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Mar: emprego no sector na agenda europeia

«Economia marítima pode dar uma contribuição crucial para promover o emprego e o crescimento», diz Barroso
A União Europeia (UE) adotou em Limassol, Chipre, uma nova agenda para o crescimento e criação de empregos nos setores marinho e marítimo, na sequência da política marítima lançada na presidência portuguesa da UE, em 2007.

«Hoje, todos concordamos que a economia marítima pode dar uma contribuição crucial para promover o emprego e o crescimento. Não há dúvida de que os nossos mares e oceanos podem ajudar, de forma decisiva, na recuperação económica da Europa», disse o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, citado pela Lusa.

O chefe do executivo comunitário alertou ainda para a questão do financiamento necessário para levar a agenda avante, sublinhando a importância de a enquadrar no próximo quadro orçamental plurianual da UE para 2014-2020.

«Precisamos de gastos estratégicos dirigidos aos setores com maior potencial de crescimento», realçou, lembrando a necessidade de ligar a agenda para o crescimento e emprego no setor marítimo ao fundo europeu para as pescas.

«Dizem-nos muitas vezes para olharmos para as estrelas, mas também devemos olhar para os nossos mares», considerou.

A chamada «Declaração de Limassol» tem como objetivo reforçar o desenvolvimento da «economia azul» da UE, assegurando, em simultâneo, a saúde dos mares e oceanos e está centrada em setores marítimos com potencial de criação de novos empregos e crescimento, como as energias renováveis marinhas, a aquicultura, a biotecnologia azul, o turismo costeiro e a mineração dos fundos marinhos.

«Vejo esta conferência e a Declaração de Limassol como um momento de rutura no modo como a União Europeia compreende e promove a política marítima europeia», salientou, em conferência de imprensa, Durão Barroso.

No início da liderança rotativa da União Europeia, no segundo semestre deste ano, Chipre apontara desde logo como um dos grandes objetivos da sua presidência a revitalização da Política Marítima Integrada, considerando que esta «política inovadora» lançada por Portugal é uma das formas de maximizar um desenvolvimento sustentável, crescimento económico e coesão social dos Estados-membros, com vista a atingir os objetivos da Estratégia Europa 2020.

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