Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística




Pesca pôs 14% dos tubarões de profundidade e de raias em risco de extinção

Muitas espécies de tubarões que vivem em profundidade e raias estão em risco de extinção por causa da pesca, de acordo com um novo estudo publicado na revista Science. O trabalho, que analisou a evolução da vulnerabilidade à extinção de 521 espécies destes vertebrados marinhos, mostra que 14% estão em riscos de extinção.

“Os tubarões de profundidade e as raias têm biologias muito sensíveis – incluindo crescimento lento, atingir a maturidade tardiamente e uma fertilidade baixa –, o que os torna mais vulneráveis, mesmo quando são alvo de uma pesca menos intensiva, e têm menos probabilidade de recuperarem”, explica ao PÚBLICO Brittany Finucci, bióloga marinha do Instituto Nacional de Investigação Atmosférica e da Água, em Wellington, na Nova Zelândia, e primeira autora do artigo que conta com mais 36 investigadores de instituições de 16 países.

Portugal reúne vantagens para se tornar uma potência no sector da aquacultura

Portugal tem vindo a criar condições para desenvolver uma aquacultura moderna e apresenta vantagens competitivas na produção de peixes planos, de bivalves e algas, e também de robalo e dourada. A produção de salmão em larga escala, na costa Norte, também tem suscitado o interesse de investidores.

Às condições geográficas e vasta costa junta-se uma rede de conhecimento e de serviços de apoio com potencial para promover o desenvolvimento da aquacultura em Portugal.

Nazaré reforça cluster de aquacultura

O ‘cluster’ de aquacultura da Nazaré vai ser reforçado com uma nova unidade pioneira a nível europeu, num investimento de 3,2 milhões de euros.

Esta unidade deverá ocupar uma área de cerca 1.000 metros quadrados, onde "serão criados peixes, cujos resíduos serão reaproveitados para nutrir as plantas cultivadas hidroponicamente", de acordo com o Ministério da Agricultura e Alimentação.

Governo dos Açores pretende avançar com estudo para restruturar setor das pescas

O secretário do Mar e das Pescas dos Açores disse que o Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) pretende realizar um estudo que “dê uma visão clara” de como é que o setor das pescas deve ser reestruturado.

“Hoje temos esta situação de termos uma frota que necessita de ser renovada. Eu acho que é consensual no universo da pesca. (…) Agora, a forma como o vamos fazer, é que é preciso pensar. E é isso que nós estamos a fazer”, disse Mário Rui Pinho.

Segundo o governante, que falava na comissão especializada permanente de economia, na Horta, na ilha do Faial, no âmbito das auscultações aos membros do Governo Regional dos Açores sobre a nova proposta de Plano e Orçamento para 2024 que disponibiliza 44,2 milhões de euros para o setor do mar e das pescas, existem verbas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) “para pensar isso”.

Mercado português conta com mais de 420 produtos de pesca sustentável com o selo azul do MSC

A evolução de produtos de pesca sustentável com o selo azul do Marine Stewardship Council (MSC) em Portugal tem sido de grande dinamismo. Hoje o mercado português conta com mais de 420 produtos com o selo azul (mais 133% do que em 2019), com várias espécies, categorias e marcas na liderança deste movimento azul.

Mas, “a verdade é que a presença de atum MSC nos pontos de venda ainda tem uma expressão reduzida (apenas 1,8% de todo o pescado possível de encontrar com o selo azul no País) e um longo caminho pela frente”, mas os dados referentes a Portugal presentes no relatório Sustainable Tuna Yearbook, publicado pelo Marine Stewardship Council, “assim como os compromissos das empresas portuguesas com o atum certificado indicam que se está a abrir um novo cenário no mercado nacional”, refere uma nota de imprensa do MSC.

Captura de 100 atuns-rabilho a sul de Tavira marca início de campanha no Algarve

A campanha de pesca do atum-rabilho começou no Algarve com a captura de 100 peixes, o maior deles com 330 quilos, numa armação de pesca a quatro quilómetros a sul da Ilha de Tavira.

“Foi um dia que nos correu bem. Esperamos que seja um presságio para o resto da campanha. Pescámos 100 atuns, a maior parte deles sempre com pesos superiores a 200 quilos. Um que se destacou em particular, porque pesava 330 quilos”, disse Miguel Socorro, diretor-geral da Real Atunara, à agência Lusa.

Pesca de atum patudo e espadim azul do Atlântico pode acabar

A pesca de atum patudo e de espadim azul do Atlântico pode vir a ser encerrada, uma vez que Portugal já utilizou 80% das respetivas quotas, avisa a Direcção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

“Considerando os dados das capturas efetuadas pela frota portuguesa de atum patudo no Oceano Atlântico, informa-se que a utilização da quota atingiu os 80%”, indica, em comunicado, a DGRM. Perante este cenário, conforme refere, pode vir a ser necessário encerrar esta pesca.

Portugal esgota quota do carapau e pesca fecha esta terça-feira

A frota portuguesa esgotou a quota de pesca de carapau, na zona do Golfo da Biscaia Meridional, ficando estas capturas proibidas a partir de terça-feira, anuncia a Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

No final de abril, a DGRM já tinha avisado para a possibilidade de encerrar esta pescaria, uma vez que 80% da quota já se encontrava utilizada.

"Considerando o atual nível de descargas efetuadas pela frota portuguesa de carapaus ("trachurus spp."), na subzona 8c, verifica-se que a quota de pesca atribuída a Portugal encontra-se esgotada", lê-se numa nota divulgada esta segunda-feira pela DGRM.

Portugal utilizou 80% da quota de carapau e pesca pode vir a encerrar

A frota portuguesa já utilizou 80% da quota de carapau, podendo vir a ser necessário encerrar estas capturas, avisa a Direção-geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM). A subzona 8C corresponde ao Golfo da Biscaia Meridional.

Perante este cenário, a DGRM avisa que a pesca de carapau pode vir a ser encerrada.

O porto «é uma categoria» e o peixe é valioso: o mar explica Matosinhos

Matosinhos tem o maior porto artificial do país, o terceiro maior em capturas e um dos mais seguros. Já escasseiam os pescadores aqui nascidos e criados, mas o futuro continua a ser a ligação ao mar.
 

Pescadores algarvios trouxeram mais peixe para terra

Os pescadores algarvios capturaram mais peixe em 2023, em comparação com o ano anterior, segundo dados (provisórios) da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM). O aumento cifrou-se em cerca de 18%.

Em 2023, foram transaccionadas nas lotas algarvias 18 491,7 toneladas de peixe, o que se traduz em mais 2 825,6 toneladas do que em 2022. A arte do cerco foi responsável pela maior parte do pescado capturado.

DGRM fixa critérios para licença de pesca comercial no recife Pedra do Valado

A Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) informa que foi publicado em Diário da República, no dia 27 de fevereiro, o Despacho n.º 2182/2024, que fixa os critérios de atribuição de licença específica para o exercício da pesca comercial na área do Parque Natural Marinho do Recife do Algarve - Pedra do Valado.

José Carlos Simão, Diretor Geral da DGRM, salienta que «Este licenciamento específico visa limitar o esforço de pesca neste ecossistema singular com elevada biodiversidade e riqueza, que se constitui como um importante pesqueiro para a frota de pesca comercial, com grande importância económica e social ao nível das comunidades locais». José Carlos Simão destaca ainda que «a Pedra do Valado, é o maior recife costeiro do Algarve e um dos maiores de Portugal, que apresenta valores naturais ímpares no contexto da costa portuguesa».

Comité de Cogestão para a pesca do polvo no Algarve oficialmente criado

A portaria que cria o Comité de Cogestão para a pesca do polvo (Octopus vulgaris) no Algarve foi publicada esta quarta-feira, 6 de março, em Diário da República. Este será o segundo comité de cogestão de uma pescaria em Portugal, depois do trabalho pioneiro da Cogestão da Apanha de Percebe na Reserva Natural das Berlengas.

Associações de pesca reconhecem trabalho de Teresa Coelho

A Secretária de Estado das Pescas foi homenageada pelas associações locais do sector. O trabalho de Teresa Coelho foi reconhecido numa festa promovida pela Apropesca, Associação Pró - Maior Segurança dos Homens do Mar e Associação de Armadores de Pesca do Norte.

O jantar de reconhecimento e agradecimento dos responsáveis pela comunidade piscatória da Póvoa de Varzim e Vila do Conde teve ainda a presença de outras entidades ligadas ao setor, como a Associação dos Produtores de Pesca do Litoral Norte e a Associação Vila Chã Pesca, além de representantes de instituições públicas como a DOCAPESCA e a DGRM.

Docapesca investe 11,2 milhões de euros na melhoria das suas infraestruturas

No ano de 2023, o investimento concretizado pela Docapesca atingiu o recorde anual absoluto de 11,2 milhões de euros, o que representou um aumento de mais de 45% face ao ano anterior,” refere o relatório daquela entidade.

Entre os investimentos está a reabilitação dos armazéns de aprestos e novo cais flutuante do porto de Vila do Conde, as novas escadas e defensas na ponte-cais número um do porto de Matosinhos, a dragagem da bacia portuária do porto de Aveiro, a pavimentação do Porto da Figueira da Foz, a nova lota de Cascais e a reabilitação das lotas de Peniche e Nazaré.

Docapesca concretiza record de 11 milhões de investimento em 2023

A Docapesca concretizou um investimento recorde de 11,2 milhões de euros em 2023, um aumento de 45% face ao período homólogo, e tem previstos seis milhões de euros para 2024.

Entre estes investimentos está a reabilitação dos armazéns de aprestos e novo cais flutuante do porto de Vila do Conde, as novas escadas e defensas na ponte-cais número um do porto de Matosinhos, a dragagem da bacia portuária do porto de Aveiro, a pavimentação do Porto da Figueira da Foz, a reabilitação das lotas de Peniche e Nazaré e a nova lota de Cascais.

DOCAPESCA LANÇA A APP «ALAGEM DIGITAL»

A Docapesca lançou a aplicação móvel “Alagem Digital”, que vem contribuir para simplificar e uniformizar os processos de gestão de reservas do serviço público de alagem de embarcações - subida e descida da água - nos estaleiros sob jurisdição da Docapesca.

A aplicação permite aos proprietários de embarcações, estaleiros de reparação naval e outros utilizadores portuários efetuarem todos os procedimentos necessários à reserva dos serviços de alagem nas diferentes localizações geográficas, sem necessidade de deslocação ao local. Numa primeira fase, a app está disponível para os estaleiros da Azurara (Vila do Conde), porto da Nazaré, Setúbal e Rio Arade (Lagoa).
Futuramente, a aplicação desenvolvida pela Docapesca poderá também ser licenciada a outras administrações portuárias ou concessionários destes serviços fora das áreas de jurisdição da Docapesca.

Programa Mar2020 apoiou portos de Sines e Sesimbra em mais de 5 milhões de euros

O investimento nas infra-estruturas portuárias, com apoio do programa Mar 2020, totalizou quase 89 milhões de euros, com a qualificação dos portos a rondar 43 milhões de euros, foi anunciado.

“No total, o investimento realizado nestas infra-estruturas portuárias ascendeu a 88,9 milhões de euros”, lê-se numa nota divulgada pelo Mar 2020.

Na qualificação dos 36 portos de pesca foram investidos 43 milhões de euros, destacando-se o porto de Vila do Conde (9,2 milhões de euros), Calheta (6,8 milhões de euros) e Sesimbra (quatro milhões de euros).
A lota de Sines teve o maior investimento no continente, com 1,4 milhões de euros.

Pesca da sardinha com arte de cerco proibida até 31 de Março de 2024

O Despacho nº 42/DG/2023 da DGRM – Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos proíbe manter a bordo, desembarcar, expor para venda ou vender sardinha (Sardina pilchardus) capturada com arte de cerco, excepto, a título acessório, até 10% do total desembarcado em cada maré, entre as 24:00h do dia 20 de Dezembro e as 24:00h de 31 de Março de 2024.

Portinho de Vila Praia de Âncora requalificado entre 2026 e 2030

A requalificação do portinho de pesca de Vila Praia de Âncora passa pela construção de um anteporto que deve estar concluído entre 2026 e 2030 e custar pelo menos 15 milhões de euros, foi hoje divulgado.

“Esperamos lançar o concurso para a obra no fim de 2024. Dois anos será sempre o prazo mínimo para a obra, pelo que, se correr tudo bem, poderá estar concluído em 2026 ou, se correr muito mal, em 2029/2030”, indicou a secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho, durante a apresentação do projeto escolhido no âmbito de um estudo do Instituto Superior Técnico, em Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha.

Total: 50
[1] 2 3