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Fundo de investimento vai financiar novos negócios no sector do mar

A economia do mar vai contar com um fundo de investimento vocacionado especificamente para o sector. O propósito foi avançado por Nuno Fernandes Thomaz, administrador executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que revelou ainda que este veículo financeiro destinado a apoiar novos projectos empresariais ligados ao mar terá o banco do Estado como "sponsor".

"O 'Fundo do Mar' é algo que tem estado na forja desde há já algum tempo. Trata-se de estruturar um veículo temático, através do qual seja possível atrair investimentos para aplicar no sector marítimo", explicou Nuno Fernandes Thomaz ao Negócios.

O administrador da CGD, que participou na conferência "Economia do Mar - Uma parceria para a competitividade", organizada em conjunto por aquele banco e pelo Negócios, lembrou, de resto, que neste campo da economia as áreas onde é possível apostar são múltiplas, pelo que quando se fala em investimentos neste área deve pensar-se em realidades tão distintas como a da náutica de recreio, dos transportes marítimos ou da aquacultura.

"Há inúmeros subsectores em que é possível investir, como o comprovam os vários estudos que têm sido feitos no sector, designadamente aquele em que o professor Ernâni Lopes identificou o 'Hypercluster da Economia do Mar', bem como a 'Estratégia Nacional para o Oceano', trabalho coordenado pelo dr. Tiago Pitta e Cunha. São estudos que indicam muitos destes subsectores que têm grande potencial em termos de negócios. A ideia seria passar à acção através de um veículo financeiro dessa natureza", explicou o mesmo responsável.

Projecto já equacionado pelo Fórum Empresarial do Mar
O propósito de criar um fundo de investimento foi já antes avançado pelo Fórum Empresarial do Mar, pelo que o administrador executivo da CGD defende a conjugação de vontades em torno deste projecto. "Portugal é um país pequeno e que tem que unir esforços. Portanto, se vai haver este projecto, todos nos uniremos ou deveremos unir à volta do mesmo. Neste âmbito, a CGD funcionará como um 'sponsor'", disse Nuno Fernandes Thomaz.

O banco do Estado funcionaria, deste modo, como patrocinador e investidor neste veículo financeiro, juntando-se aos vários privados que, segundo este ex-secretário de Estado dos Assuntos do Mar, já mostraram interesse em participar no fundo.

"Já sabia desse interesse antes de assumir funções na Caixa, mas mais recentemente fui contactado por investidores, pessoas que conheço da comunidade dos operadores de mercado, e que estão interessados em apostar no sector da economia do mar. Este fundo seria um dos veículos possíveis para fazer esses investimentos", evidenciou.

Será este um novo posicionamento da instituição financeira, tendo em conta o despertar, patrocinado pelo Chefe de Estado, para a importância deste sector? O administrador executivo da CGD não encontra uma razão de causa efeito entre a defesa da economia do mar por Cavaco Silva e as apostas feitas pelo banco do Estado. Conforme adiantou, este interesse não é de agora.

"Desde há muito que a Caixa tem sido uma entidade financeira a querer a facilitar o investimento na economia marítima. Este 'Fundo do Mar' nada tem que ver com esta nova mudança. É sim uma continuidade. Sobretudo agora, num momento em que procuramos dar força às empresas de bens transaccionáveis e voltar a ter um sector produtivo", concluiu Nuno Fernandes Thomaz.

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