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NORMANDIE

Um fim inglório

O SS Normandie estabeleceu novos padrões para os transatlânticos. O navio francês era o maior, o mais longo e o mais veloz ao fazer a travessia do Atlântico. Foi o primeiro a ter mais de 60 mil toneladas, mais de mil pés (330 metros) e conseguir velocidade média de cruzeiro de 30 nós (55 km/h). Durante a construção do navio, o acompanhamento da imprensa foi grande. A França também foi atingida pela Grande Depressão e seus armadores precisaram de auxílio do governo para completar a construção. Duzentas mil pessoas foram ao lançamento do SS Normandie em outubro de 1932. Somente em abril de 1935, os interiores foram terminados.

O resultado e a performance nos testes foram aclamados por todos. Entre as inovações, o SS Normandie tinha um casco que não fazia ondas quando se aproximava do cais. O transatlântico tinha espaço para 1.345 tripulantes, 1.972 passageiros de primeira classe, 670 na segunda e mais 454 na terceira. Na viagem inaugural, em 29 de Maio de 1935, o SS Normandie bateu o recorde de travessia do Atlântico, chegando à Nova York em apenas quatro dias, três horas e quatorze minutos. A performance e os superlativos do SS Normandie seriam ultrapassados em pouco tempo pelo novo navio da Cunard, o RMS Queen Mary. Seguiu-se uma disputa saudável entre os dois navios. O SS Normandie sofreu reformas para manter seu recorde de maior transatlântico, chegando a 83 mil toneladas.

 

Com a Segunda Guerra Mundial, essa disputa cessou e o SS Normandie foi transformado em navio de transporte de soldados. Durante a remodelação o SS Normandie foi vítima de um incêndio no dia 10 de Fevereiro de 1942. Apesar de ter um bom sistema anti-fogo, o equipamento estava desligado, em virtude dos trabalhos de remodelação. O navio ardeu e inclinou-se para o lado do porto. Às 2h45min daquela madrugada, o gigante emborcou, esmagando um navio bombeiro, acomodando-se no solo sob o cais. O naufrágio praticamente em terra do maior transatlântico do mundo foi uma grande perda. No ano seguinte, o SS Normandie seria içado na operação de salvamento mais cara até então. Vários planos e tentativas de recuperação do navio foram colocadas em pauta. O projetista original sugeriu que se cortasse o SS Normandie ao meio, mas os danos de estrutura e o custo alto da reforma durante uma guerra como aquela não eram viáveis. Em 1947, foi transformado em ferro-velho.

fonte


Marlene Dietrich no "Normandie"







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