Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

«Costa Allegra» está a ser rebocado para as Seychelles e já teve de mudar de rota

Sem os motores a funcionar, e sem electricidade, o navio Costa Allegra começou a ser rebocado para as Seychelles mas a operação é demorada e já foi preciso mudar de rota.

Um incêndio na casa das máquinas deixou o navio à deriva, na segunda-feira, com mais de mil pessoas a bordo. Ninguém ficou ferido, mas os passageiros e a tripulação só voltarão a pisar terra firme nesta quarta-feira ao final do dia, ou mesmo na quinta-feira, porque rebocar aquele paquete de 29 mil toneladas e 187 metros de comprimento vai ser uma operação demorada.

«COSTA ALLEGRA» FILMADO DO AR PELA MARINHA INDIANA (vídeo)

Para além disso, o Costa Allegra segue agora para um novo destino, depois de inicialmente se ter planeado encaminhá-lo para a Ilha Desroches, no arquipélago das Seychelles, a mais próxima do local onde o navio ficou à deriva, a cerca de 280 quilómetros de distância e em pleno Oceano Índico. Mas aquela ilha é pequena para acolher tanta gente – a bordo estão 636 passageiros e 413 membros da tripulação –, tem um porto pequeno e isso fez a empresa proprietária do navio, a Costa Cruzeiros, decidir alterar o destino para a ilha de Mahé, onde fica a capital das Seychelles, Victoria, o que obriga a percorrer mais cerca de 250 quilómetros.

Esta é a segunda crise que a Costa Cruzeiros enfrenta em pouco mais de um mês, depois de, a 13 de Janeiro, o Costa Concordia ter embatido em rochas e naufragado ao largo da ilha italiana de Giglio, tendo morrido 32 pessoas. Desta vez a empresa garante que ninguém ficou ferido e que a viagem do Costa Allegra será acompanhada por helicópteros que irão fornecer comida e outros bens para melhorar o conforto na embarcação, incluindo tochas para iluminar o navio. As cozinhas deixaram de funcionar, bem como o ar condicionado, e as comunicações via rádio têm sido possíveis graças a um gerador que “poderá falhar a qualquer minuto”, adiantou a guarda costeira italiana.

Não foram ainda divulgadas as causas do incêndio. Sabe-se que foi enviado um sinal de alerta quando as chamas deflagraram que não houve distúrbios a bordo e que a última operação de manutenção de rotina foi feita em Outubro de 2011, como estava previsto.

Dois rebocadores partiram na terça-feira das Seychelles para ajudar na operação, iniciada pelo pesqueiro francês Trevignon que está a arrastar o Costa Allegra com um cabo de cerca de 400 metros.

As comunicações via satélite têm sido limitadas ao mais essencial e os familiares dos passageiros foram contactados pela Costa Cruzeiros mas não puderam comunicar com a embarcação. A bordo estão cidadãos de 25 países, incluindo 135 italianos, 127 franceses e 100 austríacos, as nacionalidades mais representadas, e dois portugueses.

“Estão todos calmos e bem de saúde”, garantiu um representante português da Costa Cruzeiros à agência Lusa. Hoje o navio contou com o apoio de helicópteros que partiram de Mahé “com alimentos frescos para os passageiros e a tripulação tomarem um bom pequeno-almoço”.

A primeira noite a deriva foi passada no exterior do navio. “Eles não podem ficar no interior, salvo em situações específicas, mas nunca nas cabinas”, contou à AFP Liviana Chiappi, cuja mulher faz parte da equipa técnica do Costa Allegra. “Penso que irão passar a noite no exterior, mas a temperatura permite-o, com um simples cobertor”.

As autoridades das Seychelles têm estado a preparar a chegada e a tratar do alojamento e dos voos internacionais. “A nossa preocupação é que não temos quartos para todos” contou o responsável pelo gabinete de turismo das Seychelles, Alain St. Ange.

A Costa Cruzeiros sublinhou que o incidente com o Costa Allegra não pode ser comparado ao que aconteceu com o Costa Concordia, mas não esconde uma forte preocupação. A empresa admitiu em comunicado ter “consciência de que estes acontecimentos tão próximos irão afectar a sua reputação”.

fonte [28.02.2012 - 19:01]


CONSULTE O DOSSIER "COSTA CONCORDIA", COM VÁRIAS DEZENAS DE ARTIGOS SOBRE A TRAGÉDIA



Visite o Canal da Associação
dos Portos de Portugal no YOUTUBE

 

Estamos no Facebook, no Twitter e no Slideshare.


Conheça o portal da Associação dos Portos de Língua Portuguesa (APLOP)







Artigos relacionados: