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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Sábado há acção de limpeza no porto de pesca de Sines

A Docapesca organiza uma acção de limpeza costeira no porto de pesca de Sines. A acção está marcada para este sábado, dia 8 de outubro, pelas 09h30, com concentração na Lota de Sines.
A iniciativa conta com a colaboração da Associação de Armadores de Pesca Artesanal e do Cerco do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e do Município de Sines.
 

ALERTA DE CIENTISTAS

Degelo da Gronelândia irá inundar as zonas costeiras do mundo

O aquecimento global, fruto dos gases com efeito de estufa que se concentram na atmosfera devido à atividade humana, está a derreter as camadas de gelo que cobrem as regiões mais polares do nosso planeta. Isso não deverá ser surpresa para ninguém.

Contudo, um grupo de cientistas alerta agora que mesmo que os países do mundo decidissem acabar com emissões desses poluentes da noite para o dia, o degelo da calota da Gronelândia continuaria a acontecer. Assim, sentenciam que é “inevitável” o aumento do nível do mar, no mínimo, em 27 centímetros, à medida que as 110 toneladas de gelo se liquefazem e enchem os oceanos do planeta. Essa subida poderá ser ainda maior, pois apenas contabilizar a poluição emitida até ao momento.

UE designa 87 áreas para proteger ecossistemas vulneráveis de mar profundo

A Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e Cooperação saúda a Comissão Europeia pelo anúncio de 87 áreas nos mares da União Europeia onde os ecossistemas marinhos vulneráveis de profundidade serão protegidos dos impactos da pesca com contacto com os fundos marinhos. Esta medida irá “salvaguardar ecossistemas importantes para a biodiversidade em mais de 16.000 quilómetros quadrados de fundos marinhos nas águas de Portugal, Espanha, França e Irlanda”.

Bolloré Logistics e Hapag-Lloyd comprometidas com o transporte marítimo sustentável

A Bolloré Logistics assinou um acordo com o parceiro estratégico Hapag-Lloyd de modo a promover o uso de biocombustível marinho e contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa relacionadas com o transporte marítimo.

O comprometimento das empresas para uma alocação semanal de 100 TEUs transportados com biocombustível teve início no dia 1 de setembro, permitindo uma redução de cerca de 1.500 toneladas de emissões de CO2 no Well-to-Wake (processo desde a produção de combustível e entrega até ao uso de navios a bordo e todas as suas emissões produzidas) até ao final do ano.

Governo olha para as Selvagens como modelo para as reservas marinhas nacionais

“O Governo quer “replicar” o modelo de alargamento da reserva natural das Ilhas Selvagens, o sub-arquipélago madeirense, noutras áreas marinhas nacionais. O compromisso foi deixado, no Funchal, pela Ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, no encerramento da conferência ‘Ilhas Selvagens – Um catalisador para a Economia Azul Sustentável nacional’.”

INSCRIÇÕES ATÉ 30 DE SETEMBRO

Concurso AMAR A PRAIA – Edição 2022

“AMAR A PRAIA – Concurso de Práticas Sustentáveis”, promovido pelo Programa Bandeira Azul com o apoio da P&G Portugal, pretende destacar as boas práticas dos concessionários e valorizar o trabalho de quem está atento às necessidades das zonas balneares e apresenta as melhores soluções.

De acordo com a Assembleia Geral das Nações Unidas, a degradação dos ecossistemas tem um impacto direto no bem-estar de cerca 3,3 mil milhões de pessoas e, como tal, declarou 2021-2030 como a Década das Nações Unidas para a Recuperação dos Ecossistemas.

17 A 25 DE SETEMBRO

5 Acções Bandeira Azul na Semana do Dia Internacional de Limpeza Costeira

Pelo terceiro ano consecutivo a ABAE associa-se à iniciativa da Fundação Oceano Azul em celebração do Dia Internacional dos Oceanos.

Entre 17 e 25 de setembro a ABAE, através do Programa Bandeira Azul, organiza cinco acções de limpeza de praia através do seu projecto “Praia Mais Limpa Com…”, contando com a participação de voluntários de diferentes entidades nacionais.

Portos de Aveiro e da Figueira da Foz parceiros do A-AAgora

Os Portos de Avei­ro e da Figueira da Foz fazem parte do consórcio nacional de entidades parceiras no A-AAgora. Este projeto tem como objetivo desenvolver metodologias de soluções inovadoras que possibilitem o restauro de ecossistemas marinhos e co­mu­nidades costeiras, particularmente vulneráveis aos riscos do aumento do nível do mar, bem como aumentar a sua resiliência climática na bacia do Atlântico e do Ártico.

Alterações climáticas reduziram stocks de peixe em metade das regiões marinhas

Investigadores da Universidade da Columbia Britânica (Canadá), do Centro de Soluções Oceânicas de Stanford (EUA) e da Universidade de Berna (Suíça), projectam o impacto que diferentes aumentos da temperatura global e gamas de atividade pesqueira têm na biomassa, de 1950 a 2100. As suas simulações, a partir dos níveis históricos, sugerem que as alterações climáticas reduziram os stocks de peixe em 103 das 226 regiões marinhas estudadas.

VEJA O VÍDEO

A bordo de uma missão da marinha para retirar redes de pesca das águas do Tejo

Retirar do Tejo redes de pesca abandonadas ou mal sinalizadas é o um dos objectivos da Capitania do Porto de Lisboa. São missões que percorrem dezenas de milhas e que a TVI teve oportunidade de acompanhar.

O Guia de Áreas Marinhas Protegidas:

Um Enquadramento para Alcançar Metas Globais para o Oceano

A Revista Science publicou O Guia de Áreas Marinhas Protegidas: um Enquadramento para Alcançar Metas Globais para o Oceano, resultado de 10 anos de investigação colaborativa de 42 cientistas de 38 organizações em 6 continentes. Entre os autores desta publicação está Emanuel Gonçalves, coordenador científico e administrador da Fundação Oceano Azul.

É o mais recente e completo estudo sobre Áreas Marinhas Protegidas (AMP), que sintetiza toda a informação científica necessária para compreender, planear, estabelecer, avaliar e monitorizar a protecção do oceano e da sua biodiversidade, através da criação de Áreas Marinhas Protegidas.

Blue Azores

Um programa de conservação marinha e utilização sustentável do mar dos Açores

Focado na conservação e utilização sustentável do Mar dos Açores, o Programa Blue Azores contribui para a proteção, promoção e valorização dos recursos marinhos do arquipélago, criando novas vias para o desenvolvimento económico sustentável da região.

O Blue Azores nasce de uma parceria entre o Governo Regional dos Açores, o Instituto Waitt, e a Fundação Oceano Azul que se uniram em torno de uma visão comum – proteger, promover e valorizar o capital natural marinho dos Açores – com a ambição de garantir um oceano saudável como base de uma economia azul próspera e sustentável.

O oceano é uma «sopa» de ingredientes para medicamentos e cosméticos

O mar é uma “sopa” de bactérias, algas, vírus, fungos, corais, esponjas, peixes, moluscos e crustáceos, dos quais se extraem “ingredientes” para medicamentos contra o cancro, cosméticos anti-rugas, suplementos alimentares, rações para animais, fertilizantes e descontaminantes.

Os possíveis usos dos recursos marinhos — que a agência Lusa exemplifica — são muitos, e protegidos até por patentes, mas muitas das potencialidades continuam por descobrir debaixo de água — ou até já foram recolhidas em terra, mas as suas propriedades permanecem por decifrar.

Parque Natural Marinho do Recife do Algarve

Primeira Área Marinha Protegida de Interesse Comunitário em Portugal

A costa de Albufeira, Lagoa e Silves tem ao seu largo um dos maiores recifes naturais costeiros de Portugal, que beneficia de condições naturais únicas e de uma biodiversidade marinha ímpar.
Estudos do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve (CCMAR/UAlg), que decorreram durante mais de 20 anos, identificaram este recife como uma das áreas mais ricas e produtivas da região, com muitas espécies com interesse comercial e com interesse para a conservação.
 

O calor que expande o mar

Devido à contínua emissão de gases com efeito de estufa e o consequente aumento da temperatura do planeta, também a superfície do oceano irá aquecer. Mais que o degelo das calotas polares da Antárctica ou da Gronelândia, o efeito maior do aquecimento global na subida do nível médio do mar é a expansão térmica. A água do mar é um fluído compressível que se expande com o aumento da temperatura.

Ria Formosa, uma «fábrica» a absorver 2600 toneladas de carbono por ano

Nos ecossistemas marinhos – como sapais e ervas marinhas – pode residir a “bazuca” ambiental de que Portugal dispõe, e não está a contabilizar, para competir no combate pela mitigação aos efeitos das alterações climáticas. Só na ria Formosa, um estudo do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve estima que exista um stock de 200 mil toneladas de carbono capturado – cerca de 30% dos valores armazenados nos principais ecossistemas costeiros do país. As salinas, outra das fontes de retenção dos gases com efeito de estufa, começaram agora a ser estudadas pelo CCMAR. Os resultados preliminares são, para já, promissores.

Investigadores portugueses alertam para o impacto das alterações climáticas nos cavalos-marinhos

Os cavalos-marinhos estão entre os peixes que sofrerão mudanças com as alterações climáticas, de forma a adaptar-se. É o que sugere um grupo de investigadores do MARE-Ispa, que desenvolveu um estudo onde analisou o efeito do aquecimento do oceano no comportamento e fisiologia do cavalo-marinho-de-focinho-comprido (Hippocampus guttulatus).

Para a investigação foram recolhidos espécimes do Estuário do Sado, tendo a sua avaliação sido feita no Biotério de Organismos Aquáticos do Ispa. Em condições laboratoriais controladas, casais desta espécie foram expostos a temperaturas mais elevadas que simulam o efeito provocado pelas alterações climáticas previstas para o final deste século. Os resultados revelam que a exposição a temperaturas elevadas, ou seja, que excedem a temperatura máxima que a espécie encontra no seu habitat, poderão implicar elevados custos energéticos e uma diminuição da sua condição corporal.

Como está a mudar o mar?

A tropicalização dos ecossistemas

A temperatura da água tem aumentado a uma velocidade de 0,1ºC em 10 anos. Um aumento impercetível pelo ser humano, mas que afecta a distribuição das correntes e, consequentemente, os ecossistemas marinhos. Além da subida do nível médio do mar, o aumento da temperatura superficial do oceano é também responsável pela migração de muitas espécies marinhas - como peixes, fitoplâncton e algas - na direcção dos pólos.

Como é que a crise climática vai afectar as pradarias marinhas

As ervas que compõem as pradarias marinhas são fotossintéticas (transformam dióxido de carbono em oxigénio), pelo que a acidificação do oceano deverá torná-las mais produtivas. Já o aumento da temperatura divide os especialistas.

Projecto transforma plástico PET em sensores ópticos para detectar poluentes na água

Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto estão a transformar o plástico PET recolhido na costa, que por norma vai para aterro, em novos materiais para sensores ópticos com o objetivo de detetar poluentes ambientais na água.

Em comunicado, a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) esclarece que a equipa de investigadores está a desenvolver novos materiais para sensores óticos, com propriedades fluorescentes, a partir do plástico PET recolhido nas zonas costeiras, como garrafas, que por estarem mais degradadas, por norma não vão para os aterros e não são recicláveis.

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