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Gaia vai ter marina no Douro por 8,5 milhões

O projecto é ambicioso: 8,5 milhões de euros de investimento em Gaia, 70 postos de trabalho assegurados e lucros "num prazo de 12 anos". Tudo isto está previsto num projecto de arquitectura de Manuel Cunha, director-geral do Grupo M. Couto Alves para as marinas, que garante ser um projecto "de referência", entregue à firma Barbosa e Guimarães, "criadora do edifício-sede da Vodafone no Porto".

 

O projecto em causa é o Douro Marina, cujas obras arrancaram no passado mês de Maio e que deve estar concluído em duas fases - Outubro para receber barcos, edifícios de apoio à náutica, e Maio do próximo ano. E não é arriscado apostar numa estrutura desta dimensão em plena crise económica global? "O plano é anterior à fase em que batemos no fundo", admite Manuel Cunha. "Mas esta é também uma oportunidade de negócio que não podemos desaproveitar. Queremos ser reconhecidos pelo trabalho na oferta que vamos ter no Norte através de boas práticas e foco nos clientes."

 

A história remonta a Agosto do ano passado, quando o grupo entrou na entidade que ganhou a concessão por 30 anos. "Na altura era um consórcio, depois passou a sociedade de capitais", explica. "Queremos gerir o negócio como actividade autónoma e, por isso, formou-se um núcleo dentro do grupo para essa gestão. Depois pretende-se expandir a outros pontos do País, no Norte, mas também no Algarve". O estrangeiro também está na mira do Grupo M. Couto Alves. "Para já, estamos a avaliar outros mercados internacionais como Cabo Verde e Moçambique", resume o gestor.

 

A oferta da marina inclui 300 lugares de amarração para barcos até 20 metros, duas salas de formação ('windsurf', vela e mergulho na lista de ensino), restaurantes, lojas, espaço para eventos e todos os serviços necessários na marina. Um terço da capacidade ficou garantido em pré-inscrições. "Por outro lado, temos um sócio galego e estabelecemos um protocolo com a marina de Gijón com o intuito de definir uma rede de marinas", conta. O modelo de negócio vai incluir "um calendário de actividades dentro da marina". Furar a ideia de que "a vela é elitista e democratizar o acesso à modalidade" são propostas subjacentes.

 

Extreme Sailing é hipótese
Um dos projectos que podem ser acolhidos na futura estrutura é a presença da Extreme Sailing, competição cujo presidente executivo é Mark Turner e obedece a um conceito semelhante ao da nova America's Cup. Estão em causa barcos multicasco de 40 pés (13 metros) com quatro tripulantes e um convidado para oito regatas de frota por dia. Competem entre oito e 12 barcos, o Team New Zealand e o Artemis são alguns dos participantes. O arranque seria em 2012 para plano de três anos com 600 a 700 mil euros de investimento em cada um deles. "A ideia é aproveitar a capacidade logística e as pessoas para a organização", comenta Manuel Cunha, "além da apetência dos municípios e da sede nortenha pela realização de eventos".

FONTE: DIÁRIO ECONÓMICO