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Notícias

Mercado de armazéns e logística mais dinâmico que em 2010

No final de 2011 é evidente um ligeiro aumento nos indicadores da oferta e procura de espaços de armazenagem e logística na Grande Lisboa face ao período homólogo de 2010, apurou o último research da CBRE.

A consultora concluiu que estes indicadores foram originados «sobretudo pela ocupação de imóveis negociados numa fase anterior ao actual período de instabilidade». Ainda assim, a 31 de Dezembro de 2011, a nova oferta de espaços de armazéns e logística deverá rondar os 130.000 m², refletindo um acréscimo de cerca de 40% face ao ano anterior. Contudo,70% do novo stock de oferta concluída em 2011 corresponde a projetos à medida do ocupante e, como tal, com contratos pré-acordados.

Pelas contas da consultora, a absorção total de 2011 deverá rondar os 180.000 m², um valor em linha com a média registada nos últimos cinco anos. Note-se no entanto que cerca de 30% deste valor deve-se a um único negócio, uma operação realizada pela Sonae para o Eco Park 2.

Em relação ao próximo ano, as previsões apontam para um forte abrandamento da promoção de espaços de armazéns e logística, na sequência do fraco clima económico do país e da dificuldade em obter financiamento para a construção, vivida pelos promotores. Da mesma forma, em 2012 deverá verificar-se um decréscimo nos níveis de absorção.

Relativamente às rendas, em 2011 todas as zonas, com exceção da cidade de Lisboa, registaram uma diminuição do valor da renda prime, chegando mesmo a atingir variações anuais negativas de 20%.
Numa leitura do mercado de investimento em ativos de armazéns e logística, transacionou-se um volume de investimento pouco significativo, o que se refletiu na diminuição do valor dos imóveis e no aumento das yields. No final do 3º trimestre do ano, a taxa de capitalização bruta prime para o sector de armazéns & logística de Lisboa fixou-se nos 8,5%, evidenciando um acréscimo de 75 pontos base relativamente ao período homólogo. Ainda assim, de acordo com o Índice IPD/ Imométrica, em 2010 os ativos do sector industrial foram, de entre todos os sectores analisados, os que devolveram retornos mais elevados aos investidores.

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