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Notícias

Leixões, Sines e Viana não fizeram greve

Os portos de Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa e Setúbal cumpriram, nesta segunda-feira, o primeiro de cinco dias de greve decretados pela Fesmarpor, em consequência de não ter sido possível o entendimento na sequência da reunião levada a cabo na passada sexta-feira, patrocinada pela Secretaria de Estado, quanto aos efectivos da futura empresa de Trabalho Portuário de Aveiro (ETP Aveiro).

Numa ronda ao fim da tarde, a CARGO apurou que, nos restantes portos - Viana do Castelo (sem navios mas com os estivadores a trabalhar em cais), Leixões, portos das ilhas e Sines, os trabalhos decorreram normalmente.

Entretanto, continuam as tentativas para se chegar a um consenso que permita parar a greve, o que pode suceder a qualquer instante, como recorda Vítor Dias, vice-presidente da Fesmarpor. O certo é que os navios que tinham escalas marcadas para os portos “grevistas” optaram por outros portos, tanto portugueses como espanhóis.

Em cima da mesa, e a servir de ponto de partida das negociações, está um estudo de viabilidade da consultora Price waterhouse Coopers (PwC) encomendado pela ETP de Aveiro, que aponta para um excedente de vinte trabalhadores.

Será precisamente a recusa da saída destes 20 trabalhadores, num total de 61 que fazem parte dos quadros da empresa, entretanto gerida por um gestor nomeado pelo tribunal do Baixo Vouga, que decretou a insolvência da ETP Aveiro, o motivo desta greve, que começou à meia-noite desta segunda-feira e decorre até ao próximo sábado, dia 14, com o número de portos a ficar aquém do que se anunciava na passada sexta-feira.

Fonte próxima das negociações diz não entender a razão de ser da greve, tendo em conta a referida decisão do tribunal de entregar a ETP Aveiro a um gestor judicial.

FONTE: CARGO