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Notícias
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Santana Lopes quer Porto da Figueira da Foz dissociado de Aveiro
Pedro Santana Lopes considera que a orgânica que existe entre os portos comerciais da Figueira da Foz e de Aveiro é «prejudicial» para a cidade que lidera, por isso, voltou a defender a dissociação da administração entre estes dois municípios.
«Não é nenhum tipo de complexo. É uma constatação do trabalho que há para fazer aqui todos os dias», sustentou o presidente da Câmara da Figueira da Foz, durante a última reunião de câmara.
Numa altura em que a nova administração do Porto de Aveiro e da Figueira da Foz tomou posse há poucos dias, sendo agora liderado por Teresa Cardoso e tendo Rogério Carlos e Válter Rainho como vogais, o autarca disse ainda não ter concordado com a substituição.
«Achei um erro, um disparate, nesta altura, mas o Governo assim decidiu», lamentou Santana Lopes, indicando que dará conta da sua posição ao Estado após as eleições presidenciais, uma vez que «é uma questão de luta pelos interesses legítimos da Figueira».
«Os problemas são muitos e não se compadecem com uma administração que esteja noutro sítio, mesmo que tenha um elemento da Figueira», argumentou depois, em declarações aos jornalistas.
Pedro Santana Lopes garante que vai defender a separação da administração dos portos depois das eleições presidenciais
«Tem que ser alguém que está cá todos os dias. Os agentes económicos têm que ter com quem falar quando as situações surgem, não é quando eles podem vir cá. É um contrassenso, não faz sentido nenhum. Prejudica a vida das pessoas e pode pôr em causa, às vezes, a vida de pessoas. Portanto, é inaceitável», frisou.
Santana Lopes levantou o assunto na reunião camarária quando comentava as notícias publicadas ontem, que davam conta sobre o facto de os pescadores exigirem que as dragagens e a utilização de explosivos no leito de rocha do Mondego parassem imediatamente, por impossibilitarem a entrada no rio da lampreia e sável, cuja época de pesca começa amanhã.
Refira-se que estas operações se inserem na obra de aprofundamento da barra, canal de acesso e bacia de manobras do porto local. «As obras têm que ser feitas e os pescadores têm que pescar (…) Se tiver que escolher, escolho os direitos dos pescadores, que são a parte mais fraca», evidenciou o presidente da Câmara Municipal, assegurando que está atento à situação.
