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VIGIANDO BALEIAS E GOLFINHOS NA MADEIRA

Com os olhos postos no mar

É o grito que se ouve da terra para o mar, quando as baleias são avistadas pelos vigias. Foram momentos vividos no passado e que ficam na história dos baleeiros que depravavam os mares madeirenses em busca das baleias.

Hoje em dia, ainda é possível viver os mesmos momentos por estes vigias do mar, que em terra continuam em busca desses cetáceos. Certo é que o tempo é outro, sendo que a 'missão' actual se prende com o turismo náutico.

Foi neste sector que o DIÁRIO chegou à fala com um dos poucos vigias que existem na madeira. É o caso de Carlos Drumond que nos sete dias da semana tem como seu trabalho, na empresa Lobosonda, o de vigia de observação e localização de cetáceos.

"A experiência aconteceu há cinco anos, numa actividade pontual, mas no último ano o trabalho é a tempo certo", começou por explicar este madeirense de 30 anos de idade que afirma que a paixão e a dedicação de há muito tem pelo mar, bem como a forma de ter trabalho a tempo certo foram as razões para estar ligado a esta profissão, para muitos pouco conhecida.

Percorrendo cerca de 50 quilómetros diários, entre o Cabo Girão e a Ponta do Pargo, munido de dois potentes binóculos e tendo uma boa experiência marítima, Carlos Drumond é uma das peças fundamentais para a sua empresa, que presta serviços turísticos em viagens marítimas para observação de cetáceos.

"É um trabalho árduo, mas que se faz com enorme prazer, principalmente para uma pessoa como eu que adoro o mar. Para muitos o mar é simplesmente um aquário, nomeadamente os turistas, mas na verdade é preciso muita dedicação e precisão para se descobrir baleias e golfinhos em plena vida selvagem.

Quanto à tarefa diária: "É preciso estar no terreno logo com o nascer do sol e localizar os sítios ideais para as nossas embarcações se dirigirem para realizarem as viagens turísticas. Depois, quando encontramos basta comunicar às embarcações, por rádio ou telemóvel, dando as indicações da posição e do rumo dos animais".

Amante da prancha à vela, onde chegou a ser internacional, Carlos Drumond admite que o turismo náutico "é e pode ser ainda mais aproveitado na Região pois quase durante todo o ano podemos observar e localizar algumas espécies de cetáceos".

É certo que hoje em dia já não se ouvem os gritos dos vigias, em terra. Mas é possível promover além fronteiras as maravilhas que os mares da Madeira possuem. Para isso basta contar com os vigias, neste caso, com Carlos Drumond, que habitualmente dá as boas-vindas ao turistas e aos madeirenses, amantes de baleias de golfinhos e principalmente do mar.

FONTE