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Estivadores prolongam greve até 7 de Janeiro

Os estivadores da Frente Comum estenderam as paralisações nos portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz do dia 31 de Dezembro até ao dia 7 de Janeiro através de um novo pré-aviso de greve, emitido na quinta-feira.

Ao PÚBLICO o presidente do sindicato dos estivadores do Centro e Sul rejeita a notícia que tem sido avançada pela Lusa, que afirma que no novo pré-aviso de greve surge pela primeira vez a recusa dos estivadores da Frente Comum em transportar qualquer mercadoria que tenha como origem ou destino o porto de Leixões.

Segundo disse ao PÚBLICO Vítor Dias, este ponto já existia nos anteriores pré-avisos de greve e surge na “ausência de solidariedade” para com os trabalhadores do porto de Leixões. Esta salvaguarda é também uma forma de protesto contra o facto de o sindicato e operadores do porto de Leixões terem assinado o acordo para a proposta de lei com o Governo que foi mais tarde aprovada em Conselho de Ministros e, recentemente, na Assembleia da República, afirmou Vítor Dias.

O porto de Leixões tem sido o principal destino de recurso para as empresas que têm sido impedidas pela greve de transportar as suas mercadorias nos portos da Frente Comum. De acordo com dados divulgados também esta sexta-feira, o porto de Leixões está a registar movimentações recorde em contentores de 20 pés e está prestes a atingir pela primeira vez a marca das 600 mil unidades anuais, escreve a Lusa.

De acordo com os últimos dados do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), em Outubro, o porto de Lisboa perdeu 28% do total de carga movimentada em relação com o mesmo mês de 2011. Por sua vez, o porto de Leixões mostra um aumento de 14,8% também em comparação com Outubro do ano passado. Sines, outro dos principais destinos alternativos para as empresas afectadas pela greve nos portos, registou um crescimento de 23,2% em termos homólogos.

Os estivadores afectos à Frente Comum – Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz – fazem paralisações parciais desde Agosto, em protesto contra a nova lei do trabalho portuário que já foi aprovada em Assembleia da República.

Os trabalhadores queixam-se da redução do âmbito laboral, uma vez que a nova lei vem restringir o acesso dos estivadores a funções de transporte em terra, que actualmente desempenham de forma exclusiva. Os trabalhadores protestam ainda contra a abertura que o Governo exige à profissão com a nova lei, que vem permitir que sejam celebrados contratos a muito curta duração e que acaba com a carteira profissional.

Governo e operadores tentaram sem sucesso que os trabalhadores da Frente Comum assinassem um acordo tripartido que garantiria a manutenção dos actuais quadros salariais e postos de trabalho. No entanto, este acordo foi rejeitado pelos estivadores em protesto por entenderem que o documento arrastará os estivadores actuais para outros portos de trabalho que não são de estiva, perpetuando assim a restrição do âmbito laboral contra a qual protestam.












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