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ESTA SEXTA, 26 DE OUTUBRO

Última hipótese de acordo entre operadores dos portos e estivadores

O encontro desta sexta-feira é a última possibilidade para fixar novos serviços mínimos para as greves nos portos. Depois será o Governo a decidir.

Os operadores portuários e o sindicato dos estivadores deverão ter esta sexta-feira a última oportunidade para chegar a um entendimento sobre o que consideram ser os serviços mínimos durante os períodos de greve já convocados até 7 de Novembro. Depois das propostas apresentadas ontem pelas administrações das diversas empresas de estiva, o Sindicato dos Estivadores do Porto de Lisboa e Centro de Portugal ficou encarregue de apresentar hoje uma contraproposta, que será debatida durante nova reunião entre as duas partes, a decorrer dia 26.

Caso os operadores portuários e o sindicato dos estivadores não consigam chegar a acordo nesta terceira reunião - já houve dois encontros inconclusivos, na sexta-feira passada e dia 24 - a parte mediadora do conflito, liderada por um representante da Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), já garantiu que segunda-feira irá avançar com o despacho que fixará a lista de serviços mínimos a garantir pelos trabalhadores portuários durante as greves das próximas semanas.

"Ainda acredito no processo negocial, mas dificilmente haverá entendimento. Foi dada a indicação por parte da DGERT que se não houver acordo na sexta-feira, na segunda-feira terá de haver o despacho da tutela conjunta", revela ao Diário Económico Vítor Dias, presidente do Sindicato dos Estivadores do Porto de Lisboa e Centro Portugal e membro da Frente Comum Sindical Marítimo-Portuária, que representa 900 trabalhadores.

"Na reunião houve o esforço e apelo da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho para que houvesse bom-senso. Pediu que se desse este compasso de espera de 48 horas para se decidir sobre o alargamento dos serviços mínimos", adianta aquele responsável.

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