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Só 5% dos portugueses vai abdicar das férias

Menos de 5% dos portugueses vai deixar de fazer férias este ano. E os que não abdicam delas por causa da crise, vão optar por estadias mais curtas ou gastos mais baixos. Estas são duas das conclusões do inquérito ‘Férias Fora de Casa 2011', levado a cabo em Portugal pela Marktest entre 2 e 11 de Maio, via internet, a 400 cidadãos residentes em Portugal, para o Hotéis.com, ‘website' de reservas ‘online'.

Este estudo, que já vai na sua quarta edição, incidiu sobre a opção de fazer férias fora de casa, em Portugal ou no estrangeiro, tendo-se avaliado a frequência com que os portugueses o fazem,e a forma como a crise financeira irá ou não afectar as suas escolhas. Conclui-se assim que, apesar da crise, a frequência das férias fora de Portugal mantém-se igual a 2010. Mas não só. Mais de um terço dos inquiridos não abdica de fazer férias fora do país pelo menos uma vez por ano.

De facto, parece que o clima económico adverso não parece ser razão suficiente para os portugueses terem um especial controlo no orçamento dedicado ao período de descanso, uma vez que 38,5% dos inquiridos não vão alterar as férias por causa da situação económica. E dos 61,5% que diz que vai adaptar os planos de férias, a grande maioria (70,6%) são pessoas entre os 45 e os 54 anos. Um dado interessante a referir é o facto da classe etária entre os 55 e os 64 anos de idade se destacar ao não se deixar afectar pela situação, encontram-se acima da média, uma vez que 47,5% afirmam que não terão os seus planos afectados pela crise.

Mais de 30% dos inquiridos admite que vai reduzir o período de férias

Há no entanto uma percentagem significativa que admite pretender gastar menos recursos financeiros (17,1%), sendo que a opção por um tempo de férias mais reduzido apresenta um forte crescimento relativamente às respostas dadas em 2010, em que apenas 22,7% dos entrevistados tinham apontado neste sentido, percentagem que este ano subiu para mais de 30%. Já cerca de 4,9% dos 400 inquiridos assume que não vai sequer fazer férias ou não vai sair de casa, uma redução face aos 5,2% de 2010.

Há ainda quem garanta que vai fazer férias, mas destes, 5,3% admite que irá optar por locais mais próximos de casa, 6,9% por um local mais barato e 11% respondeu não ter intenção de viajar para fora do país. Porém, os resultados do estudo revelam que a tendência para fazer férias fora de Portugal pelo menos uma vez por ano se mantém em 34,2 %, sendo que 13% dos inquiridos revelam que pretendem fazer férias no estrangeiro ainda com maior frequência.

Mas nesta questão da frequência das férias fora de Portugal encontram-se divergências entre as diversas classes sociais, registando-se um valor acima da média nas respostas da classe A e B, com 37,4% a responder que viajará para fora do país uma vez por ano, e 15,9% mais frequentemente, e abaixo da média na classe C1 e C2/D.

As grandes diferenças nas tendências

O estudo ‘Férias Fora de Casa 2011' foi pensado pelo portal Hotéis.com em 2008, e surgiu da necessidade "de se tentar perceber o perfil de férias dos portugueses. Não havia nenhum estudo que nos permitisse perceber quais eram as preferencias das pessoas, se preferiam destinos de sol e praia, se preferiam ir para hotéis de quatro e cinco estrelas, e se acabavam por optar por outras soluções", esclarece Nuno Sales da Ponte, ‘Area Manager' do hotéis.com.

Este ano, o inquérito não abordou a questão dos destinos e pacotes preferenciais. E a explicação é simples: "o que nos importava agora era saber uma mudança nos comportamentos no que toca ao tempo dedicado às férias e a preocupação com os gastos", revela, frisando ser aqui que se encontram as maiores diferenças entre as quatro edições do estudo. "As pessoas focam-se actualmente muito mais no gasto, optando por reduzir o período de estadia", informa. Nuno Sales da Ponte frisa ainda a opção pela "diversificação do produto", factor que se justifica pelo facto das pessoas preferirem agora dividir as férias entre vários lugares. "As pessoas já não ficam duas semanas no mesmo sítio", refere o responsável, que, através do contacto com hotéis e outros operadores, diz que é ainda possível concluir "uma maior preferência dos portugueses por Portugal, que se mostram muito agradados com a oferta hoteleira".

FONTE: DIÁRIO ECONÓMICO