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BALEAÇÃO EM PORTUGAL

Estudo desvenda informações desconhecidas

A investigadora Cristina Brito do Centro de História de Além-Mar (CHAM) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH - UNL) e da Escola de Mar desvenda-nos informações desconhecidas dos cientistas e investigadores de outros países sobre a história da baleação portuguesa no contexto internacional.

O artigo científico, no qual aborda a temática, ‘Medieval and Early Modern Whaling in Portugal’, encontra-se publicado na revista internacional Anthrozoos.
A investigação “centra-se nas áreas da história das ciências (história da história natural) e da história ambiental marinha, muito particularmente sobre a presença histórica de mamíferos marinhos (baleias, golfinhos e focas) em águas portuguesas”, explica a bióloga ao Ciência Hoje. Trata-se de “uma investigação interdisciplinar que reúne aspectos tanto da biologia como da história”, acrescenta.

De acordo com o artigo, “parece ter ocorrido um pico de aproveitamento de baleias arrojadas na costa portuguesa entre 1201 e 1728, com especial referência para as zonas da Atouguia da Baleia, Baleal, Ericeira, Sesimbra, Setúbal e costa algarvia, entre os séculos XIII e XIV e os registos encontrados são contemporâneos aos registos bascos (Golfo da Biscaia) o que indica que o desenvolvimento da actividade de captura e uso de cetáceos na nossa costa é coeva com a baleação basca amplamente conhecida”.

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