algarve, de maravilhosa luz que é um dilúvio de ouro e onde a temperatura mesmo no inverno iguala em suavidade a da própria primavera noutras terras, apresenta o seu litoral semeado de lindas praias, que padecem de um único defeito: estarem ainda pouco menos que desconhecidas.

FAROL DO PENEDO DA SAUDADE

Inaugurado dois meses antes do naufrágio do Titanic

O farol do Penedo da Saudade localiza-se na estrada junto à costa, cerca de 800 metros a Norte de São Pedro de Moel, freguesia e concelho da Marinha Grande, distrito de Leiria. Trata-se de uma torre quadrangular de cantaria, com edifício anexo revestido a azulejos cor castanho avermelhado e farolim vermelho. Tem 32 metros de altura.
 

10 DE AGOSTO DE 1628

«VASA» afunda no lançamento à água

O Vasa, da Suécia, foi o maior e mais poderoso navio da sua época. Mas transformou-se num fiasco ao afundar assim que foi lançado à água, a 10 de Agosto de 1628. Resgatado e preservado num museu ultramoderno, em Estocolmo, trouxe à tona um pedaço intacto dos costumes do século XVII.
 

12 DE AGOSTO DE 2000

Tragédia do submarino KURSK provoca 118 mortos

A 12 de Agosto de 2000, o submarino nuclear russo Kursk foi atingido por duas explosões enquanto fazia uma série de exercícios militares no Mar de Barents, ao norte da Rússia e da Noruega. O impacto foi tão grande que houve registos em sismógrafos do norte da Europa. O submarino foi invadido por chamas, o que matou a maioria dos seus 118 tripulantes. Pelo menos 23 marinheiros conseguiram refugiar-se num compartimento, mas viriam a morrer mais tarde.

O inferno é água salgada

Sem fama nem alarido. Assim morreu há dias o último sobrevivente do maior naufrágio pesqueiro de que há memória em Portugal. Há 65 anos, o mar zangou-se em Leixões e atirou quatro traineiras ao fundo, levando consigo 152 pescadores.
Seis homens conseguiram nadar até terra, outros cem não sabem como se safaram. Memórias de uma noite danada.

9 DE AGOSTO DE 1970

Recordando o encalhe do navio-motor «Ilha de Porto Santo» em Aveiro

A 09/08/1970, durante a manhã, forte nevoeiro pairou sobre a zona da Ria de Aveiro, nomeadamente em toda a área portuária. Tal motivo causou alguns transtornos à navegação, particularmente ao navio-motor Português ILHA DE PORTO SANTO, ex FUNCHALENSE, carregado de bananas, proveniente do Funchal, que encalhou no canal da Ria, defronte de São Jacinto, quando rumava à Gafanha.

REVISTA «ILUSTRAÇÃO», 1 DE SETEMBRO DE 1926

A Sedução da Praia - São todas noivas do mar – sultão insaciável!

A sedução da praia começa a luzir em promessa com as fogueiras bailadoras do S. João, e queima-se, estertoriza, no magusto de Todos-os-Santos.
Vive, portanto, luminosamente, ao maior chispar do sol, entre as chamas festivas que celebram o prenúncio do calor e as que anunciam, estalidantes de castanhas, a chegada do inverno.

8 DE JULHO DE 1832 - DESEMBARQUE DO MINDELO NA PRAIA DA MEMÓRIA

«Soldados! Aquelas praias são as do malfadado Portugal» - incitava D. Pedro

Ao anoitecer do dia 7 de Julho de 1832 instalou-se o pânico entre as forças militares e as autoridades absolutistas do Porto: a esquadra liberal estava à vista, para grande surpresa dos miguelistas que nunca haviam previsto uma invasão por este ponto do país. No entanto, D. Pedro avançou com a sua armada em direcção a Vila do Conde, local onde planeara o desembarque.
Na manhã de 8 de julho foi enviado a terra, para parlamentar com as forças militares aí estacionadas, o major Bernardo de Sá Nogueira - futuro marquês de Sá da Bandeira. As negociações foram, no entanto, completamente estéreis, tendo aquele emissário sido recebido com ameaças de fuzilamento. Frustradas, pois, que foram estas tentativas de desembarque pacífico, foi decidido efectuá-lo em pé-de-guerra.
 

Ponte 25 de Abril inaugurada a 6 de Agosto de 1966

A 5 de Novembro de 1962 iniciaram-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo foi inaugurada (seis meses antes do prazo previsto), cerimónia que decorreu no dia 6 de Agosto de 1966, do lado de Almada, na presença das mais altas individualidades portuguesas. O seu custo rondou, preço à época da sua construção, o valor de dois milhões e duzentos mil contos, o que corresponde, sem ajustes à inflação, a perto de 11 milhões de euros.

 

PONTE 25 DE ABRIL

Publicamos vários vídeos do dia da inauguração

Recordamos, em vídeo, alguns dos momentos da inauguração da Ponte Salazar (assim denominada até à revolução dos cravos), hoje Ponte 25 de Abril.
Inauguração a 6 de Agosto de 1966.
Para além de um vídeo de 20 minutos, produzido pela Tóbis e dirigido por Leitão de Barros, reproduzimos a alocução de Américo Tomás no acto solene, dando “graças a Deus” pela empreitada ter chegado a bom porto, “declarando aberta ao tráfego e posta ao serviço da Nação a Ponte Salazar”.
 

PONTE SOBRE O TEJO | 05.11.1962

As propostas de construção de uma ponte para unir as duas margens do rio Tejo remontam aos finais do século XIX. Várias propostas foram feitas por inúmeros engenheiros. O assunto foi debatido no parlamento e foram nomeadas comissões para estudar as propostas em 1933 e em 1953.
Em 1959 foi aberto um concurso público internacional, para que fossem apresentadas propostas para a construção. Após a apresentação de quatro propostas, o que aconteceu em 1960, a obra foi adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company, que, já em 1935, tinha apresentado um projecto para a sua construção.
 

PONTE SOBRE O TEJO

Quinta maior ponte suspensa do mundo

A grandeza e a imponência da Ponte 25 de Abril está bem expressa no facto de, à data da sua inauguração, ser a quinta maior ponte suspensa do mundo e a maior fora dos Estados Unidos da América.

PONTE SOBRE O TEJO

Aspiração quase secular

O atravessamento contínuo do rio Tejo na área urbana da capital, uma aspiração quase secular, foi traduzido em termos técnicos, e pela primeira vez, pelo Eng.º Miguel Pais que propôs em 1876, em desenho, uma ponte entre o Grilo e o Montijo.
Esta proposta contemplava uma solução mista para os tráfegos rodoviário e ferroviário, de tabuleiro duplo e com setenta e seis tramos, dos quais setenta e quatro tinham 60 m de vão e os dois extremos, 48 m.
Apesar do grande apoio que colheu nos meios técnicos, na opinião pública e em departamentos oficiais, este projecto não teve seguimento, tendo surgido ao longo dos anos outras ideias para a ligação da capital à margem Sul.

Farol de S. Vicente

Actualmente, o Farol situa-se no promontório do Cabo de S. Vicente, a 86 metros de altitude e 28 de altura.
Já há muito tempo, no início do século XVI, existira na mesma zona um pequeno farol que fazia parte do ali erguido Convento do Corvo, e onde presumidamente estariam as relíquias do santo que deu nome ao local. Apesar de estar fortificado desde 1508, esse convento foi várias vezes assaltado, pelo que o seu farol foi alvo de sucessivos trabalhos de restauração.

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