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CARLOS COSTA, RESPONSÁVEL DA NOVA CONCESSIONÁRIA DOS ESTALEIROS NAVAIS DO MONDEGO

«É hora de passar à acção!»

Figueira da Foz, 06 set (Lusa) - O responsável da nova concessionária dos Estaleiros Navais do Mondego, Figueira da Foz, exortou hoje os governantes a deixarem os discursos e apostarem no mar como recurso estratégico, e a fazê-lo em concertação com países de língua portuguesa.

"De uma vez por todas que se utilizem políticas verdadeiramente viradas para o mar. Temos de nos deixar de fazer bonitos discursos e passar à ação, e com ações concretas", declarou Carlos Costa, da Atlanticeagle Shipbuilding, Lda., após celebrar o contrato de concessão no Porto da Figueira da Foz.

Defendeu que nesse setor, Portugal deve também apostar numa concertação no seio da CPLP (Comunidades de Países de Língua Portuguesa), olhando particularmente para o enorme potencial do Brasil e Angola, e do "emergente" Moçambique.

"A atividade naval no Brasil é das maiores atividades", disse, frisando que no ano 2000 tinha dois mil trabalhadores e atualmente já são 70 mil.

No entendimento de Carlos Costa, Portugal deve "esquecer um bocadinho que está na Comunidade Europeia" e "arranjar forma de colaborar, e interagir", no âmbito da CPLP.

"Portugal pode ser um braço da construção naval no Brasil, que hoje não tem capacidade para construir o que necessita para os próximos quinze anos", acentuou.

No discurso que antecedeu a cerimónia de assinatura do contrato de concessão, o responsável do grupo empresarial Atlanticeagle Shipbuilding realçara que o Governo "tem tido as suas iniciativas, mas débeis e sem uma estratégia visível" para o setor do mar.

"Mostra interesse, mas, depois não dá consistência às suas iniciativas", sublinhou, realçando que no mar está um potencial que vai para além da construção naval, e que engloba, nomeadamente, a exploração eólica em 'offshore', os portos, e os fundos marinhos.

A construção naval "gera toda uma economia envolvente extraordinária", acrescentou, frisando que por cada posto de trabalho são gerados cinco noutros setores.

Carlos Costa aludiu também ao interesse da sua empresa na reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, fazendo votos para se "cuidar bem a quem se vai entregar", para que não se perder o seu "enorme potencial" técnico.

"Preocupa-nos o futuro destes estaleiro como pilar da nossa construção naval e mais nos preocupa o futuro dos 650 trabalhadores que emprega, que são a razão de ser do futuro de Portugal como construtor naval", afirmou Carlos Costa.

Na cerimónia José Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração do Porto da Figueira da Foz, destacou a celeridade desta concessão, cujo concurso foi lançado há apenas quatro meses, a 09 de maio último.

Joaquim Peres, gerente do grupo empresarial, adiantou à agência Lusa que a partir de agora a empresa vai começar pela certificação das máquinas nos Estaleiros Navais do Mondego, e depois passará à admissão das quatro dezenas de antigos trabalhadores.

A partir de 01 de outubro inicia-se a laboração dos estaleiros e o plano de desenvolvimento do negócio prevê o recrutamento de mais três centenas de trabalhadores até 2018.
 







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