Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

SEGUNDO O IPTM:

Greves nos portos são «uma irresponsabilidade»

O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) considera «uma irresponsabilidade» as greves nos portos de Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz, sublinhando que assentam «em falsos argumentos» e comprometem as exportações portuguesas.

«Os portos nacionais têm ultimamente registado uma série inaudita de greves que muito têm afetado a economia nacional e, especialmente, o seu potencial de exportação num momento particularmente delicado para a economia nacional», lê-se no comunicado do IPTM citado pela Lusa.

O Instituto afirma que a justificação dada pelas organizações sindicais para a convocação de «sucessivas greves nos portos de Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz» baseiam-se em «argumentos que em nada correspondem à realidade».

O documento destaca que «as repetidas acusações de falta de diálogo» e de que o novo regime laboral portuário «porá em causa 40% dos postos de trabalho» são «totalmente destituídas de fundamento» e lembra que o Governo «manteve e mantém permanente diálogo profundo e aberto» com todos os sindicatos dos trabalhadores portuários.

Como exemplo, o IPTM refere que o acordo de concertação foi subscrito pela UGT, Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores Portuários e outros sete sindicatos, assim como pelas principais associações patronais com interesse no setor portuário, sendo «a versão final muito distinta» da inicial ao integrar «muitas sugestões dos representantes dos trabalhadores».

O IPTM salienta que é «absolutamente falso» que o novo diploma, aprovado em Conselho de Ministros, ponha em causa um só posto de trabalho e restrinja o âmbito do trabalho portuário.

«Apenas foi corrigida a delimitação» deste âmbito, diz o documento, referindo-se ao trabalho em armazéns e em plataformas logísticas, à função de motorista na condução de veículos pesados de transporte de mercadorias dentro da doca que «indevidamente» ainda são «tecnicamente classificáveis como trabalho ou operação portuária».

Mesmo assim, o IPTM sublinha que «nenhum dos trabalhadores afetos a essas funções deixa de ser necessário e utilizado, nem perde o emprego».

O IPTM aponta o dedo ao Sindicato dos Estivadores baseado em Lisboa acusando-o de se ter «auto-marginalizado» do diálogo e de criar «um contexto de hostilidade a qualquer esforço de concertação entre parceiros de boa-fé».

«Antes mesmo de se iniciar o ciclo negocial, começou por declarar uma greve inibitiva de qualquer discussão», frisou.

De acordo com o comunicado, as greves estritas dos trabalhadores portuários «têm estado circunscritas aos portos vinculados ao sindicato dos trabalhadores de Lisboa - movimentando normalmente 29% da tonelagem total -, não envolvendo os que maior presença têm no fluxo de mercadorias, como são os de Leixões, Sines e Viana do Castelo».

«No entanto, o prolongamento destas paralisações de raiz marcadamente político-partidária, combinando diferentes períodos de paragem ou de redução de atividade, pode vir a colocar em risco os próprios postos de trabalho ao afastar atuais e futuros clientes dos portos em causa, traduzindo-se em forte dano para a economia nacional que os portugueses e o país não podem entender e tolerar», avisa.

Para esta terça-feira está marcada uma greve nacional dos portos portugueses, à qual não vão aderir os portos de Sines e de Leixões, onde se movimenta 61% da tonelagem total dos portos portugueses, segundo declarações das administrações dos dois portos.

Desde meados de agosto que os trabalhadores portuários se encontram em greve, em paralisações rotativas e parciais, em protesto contra a nova legislação laboral anunciada pelo Governo para o setor.

fonte

VISITE OS RECURSOS DA APLOP (ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA), NA WEB
 

 







Artigos relacionados:

  • Portucel prevê impacto negativo da greve dos portos
  • Governo chama patrões e trabalhadores dos portos para definir serviços mínimos
  • Greve nos portos do continente afecta Boxlines
  • 200 estivadores paralisam exportações
  • Greve no porto de Setúbal pode afastar linhas de contentores em definitivo
  • Porto de Vigo a lucrar com a greve em Portugal
  • AGEPOR e CPL apelam à «defesa dos portos nacionais»
  • Greve nos portos faz cervejeiras perderem 80 milhões de euros
  • Porto de Viana do Castelo a funcionar em pleno
  • Comunidades portuárias de Leixões e Sines lembram que os dois portos estão a funcionar
  • Manifesto enviado ao Governo lembra consequências das greves para as exportações nacionais
  • Trabalhadores do Porto de Leixões criticam «terrorismo sindical» nos portos do Sul
  • Greve portuária condena empresas da região à falência
  • Em Espanha corre tudo mal, excepto a greve nos portos portugueses
  • Passos Coelho insinua recurso à requisição civil contra greve dos portos
  • Hélder Amaral desafia Bruno Dias a medirem forças com um contentor
  • Autoeuropa e Mitsubishi admitem recorrer a portos em Espanha
  • Greve nos portos afecta exportações da Autoeuropa e da pêra rocha
  • Governo rejeita «bomba atómica»
  • Trabalhadores portuários não entendem apelo à requisição civil
  • Uma economia refém dos portos
  • PSA Sines e Sindicato XXI estabelecem acordo que põe fim à greve às horas extraordinárias
  • AGEPOR critica os que «teimam em continuar em greve»
  • Greves já passaram todos os limites
  • As exportações e a greve dos portos
  • Greve já causou prejuízos de 425 milhões de euros no Porto de Lisboa
  • Greve nos portos torna exportações mais caras
  • Sindicatos garantem que greves não ficarão por aqui
  • Governo deve accionar «instrumentos legais» para garantir funcionamento dos portos
  • Transportadores rodoviários de contentores reafirmam preocupação com situação nos portos
  • Agricultura ainda não sentiu efeitos da paralisação nos portos
  • Greves portuárias causam prejuízos de 425 milhões só em Lisboa
  • Acordo para a revisão do regime do trabalho portuário
  • Câmara de Portimão apela à intervenção do ministro da Economia para o fim da greve no sector portuário
  • Portuários europeus atentos à lei portuguesa
  • Paralisação nos portos está a provocar acumulação de toneladas de mercadorias nos armazéns nacionais
  • Presidente do órgão regulador defende nova legislação laboral do sector portuário
  • Trabalhadores portuários mantêm funções específicas