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AFIRMA A CAP:

Agricultura ainda não sentiu efeitos da paralisação nos portos

O secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) disse à agência Lusa que, até ao momento, não foram identificados constrangimentos no setor devido à greve dos trabalhadores dos portos portugueses.

Luís Mira afirmou à Lusa que não chegou ao conhecimento da confederação qualquer situação relativa ao setor, mesmo em relação à produção para a indústria.
“Falar em rutura numa semana de paralisação seria muito grave”, afirmou.

Desde 17 de setembro que a maioria dos portos portugueses está paralisada devido à greve dos pilotos de barra, à paralisação dos estivadores e dos trabalhadores das administrações portuárias, que se foram sucedendo umas às outras, tendo sido retomada na terça-feira a paralisação dos pilotos da barra.

As greves nos portos só vão terminar na próxima segunda-feira, 01 de outubro, dia em se conclui a segunda ronda de paralisação dos trabalhadores das administrações portuárias.

Terça-feira, o presidente da Associação Nacional de Produtores de Leite e Carne (APL), José Lobato, admitiu à Lusa que as greves “podem vir a criar problemas em termos de mercado de abastecimento”.
Lamentando o facto de Portugal não ser autossuficiente em termos de alimentação e produção agrícola, José Lobato afirmou que qualquer tipo de greve na área dos transportes afeta facilmente o mercado português.
“Pode começar a sentir-se daqui a pouco tempo nas prateleiras”, assinalou.

Depois do fim da greve dos trabalhadores das administrações portuárias, que terminou às 24:00 de segunda-feira, os pilotos de barra iniciaram na terça-feira uma nova paralisação, que durará entre dois a quatro dias, dependendo dos portos.

A 13 de setembro, o Governo chegou a acordo com alguns sindicatos e com operadores portuários para a revisão do regime jurídico do trabalho portuário, que vai permitir descer a fatura portuária entre 25 a 30 por cento, de acordo com o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.
 







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