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VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A água do mar era puxada através de um cano por cima da areia, durante a maré-cheia, com a ajuda de uma bomba

Na Nazaré, construíram-se entre Janeiro e Abril de 1875 mais de 20 prédios para acolher turistas, que tanto chegavam de comboio como de camioneta, e eram esperados pelos banheiros, que ajudavam a transportar as bagagens cheias de roupa e alimentos para toda a estação. Nalguns casos, os visitantes ficavam em casa dos próprios banheiros e estes, para ganharem mais dinheiro, mudavam-se durante o Verão para pequenas cabanas sem condições.

Outra fonte de rendimento nesta vila de pescadores passaram a ser os “banhos quentes”: em 1891, foram instalados junto à praia dois estabelecimentos que seriam uma espécie de versão pré-histórica dos modernos spas.

A água do mar era puxada através de um cano por cima da areia, durante a maré-cheia, com a ajuda de uma bomba. Segundo o livro Nazaré, Memória de uma Praia de Banhos, ficava num depósito onde era aquecida por uma caldeira, e permitia assim aos pacientes tomar banhos de imersão ou duches, cumprindo a receita do médico, para combater doenças como o reumatismo. Os homens eram auxiliados por um funcionário masculino e as senhoras, evidentemente, tinham a ajuda de uma funcionária.

Os banhos de mar tornaram-se pretexto para uma agitada vida social nas muitas horas livres que restavam aos veraneantes, fora da praia, depois do mergulho matinal.

FONTE

VEJA A TERCEIRA GALERIA DE FOTOS DO VI CONGRESSO DA APLOP







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