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INVESTIGADORES DESCOBREM ELEVADO VALOR NUTRICIONAL EM CINCO ESPÉCIES

Pepinos do mar podem vir parar ao nosso prato!

Algumas espécies de pepinos do mar têm um elevado valor nutricional, podem ser usadas como alimentos funcionais e, no futuro, até para fins terapêuticos. Esta é a conclusão principal de um trabalho realizado por investigadores do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) e Mercedes González-Wangüemert, investigadora principal do projecto CUMFISH.

Ao Ciência Hoje, Luísa Costódio (na foto), do grupo MarBiotech do CCMAR, explicou que o objectivo de avaliar o perfil nutricional de Holothuria arguinensis, H. mammata, H. polii, H. tubulosa e Eostichopus regalis, era descobrir até que ponto estas espécies de pepinos do mar se adequam à alimentação humana. Isto porque todas as espécies em estudo são utilizadas para consumo humano e algumas delas, como Eostichopus regalis, atingem valores bastante elevados no mercado espanhol, particularmente na Catalunha. No entanto, “pouco se sabe acerca do seu valor nutritivo”.
“Todas as espécies em estudo contêm um baixo teor de gordura e um elevado teor proteico, e a fracção lipídica (gorduras) é essencialmente composta por ácidos gordos poli-insaturados, os quais se encontram associados a numerosos benefícios em termos de saúde, como redução da incidência de doenças cardiovasculares. A espécie H. arguinensis contém ainda compostos com propriedades antioxidantes”, afirma a investigadora.

Os pepinos do mar usados para alimentação na região Indo-Pacífico e desde há muitos anos utilizados também na medicina popular na Ásia e Médio Oriente, são cada vez mais procurados como alimento e fonte de compostos bioativos, não só na Ásia, mas também na América, Austrália e Europa.

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