Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

NRP VIANA DO CASTELO

Navio-patrulha de 2011 recebe artilharia nova

O NRP Viana do Castelo, o primeiro navio-patrulha construído nos estaleiros desta cidade para a Marinha, regressou à empresa para substituir a artilharia que levava a bordo, com 40 anos, montada de forma provisória.
Fonte da Marinha disse à Lusa tratar-se da substituição da peça de artilharia de 40 milímetros (mm) que foi "colocada provisoriamente a bordo", por uma outra, de 30 mm, "nova e conforme previsto desde a sua construção".
"O navio só não saiu da empresa em 2011 com a peça nova por uma questão de disponibilidade da empresa fornecedora", explicou a mesma fonte.

A operação arrancou esta semana nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, "no âmbito do contrato de aquisição e período de garantia", sendo que o navio, o primeiro de uma encomenda de oito, será ainda submetido a uma intervenção planeada, agora que completou um ano totalmente integrado na Marinha.
A peça de artilharia que será retirada, uma Boffors de 40 mm, foi reciclada a partir de antigas corvetas, desmanteladas, e já somava mais de 40 anos de serviço.

Apesar de "ainda operacional e capaz", a Marinha chegou a admitir que apresentava limitações, como o facto de o comando ser manual e local, ou seja, "guarnecida por pessoal artilheiro".
"Com todas as desvantagens que um sistema destes acarreta, rigor de tiro dependente do rigor do pessoal que a guarnece, exposição no exterior do navio e numa zona complicada, no castelo do navio, em condições de mau tempo", admitiu ainda a fonte.

O contrato de aquisição de duas peças de artilharia de 30mm à empresa Oto Melara, destinadas ao primeiro par de patrulhas, NRP Viana do Castelo e NRP Figueira da Foz (em fase final de construção), foi assinado em outubro de 2010, mas a aprovação pelo Tribunal de Contas apenas aconteceu em dezembro.

Estes sistemas de artilharia de 30 mm, que vão agora equipar o primeiro par de navios-patrulha oceânicos, custaram, segundo o contrato de 2010, cerca de quatro milhões de euros e são comuns ao das viaturas blindadas ligeiras anfíbias (VBLA) da Marinha, pelo que se torna "vantajoso também do ponto de vista logístico", dizem as fontes contactadas pela Lusa.

Segundo a Armada, a escolha de artilharia de 30 mm teve como base "uma avaliação técnica conduzida" pela Direção de Navios da Marinha Portuguesa e "a análise à tendência de mercado", que apontam estes sistemas, com controlo de tiro do tipo EO/IR (electróptico e infravermelho) "como uma solução equilibrada e de futuro para a defesa própria do navio".

Com 83 metros de comprimento, estes novos patrulhas, de desenho e concepção nacional, podem receber um helicóptero Lynx e estão ainda equipados com duas lanchas que podem transportar 25 pessoas.


 

VISITE OS RECURSOS DA APLOP (ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA), NA WEB