Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

VIRAGEM NA BATALHA DO ATLÂNTICO | COM VÍDEO

Chegada dos ingleses à Ilha Terceira - 8 de Outubro de 1943

É um facto conhecido que, devido à sua invejável posição estratégica, os Açores assumiram uma excepcional importância durante a Batalha do Atlântico, que durou desde o Verão de 1940 até ao fim da guerra na Europa, em Maio de 1945.

Nesse Verão de 1940 a Alemanha dominava toda a linha de costa atlântica da Europa continental, com a excepção da Península Ibérica. Com bases nessa costa os submarinos alemães, assim como unidades de superfície, ameaçavam seriamente as linhas de abastecimento entre a América e a Inglaterra.

VEJA O VÍDEO - "Excerto de um documentário da RTP Açores sobre a presença da RAF na Ilha Terceira e a construção da Base das Lajes"

Ante os constantes ataques, a partir dos fins de 1942 a navegação aliada passou a fazer-se pelo sistema de comboios, fortemente escoltados. Mesmo assim centenas de navios mercantes foram afundados. É certo que os aliados também meteram a pique dezenas de submarinos inimigos mas de qualquer modo tomava-se urgentemente necessária uma protecção mais eficaz aos comboios.

Em Janeiro de 1943 a armada alemã dispunha de 393 submersíveis, dos quais 212 operacionais. Destes, 36 actuavam nos mares dos Açores, apoiados por duas "vacas leiteiras", ou seja submarinos de reabastecimento. Obviamente a melhor maneira de detectar a atacar um submarino inimigo era desde o ar. As unidades alemãs podiam submergir completamente em 25 segundos. Meio minuto depois era virtualmente impossível determinar a sua posição. Daí a grande vantagem de utilizar a mobilidade dos meios aéreos para um rápido ataque. Um só avião patrulhando a rota de um comboio podia fazer com que o submarino inimigo mergulhasse e, não podendo acompanhar o andamento do comboio, lhe perdesse o rasto. Por outro lado, os submersíveis eram vulneráveis a ataques aéreos enquanto se reabasteciam ou carregavam as suas baterias.

CONTINUE A LER ESTE ARTIGO AQUI







Artigos relacionados:

  • Desembarque na Normandia foi há 69 anos