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Turistas gastam cada vez mais dinheiro em Portugal

Em 2011, o sector do turismo registou aumentos em todos os principais indicadores, apesar da instabilidade económica que afectou todos os principais mercados emissores. A nível interno, o ano foi de retracção, mas as subidas no lado dos visitantes estrangeiros compensaram. Os turistas continuam a preferir o Algarve, ficam sobretudo em hotéis de quatro estrelas. E, quando viajam de avião, escolhem as companhias tradicionais. No ano passado, gastaram mais 544 milhões de euros no país.

De acordo com uma análise do Turismo de Portugal, os hotéis receberam cerca de 14 milhões de hóspedes em 2011, especialmente nos meses mais quentes do ano. Entre Junho e Setembro, entraram 5,9 milhões de clientes na hotelaria (ou seja, 42% do total). Face ao ano anterior, registou-se um aumento global de 3,8%, apesar de ter havido uma quebra de 1,4% nos hóspedes portugueses. Do lado dos turistas estrangeiros, verificou-se um aumento de 8,8%, para um total de 7,4 milhões de clientes.

Apesar de o Reino Unido liderar o número de dormidas em Portugal, os espanhóis ocuparam a primeira posição do ranking, tendo dado entrada um total de 1,4 milhões de clientes provenientes do país vizinho nos hotéis nacionais. Os ingleses ficaram em segundo lugar, representando 16,7% do total. Seguiram-se os alemães e os franceses (com um peso de 10 e 8,9%, respectivamente).

Em 2011, Portugal registou 39,6 milhões de dormidas turísticas, o que significou uma subida de 5,8% face ao período homólogo. O Algarve manteve-se como o destino preferido dos viajantes, com uma quota de 35,5%, representativa de um total de 14 milhões de estadias. O maior crescimento foi protagonizado pela Madeira (a terceira região que reúne mais preferências, a seguir a Lisboa). O arquipélago assistiu a um acréscimo de 11,5% nas dormidas, passando a ter uma quota de 14%.

Em sintonia com os aumentos no lado da procura externa, os movimentos nos aeroportos também registaram uma evolução positiva, com uma subida de 8,6% no número de passageiros que chegaram em voos internacionais, alcançando um total de 12,2 milhões. Neste campo, as companhias de aviação tradicionais mantiveram a liderança, com uma quota de 56,4%. As low cost têm vindo a aproximar-se, tendo dominado 36,4% do mercado em 2011. Já os portos receberam mais 79 cruzeiros, que trouxeram 152 mil passageiros adicionais face a 2010.

Quanto ao tipo de alojamento escolhido, os hotéis de quatro estrelas destacaram-se, representando 22,9% das estadias registadas em 2011, depois de terem assistido a uma subida de 9,3% ao longo do ano. Apesar da actual crise, as cadeias hoteleiras de cinco estrelas tiveram um aumento considerável, na ordem de 18,3%, mas surgem apenas na quinta posição nas preferências dos turistas.

Ao longo de 2011, o sector gerou receitas de 8,1 mil milhões de euros, o que significou uma subida homóloga de 7,2%. Tratou-se de um acréscimo nominal de 544 milhões, suportado, em grande parte, pelos visitantes do Reino Unido. No que toca a despesas feitas por portugueses no exterior, houve uma quebra de 0,7%, para perto de três mil milhões de euros, o que fez com que o saldo da balança turística crescesse para 5,2 mil milhões de euros.

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