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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

15.º CONGRESSO DA APLOG

Resistir à falta de massa crítica

Foi a ideia central da mesa redonda sobre infraestruturas e meios na segunda manhã do Congresso da APLOG. A pequena dimensão do mercado português condiciona a ambição e talvez seja mais sensato Portugal aspirar à Ibéria do que sonhar em ser a porta de entrada da Europa.

Portugal dispõe das infraestruturas de transporte mínimas necessárias, com exceção de algumas acessibilidades aos portos e de um caminho-de-ferro operacional, começou por afirmar Belmar da Costa. Para o Secretário-Geral da AGEPOR, o trabalho dos agentes de navegação é atrair os armadores aos portos portugueses. Um trabalho dificultado pela fraca dimensão do mercado, pelas greves regulares nos portos nacionais, e em especial de Lisboa, ou pela indefinição que rodeia as administrações portuárias há mais de um ano.

O Diretor de Desenvolvimento da Tertir, Carlos Figueiredo, considerou antiquado o sistema de concessão nas áreas portuárias face aos modelos existentes noutros países da Europa. “Na Alemanha o custo da renda do terminal é irrisório no total da operação; em Portugal pode chegar a um terço”, criticou.

Na carga aérea a localização geoestratégica de Portugal é uma vantagem real, sobretudo na ligação a África e América do Sul. Preço, serviço e localização geográfica influenciam decisivamente a carga aérea, defendeu José Manuel dos Santos, Assessor do Conselho de Administração da ANA, satisfeito com o crescimento da carga aérea exportada, a um ritmo de 7%.

Para Portugal vencer o problema da dimensão, Vítor Caldeirinha, diretor da Administração do Porto de Setúbal e Sesimbra deixou duas sugestões: penetrar no hinterland ibérico, com a consciência de que é preciso enfrentar a concorrência de Valência, e aumentando o transhipment, a opção mais adequada aos portos sem suficiente dimensão.

Sobre o potencial do canal do Panamá certezas não há. Pode ser uma oportunidade, na teoria, mas também uma ameaça. Certo, concordam todos, é que a decisão está nas mãos dos big players, que para já se reservam ao silêncio.

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