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Notícias

MATOSINHOS

Câmara defende verbas comunitárias para novo terminal de contentores do Porto de Leixões

O presidente da Câmara de Matosinhos apela à defesa do Porto de Leixões e inclusão no próximo quadro comunitário de apoio de verbas para construção do novo terminal de contentores e remodelação do Porto de Pesca.

Guilherme Pinto promoveu dia 12 uma visita da comunicação social ao Porto de Leixões, durante a qual foi possível ver as obras atualmente em curso da plataforma logística e do novo terminal de cruzeiros. O autarca defendeu então "o Porto de Leixões como um ativo decisivo para a economia da região" Norte.

O presidente da Câmara salientou ainda a importância do projeto do novo terminal de contentores do Porto de Leixões e remodelação do Porto Pesca, em fase de estudo de viabilidade e integrado no Plano Estratégico dos Transportes 2011-2015, explicando a necessidade de não se perder a "oportunidade de se preparar para os navios de futuro, que são aqueles que estão a ser construídos já com 14 metros de profundidade", obra cujo investimento total rondará os 160 milhões de euros.

"Daquilo que nos é transmitido pela APDL, se não houver essa aposta o Porto de Leixões vai perder importância, dentro de três anos não terá mais capacidade para armazenagem que é necessária e não conseguirá receber os navios de grande calado", alertou.

Por isso, o autarca socialista deixou um apelo "diretamente à comunidade" para que faça um esforço, conjuntamente com a APDL, para "reforçar a sua presença junto das instâncias governamentais para que no próximo quadro comunitário de apoio, o apoio a este investimento não ofereça discussão".

"É um apelo a toda a gente. Nós temos que perceber que o país não pode ficar parado, sem futuro e uma das coisas que eu tenho vindo a dizer é que a APDL é um dos maiores embaixadores que nós temos hoje de alguma esperança para o país", enfatizou.

Segundo Guilherme Pinto, "este investimento paga-se a si próprio porque tem rentabilidade económica" e, se não for feito, é perdida "capacidade e competitividade em relação a outros mercados" porque se não for possível receber "navios com 14 metros, alguém os vai receber e não será com certeza Leixões, não será com certeza o Norte do país".

As obras em curso do novo terminal de passageiros do Porto de Leixões, com um custo global de 49 milhões de euros, estarão concluídas em 2014, permitindo a infraestrutura, depois de concluída, receber navios com 300 metros de comprimento e viabilizar inícios e finais de cruzeiros para navios com 2.000 passageiros.

Será ainda instalado neste espaço o Parque de Ciência e Tecnologias do Mar da Universidade do Porto, que utilizará os dois pisos superiores do edifício e, ainda dentro de Leixões, criará uma incubadora de empresas para negócios ligados ao mar.

A plataforma logística de Leixões terá uma área total de 70 hectares, distribuída por dois polos, tendo como objetivo tirar partido da capacidade portuária existente e da sua localização na fachada atlântica e complementar a atividade portuária.

A plataforma, que ficará pronta em 2014, é, segundo Guilherme Pinto "um primeiro momento de reforço da capacidade de contentorização do Porto de Leixões".

JF.

Lusa/fim.