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Notícias

Aquecimento pode ter empurrado mexilhão africano para o Algarve

O aquecimento global e o aumento da temperatura do mar podem ter originado a expansão de uma nova espécie de mexilhão, nativa de África, para a costa portuguesa, admite um grupo de investigadores da Universidade do Algarve (UAlg).

No Verão passado, um grupo de investigadores do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) descobriu, na zona de Vilamoura e na ilha do Farol, uma espécie de mexilhão cuja existência ainda não tinha sido reportada no atlântico europeu.

Em comunicado, fonte daquele centro de investigação, refere que o mexilhão castanho, com o nome científico “Perna perna”, é muito abundante em África, mas existe também no Sri Lanka, Sul da Índia e na América, aonde foi introduzido.

A descoberta da espécie foi reportada por uma aluna de mestrado do centro, o que originou a publicação de um artigo científico numa revista internacional, em abril, acrescenta o CCMAR.

Os investigadores que descobriram o mexilhão sugerem que a espécie se tenha expandido para a Europa a partir do Norte de África devido ao aquecimento global e ao aumento da temperatura da superfície do mar.
A espécie distingue-se facilmente da mediterrânica, mais abundante nas águas portuguesas, pela sua típica cor acastanhada, mas também pela forma da concha.

De acordo com o CCMAR, é necessário agora estudar o impacto do mexilhão castanho na costa portuguesa e perceber se a coexistência das duas espécies é estável.
 

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