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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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PARTICIPAÇÕES DOS GUARDAS DA JARBA

Desventuras de um surdo-mudo

"Exmo. Snr. Enginheiro Diretor dou conhecimento a V. Exa. de que o arrematante Manuel Barbosa da quinta do Loureiro trazia homens no corte das ramagens de amieiro e frança de choupo um dêles que era mudo e surdo não ouvindo os outros falar cortou duas pontas de choupo sêcas a onde eu cheguei e perguntei ao encarregado do Snr. Barbosa quem ao trizou cortar as pontas onde êle me disse que tinha sido o mudo depois eu foi ter com o Barbosa e contei-lhe o resoltado..."

Tavira, Patrimónios do Mar

"Tavira, patrimónios do mar" analisa a relação da cidade com o mar, numa perspectiva cronológica, com preocupações informativas e educativas, uma exposição desenvolvida a partir de espólio arqueológico e objectos artísticos, cartas e mapas, modelos tridimensionais e peças multimédia.

PASTA 76 E 76-A - PARTICIPAÇÕES DOS GUARDAS DA JARBA E AVULSOS – 1925-1949

Geolocalização – Do ancoradouro da Gafanha ao Rio Novo do Príncipe

Ancoradouro da Gafanha, Fermelã, Cais de Ovar, Gafanha da Cal da Vila, Lugar das Cabeças, Ponte de Água Fria, Praia de Assequim, Quinta do Gato, Malhada da Praça do Peixe, Mamarrosa, Mataduços, Desembarcadouro do Telhadouro, Ouca, Salreu, Muro-cais da Malhada da Pega , Rio Novo do Príncipe …
Eis alguns dos lugares-cenário das deliciosas estórias narradas nos documentos patentes no Museu da Cidade de Aveiro, integrando a exposição “PASTA 76 e 76-A - Participações dos guardas da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro e avulsos – 1925-1949”.

Guarda das margens do Rio Novo do Príncipe é um nome bonito.

A função de António Dias da Silva e dos outros guardas da J.A.R.B.A. talvez não. Só gosta dos guardas quem deles se socorre e eram poucos; muitos mais os denunciados, autuados, despedidos.

A Junta Autónoma era ao tempo gorda de poderes, era da Ria e da Barra de Aveiro.
Os guardas escreviam cartas contando os sucessos da jorna, denunciando albertos com alcunha de espantar – “O Imaginário”.
Arregimentavam blademiros para atazanar a vida ao Labareda e ao Espeta. Havia os que eram delas, também: o João da Jacinta, o Manoel da Laura.
Havia murros e houve tiros de susto: cresceram para mim todos os três indivíduos | descarreguei um tiro | atira para o meu cú.

PASTA 76 E 76-A - PARTICIPAÇÕES DOS GUARDAS DA JARBA E AVULSOS – 1925-1949

Palavras-chave

A Bem da Nação, atitude tão desmanchada, conchas de berbigão, cresceram para mim todos os 3 indivíduos, descarreguei um tiro, eliminar os que forem considerados indesejáveis, faina da brincadeira, meios suasórios, morosidade demasiadamente prolongada, proceder energicamente contra os “meneurs” da greve, trabalhar mais e converçar menos, propaganda subterrânea de carácter comunista, pensado pelo enfermeiro…
Eis algumas das palavras-chave extraídas das dezenas de documentos patentes no Museu da Cidade de Aveiro, integrando a exposição “PASTA 76 e 76-A - Participações dos guardas da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro e avulsos – 1925-1949”.

Porto de Aveiro e Museu da Cidade selam parceria

O Museu da Cidade de Aveiro e a Administração do Porto de Aveiro (APA, S.A.) assinaram, este sábado, 10 de Março, um acordo de parceria tendente a potenciar a valorização e difusão dos bens patrimoniais existentes nas duas entidades através da realização de um programa de iniciativas conjuntas.
O acordo foi assinado por Maria da Luz Nolasco (Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Aveiro) e por José Luís Cacho (Presidente da APA, S.A.).

INAUGURA ESTE SÁBADO, NO MUSEU DA CIDADE, EM AVEIRO

PASTA 76 e 76-A - Participações dos guardas da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro e avulsos – 1925-1949

Este sábado, 10 de Março, pelas 17:00, vai proceder-se, no Museu da Cidade de Aveiro, à inauguração da exposição “PASTA 76 e 76-A - Participações dos guardas da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro e avulsos – 1925-1949”.
Na ocasião será assinado um Acordo de Parceria entre a Administração do Porto de Aveiro e o Museu da Cidade de Aveiro, entidades que há anos vêm mantendo profícua colaboração.
A exposição, de natureza documental, é composta por documentos constantes da “Pasta 76 e 76-A”, uma das muitas pastas existentes no Arquivo Histórico-Documental da APA (AHDAPA) e que se encontram a ser digitalizadas.

EM PARCERIA COM A APDL

Núcleo museológico sobre a pesca na Afurada abre em 2012

O Centro Interpretativo do Património da Afurada resulta de uma "feliz parceria" entre a Câmara Municipal de Gaia e a APDL - Administração dos Portos do Douro e Leixões e representa um investimento superior a um milhão de euros, aprovado e co-financiado por fundos comunitários do QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional.

INAUGURA A 10 DE MARÇO, NO MUSEU DA CIDADE, AVEIRO

PASTA 76 e 76-A - Participações dos guardas da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro e avulsos – 1925-1949

A 10 de Março, pelas 17:00, vai proceder-se, no Museu da Cidade de Aveiro, à inauguração da exposição “PASTA 76 e 76-A - Participações dos guardas da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro e avulsos – 1925-1949”.
Na ocasião será assinado um Acordo de Parceria entre a Administração do Porto de Aveiro e o Museu da Cidade de Aveiro, entidades que há anos vêm mantendo profícua colaboração.
A exposição, de natureza documental, é composta por documentos constantes da “Pasta 76 e 76-A”, uma das muitas pastas existentes no Arquivo Histórico-Documental da APA (AHDAPA) e que se encontram a ser digitalizadas.

ÍLHAVO

Mar, Mistérios e Enigmas – Carnaval no Museu!

O Serviço Educativo do Museu Marítimo de Ílhavo lança aos mais petizes um desafio para estas férias de Carnaval: desvendar enigmas marítimos! "Numa viagem pela história dos Descobrimentos Portugueses e da pesca do bacalhau, vem brincar e conhecer as nossas coleções, revelar os segredos que guardam e descobrir algumas curiosidades do universo marítimo".
Hoje, 22 de Fevereiro, cumpre-se o último dia desta iniciativa.

TERMINA HOJE, 17 DE FEVEREIRO

Mostra documental na Cordoaria sobre «CORVETA SÁ DA BANDEIRA»

A Marinha, através da Comissão Cultural de Marinha, promove uma mostra bibliográfica, documental e iconográfica sobre a corveta “Sá da Bandeira”, corveta mista lançada à água no “Arsenal de Marinha” precisamente há 150 anos, sob a direcção de D. Rodrigo de Sousa Coutinho.
A corveta “Sá da Bandeira” participou no combate ao tráfico da escravatura em Angola. EfeCtuou diversas comissões no Oriente (entre outras, Macau, Timor, Sião e Japão). Distinguiu-se em cações militares em Timor e Angola.

MUSUBMAR - PORTIMÃO

Primeiros dois navios preparados para afundar em três a quatro meses

Responsáveis pela empresa portuguesa NavalTrading, com vasta experiência na manutenção e reparação de navios – mesmo de alguns da Marinha Portuguesa – esperam que os trabalhos de preparação das primeiras duas embarcações – a corveta «Oliveira e Carmo» e o patrulha «Zambeze» – estejam prontos dentro de «três a quatro meses», para que possam ser afundados em «Julho».
«Se tudo correr bem e a burocracia não atrapalhar», como disse Manuel da Luz. «Já sabemos o que a casa gasta, mas desta vez não queremos que o projecto morra por razões administrativas e burocráticas», acrescentou.

MUSUBMAR - PORTIMÃO

Recife artificial único no mundo

A nível mundial esta será a primeira vez que serão afundados quatro navios de guerra, num só local. Um aspecto inovador que, só por si, deverá atrair as atenções dos mergulhadores. Os navios serão afundados numa zona com 30 metros de profundidade, mas, no caso das embarcações maiores, a zona da ponte ficará a cerca de 15 metros, acessível à maioria dos mergulhadores.
Quanto às questões da visibilidade, que neste caso poderá ser menor sobretudo devido à proximidade da foz do Rio Arade, Luís Sá Couto garantiu que «numa estrutura como esta, de navios afundados, a questão da visibilidade não é crítica. Não teremos a visibilidade das Caraíbas, mas será suficiente».

DESTINO: SER AFUNDADA

Corveta «Oliveira e Carmo» já chegou ao Porto de Portimão

A corveta “Oliveira e Carmo”, o primeiro dos quatro navios cedidos pela Marinha de Guerra Portuguesa para integrarem o parque subaquático Ocean Revival, a criar a cerca de 5,5 quilómetros da costa, chegou sexta-feira, 10 de Fevereiro, ao fim da tarde, ao Porto de Portimão.
A antiga corveta da Marinha de Guerra Portuguesa foi rebocada desde Lisboa, tendo a viagem demorado mais cerca de oito horas que o inicialmente previsto.
O Ocean Revival é apresentado pela Câmara de Portimão como sendo um «ambicioso e original projecto que permitirá criar um espaço museológico subaquático, vocacionado para o turismo de mergulho».

Descontaminação dos navios para afundar em Portimão custa 2,4 milhões de euros

As operações de descontaminação dos quatro navios que deverão ser afundados ao largo de Alvor, para criar o parque subaquático de mergulho «Ocean Revival», vão custar 2,4 milhões de euros, revelou ao Sul Informação Luís Sá Couto, presidente da Musubmar – Associação para a Promoção e Desenvolvimento do Turismo Subaquático, que promove o projecto.
O primeiro dos navios, a corveta «Oliveira e Carmo», chegou a Portimão na sexta-feira ao fim da tarde, puxada por um potente rebocador, depois de uma viagem algo atribulada de 26 horas desde o Alfeite, no estuário do Tejo. É que, por já não ter leme, a corveta «atravessou-se» várias vezes, dificultando a navegação e a sua progressão.

NAVIO-MUSEU SANTO ANDRÉ | ÍLHAVO

Docagem, recuperação e remodelação de conteúdos

Hoje, 7 de Fevereiro, cerca das 14 horas, o Navio-Museu Santo André vai ser rebocado para a doca seca dos estaleiros da NAVALRIA, S.A. onde, durante aproximadamente cinco semanas, será objecto de trabalhos de recuperação da infra-estrutura, com relevo para os trabalhos de reparação e pintura do costado e dos mastros, assim como isolamento do convés.
Após esta intervenção, o Navio-Museu Santo André reabrirá ao público com um renovado conteúdo expositivo, de modo a valorizar a celebração dos 75 anos de vida do Museu Marítimo de Ílhavo.

Museu do Oriente traz Descobrimentos às crianças

O Museu do Oriente quer dar aos mais pequenos a possibilidade de seguirem os passos de Vasco da Gama com a oficina "Terra à Vista", a realizar em Fevereiro. As crianças são convidadas para uma aventura que promete relembrá-las das experiências vividas pelo capitão-mor das primeiras embarcações que chegaram à Índia a partir da Europa.

INVESTIMENTO DE 4 MILHÕES DE EUROS

Museu Marítimo de Ílhavo ainda mais atractivo

O Museu Marítimo de Ílhavo vai ser ampliado com uma nova ala, que compreende um aquário de bacalhaus e um pólo de investigação, aproveitando a antiga escola preparatória nas imediações, anunciou esta quinta-feira o presidente da autarquia, Ribau Esteves.
A inauguração das novas valências vai marcar os 75 anos do Museu municipal que afirma a vocação histórica de Ílhavo para o mar e recebe, no conjunto, um investimento de quatro milhões de euros.
 

SUÉCIA

Museu do VASA

O Museu do Vasa (Vasa Museet) é um museu histórico temático localizado em Estocolmo, na Suécia. Trezentos e trinta e três anos mais tarde, na década de 1950, o navio foi encontrado imerso no lodo do fundo do porto, que teve a virtude de conservar relativamente intacta a estrutura da embarcação.
Iniciou-se assim um dos mais importantes trabalhos de resgate e restauração do nosso tempo, apresentado ao público num museu histórico temático, onde os visitantes podem observar os diversos aspectos construtivos e de resgate, limpeza, preservação e restauração da embarcação, assim como aspectos da vida quotidiana da Suécia no início do século XVII.

15.02.1843

Arquivo Histórico e Arquivo Central da Marinha

A 15 de Fevereiro de 1843, por decreto, é reunida em Arquivo a documentação da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar. O Arquivo da Marinha conserva registada a memória da Marinha, nas suas múltiplas actividades - pessoal, navios, organismos, infra-estruturas e legislação - em áreas geográficas diversificadas, ao longo dos últimos 250 anos.

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