Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

Nadadores-Salvadores preocupados com menos vigilância em Junho

A Federação Portuguesa dos Nadadores-Salvadores alerta para algumas dificuldades no arranque da época balnear, uma vez que a maioria dos 4000 elementos que vão assegurar a vigilância das praias só inicia as funções em Julho.

“O arranque da época balnear é sempre difícil. Nunca se sabe se vamos ter o número suficiente de nadadores-salvadores, porque muitos são universitários e só assumem as funções depois dos exames, em Julho”, revela o presidente da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS), Alexandre Tedeia.

Alexandre Tedeia notou este ano um maior interesse na área, que poderá estar relacionado com o aumento do desemprego.

A opinião é partilhada pelo presidente da Federação Portuguesa de Concessionários de Praias que, apesar de estar “tudo organizado” para o arranque da época balnear, denuncia “algumas situações críticas” de falta de nadadores-salvadores.

Luís Carvalho considera urgente a alteração do sistema de vigilância de praias que, defende, deveria ser assumido pelo Governo e não unicamente pelos concessionários.

“Tem de ser o Estado a assegurar e organizar a contratação de nadadores-salvadores. É da segurança de pessoas que estamos a falar e não podemos ser os únicos responsáveis por isso”, frisa.

Por seu lado, o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) revela que a colocação de nadadores-salvadores por concessionários é exigida por lei e está a ser respeitada.

Além disso, no ano passado, não foram registados afogamentos, um “dado histórico” que prova que estão asseguradas as condições de vigilância necessárias, considera o porta-voz do ISN, Galhardo Leitão.

“Temos registado um grande decréscimo na taxa de mortalidade em banhistas nas praias. Nota-se que as pessoas estão mais responsáveis e que os meios de vigilância têm sido eficazes”, afirma o comandante Galhardo Leitão.

Segundo o porta-voz do ISN, o número de nadadores-salvadores em funções este ano é o mesmo do ano passado (4000), sendo que o número de habilitados para o cargo cresceu para 6000.

“Neste momento temos 6000 pessoas com certificado de nadador-salvador, número bastante superior ao exigido, que são 4000”, afirma o representante, sublinhando que, este ano, foram habilitadas 2370 pessoas.

A época balnear, já iniciada em algumas praias do país, começa oficialmente a 1 de Junho e vai ainda beneficiar de um reforço de meios de patrulha em praias não vigiadas.

De acordo com dados do ISN, no ano passado registaram-se seis casos mortais de banhistas por morte súbita e nenhum registo de afogamento.

fonte